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A tragédia nossa de cada ano

Por Eliane Catanhêde, da Folha de S. Paulo

Entra prefeito, sai prefeito; entra governador, sai governador; entra presidente, sai presidente e todo ano começa com tragédias ditas naturais, mas que, de naturais, têm só uma parte. O resto é descaso do setor público.

Quem liga a TV no Ano Novo e no Carnaval sabe que vai encontrar shows de fogos e desfiles de escolas cada vez mais espetaculares e sabe também que vai passar janeiro e fevereiro assistindo imagens horripilantes de enxurradas, deslizamentos, casas e bens destruídos, vidas que não serão mais vividas.

Faz parte desse ritual vasculhar os orçamentos públicos para identificar responsáveis: o governo federal? O estadual? Sem esquecer que há sempre quem culpe as próprias vítimas, essas descuidadas que moram em barracos e/ou barrancos.

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Marco Aurélio D'Eça

4 Comments

  1. Eliane não é uma mulher séria. Ela é tão ruim para o Brasil quanto qualquer prefeito desonesto.

  2. Que moralização é essa, que começa promovendo um NEPOTISMO DESENFREADO jamais visto na história administrativa e política de Paço do Lumiar? senão vejamos: a mulher do prefeito, nomeada por ele secretária de assistência social; o seobrinho do prefeito, presidente da câmama, eleito com o apoio total do prefeito junto aos outros vereadores; o outro sobrinho do prefeito, nomeado por ele diretor-presidente do Prevpaço, instituto de previdência do município; o genro do prfeito será nomeado por ele secretário de saúde e etc, etc, isto é moralização, ou desmoralização da caisa pública? o fato é que o prefeito Josemar já começo umuito mal.E quem começa mal, dificilmente termina bem.

  3. unxenteeeee!!!!!!!!!! quede a reportagem do domingo espetacular que fora dito neste blog, que ia sair hoje fiquei o tempo todo esperando e nada! quando é mesmo que isso vai sair? curiosidade!!!!!!!!!!!

    Resp.; O Aluísio tem entrevista agendada coma equipe da Record para esta segunda-feira. Ele mesmo já dizia, no sábado, que a matéria não sairia no domingo. mas vai sair, amigo. Mais cedo ou mais tarde vai sair.

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