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Dados do CESMA confirmam: São Luís recebeu 17 milhões para a saúde em dezembro

Cesta básica de Yglésio

O Conselho Estadual de Saúde revela que São Luís recebeu mais de 17 milhões destinados à saúde e que este valor ainda continua na conta da prefeitura.  A informação é confirmada por dados oriundos dos relatórios do fundo nacional de saúde.

Recursos federais, recebidos em dezembro, com crédito em janeiro de 2013, na conta do município de São Luís, no bloco de média e alta complexidade – mac ambulatorial e hospitalar – foram depositados no total, R$ 17.411.764,20.

Isto mostra o quanto sem sentido e descabida foi a campanha de doação de alimentos iniciada pelo Diretor do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I) através do Facebook, Yglésio Moises.

O Diretor do Socorrão ainda tentou justificar a ação por meio de nota, abaixo:

“Em relação à campanha de doação de alimentos iniciada pelo Diretor do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I) através do Facebook, esclarecemos através desta que:

I.            Trata-se de uma situação excepcional, emergencial, voluntária e temporária, uma vez que os alimentos e materiais fornecidos em caráter emergencial pelo Governo do Estado já se esgotaram e não houve continuidade do fornecimento;

II.            Praticamente todos os contratos de fornecimento de alimentos e insumos da SEMUS estão encerrados ou demandam auditoria por indícios de irregularidade, situação extrema que exige um prazo legal mínimo para seu equacionamento; 

III.            Inúmeras outras medidas legais e administrativas estão sendo tomadas pela Prefeitura visando normalizar o atendimento do serviço de saúde, tendo como maior exemplo, a decretação de estado de emergência e a viabilização de novos contratos de fornecimento. Além disso, o município está pleiteando e negociando novas parcerias com a Secretaria Estadual de Saúde e com o Ministério da Saúde para que a população de São Luís e de todos os demais municípios que utilizam os serviços do HMDM possa receber um atendimento de qualidade. 

IV.            Todo alimento doado ao Hospital Municipal Djlama Marques (Socorrão I) será avaliado pela Vigilância Sanitária e pela equipe de nutrição da HMDM, bem como supervisionada pela Controladoria do Município, que assegurará a legalidade de todo o processo. Ou seja, não há e não haverá nada que possa causar dano aos pacientes e usuários do hospital;

Por fim, convoca-se as entidades beneméritas e sociais a se engajarem na campanha e nesse Pacto por São Luís, em que a sociedade civil e o poder público se unem para melhorar a vida da população de nossa cidade.

Yglésio Moyses – Diretor Geral do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I)”

Sobre a nota, o vereador Fábio Câmara contesta cada ponto apresentado:

“Na nota, o doutor Yglésio admite que há, pelo menos, 10 dias acompanhou sem fazer absolutamente nada, a dispensa do hospital, abastecida pelo Governo do Estado, ir se esvaziando lentamente até não restar mais nada para a alimentar os pacientes. E o mais grave: ainda culpa a SES pela ausência de recursos ao dizer que não houve continuidade no fornecimento.

Ele confirma ainda a razão que todos nós temos para estar realmente preocupados. Ele dá a entender que só depois de realizadas as devidas auditorias é que a normalização no fornecimento acontecerá, sem precisar o tempo que isso levará. E enquanto isso, haja campanha de donativos!

E, por fim, e mais grave: Yglésio omite duas questões de suma importância: 

Primeiro, no âmbito municipal. Duas medidas podem ser tomadas para deflagrar o estado de exceção, a saber, decretação de estado de emergência ou estado de calamidade pública. O que determina um ou outro tipo é exatamente o grau de gravidade do problema.

Quando o senhor Prefeito decreta situação de emergência, o que ele está afirmando é que a situação é grave, porém, contornável. Ora, se está faltando até comida para os pacientes dos hospitais não seria o caso de decretar estado de calamidade pública?

Porém, tudo isso se torna menor diante da ignorância e da incompetência tanto do prefeito, quanto do secretário de saúde e mais ainda do diretor do Socorrão. Quando se decreta o estado de exceção é com um fim determinado.

