Não há quadros para as vagas abertas por Flávio Dino na PM…

Com exceção dos 268 reprovados que recorreram à Justiça, nenhum outro candidato que participou do concurso de 2012 está apto a ser chamado pelo governo, a menos que o Edital seja alterado fora do prazo, abrindo grave precedente para os próprios concurseiros

 

Se levar a cabo a decisão de chamar 1 mil participantes do último concurso da Polícia Militar e Bombeiro Militar para as demais etapas do concurso, o governo Flávio Dino poderá cometer uma grave adulteração no Edital do próprio concurso.

E isso abrirá precedentes para infinitos recursos dos demais que se sentirem habilitados e não forem chamados.

O problema está no próprio Edital Segep nº 03, de 10 de outubro de 2012, que estabeleceu as regras do concurso, realizado pela Fundação Getúlio Vargas.

De acordo com o documento, foram abertas duas mil vagas para soldado PM, sendo 1980 de soldados combatentes e outras 20 de músico. Para os Bombeiros, abriram-se 150 vagas de soldados, mas 5 vagas de bombeiro especialista e 1 vaga de músico. Pelas regras, estariam aprovados todos os que acertassem 40% das respostas.

Leia aqui o Edital do concurso de 2012…

Leia aqui o Decreto assinado por Flávio Dino…

Para efeito de segunda etapa, que consistia na prova física, o edital estabeleceu que seriam chamados até 3 mil aprovados para soldado PM e três vezes o número de vagas dos demais cargos, obedecendo os critérios de desempate estabelecidos.

E assim fez o governo Roseana Sarney (PMDB), chamando todos os candidatos possíveis de serem chamados.

Desta forma, a menos que o governo Flávio Dino decida chamar os reprovados,  não há mais nenhum participante deste concurso apto a ingressar nas demais fases,  à exceção daqueles 268 que ingressaram na Justiça após desclassificação em uma das etapas.

Mas, para estes, o próprio Decreto nº 30.615, de 2 de janeiro de 2015 – assinado por Flávio Dino – já estabeleceu regras exclusivas pra a convocação:

- A análise administrativa de candidatos inicialmente considerados reprovados, que ingressaram com ações judiciais até a presente data, será analisada por comissão (….) que terá por objetivo analisar caso a caso os motivos da reprovação e os argumentos usados judicialmente, propondo acordos que serão submetidos à homologação judicial, quando cabível - diz o artigo 2º e seu Parágrafo Único.

Portanto, se Flávio Dino quiser mesmo chamar mil novos soldados PMs, terá que realizar novo concurso.

Caso contrário, o governo terá manipular  o Edital, o que é ilegal, e arcar com as consequências das ações daqueles que ficarem de fora da lista.

É simples assim…

Novo GovernoPolícia Militar
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Os números não mentem…

Praticamente 90% dos governadores que tomaram posse no dia 1º de janeiro anunciaram medidas restritivas e de enxugamento, como forma de fazer caixa ou controlar os gastos nos primeiros meses de gestão. Alguns chegaram mesmo a cortar benefícios do funcionalismo, suspender concursos e congelar pagamentos aos fornecedores por seis meses.

Mas, no Maranhão, o governador Flávio Dino (PCdoB) fez o movimento contrário: além de aumentar o número de secretários, criando mias duas pastas ele já decretou a convocação de 1 mil concursados da PM e dos Bombeiros  e criou o programa “Mais Bolsa Família Escola”, que vai distribuir recursos a famílias carentes para a compra do material escolar.

Mas o que isso significa na prática?

Significa que, a despeito das tentativas do próprio Flávio Dino e de seus aliados, de tentar desqualificar as contas do governo Roseana Sarney , o novo governador admite, com suas ações, que o Maranhão tem caixa suficiente para bancar suas primeiras medidas.

E tem mesmo. Roseana e Arnaldo Melo deixaram um caixa de pelo menos R$ 2 bilhões para Flávio Dino; o funcionalismo público está em dia, atingindo menos de 40% da receita líquida, as contas estão equacionados, com todos os fornecedores e convênios pagos. Além disso, as dívidas do Maranhão estão equacionadas, com saldo garantido para pagamento.

Em outras palavras, graças ao controle fiscal do governo anterior, o novo governo tem lenha para queimar durante todo o ano de2015; isso sem falar nos convênios já garantidos e assegurados com o Governo Federal.

Flávio Dino certamente não irá admitir isso publicamente. Mas suas ações e seus gastos públicos mostram, já nestes primeiros dias de governo, que ele foi um dos poucos governadores a receber um estado com as contas em dia, pronto para seguir em frente.

