Governo do Maranhão entrega mais de 200 novas viaturas à polícia

Por Fábio Câmara

O governo estadual do Maranhão acaba de entregar mais de 200 novas viaturas para serem utilizadas no combate à criminalidade e à violência, no interior e principalmente na capital.

O secretário estadual de segurança pública e sua assessoria tiveram uma grande sacada quando decidiram investir forte na compra de motocicletas – cerca de 150 – e no treinamento e capacitação de condutores e até de instrutores para essa modalidade de transporte ágil, econômica e extremamente operacional. É verdade que a bandidagem sacou isso antes.

Porém, está de parabéns o Secretário Aluísio Mendes por marcar mais esse ponto certo.

A implantação da 1ª Unidade de Segurança Comunitária – USC – do Maranhão na Vila Luizão foi também um gol de placa que merece ser destacado.

Investir em segurança é investir na vida!

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Agiotagem: o recuo de Aluísio Mendes

aluisio-185x300Como este blog havia informado anteriormente, na tentativa de se antecipar aos fatos, setores da mídia divulgaram, desde o dia 23 deste mês, uma lista de prefeitos envolvidos com a quadrilha de agiotas que atua no Maranhão (reveja aqui).

A base para a lista é a relação divulgada pela TV Mirante – baseada em relatório da polícia – com os 41 municípios onde, segundo as investigações, a quadrilha atuou.

A relação de prefeitos é um equívoco, por que baseada apenas no mandato anterior, de 2009 a 2012.

E o secretário estadual de Segurança Pública, Aluísio Mendes, já se deu conta do equívoco desta divulgação precipitada.

Como mostra em declaração divulgada nos blogs de Luís Cardoso e Marcelo Vieira:

- Uma farta documentação foi apreendida quando a polícia realizou a operação para localizar e capturar os assassinos do jornalista Décio Sá, como documentos de empresas, cheques em branco assinados, contratos, entre outros. Toda essa documentação foi analisada e chegou-se ao número de 41 prefeituras que tinham algum tipo de citação. Não quer dizer realmente que essas pessoas estejam envolvidas. A polícia está aprofundando as investigações e chamará os gestores e ex- gestores para saber o tipo de ligação que eles tinham com os agiotas.

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Trecho do depoimento de Patrícia em que aparece o nome de Gardeninha

O recuo aconteceu possivelmente para evitar injustiças futuras. E evitar injustiças é o que este blog procurou fazer ao exigir a lista oficial dos prefeitos envolvidos e citar os equívocos.

Enquanto a polícia apura com mais cuidado as informações.

AgiotagemDécio SáGoverno RoseanaSecretáriosSegurança Pública

Aluísio Mendes quer barrar na Justiça investigação sobre manipulação do caso Décio…

Cutrim e Aluísio: guerra sem fim…

Tramita no Tribunal de Justiça do Maranhão um pedido de Habeas Corpus impetrado pelo secretário de Segurança Aluísio Mendes, e pelos delegados Jeffrey Furtado, Roberto Larrat e Maimone Barros, visando trancar a investigação do Ministério Público sobre as denúncias do deputado Raimundo Cutrim, de que o grupo manipulou o pistoleiro confesso Jhonatan de Souza para incriminá-lo no assassinato do jornalista Décio Sá.

A revelação da tentativa de barrar a investigação foi feita em nota oficial pela própria Procuradoria-Geral de Justiça.

- Cumpre, por fim, esclarecer que os representados Aluísio Guimarães Mendes Filho, e ainda Roberto Mauro S. Larrat, Jeffrey Furtado e Maymone Barros Lima impetraram um Habeas Corpus, protocolado sob o nº 000.2660-60.2013.8.10.0000 no Tribunal de Justiça do Maranhão, estando sob a relatoria do desembargador Kléber Costa Carvalho, visando o trancamento da investigação mencionada, não havendo, até esta data, decisão sobre o pedido de liminar, haja vista que encontra-se com prazo para as informações por parte do MPE, as quais estão sendo encaminhadas nesta data – diz a nota do MP, assinada por Fabíola Fernandes Faheina Ferreira, diretora da Secretaria para Assuntos Institucionais do MP.

Os fatos

A história começou em outubro do ano passado, quando Cutrim representou contra o secretário e os delegados, acusando-os de terem manipulado as ivnestigações do caso Décio para envolvê-lo na trama que matou o jornalista.

Em 27 de dezembro, Aluísio Mendes, Jeffrey, larrat e Maimone apresentaram resposta à acusação, juntamente com um pen drive, em que reafirmaram e apresnetaram novas acusações cotnra o deputado.

Em 8 de fevereiro Cutrim voltou a se manifestar nos autos da Representação, respondendo às acusações do grupo.

