De Londres, Alessandro Martins anuncia entrada no ramo de combustíveis…

O ex-dono da Euromar, Alessandro Martins, mudou mesmo de ramo.

Em seu perfil no facebook ele agora se anuncia como futuro empresário do ramo de postos de combustíveis.

- Aproveitei para investir em postos de combustíveis e dei entrada em três concessões na Petrobras, duas em São Luís e uma no Rio - disse ele, em sua página na rede de relacionamentos.

O empresário, que chegou a ser preso, acusado de fraude na venda de veículos da marca Volkswagen, está em Londres, onde acompanha a Olimpíada.

Quando anunciou sua entrada na revenda de combustíveis, se preparava para assistir à final do tênis… 

 

Escândalo Euromar

Alessandro Martins perde também no TJ e a Euromar fica à beira do despejo

Alessandro Martins tem a vida cada vez mais complicada

O desembargador Jorge Rachid Mubárack Maluf indeferiu mais um recurso por meio do qual o empresário Alessandro Martins tentava se manter no prédio da Euromar, no Jaracaty. Com isso, o empresário deve, finalmente, ser despejado do local.

As informações são do blog de Itevaldo Júnior.

O prédio da Euromar pertence à Áurea Empreendimentos, de propriedade do empresário Carlos Gaspar.

O contrato entre a Àurea e a Euromar encerrou em agosto de 2008. Desde então, Carlos Gaspar tenta reaver o imóvel, mas Alessandro impede a reintegração de posse com sucessivos recursos judiciais.

No mês de setembro, o juíz José Ribamar Heluy, da 9ª Vara Cível, determinou o trânsito em julgado da ação e o imediato despejo da Euromar.

O recurso ora julgado pelo desembargador Jorge Rachid era mais uma tentativa de protelação por parte de Martins.

Além do despejo, o representante da Volkswagen corre o risco de ter que pagar R$ 2 milhões de diferença de aluguéis atrasados.

Escândalo EuromarPolícia e Justiça
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Ação de despejo contra Euromar – que deveria durar apenas 4 meses – passou quatro anos sem audiência e perdeu seu efeito

A 3ª Vara Cível de São Luís parece ter sido, durante muitos anos, o paraíso legal do empresário Alessandro Martins, revendedor Volkswagen e recentemente preso no Maranhão por vários crimes.

É o que mostra o Processo nº 18636/2006, uma Ação de Despejo por Infração Contratual movida pela Áurea Empreendimentos S/A, dona do prédio onde funciona a empresa de Martins.

Esta Ação passou quatro anos na 3ª Vara, sem a realização de qualquer audiêcia – e a única decisão dos autos, tomada por um juiz substituto, foi modificada pelo titular, curiosamente, auto-declarado suspeito para julgar o caso após, quatro anos de idas e vindas.

O Caso
Em 2006, a Áurea Empreendimentos S/A pediu à Justiça o despejo da Euromar Automóveis e Peças LTDA
., alegando que a empresa locatária havia sublocado o prédio para outras duas empresas, o que era vetado em contrato.

De acordo com a lei 8.245/91, um processo de despejo deve durar, no máximo, quatro meses (art. 63, parágrafo 1º alínea “a”). Este, durou quatro anos.

Na audiência de conciliação não houve acordo. O juiz Titular da 5ª Vara Cível, respondendo na ocasião pela 3ª Vara, julgou a ação proccedente determinando a rescisão do contrato e a desocupação do imóvel. Alessandro Martins entra com Embargos de Declaração, alegando tão somente que o titular da 5ª Vara não explicou nos autos porque julgou o processo, já que não era titular da 3ª Vara.

Foi o suficiente para a protelação do processo. O juiz titular da 3ª Vara acolheu os embargos, dando-lhe efeito modificativo, anulando a sentença do colega.

Novas audiências foram marcadas para 16 de julho de 2008; 28 de agosto de 2008; 2 de junho de 2009 e 27 de agosto de 2009. Nenhuma foi realizada, pelos mais diferentes motivos.