E agora só depende dele…

Da coluna Estado Maior, de O Estado Maranhão, com ilustração do  blog

Governo RoseanaNovo Governo
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A covardia do PCdoB contra Roseana…

Partido do governador Flávio Dino anuncia em seu site de notícias que a ex-governadora anunciou mudança para os Estados Unidos após Dino determinar auditoria em contratos do governo, o que é uma cretinice sem tamanho

 

Governo Dino age como carrasco

A covardia do PCdoB: notícia pré-fabricada

O Portal Vermelho, site de notícias mantido pelo PCdoB, cometeu um ato covarde, cretino e criminoso contra a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).

Release publicado no portal, provavelmente elaborado pela assessoria comunista no Maranhão, tenta relacionar a viagem da ex-governadora a um decreto do atual chefe do Executivo maranhense, Flávio Dino.

É público e notório no Maranhão que Roseana anunciou, há mais de um ano, que passaria uma temporada nos Estados Unidos após deixar o governo maranhense, o que de fato aconteceu.

Ela renunciou ao mandato no início de dezembro. passou o Natal com a família, em São Luís, e embarcou no dia 27, portanto, muito antes de Flávio Dino assumir. Mas o Portal Vermelho anuncia, ipisis literis: ” Após a posse do governador Flávio Dino (PCdoB), a ex-governadora Roseana Sarney anunciou mudança para o Estados Unidos (…)”.

A informação covarde do portal do PCdoB, ao dizer que Roseana está “na mira de Flávio Dino, atribui ao seu governador poderes de perseguidor, juiz e carrasco ao mesmo tempo.

A desinformação do portal comunista, além de cretina, é também criminosa, por que maquiada como informação jornalística.

Pior: o site tem como slogan “A esquerda bem informada”.

Então, tá…

Governo RoseanaNovo Governo
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A hora da verdade…

O novo governo começou.

A propalada e decantada “mudança” está estabelecida no Maranhão.

O governador Flávio Dino (PCdoB) já está de posse do comando do estado e sem empecilhos para fazer o que disse que faria quando saiu pelo estado em busca de votos – desde 2006, quando deixou a magistratura.

Flávio Dino: agora com as pedras da realidade

Mas agora é a hora da verdade para Flávio Dino.

Ao assumir o comando sobre os destinos de milhões de maranhenses – que votaram e que não votaram nele – o governador se depara com a realidade nua e crua. Terá à frente o Maranhão com todos os seus pontos positivos e negativos. E a realidade dos números, não só no estado como no país, o que, de qualquer forma, influencia na adoção das políticas públicas.

Flávio Dino leva uma vantagem, por exemplo, em comparação com a posse da ex-governadora Roseana Sarney (PDMB), que, em 2009, recebeu um estado caótico, sem crédito e sem dinheiro em caixa. Agora, o novo governador tem à disposição nada menos que R$ 2 bilhões em caixa, dívidas escalonadas e com garantias de pagamento, obras em andamento e recursos assegurados para concluí-las.

Pelo menos uma promessa de campanha ele já deixou de cumprir: disse, quando buscava com vencer o eleitor de seus propósitos, que iria enxugar a máquina pública, reduzir o número de secretarias. Não o fez. Pelo contrário, aumentou o número de pastas, criando a da Transparência e a da Agricultura Familiar.

Mas impôs metas aos auxiliares e estabeleceu prazo para que os resultados comecem a aparecer.

Até o final de março, próximo dos 100 dias de governo, todos os secretários precisarão dar conta do que fizeram para “reduzir as desigualdades do povo maranhense”, frase usada quase como mantra pelo novo governador.

Quem não tiver o que mostrar, terá de deixar o cargo.

E é com esta realidade que o governador começa a usufruir do sonho que acalentou desde a infância, e que alcançou aos 46 anos.

A hora da verdade chegou…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog 

Novo Governo
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Eximindo-se…

Tem repercutido muito nos meios políticos a insistência com a qual o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PTC), deixa claro a expectativa que tem em relação à posse do futuro governador Flávio Dino (PCdoB).

http://www.marcoaureliodeca.com.br/wp-content/uploads/2012/06/boneco1.jpgO prefeito passa a ideia de que, partir de então, todos os seus problemas estarão resolvidos.

Mas a insistência do prefeito apenas reforça a sua imagem de dependência e de incapacidade na resolução dos próprios problemas.

Edivaldo foi eleito em 2012 sob a tutela de Flávio Dino, mas não conseguiu honrar os compromissos de campanha. Agora, que seu tutor assume o governo, parece um menino inseguro, na expectativa de que o padrinho resolva o problema em que se envolveu.

Flávio Dino já deu mostras de que, se puder, fará algo pelo prefeito da capital maranhense, mas tem consciência de que precisa fazer também pelos outros 216 municípios, até para honrar o seu discurso de mudança.

