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Governo repassa ao Senado salários pagos a Fábio Gondim

Este blog publicou semana passada que o secretário de Adminsitração e Planejamento, Fábio Gondim, recbe seus salários do Senado Federal.

Isto ocorre por que, como funcionário da Casa, o secretário optou por receber de lá ao invés do salário daqui. O governo, com isso, tem que ressarcir a Câmara Alta pelas despesas – dele e de outros técnicos.

Agora o blog publica a prova do que disse, aliás, como faz sempre que é contestado – publicamente ou nos bastidores.

A tabela de ressarcimentos está disponível no Portal da Transparência e é republicada aqui como documento do que afirma este blog.

Só por este motivo, nada mais…

Marco Aurélio D'Eça

7 Comments

  1. O Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Fábio Gondim, faz nepotismo cruzado. Segundo ATO Nº 66/2011 – TJ, MONICA MARIA CUNHA GONDIM, professora Classe A – MGA, da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal, à disposição do Tribunal, é nomeada para cargo em comissão de Assessor Técnico, CDAS-3, da Assessoria Jurídica da Presidência do TJMA, em 10/02/2011. Para um Secretário de Estado, o nepotismo já fica feio. Para o de Gestão, fica pior ainda. Será que ele nunca ouviu falar em nepotismo? Ou na Súmula Vinculante nº 13 do STF? Será que o Maranhão é diferente? Qual professora não quer o mesmo benefício???

  2. Nada contra o Secretário Gondim, mas ele é mais um privilegiado… Sua esposa, Mônica Gondim, é funcionária fantasma do Governo do Distrito Federal… Agora, como esposa de Secretário, pode… Quem pode manda… Realidade do Maranhão. Realidade do Brasil! Mais uma dondoca da Côrte em nossas terras.

  3. Nada contra o Secretário Gondim. Agora que a Governadora podia colocar um técnico do Maranhão competente, sairia bem mais barato.

  4. Mais de R$ 30.000? Como diria o Faustão, ô loco, bicho!! O cara ganha mais que a Ellen Gracie…

  5. O posto está confuso. Quem paga o salário dele? Que despesas são estas ressarcidas? Tipo alguel etc.?

  6. E ele não recebe nada do Estado? Nem o “jeton” do Conselho? Nem pelo Conselho do Porto do Itaqui ?

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