Foi então que a Áurea Empreendimentos, pressentindo a prejudicação do caso, pediu julgamento antrecipado. Uma nova audiência preliminar foi marcada para 15 de março de 2010, quase quatro anos depois de iniciado o caso. Novamente não foi realizada porque o novo juiz que respondia pela 3ª Vara temeu que a sentença fosse modificada pelo titular, quando de seu retorno,a exemplo do que já havia ocorrido.

Somente em 6 de maio de 2010 o juiz titular da 3ª Vara Cível declara-se suspeito para julgar o caso. O processo foi, então, encaminhado para a 9ª Vara Cível. O titular desta Vara nada mais pôde fazer porque a Ação já estava prejudicada, uma vez que o contrato questionado já havia expirado desde 2008.

Resultado: a Ação foi julgada extinta em 13 de julho de 2010 e Alessandro Martins permanece no usufruto do prédio da Euromar.

O propretário – coitado! – ainda espera a devolução do seu imóvel…

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Como a Justiça maranhense protelou ações contra Alessandro Martins…

As sentenças prolatadas pelo juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior em quatro processos envolvendo o empresário Alessandro Martins são um compêndio de como funciona – ou funcionou – os bastidores do Judiciário maranhense.

Martins foi claramente beneficiado pela Justiça – com protelações, contra-argumentações e até decisões judiciais flagrantemente “equivocadas” para dizer o mínimo - como conta Heluy Júnior em seus despachos.

O Processo nº 22212/2008 é um exemplo: Tratava-se de uma Ação de Despejo da Àurea Empreendimentos S/A, de propriedade do empresário Carlos Gaspar, contra a Euromar Automóveis e Peças LTDA. de propriedade de Martins.

A ação informava que havia se encerrado o prazo locatício do prédio da Euromar, e pedia a devolução do prédio, já que Martins não havia exercido o direito contratual de opção de prorrogação.

A princípio, a Ação foi distribuída para a 7ª Vara Civel, onde chegou a haver um despacho. Mas a Euromar pediu a remessa para a 3ª Vara Cível, alegando conexão com outro processo.

Era na 3ª Vara onde ocorriam os benefícios ao dono da Euromar. Sua defesa só não esperava que, naquela vara, estivesse despachando não o juiz titular, mas a auxiliar.

Exemplo: a juiza auxiliar da Vara, julgou procedente a ação de rescisão de contrato, decretando o despejo. Imediatamente Martins entrou com Embargo de Declaração e levou o processo da secretaria. Tinha prazo de 24 horas para devolvê-lo, mas, passados 5 dias, continuava com ele – oficiais de justiça não conseguiam intimar seus advogados.

A mesma juiza auxiliar julgou improcedente os embargos, mantendo a sentença.

O juiz titular da 3ª Vara Civel retornou à função, quando Martins entrou com novo Embargos de Declaração, com efeitos infringentes. Além de acolher os embargos, o juiz titular (a sentença de Heluy Júnior não cita o nome) determinou efeito modificativo, anulando a sentença prolatada pela juíza auxiliar (cujo nome também não é citado).

Entre outras coisas, acatou argumento de que a juíza cerceara o direito de defesa da Euromar e de Alessandro Martins.

A Áurea Empreendimentos interpôs Agravo de Instrumento. Segundo o juiz Joé Ribamar Heluy Júnior, o juiz da 3ª Vara apenas prestou esclarecimentos, sem registrar decisão nos autos.

Após a anulação da sentença, o tal juiz titular da 3ª Vara declarou-se suspeito para julgar o feito – isso dois anos depois de o processo estar tramitando – razão pela qual a ação foi redistribuída à 9ª Vara, onde, finalmente, recebeu sentença; e a Euromar foi condenada também por Litigância de Má-Fé.

- (…) Aproveito para externar a minha surpresa com este processo. Que de simples Resolução, acaba durando quase dois anos apenas em primeiro grau. (…) de tudo se faz para que uma situação permaneça indefinidamente, causando prejuízos a quem de direito. Um processo que teve sentença célere sem necessitar de qualquer meta estabelecida pelo CNJ foi anulada por embargos infringentes – diz o despacho de Heluy Júnior.