- A comissão constituída para investigar os fatos, composta pelo procurador de justiça José Argôlo Ferrão Coelho, e pelas promotoras de justiça Fernanda Maria Gonçalves de Carvalho e Selma Regina Souza Martins deliberou pela realização de várias diligências apuratórias iniciais, para a instrução do feito, as quais estão em andamento - diz a nota.

Agora, o Ministério Público aguarda decisão da Justiça sobre o trancamento da investigação…

 Leia aqui a íntegra da Nota Oficial do MP

Décio SáSegurança Pública

Frase do dia: artificialidade e superficialidade…

“A sensação de insegurança em São Luís é artificial”

Aluísio Mendes, secretário de Segurança Pública, ao “explicar” que  não se pode  considerar violência as mortes resultantes da guerra pelo tráfico de drogas na periferia .

Segurança Pública

“A sensação de insegurança em São Luís é artificial”

“A sensação de insegurança em São Luís é artificial”, disse o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, ontem (24) em entrevista à rádio Mirante AM.

A matéria publicada hoje (25) no jornal O Estado Maranhão vem logo abaixo de outra com o título “Agente da Polícia Civil é morto ao tentar enfrentar assaltantes”.

Ironia, ou não – por um caso não responder a todas as estatísticas – uma declaração destas causou descrédito na população, já que todos tem uma história recente de violência urbana para contar.

“Posso garantir que esse aumento registrado do número de crimes na Grande Ilha se deu apenas em virtude da elevação do percentual de crimes relacionados às drogas. Considerando isso, a sensação de insegurança é artificial, pois os homicídios envolvem desentendimentos entre grupos criminosos”, afirmou

Se de fato os crimes por tráfico de drogas não saíssem desse círculo de violência para o restante da sociedade, realmente a sensação de segurança seria artificial.

Mas não é.

Com redação de Aline Alencar

 

Segurança Pública

Segurança Pública: só Aluísio Mendes acha que está bom…

Ivaldo Rodrigues: mais uma vítima da falta de  segurança

Psêudo-teórico, o secretário de Segurança Pública, agente da Polícia Federal Aluísio Mendes, justifica a escalada da violência com as mais absurdas elucubrações.

Ele já disse tratar-se de problema de falta de estrutura para as ações das forças policiais. Em resposta, o governo investiu milhões em viaturas, motos e descentralização das undiades de segurança.

Mesmo assim, o número de homicídios continuou aumentando.

Ele então resolveu mudar a metodologia de contagem da violência, criando uma lógica própria, em que assassinatos cometidos de um certo modo eram contados como outro tipo de crime.

Ainda assim, o número de crimes continuou crescendo.

Depois, ele passou a justificar o número de mortes na periferia como resultado da briga de gangues pelo controle dos pontos de tráfico (como se o aumento do tráfico também não fosse responsabilidade da polícia).

O resultado é que a criminalidade passou a atacar também membros da elite – incusive do próprio governo do qual faz parte Aluísio Mendes.

Em menos de um mês, foram registradas como vítima o secretário de Projetos Especiais, Alberto Franco (PMDB), o filho do líder do governo na Assembleia, deputado César Pires (DEM), e uma irmã do ex-vereador e presidente do Conselho Regional de Medicina, Abdon Murad.

Por último, foi a vez do vereador Ivaldo Rodigues (PDT) ter a casa invadida por bandidos.

Até agora, a resposta do teórico secretário é uma nota-padrão em que diz que a secretaria está envidando esforços para identificar e prender os bandidos.

Para ele, é simples assim…

Segurança Pública

Os caos na Segurança Pública…

Aluísio Mendes não segura as rédeas da Segurança

Enquanto a violência atingia apenas a classe menos favorecida, não havia cobrança por resultados no setor da Segurança Pública.

Mas ela chegou a elite, que começou a sentir na pele o peso da incapacidade do sistema comandado pelo teórico secretário Aluísio Mendes.

Em menos de 15 dias foram vítimas de bandidos o secretário Alberto Franco (PMDB), o filho do deputado estadual César Pires (DEM) e a irmã do médico e ex-vereador Abdon Murad.

Curiosamente, são três personalidades historicamente ligadas ao governo.

E não adianta argumentar que os casos tiveram rápida resolução. O contra-argumento será óbvio: tiveram por se tratar exatamente da elite.

Só agora passa a achar que o sistema de Segurança é incapaz de dar respostas à sociedade.

Mas esta falta de respostas tem sido a tônica da gestão de Aluísio Mendes.

Com frases de efeito e discurso pseudo-teórico, o secretário tem demonstrado absoluta incapacidade de gerenciar o sistema de Segurança.

Não tem o comando de policiais militares, que o antipatizam; sofre desconfiança de delegados, que não o vêem habilitado a comandá-los, e tem pouca afinidade com os métodos ortodoxos de investigação.

