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João Alberto analisa eleições em sua volta ao Senado

 

João Alberto reestreia no Senado

O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) apontou, nesta segunda-feira (5), o clima de “tranquilidade democrática” que permeou as eleições municipais deste ano.

Ele afirmou que, independente do resultado, as eleições devem ser comemoradas porque representam um alto grau de amadurecimento da democracia brasileira.

– Um momento único em que o cidadão brasileiro escolhe o seu representante. Que bonita prática de cidadania, com nenhuma interferência externa ao pleito – elogiou.

João Alberto lembrou os tempos de ditadura militar (1964-1985) em que não havia liberdade política. O senador enalteceu o senador José Sarney (PMDB-AP) pelo papel desempenhado durante a redemocratização do país, no tempo em que assumiu a Presidência da República.

– Naquele [1985-1989], foram legalizados os partidos políticos até então clandestinos, foi assegurada a liberdade sindical e deu-se fim à censura prévia – disse.

O senador disse que o Brasil segue a expandir o direito à cidadania. Na República Velha (1889-1930), lembrou, menos de 5% da população participavam das votações.

– Este ano, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, mais de 140 milhões de pessoas estavam aptas a votar nas eleições, número 6% maior que o número de eleitores das eleições de 2008 – frisou

João Alberto também elogiou a presidente Dilma Rousseff por reduzir os índices de pobreza no país por meio de programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida 2 e o Brasil sem Miséria.

João Alberto reassumiu o mandato após licenciar-se do cargo em setembro do ano passado para ocupar o cargo de secretário-chefe da Assessoria de Programas Especiais da Casa Civil do Maranhão.

No período, João Alberto foi substituído pelo seu primeiro suplente, Clovis Fecury (DEM-MA).

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. Só vejo uma grande vantagem na volta do João Alberto ao Senado: tirar o medíocre e apagado – nunca faz nada, não fazl pronunciamento, não aparece -, suplente Fecury do Congresso Nacional. Outro dia encontrei, numa terça-feira, caminhando na Litorânea, em horário que já deveria estar em Brasília…

  2. Para fazer uma análise do presente e projetar o futuro, tem-se que lembrar do passado. A história contada pelo senador ainda carece de lembrar do papel do presidente Sarney antes da redemocratização do país.

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