Tutelar Edivaldo Júnior depois de o próprio prefeito não dar as respostas necessárias durante toda a primeira metade de sua gestão, é também dizer à população que o prefeito não consegue andar com as próprias pernas.

Além do mais, o governo tem em sua base pelo menos três outros políticos de São Luís interessados no cargo ora ocupado pelo prefeito. E eles entenderão como uma espécie de traição a preferência do governador pelo afilhado.

O que Edivaldo Júnior precisa é arregaçar as mangas, ele próprio, e mudar a dinâmica de sua gestão na capital maranhense.

O auxílio do governador terá que ser apenas institucional, disponibilizando os instrumentos necessários a um trabalho eficaz.

A tutela excessiva transformará o prefeito em uma espécie de fantoche, o que será rejeitado pelos eleitores, já decepcionados com os primeiros dois anos de mandato.

A gestão de Edivaldo Júnior se arrasta há dois anos.

E repassá-la a terceiros será a assinatura de um atestado de incapacidade gerencial.

Que será vista desta forma pelo cidadão da capital maranhense.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog

Gestão Holandinha
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É preciso compreender o momento…

Com a aposentadoria do senador José Sarney e da ex-governadora Roseana Sarney, o grupo político que ambos lideravam no estado foi extinto. E só com a compreensão desta sentença, governistas e oposicionistas – atuais e futuros – poderão seguir em frente

 

Editorial

 

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Sarney e Roseana: distantes da política

O debate público travado entre a deputada eleita Andrea Murad e o líder do bloco Pelo Maranhão na Assembleia Legislativa, deputado Roberto Costa (ambos do PMDB), mobilizou lideranças peemedebistas e deputados de outras legendas – e até do grupo que ora chega ao poder.

Mas o debate, em si, apenas encerra uma sentença: o grupo Sarney, continuará a existir como ideologia política ou conceito, mas não como agrupamento. Este, encerrou-se com a aposentadoria do senador José Sarney e da governadora Roseana Sarney.

E isso antes mesmo do início da campanha eleitoral.

O que Costa e Andrea fazem agora, é tentar ocupar um vácuo, que outras lideranças ou candidatos a liderança deveriam também estar fazendo.

Manter a ideia de sarneysismo viva – ou ressentir-se da falta de liderança no grupo que o senador e ex-presidente comandou nas últimas décadas – é jogar a própria responsabilidade para o passado.

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O espaço vazio sempre será ocupado

E isso vale tanto para o grupo do próprio senador quanto para aquele liderado pelo governador eleito Flávio Dino (PCdoB).

Não há mais grupo Sarney.

O que há, ou está prestes a existir, é um novo governo, que inaugurará um novo ciclo. E este novo ciclo terá não só Dino como liderança, mas muitos outros que apostaram em sua ascensão e saberão esperar o momento.

Mas há também a necessidade de oposição, condição precípua para a existência de um governo. E aqueles que perceberem a importância de ser oposição – e sobreviver a ela – também terão lugar no futuro panteão.

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Na política, o rei sempre estará de pé

É um erro de Flávio Dino continuar a invocar o sarneysismo como um espectro a rondar o seu futuro governo. Também é um erro dos ex-sarneysistas ressentirem-se da ausência de liderança quando, na verdade, o que há é um vácuo de poder, pronto a ser ocupado.

Em política não há espaços vazios.

O que Roberto Costa e Andrea Murad fazem, com absoluta maestria, é tentar ocupar os espaços mais próximos de si.

Reclamar ou ressentir-se, de nada adiantará.

Por que a história segue o seu rumo, agraciando aqueles que sabem acompanhá-la, no poder ou fora dele.

Mas ela também pune os que não sabem olhar pra frente.

É simples assim…

HistóriaTransição no Maranhão
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A repercussão de Andrea Murad na transição…

Poucos parlamentares eleitos em outubro para o primeiro mandato tiveram tanta repercussão política neste período de transição quanto a peemedebista Andrea Murad.

Nomes como Wellington do Curso (PPS) e Zé Inácio Rodrigues (PT) também we movimentam no cenário, mas Andrea conseguiu abrir um debate importante que gerou discussão dentro do seu próprio rupo político: o futuro do PMDB.

Governo Flávio Dino

Andrea: ousadia e opinião devem marcar mandato

O assunto tem movimentado as manchetes de jornal e repercutido em blogs há pelo menos duas semanas, desde que a futura parlamentar resolveu contrapor o sentimento de consenso em torno da eleição de Humberto Coutinho (PDT) para o comando da Assembleia.