O resultado é o número recorde de homicídios, o aumento no número de pontos de tráfico e a grande quantidade de assaltos de toda sorte, em São Luís e no interior.

Não espanta que a elite seja atingida pela violência que grassa no estado.

O que espanta, é a manutenção do secretário em posto tão estratégico…

Segurança Pública

A insegurança nos terminais de São Luís

A insegurança nos terminais de integração de São Luís ainda causa temor em quem precisa frequentar o local, sobretudo no turno da noite quando não há policiamento.

Já foram relatados por quem frequenta os terminais, situações de furtos e roubos. Não há menos de um mês um caso de vandalismo foi registrado no terminal da Cohab e o autor só foi preso porque um policial por ali passava (reveja aqui).

Agora, o caso fica ainda mais grave quando a violência se volta contra a mulher. Existem também casos de mulheres que, ao usarem o banheiro público dos terminais, já foram violentadas por homens que simplesmente invadem o local.

Casos que muitas vezes não chegam à delegacia por medo. Casos que, ao menos nos terminais, seria inadmissível ocorrerem.

Mas acontecem e muito…

 

Segurança Pública

Caso Luciano Leitoa ainda não foi desvendado

O caso do atentado ao prefeito de Timon, Luciano Leitoa (reveja aqui), ainda é um mistério, pelo menos para alguns parlamentares e preocupa em termos de segurança pública.

O deputado estadual Rubens Pereira Jr. trouxe à tribuna na manhã desta quinta-feira (07) o debate a respeito do crime que aconteceu em Timon contra o prefeito Luciano Leitoa, no último dia 22 de janeiro na rodovia MA-040.

Em seu discurso, Rubens Jr. pede que a investigação seja eficiente e célere.

- Nós não podemos encarar isso como algo normal. Se há o histórico de atentado contra autoridades, isso precisa ser repudiado – afirma o deputado líder da oposição.

Rubens relembra ainda outros casos ocorridos no ano passado de atentados a gestores públicos no Maranhão: o candidato a prefeito de Alto Alegre do Maranhão, Maninho, foi vítima de um atentado às margens da BR 135 e no mesmo ano, os ex-prefeitos de Maracaçumé, José Francisco Costa, e Grajaú, Mercial Arruda, sofreram tentativas de homicídio.

Segundo o deputado Rubens Jr., se for caracterizado como crime político ou tentativa de assalto o caso merece atenção da segurança pública.

- Pedimos total empenho da Secretaria de Segurança Pública e do Ministério Público. Tentativa de homicídio ou assalto, em qualquer dos cenários, o atentado se caracteriza como crime – contesta o deputado.

 

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Quadrilha interestadual é presa no Maranhão

Uma quadrilha interestadual de traficantes que agia nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Goiás e Mato Grosso, foi presa na noite da última sexta-feira (01) em uma operação da Superintendência de Polícia Civil do Interior do Maranhão (SPCI).

A ação que conseguiu desbaratar a quadrilha apreendeu mais de 50Kg de pasta base de cocaína, divididos em 46 tabletes. A droga está avaliada em torno de R$ 50 mil e seria distribuída na capital maranhense e no Piauí.

Depois de 20 dias de monitoramento pela polícia, parte do grupo foi localizado nas proximidades do Terminal Rodoviário de São Luís, na Avenida dos Franceses; e a outra parte em hotel no bairro Ponta d’Areia.

Terezinha de Jesus Oliveira Mandu, apontada como uma das líderes do bando, Eliseu Vieia de Lima, Rosildo Ferreira, Cleuton Barbosa da Costa, Alexandre Rubens Barbosa Marques e  sua esposa Luana Karla de Sousa Oliveira foram presos suspeitos de envolvimentos com o tráfico de entorpecentes.

Levantamentos da Polícia Civil identificaram que Terezinha possuía três salões de beleza, sendo um no Maranhão e dois no Pará, além de outros dois estabelecimentos comerciais (em Santa Helena-MA e no Pará), que eram utilizados para esconder a venda das drogas.

Em poder da quadrilha, foram apreendidos ainda quatro veículos, sendo um Pálio preto, placas NNG-9975; um Renault Clio, cor prata com placas NHA 4305 do Pará; uma Ford F4000 branca, placas KHM 8613; e uma caminhonete; além da quantia de R$ 7.541,00, 20 celulares, alguns porta-cédulas, cartões de crédito e vários comprovantes bancários que constatam a movimentação dos traficantes. A droga seria transportada do estado de Goiás.

Os trabalhos de investigação devem continuar a fim de identificar outros possíveis integrantes do bando e também se há mandados de prisão da quadrilha em outros estados.

Eles foram levados para o Centro de Triagem em Pedrinhas e devem ser apresentados nesta segunda-feira (4), na Secretaria de Segurança Pública.

*Com informações da SSP-MA

 

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