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MP vai investigar sumiço de R$ 73,5 milhões…

Só castelo sabe onde está o dinheiro

Do blog de Zeca Soares

Onde está o dinheiro?
O deputado Roberto Costa (PSDB) não está disposto mesmo a dar um minuto de sossego ao prefeito João Castelo (PSDB).

Ontem à tarde, Roberto Costa deu entrada em ação no Ministério Público pedindo a investigação sobre os R$ 73 milhões referentes aos convênios assinados entre a Prefeitura de São Luís e o governo do Maranhão em 2009.

É que ninguém sabe dizer até hoje onde foi parar e o prefeito João Castelo insiste em não diz nada.

Apenas se limitou a chamar o deputado de “moleque”.

 

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. TODO MUNDO E ROSEANA SARNEY SABEM QUE ESSE DINHEIRO ESTÁ BLOQUEADO PELA JUSTIÇA .
    ESSE “MOLEQUE” DO DEPUTADO ROBERTO COSTA QUER CRIAR UM FATO PRA EXPLORAR EM CAMPANHA ,JÁ QUE SEU CANDIDATO QUE NÃO TEM VOTO E NEM SIMPATIA POLÍTICA DECOLA.
    EM 2012 VOTO EM JOÃO CASTELO COM R$ 73 MILHÕES OU NÃO.

    resp.: Não seja idiota, meu caro! Se Castelo tivese a oportunidade de exibir as provas de que o dinheiro está bloqueado pela Justiça já teria feito. Ele não iria peder a oportunidad de desmoralizar Roberto Costa. Imagina só, a cena: Castelo, em coletiva, mostrando o extrato e provando onde o dinheiro está. E poderia, inclusive, confirmarque Roberto Costa é um moleque. Por que não faz?

  2. Marco.

    Pelo que sei este dinheiro esta bloqueado na conta da justiça.
    Este bloqueio foi feito pela governadora Roseana quando o Jackson Lago foi cassado.

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    dicas de informática

  3. SÓ de “AZUZIN”: Ministério Público investiga contrato de mais de MEIO MILHÃO da Ação Social com funerária codoense
    17, novembro, 2011 Acélio 10 Comentarios

    Por essa ninguém esperava (nem os que já planejam bater as botas até o fim do ano)

    Caixão de luxo

    Foi aberto no final do mês de outubro (dia 24) um procedimento administrativo do Ministério Público Estadual para investigar um contrato celebrado entre a Prefeitura Municipal de Codó e uma funerária da cidade com um valor que chama atenção até dos mortos.

    Debaixo da proteção do termo “destinadas à pessoas carentes”, o governo Cuidando de Nossa Gente fechou com a funerária um contrato “zin réi” de Nº 20110391, de nada menos que R$ 582.800,00, como reza o texto “destinado à aquisição de urnas funerárias”. Em síntese, são mais de meio milhão de reais só para comprar caixão. Já pensou quantos caixões essa grana toda rende?

    A representação de Nº 573/2011, foi protocolada, pedindo uma investigação sobre o milionário caso dos caixões, pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores, na Indústria da Construção Civil, Cal e Gesso de Codó, senhor Francisco Emílio Matos Filho.

    Tirando o interesse do ex-vereador, Emílio Matos, ao pedir a investigação do Ministério Público, por ser este um adversário político do atual prefeito, existe mesmo muita coisa a se indagar neste caso do além vida.

    4 MESES PARA MEIO MILHÃO DE CAIXÕES

    A vigência do contrato é espantosa: de 5 de agosto de 2011 a 30 de dezembro de 2011. Não sei se entendi bem, mas parece que em 4 meses, apenas, alguém terá que justificar mais de meio milhão de reais em caixões. E se não morrer tanta gente assim, como é que fica, a funerária devolve o dinheiro depois do fim do prazo contratual?

    O contratante é o Fundo Municipal de Assistência Social. Preservaremos aqui o nome do proprietário da funerária contratada (o nome dela não aparece) até o resultado do procedimento administrativo do Ministério Público, caso o PREGÃO que deu origem ao contrato tenha sido feito sem qualquer vício, não há porque citá-lo.

    DESAFIO DOS MORTOS

    Os leitores do blogdoacelio podem até enviar contratos maiores dos governos de Biné ou de Ricardo Archer, Antonio Joaquim ou Zé Inácio, mas eu duvido que na história recente deste município algum prefeito tenha se preocupado tanto em doar paletó de madeira para que desce à terra dos pés juntos.

    Nada contra, não são poucos os casos de pessoas que morrem sem ter um caixão para ir para o descanso eterno, porém, mais de meio milhão de reais só para comprar urnas funerárias por um período de quatro meses, é coisa de outro mundo mesmo.

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