Ele também não vê motivos para a alegação de cerceamento de defesa por apte a juíza auxilair, que prolatou a primeira sentença.

- E mesmo a juzia auxiliar sentenciante tendo reconhecido a tempestividade da contestação (mesmo fora do prazo), ainda foi acusada de ter cerceado o direito a ampla defesa da requerida (Euormar). Cerceamento de Defesa é matéria a ser questionada em apelação – ensina o juiz.

E este é apenas um dos quatro processos julgados por Heluy Júnior entre junho e julho passados. Ainda há outros três.

Cujas historias também serão contadas aqui…

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Alessandro Martins terá que entregar prédio da Euromar; juiz que deu a sentença se surpreende com demora no caso

O juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior prolatou sentença em quatro processos envolvendo o empresário Alessandro Martins e a Áurea Empreendimentos S/A, proprietária do prédio onde funciona a Euromar.

Com as decisões, além de pagar indenização ao dono da Áurea - empresário Carlos Gaspar - Alessandro Martins terá que entregar o prédio, cujo contrato de aluguel venceu desde 2008.

As decisões de Heluy Júnior foram todas contra Martins e Euromar; e a sentença revela, inclusive, como funciona os bastidores de possíveis favorecimentos ao empresário no Judiciário.

Todos os processos estavam adormecidos há anos nas gavetas da 3ª Vara Cível da capital. Curiosamente, após este tempo inteiro – inclusive com decisões no caso, o titular da vara se declarou suspeito para julgar o feito. O processo foi transferido para a 9ª Vara, quando, finalmente, recebeu sentença.

Heluy Júnior chega a expor a surpresa com a demora no processo.

- Difícil mesmo para este juíz é entender como conseguiram amarrar este processo. Quase deram um nó para não ser desatado. Não há nestes autos qualquer motivo para que não seja de logo sentenciado – afirma Heluy Júnior.

No total, tramitavam quatro processos na 9ª Vara relacionados entre si – dois da Áurea Empreendimentos contra a Euromar e dois da Euromar contra a Áuréa empreendimentos.

No despacho, o juiz sentenciante mostrou não ter dúvidas de que as ações da Euromar tinham apenas o objetivo de protelar o processo para se manter indefinidamente no usufruto do prédio.

- É visível a litigância de má-fé (por parte de Alessadnro Martins). Reforça também minha convicção de que este processo durou tempo demais. Daqui a um mês completam dois anos que o contrato de locação expirou e a autora ainda não conseguiu reaver o seu imóvel – diz Heluy Júnior.

Histórico
A briga entre Carlos Gaspar e Alessandro Martins começou em 2006, três anos depois da assinatura do contrato de aluguel do prédio do Jaracaty. O contrato era de cinco anos, e expirava em agosto de 2008.

Em 2006, após descobrir que Martins estava sublocando o prédio – o que era proibido por contrato – Gaspar entrou na Justiça por quebra de contrato. Foi a deixa pra Martins.

Havia uma clásusula no contrato que garantia a prorrogação automática, desde que o interesse fosse manisfesado até um ano antes do vencimento.

Martins não usou esta prerrogativa e preferiu questionar a postura do locador na Justiça. Após o fim do contrato, entrou com ação contra a Áurea, confessando não ter exercido o direito de renovação, usando como argumento o primeiro processo.

Para o juíz Heluy Júnior, não há relação entre os casos. “A primeira ação não suspendeu ou interrompeu o prazo contratual para exercer o direito de opção de prorrogação de contrato”, afirma o juiz.

 Outros dois processos tramitaram na Justiça – Alessandro tentando protelar a permanência (contando com auxílio do sistema judiciário, segundo se supõe do despacho de Heluy Júnior) e Gaspar em busca de reaver seu imóvel.

Além dos R$ 2 milhões de indenização que Alessandro Martins terá que pagar, também será obrigado a deixar po prédio do Jaracaty, obrigado a fazer todos os pagamentos.

