Garoto propaganda do PSDB

Aécio é o candidato tucano à presidência

A Veja desta semana publicou nota informando as novas intenções do PSBD para a campanha de 2014.

Ao assumir a direção da nacional do partido, Aécio Neves vai ser o garoto propaganda, já com a intenção de se popularizar para as eleições.

E popularização é o novo norte da legenda.

Segundo a revista, o novo objetivo do PSBD é elaborar uma linguagem que chegue mais às classes C e D.

Essa linguagem foi uma das grandes responsáveis para que o PT se garantisse 8 anos à frente do planalto.

Será que, repetindo a fórmula dos petistas, o PSBD obtém sucesso em 2014?

2014 agoraCongressso Nacional

O sonho de Aécio Neves

Aécio Neves: aposta em um racha entre PMDB e PT

Aécio Neves, eleito presidente nacional do PSDB e agora candidato pelo partido ao Planalto pelo partido, almeja uma separação entre PMDB e PT.

Isto porque cogita-se um embate entre o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Lindbergh Farias (PT).

Por isso, procura agora o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMBD), para conversar sobre 2014.

Mais um que sabe o poder de articulação dos peemedebistas e a estabilidade que oferece aos governos.

Caso o PMDB passe a apoiar o PSBD, muita coisa pode se inverter nas intenções de voto até 2014.

Mas, por enquanto, fica como sonho de consumo de Aécio.

2014 agoraCongressso Nacional

Só doutores melhoram a qualidade de ensino?

Quando há doutores para se contratar, sim.

A Presidente Dilma Roussef sancionou a Medida Provisória nº 614(MP), que altera a Lei nº 12.77, de dezembro de 2012 e dispõe sobre a estrutura do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal.

Pela MP, os professores deverão ingressar não mais com mestrado, mas com doutorado, só se admitindo exigência menor nos concursos mediante decisão do Conselho Universitário.

Um alarmismo tomou conta dos mestrando a essa informação. Como se apenas doutores irão dar aula daqui em diante.

E pior, como se isso não deveria ser um incentivo para se especializar e melhorar a qualidade de ensino nas universidades pública. Porque, sim, a qualidade evolui e muito.

Mas alguns preferem só reclamar.

Congressso NacionalEducação

Feliciano outra vez

Virou a válvula de escape para o Congresso Nacional fazer do deputado Marco Feliciano (PSC) a frente de bombardeios da mídia e da população.

Mesmo ele sendo só a ponta do iceberg, ele desempenha seu papel de desviar todas as atenções para si com louvor.

Cada frase proferida ou projeto sugerido vira motivo de debate pelo simples fato de tudo que ele fala ser de tamanho absurdo que poucos acreditam no que acontece.

Mas é real. E outra vez o debate deve ser reaberto sobre a estadia do parlamentar a frente da Comissão de Direitos e Minorias.

Isto porque o presidente da CDHM elaborou um projeto que autoriza o tratamento psicológico ou a terapia para alterar a orientação sexual de gays.

Ok. O que se pode dizer sobre isso é que a intenção seja dar liberdade aos que gostariam de procurar ajuda psicológica para tal.

Seria interessante se o homossexualismo fosse uma doença psicológica. Contudo, nenhum estudo até hoje comprovou se é genético muito menos que seja patológico.

Afinal, o comportamento homossexual já foi identificado em mais de 400 espécies de animais na natureza, incluindo leões.

No mais, os homossexuais que procuram ajuda psicológica o fazem justamente para lidar com o preconceito e se aceitarem da forma que são.

O que, aliás, deveria receber atenção da CDHM e não contrário, se a intenção do deputado fosse realmente ajudar as minorias em questão.

Indo mais além, o problema não é o projeto de lei em si, mas a importância dada por Feliciano em tão pouco tempo a frente da CDHM a um projeto sem base científica.

Enquanto questões mais urgentes envolvendo as minorias sociais vão ficando em segundo plano.

Com esse projeto, já deu para observar a escala de prioridades de Marco Feliciano e o que deve vir por aí.

Oremos.

Com redação de Aline Alencar

Análise e opiniãoCongressso Nacional

27 partidos, 27 para todos os “gostos”

Além do novo partido da ex-senadora Marina Silva, o Rede Sustentabilidade, existem mais 27 novos em formação no país.

E o privilégio de nome excêntrico não é só o de Marina. Tem alguns para todo o tipo peculiaridade também:

- PSPB: Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada

- PMB feminino: Partido das Mulheres do Brasil

- PMB militar: Partido dos Militares do Brasil

- PEC: Partido Ecológico Cristão

- PN: calma, é o Partido Novo.