O propósito é sair “temporariamente” do estado democrático de direito onde algumas burocracias dificultariam as tomadas de decisões que se fazem urgentíssimas, imediatas. Com a decretação do estado de exceção o executivo concentra poder. Decide fazer e faz! Compra. Contrata. Aluga. Empenha. Resolve de imediato em face da urgência da situação.

Ou seja, o que estamos criticando aqui é que se afirmou que a situação é grave, mas a resolubilidade é da menor complexidade. Por isso emergência e não calamidade e, ainda assim nada foi feito de concreto além de uma campanha de arrecadação de donativos.

A segunda omissão diz respeito ao fato de que o próprio senhor prefeito declarou ter encontrado em caixa 18 milhões de reais. Decretasse situação de calamidade no dia 02 de janeiro e no dia 03 definisse prioridades, entre as quais, certamente, estariam remédios e  a alimentação dos internos de toda a rede pública municipal.

Sim! De toda a rede pública municipal. Ou será que os pacientes das outras unidades não comem? Quais as saídas encontradas pelos outros diretores? Não parece estranho que só faltou comida justamente no Socorrão que recebeu a ajuda do governo do estado?”, questiona o vereador.

 Tirem agora suas próprias conclusões quanto a necessidade de tal campanha…

Marco Aurélio D'Eça

38 Comments

  1. O vereador queré aparecer ainda não fez nada,só criticar a gestão municipal.

  2. Edivaldo,até agora não deu a mínima para quem o ajudou,mas ele aguarda querer se reeleger.
    Pensei pelas propagandas que podiamos confiar,mas ate agora é só decepção

  3. Entrei no site da FNS (http://www.fns.saude.gov.br/) e comprovei que o município está com 17 milhões deixados da gestão de Castelo. Infelizmente está havendo um festival de safadezas promovido pela atual administração.

  4. A análise do Vereador Fábio Câmara acerca do tema enfocado,é bastante salutar.
    É preciso não esquecer que a função precípua do poder legislativo é a de fiscalizar todas as ações do Executivo, portanto, legal e legitimamente se encontra o referido vereador nessa condição inerente ao mandato popular que o mesmo ostenta.
    De outro modo, a Administração Pública não se pode permitir improvisar suas ações voltadas para o atendimento das demandas dos administrados. Logo, os recursos do erário devem atender a destinação atribuída, porque essa é a vontade da coletividade ao pagar os caros impostos.
    A campanha encetada pelo diretor do Socorrão, ainda que específica, momentânea e muito pontual, não pode se tornar modelo de solução dos problemas que surgem no dia a dia da comunidade, principalmente, nessa tão deficitária, mesmo caótica mesmo, que é a área da saúde pública.
    A Gestão dos negócios públicos exige capacidade técnica, política e de plena realização dos anseios da população, portanto, qualquer improviso deve ter o menor tempo de eficácia, uma vez que é a própria Constituição Federal, através do princípio da eficiência, que informa as decisões tomadas pelo administrador, todas elas sempre motivadas e direcionadas ao cumprimento dos interesses da coltividade.
    Pensamos, seguramente, que o desempenho do mandato de vereador deve se pautar, sempre, na defesa dos interesses sociais de maneira impessoal, como também determina a Lei Maior.

  5. Que preconceito com o vereador Fábio Câmara Sr Fábio?!(FABIO, 14/01/2013 – 08:38, Vem cá… Quem escreveu esse texto pra Fábio Câmara?) Se fosse comigo, procurava o titular do blog e processava!
    Se alguém escreveu o texto pra ele ou não, o fato é que ele está coberto de razão.

  6. Fácil criticar, difícil é arregassar as mangas e trabalhar. Mesmo q houvesse dispensa de licitação, um processo desse demoraria muito devido a burocracia e aí já seria tarde e muitos pacientes teriam morrido de fome. A maioria das pessoas pensam q no serviço público pode-se comprar como qq um q vai ao supermercado. Além do mais concordo com o John Doe, o orçamento esta fechado para a prestação de contas

  7. Já tem uma galera da base do PTC injuriado pela atenção (leia-se benesses espúrias) que o atual prefeito está dando. Muita gente trabahaou pelo prefeito e não recebeu nem um obrigado. Político é tudo igual.