Texto alterado às 18 horas para correção de informações

Escândalo Euromar
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Por que a Justiça tem tanto medo de Alessandro Martins?

É um caso sem precedentes na história do Judiciário brasileiro. Está cristalino o pavor que o empresário Alessandro Martins desperta entre juízes e desembargadores maranhenses.

Não um pavor físico, corporal, mas um pavor moral – medo puro de manchar a imagem com decisões que possam vir a ser questionadas na imprensa.

Desde que a juíza Oriana Gomes apôs em seu despacho de prisão de Martins – acusado de vários crimes na venda de carros da marca Volskwagen – que ele teria proteção no judiciário maranhense, instalou-se o caos nas cortes de Justiça.

Caos este que tem levado à sonegação de direitos básicos a qualquer acusado.

O empresário está sendo mantido preso ilegalmente há duas semanas, justamente por causa deste medo da Justiça.

Ilegal porque, no momento em que fez acordo com a polícia e o Ministério Público, cessaram-se contra ele as acusações que o levaram para atrás das grades. 

A Alessandro já foi negado um Habeas Corpus – tanto de forma monocrática quanto no colegiado do Tribunal de Justiça.

E os juízes das varas de primeira instância responsáveis pelo caso ficam empurrando entre si um simples Alvará de Soltura que o poria em liberdade.

Tudo por conta do pavor que ele desperta.

Pavor construído não pelo próprio Alessandro, mas resultado das estranhas relações que ocorreram – e ainda ocorrem – nos bastidores do Poder Judiciário do Maranhão.

E que mancha muito mais que uma simples assinatura de documento…

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Todos os homens de Alessandro Martins…

O título acima é referência a um dos filmes clássicos sobre o escândalo Watergate, que derrubou o presidente norte-americano Richard Nixon.

Serve também para nominar todos os citados pelo empresário Alessandro Martins em seu depoimento de “Delação Premiada” à polícia. São pessoas que, de uma forma ou de outra tiveram envolvimento com o empresário e no período em que aconteceu a fraude de vendas de carros da marca Volkswagen no Maranhão.

Os citados – todos eles – estão no depoimento de Alessandro Martins, divulgado com exclusividade pelo jornalista Itevaldo júnior, semana passada.

Este blog não faz qualquer juízo de valor sobre nenhum dos citados. Apenas relaciona seus nomes, na ordem direta em que aparecem no documento, suas atividades e suas relações com Alessandro Martins ou pessoas ligadas a ele:

Roberto Hachhen - Dono da Locadora São Luís e irmão de Eli Hachhen, sócio de Alessandro Martins na Euromar.

Augusto “Guto” - Dono da Locadora Auto1000 e sócio de Paulo Nagem, Rodolfo Leopoldo e “mais outa meia-dúzia de sócios”.

Carlos Wilson - Gerente da Euromar responsável pela venda a frotistas – locadoras, trasnportadoras, cooperativas, etc…

“Stênio” - Advogado contratado por Alessandro Martins. É filho do desembargador Raimundo Melo, segundo consta do depoimento.

Eliseu Moura – ex-deputado e atual prefeito de Pirapemas. Pai de “Melissa”, com quem Alessandro teve um prejuízo financeiro de R$ 500 mil

Os demais citados no depoimento são diretores da própria Volks, a qual Alessandro atribui a montagem do esquema, e gerentes da Euromar, que participavam da negociação com a montadora.

No documento, ele também cita donos de outras concessionárias Volks, Brasil a fora, que foram obrigados pela montadora a fazer as compras no esquema usado por Alessandro.

O empresário ainda se encontra preso, embora tenha feito acordo de liberdade após a delação premiada…

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A força popular de Alessandro Martins…

Impressionante a forma como a população – classe alta, classe média e classe popular – tem reagido à prisão do empresário Alessandro Martins, acusado de vários crimes na venda de carros da marca Volkswagen no Maranhão.

Da semana passada para cá, ouvi dezenas de relatos apontando que a prisão de Martins era uma medida extrema para a situação. Ninguém defedne seus métodos heterodoxos, é verdade, mas acha que a regulação do próprio mercado o faria corrigir-se ao longo do tempo.