Leia também:

Joaquim Haickel fala sobre Andrea Murad…

Roberto Costa rebate Andrea Murad…

Remi Ribeiro reforça tese de Andrea Murad… 

As falas e os artigo de Andrea Murad ganharam repercussão de lideranças como Remi Ribeiro, Roberto Costa e Joaquim Nagib Haickel, seja dando apoio ao que pensa a deputada, seja para ponderar alguns de seus pensamento.

Mas o fato é que Andrea Murad chega à Assembleia com a marca de parlamentar ativa.

Que deverá ter forte repercussão no exercício do mandato…

Assembléia
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Dinheiro, Flávio Dino terá de sobra…

Apesar das constantes – e inexplicáveis – tentativas do governador eleito Flávio Dino de  criar um clima de “terra arrasada”  no Maranhão, ele receberá um estado com cofres cheios e não terá desculpas para paralisar as obras

 

Governo Flávio Dino começa ruim

Arnaldo melo garante recursos

O governador Arnaldo Melo (PMDB) voltou a ressaltar, no fim de semana, o ajuste das contas do Maranhão. E garantiu que, se quiser, o seu sucessor, Flávio Dino (PCdoB), pode  dar continuidade ao mesmo ritmo de obras e serviços.

- O Estado hoje está ajustado, dando condições para que o próximo governo continue o trabalho que vem sendo desenvolvido - afirmou Arnaldo, durante mais uma maratona de entrega de obras no interior.

Desde o início da transição, Flávio Dino tem tentado criar um clima de tensão, uma espécie de salvo-conduto para o início de seu governo.

Ele não tem qualquer razão para isso.

São quase R$ 2 bilhões em caixa, garantidos para investimentos. Há também vários convênios já empenhados, que garantem outro R$ 1 bilhão para obras como o corredor metropolitano, o Minha Casa, Minha vida, e a continuação das avenidas Quarto Centenário e Via Expressa, até o Anil, como previsto nos projetos iniciais.

Governo Flávio Dino ruim

Flávio Dino: doido pra criar uma crise

Dinheiro, Flávio Dino terá de sobra. Aliás, como ele mesmo dizia em campanha.

Na verdade, a estratégia do comunista é a mesma que foi usada pelo seu afilhado, Edivaldo Júnior (PTC), em São Luís.

Após a eleição, em que prometeu mundos e fundos para os ludovicenses, Holandinha começou a usar o discurso da terra arrasada para nada fazer em sua gestão.

O problema é que, frustrados com o discurso da mudança, a população começou a rejeitar o prefeito.

Risco que o governador não tem necessidade alguma de correr…

Transição no Maranhão
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Mudanças no Maranhão…

mudanças

Transição no Maranhão
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Maranhão nos trilhos…

O governador eleito Flávio Dino (PCdoB) tem insistido em um discurso sem nexo, de que receberá um estado desequilibrado financeira e adminsitrativamente.

É com este discurso que eel pretende tomar posse no dia 1° de janeiro.

Mas os dados obtidos pela própria equipe do futuro governador, em todos os setores – e as finroamções dos órgãos de controle nacionais – mostram que o discurso de Dino não tem razão de ser.

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Dino parece irritado com o equilíbrio do MA

O Maranhão é hoje um estado equilibrado financeiramente, tem as contas fiscais em dia e recursos garantidos para execução das obras em fase de conclusão e para novos projetos.

O curioso é que o próprio Flávio Dino já havia reconhecido o equilíbrio fiscal do governo, sob o comando de Roseana Sarney (PMDB), logo no início da transição. Orientado sabe-se lá por quem, resolveu mudar o rumo e tenta criar um clima de instabilidade político-econômica que não ajuda em nada o início de sua gestão.

O Maranhão, sob Roseana, construiu o maior programa de obras em todo o Maranhão, com foco principal na capital, São Luís. Foram várias obras recentemente entregues por Roseana, e outras, que estão sendo inauguradas pelo governador Arnaldo Melo (PMDB).

No setor da saúde, o Maranhão tem o maior programa na área, reconhecido pelo ´próprio indicadod e Dino para chefiar a SES, médico Marcos Pacheco. E no setor da Segurança são vários presídios em fase de construção e de acabamento, que o futuro governador terá a honra de inaugurar sem ter iniciado nenhuma das obras.

Fora isso, o Maranhão tem anda menos que R$ 2 bilhões em caixa, recursos assegurados para investimentos de porte em todo o estado. O governador Arnaldo Melo assinou sexta-feira o convênio que garantirá mais R$ 144 milhões para a segunda fase do Anel Metropolitano, cuja primeira etapa está sendo concluída.

O governador Flávio Dino, portanto, terá um privilégio que Roseana Sarney não teve: receberá um estado nos trilhos, pronto para iniciar a mudança que ele tanto prega.

E não há motivos para criar clima algum.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog

Transição no Maranhão
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