  8. Quem é Fábio Câmara?!?
    “O propósito é sair “temporariamente” do estado democrático de direito onde algumas burocracias dificultariam (…)”
    Pergunta pra ele se ele sabe o que é Estado Democrático de Direito… KKKKKkkkkkkkkkkk
    Esse vereador é um fanfarrão!!!

  9. Caro Marco, você sabe informar se o MP está fazendo algo a respeito dessa situação que Castelo deixou o Municipio?? Obrigado!

  10. Alguem já procurou saber onde está Castelo uma hora dessas?? É só ir no Olho d’agua e perguntar pra onde ele viajou com nosso dinheiro!!!

  11. Por isso que Caostelo deu um baile nesses abestados. Ele raspou esse dinheiro antes de sair. Os 18 milhões, tu estás careca de saber que eram do fundeb e por isso só pódia ser usado como foi, pagando os professores.

  12. Analisando todos os fatos a respeito dessa campanha de doações de donativos realisada pelo Diretor do Socorrão, não concordo, acho que foi uma medida precipitada, faz sentido as criticas do Nobre Vereador Fabio Câmara ao Diretor se não vejamos:
    O Princípio da Reserva do Possível consiste em uma falácia decorrente de quebra de um Direito Constitucional. O Princípio da Reserva do Possível representaria, pois, um limitador à efetividade dos direitos fundamentais e sociais.

    Pontifica o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal: “Entre proteger a inviolabilidade do direito à vida e à saúde, que se qualifica como direito subjetivo inalienável assegurado a todos pela própria Constituição da República (art. 5º, caput e art. 196) ou fazer prevalecer, contra essa prerrogativa fundamental, um interesse financeiro e secundário do Estado, entendo – uma vez configurado esse dilema – que razões de ética jurídica impõem ao julgador uma só e possível opção: aquela que privilegia o respeito indeclinável à vida e saúde humanas”.

    É indiscutível a controvérsia sobre a aplicação do Princípio da Reserva do Possível pelo Estado com o objetivo de legalizar sua omissão na implementação das políticas públicas cuja função seria buscar o interesse público primário. Por outro lado, não haveria óbice à utilização desse mesmo princípio, por analogia, para servir de amparo legal aos prestadores de serviços de saúde que, muitas vezes, e em decorrência da própria inércia do Poder Público, veem-se em presença de condições fáticas desfavoráveis que os impossibilitam de adotar as melhores medidas que seriam necessárias e indispensáveis para viabilizar, concretizar o direito à vida e/ou à saúde. Essas condições, esse contexto, a deficiência estrutural, a escassez material e de meios podem limitar a ação dos médicos e, sobremaneira, a implementação desses direitos que se tornam dependentes da existência das condições materiais para a sua atendibilidade, a sua exequibilidade. O que se torna muito mais grave no campo da saúde, onde uma ação ou omissão pode redundar em grande sofrimento, ou mesmo, em morte.

    Em suma, o Princípio da Reserva do Possível pode e deve ser utilizado, não como justificativa de ineficácia pública, mas como meio de defesa legal e de luta dos profissionais de saúde pela garantia do mínimo existencial per si e como única forma de garantia da dignidade da pessoa humana. Nessa linha de raciocínio o Estado/latu senso( Diretor do socorrão, Dr. Iglesio), teria outras formas de resolver a grave celeuma sem antes fazer campanha de donativos para a população, acho que é muito cedo para teatros sensacionalistas e exposição do nosso Estado que La fora já é motivo de descriminação e desse modo se torna desnecessárias.