A segmentação se estende cada vez mais. Descontentes com o modelo partidário atual ou apenas “inovação”?

 

Com redação de Aline Alencar

Congressso Nacional

“O Supremo não é eleito e nem é o povo”

Foto: Leonardo Prado / Câmara dos Deputados

- O Supremo não é eleito e nem é o povo – criticou o deputado federal, Nazareno Fontelles (PT), autor da PEC 33 que pretende retirar o poder de decisão do Supremo Tribunal Federal.

Não bastasse tal declaração, o parlamentar sugeriu a prisão dos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

- Lei dos royalties do petróleo… Carmén Lúcia e Fux. Fux interrompeu o regimento aqui. Eu fosse presidente desta Casa ou do Congresso, eu aposto que eles fizessem isso. Mandava prendê-lo, e depois abria processo de impeachment – disparou na última segunda-feira (29) em entrevista ao Congresso em Foco.

Estas declarações não melhoraram em nada a imagem do deputado, já muito criticado só pela autoria da PEC. Além disso, vale lembrar que, mesmo não sendo eleito pelo povo, o Supremo é uma das instâncias mais elogiadas.

O mesmo povo que elegeu os parlamentares, a maioria do mesmo partido de Nazareno, condenados pelo STF no caso mensalão.

Congressso Nacional

A imprensa é pedra no sapato

A imprensa é a pedra no sapato daqueles que querem passar ilesos por crimes cometidos ou aprovar medidas duvidosas.

A prova disso é que, se não fosse a imprensa alardear, muito tarde talvez se saberia da PEC 33.

Segundo o ex-senador José Sarney (PMDB), os senadores só tomaram conhecimento de que a proposta tramitava na Câmara por conta do “barulho” feito pela imprensa.

E é este barulho que acorda a sociedade e as autoridades públicas.

E incomoda quem quer se esconder…

Congressso NacionalImprensa e JornalismoJosé Sarney

Mãos de ferro presidenciais

Dilma-Roussef-e-Carlos-LupiEm relação ao que diz respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente e redução da maioridade penal, a presidente Dilma Rousseff (PT) já bateu o martelo.

O assunto foi fechado com mãos de ferro e a presidente não aceita nenhum projeto relativo ao assunto e se chegar nas mãos dela é com certeza o veto.

Assim como é possível com a PEC 33, estes assuntos estão sem a menor chance de uma mudança ser aprovada.

E encerrou o assunto. Não tá mais aqui quem propôs.

Congressso Nacional

José Sarney é contra a PEC 33

sarney-2O senador José Sarney, após os ministros do STF e de alguns deputados federais, também se posicionou à respeito da PEC 33.

Lembrando que a proposta de emenda constitucional número 33 não daria mais a última palavra ao Supremo Tribunal Federal, sendo passível de apreciação do Congresso Nacional.

E a opinião do ex-presidente do Senado Federal não poderia ser uma das mais lúcidas dentre os posicionamentos já mostrados:

- Essa ideia não tem pé nem cabeça nem sentido algum. É estapafúrdia e não tem como evoluir no Congresso Nacional - disse a uma colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo.

José Sarney assegurou que a PEC, de autoria do deputado federal, Nazareno Fontenelles (PT-PI) não tem como evoluir e não será aprovada.

Oremos.

Com redação de Aline Alencar

 

Congressso NacionalJosé Sarney

A PEC que silencia o STF

Existem propostas de emenda constitucional válidas, mas algumas que nos fazem pensar que o Congresso Nacional enlouqueceu (mais ainda)!

A PEC de número 33 é uma delas. A proposta pretende limitar o poder do Supremo Tribunal Federal (STF), ou seja, o Supremo não terá a última palavra em algumas decisões.

Justo a instância que a maioria dos brasileiros ainda confia e causa segurança de alguma lei será cumprida no país.

Um caso como o mensalão, por exemplo, poderia muito bem não ter a última palavra no STF e caber a revisão do Congresso, que terá de dizer se concorda ou não com a decisão. Se discordar, o assunto será submetido a plebiscito.

Interessante é observar que a proposta é de autoria de um deputado petista do Piauí, Nazareno Fontelles, estado onde foi recebido, do mesmo partido, um condenado pelo STF.

Ironia ou não, a PEC é de causar repulsa a muitos brasileiros. Os ministros do Supremos já se manifestaram contra. Alguns deputados, claro, aprovam com louvor.

Congressso Nacional