Impressionou, no entanto, a força que ele tem entre a faixa mais pobre da população.

Neste seguimento, Alessandro Martins é como um artista, com fãs em todos os lugares, muitos dos quais condenaram a prisão do empresário.

- O que ele fez? Vendeu carros mais baratos? Isso é motivo para uma ação como esta? - comenta um vendedor de bebidas lá no Principado do Coroado. Uma moradora da Cohab emenda: Há tanto bandido com crimes muito mais crueis que circulam livremente, inclusive entre promotores e juízes…

Alessandro deve deixar hoje a cela em que está no quartel da PM. Sai diferente de como entrou: sem empresa, sem marca e sem aliados no mercado de automóveis.

O prédio da Euromar, no Jaracati, pertence ao empresário Carlos Gaspar, que move ação de reintegração de posse na Justiça. A marca Volkswagen deve ser dada a outra empresa.

O próprio Martins já disse que a prisão servirá para refletir sobre a vida e a carreira. Me fará sair mais forte, disse ele.

A julgar pelo apelo popular, outros caminhos podem estar abertos para ele…

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Concessionária da Peugeot em São Luís já exibe carros da Volkswagen

Quem passa na Avenida dos Holandeses já percebe carros da marca Volkswagen na área de vendas da concessionária Peugeot.

A empresa, que pertence ao grupo que também detém a marca Toyota no Maranhão, deve ser a nova concessionária Volks no estado, em substituição à Euromar, empresa de Alessandro Martins, preso há duas semanas por fraude na venda de veículos.

Anteontem, a Volkswagen divulgou nota em que anunciava o fim do contrato com a Euromar e a conseqüente negociação com outros grupos. ( Leia a íntegra aqui)

No mesmo dia, a Polícia e o Ministério Público ofereceram a Alessandro Martins uma espécie de “Delação Premiada”.

Ele confessou crimes fiscais da ordem de R$ 3,5 milhões, prometeu pagar e denunciou a Volkswagen como mentora do esquema de fraude na venda dos seus carros.

Tudo indica que o acordo com o MP deve garantir a liberdade do empresário.

E novas dores de cabeça à Volks…

Imagem meramente ilustrativa

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Foi como este blog anunciou ainda no ano passado: Volkswagen encerra contrato com a Euromar no Maranhão

Este blog mais uma vez exibe a força da sua credibilidade e da lucidez de suas informações e análises: A Volkswagen divulgou hoje, em anúncio de capa no jornal “O Estado do Maranhão”, o fim do contrato com a concessionária Euromar, do empresário Alessandro Martins.

Exatamente como este blog divulgou no dia 27 de outubro de 2009, quando ainda era hospedado no portal imirante.com. (Releia aqui)

Na época, o blog anunciou o fechamento de várias lojkas em São Luís como prenúncio do fim do contrato com a Volkswagem.

Em nota encamionhada ao blog um dia depois, a própria Euromar confirma o fechamento das lpojas, mas revela ter sido uma orientação da própria montadora. (Leia aqui)

Em maio deste ano, Décio Sá publicou em seu blog, com exclusividade, as negociações da venda da concessão da Volks para o grupo que já detém no estado as marcas Peugeot e Toyota. Segundo o blog, Alessandro Martins pediu R$ 30 milhões. (Releia aqui)

Na nota divulgada hoje, Volkswagen confirma que o cotnrato venceu desde março de 2010.

O documento dificulta a situação do empresário Alessandro Martins no Maranhão. preso desde a semana passada, Martins já anunciou que pretende retomar a venda de carros assim que deixar a cadeia.

Ocorre que ele responde na Justiça também a uma ação de reintegração de posse movida pelo empresário carlos Gaspar, por conta do não pagamento dos aluguéis dos prédios onde funciona a Euromar. (Leia aqui recente decisão sobre o caso)

Sem marca e sem local para trabalhar, ele praticamente dá adeus à vida de rico empresário no Maranhão…

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