    Carlos Alberto Santos – Bacharel em Direito

  13. Uma bela de uma encenação o que fez esse Diretor do Socorrão I!!! Ele tem que saber que está gerindo o maior hospital de emergência de uma capital com mais de 1 milhão de habitantes, não é qualquer hospitalzinho porta e janela de interior capaz de ser mantido por caridade da população, e isso faz muita diferença. Rios de dinheiro, eu disse rios de dinheiro entram todos os dias na conta daquele hospital. Se a gestão anterior foi incompetente e deixou as coisas chegarem a tal ponto, não precisa ele querer ser ainda mais incompetente, e piorar ainda mais as coisas. O que deve ter feito os seus colegas, também diretores de Hospitais de referência do município que não pediram esmolas à população para alimentarem seus pacientes??? Será que são mais bem preparados e souberam usar as Leis que nesse momento estão todas a seu favor. Se existe o problema, existe o dinheiro e o gestor quer resolver, a Lei permite. Isso está me parecendo golpe barato, golpe de quem muito inventou para chegar ao poder e agora não sabe o que fazer. Vendeu facilidades em toda campanha e agora viu que o buraco é mais embaixo. Esses 17 milhões que o Vereador está provando que entrou é fichinha perto do que a saúde de São Luis recebeu no dia 10/01, dia em que o Diretor pediu esmolas ao nosso povo. A população precisa tomar essa consciência, em vez de fazer doações (que é uma bela atitude humana quando feita em favor de quem realmente não tem condições) tem é que fiscalizar a aplicação dos recursos da saúde, que quando bem aplicados, dá que sobra. Avisa pra esse Prefeito que saúde não é lugar de se fazer política, o Socorrão há anos vem sofrendo com péssimas gestões e não vai ser a caridade de nosso povo tão carente que vai resolver os problemas. Precisamo de políticas de saúde realmente sérias e não de ações sensacionalistas que só levou o nosso povo ao ridículo em rede nacional. A matéria do Jornal Hoje ficaria muito melhor e a nossa população muito mais satisfeita se o novo Gestor tivesse apresentado soluções para os velhos problemas do Socorrão I e não ridicularizar ainda mais o nosso povo. Dinheiro e tempo o Vereador que levantou essa bandeira do Socorrão já provou que a prefeitura tem, pois a conta da saúde está recheada e uma dispensa de licitação para compra de R$ 6.000,00 em alimentos, quando se tem vontade de fazer, é feita em no máximo 48 horas. Se assim tivesse sido feito (como realmente deveria ter sido feito), os nossos doentes estariam todos bem alimentados sem necessidade de todo esse blá blá blá. ENTÃO, ESTÁ NA HORA DE COMEÇAR A TRABALHAR, É ISSO QUE O POVO QUER (E ESPERA).
    Se o início está sendo assim, fico a imaginar como será o final dessa gestão, como estará o Socorrão daqui a 4 anos? É uma bela de uma reflexão!!!

  14. Esse Fábio Câmara é porreta! Eu concordo com ele. O que esse diretor do socorrão queria era aparecer na tv. Talvez um Big Brother lhe caísse bem melhor! Eu não tinha atentado para o fato de que nenhum outro hospital reclamou da falta de comida ou de remédios! Mas o que mais gostei aí nontexto do vereador foi que ele deu uma aula de lei e de administração também. Se a declaração da emergência é exatamente para dar ao prefeito liberdade e agilidade para resolver mais rapidamente a situação, porque nada foi feito? Vereador vc foi mó ponto x da questão. Mas o q eu acho mais grave é saber que tem dinheiro em caixa e o prefeito não sabe nem como utilizar e ainda se aproveita da caridade e da boa fé do povo simples e bondoso de São Luís. Vereador Fábio, agora eu só quero ver é se a câmara vai investigar isso a fundo, porque até agora eu só vi vc se pronunciar. Não são 31 vereadores eleitos? KD o Pereirinha presidente re

  15. lol

    “Um modelo de gestão moderna” a ser seguidos aparti do dia 1° de janeiro!

    de que ano?! hein edvaldo!… ah tá entendi, ainda tem 1° de janeiro nos anos de 2014, 2015 e 2016. Resta esperar .. tomara que eu não canse! 😀

  16. Não vejo sentido algum na ação do Dr. Yglésio Moyses – Diretor Geral do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I)”, e me parece com o aval do
    Prefeito Edivaldo Junior e o SECRETARIO MUNICIPAL DE SAÚDE, em pedir donativos para a população, só faltava essa, pra eu ir ao hospital publico, devo levar a cesta basica para me alimentar, enquanto as contas da PREFEITURA jorram milhoões como mesmo disse o Vereador Fabio Camara. que deve continuar a cobrar explicações dessas ações de imcompetencia, Acho uma exposição ridicula e desnecessaria na Imprensa Nacional, vez que o próprio senhor prefeito declarou ter encontrado em caixa 18 milhões de reais. Vejo uma tentativa de repugnate de ferir a PARCERIA COM O GOVERNO DO ESTADO, e assim a briga começa.

  17. A criação de factóides administrativos por parte da atual gestão (Edvaldo Holanda Jr) da Prefeitura de São Luís é muito mais de carater midiático do que social, pela forma que o Dr. Yglésio Moisés vem apresentando nas redes sociais. No mínimo, era de se esperar que a própria assessoria de comunicação do Hospital Municipal Djalma Marques (se é que existe), ou até mesmo a Secretaria de Comunicação da Prefeitura se posicionasse quanto ao fato ocorrido neste unidade do sistema municipal de saúde. Fábio Câmara coloca muito bem seus argumentos contra a nota exposta pelo Diretor do HMDM (Socorrão I). Na nota, encontra-se fatos que apresenta total incapacidade técnica e administrativa do atual diretor em conduzir as problemáticas encontradas por ele. Outro ponto importante, colocado, também, por Fábio Câmara é a situação das demais unidades do sistema municipal de saúde. Será que está tudo bem nas demais unidades??? Será que a SEMUS não convocou uma reunião com todos os diretores para discutir a situação da saúde do municipio??? Será que o Dr. Yglésio, ex candidato a vereador pela sigla PT, quer promoção política para as próximas eleições? Será que ele quis somente ajudar e amenizar a situação atual do HMDM? Ficam as perguntas para serem respondidas por todos nesta postagem! Bom dia!

  18. EM ENTREVISTA HOLANDINHA DIZ:
    Jamais imaginei que a situação fosse tão greve…

    Se for pra ficar se lastimando, Pede pra sair Holandinha! O que na época da campanha você tinha na ponta da língua uma solução pra qualquer situação tentando passar pro eleitorado que tu era preparado e agora vive colocando dificuldade em tudo pra justificar e camuflar sua incompetência, só tem um jeito. Pede pra sair!

  19. Taí, cemeçei a gostar das intervenções do vereador Fábio Câmara, fez a denúncia, foi contestado e agora provou que etava certo. É desse tipo de debate que São Luis precisa para que as coisas aconteçam, estamos acompanhando esse debate.

  20. E agora Prefeito, o que dizer desses dados do CESMA, vamos começara pedir remédios também pelo facebook?

  21. É inegável que JC deixou a Cidade em situação delicada, mas estes pseudo-comunistas estão com o circo armado buscando holofotes e aplausosos a todo custo… Já começaram a tropeçar em suas próprias pernas… e vem mais micos por ai. Ótima matéria… APENAS OS PACIENTES DO SOCORRÃO 1 TEM SE ALIMENTADO !?!?!?!… BOA LEMBRANÇA VEREADOR/MARCO.
    Marco, yglésio é o Doctor Rey de SLZ…kkkkkkkkkkkk

  22. É lamentável, que possamos ver um diretor de um hospital, como o socorrão brincar de fazer gestão, como o caso do Dr. Yglésio, sabia que o estoque de alimentos estava acabando e nada fez para resolver, omitiu da população que a Prefeitura recebeu dinheiro para a saúde, e fazer as pessoas de São Luis acreditarem nisso, olha, estamos muito mal de administradores.

  23. A conclusão que podemos chegar sobre o Prefeito Edvaldo, Secretário de Saúde Marcos Nina e o Diretor do HMDM Iglesio é que estão muito mal assessorados. Tudo bem o Marcos Nina e Iglesio que são médicos, mais o Edvaldo é Bacharel em Direito e já esta na politica a mais tempo.
    Os administradores sabem que podem dispensar a licitação para comprar desde que exista o Decreto de emergência ou de calamidade pública e o Castelo acabou com São Luís então deveria sim Edvaldo decretar tal estado em São Luís o que abasteceria toda São Luís por 180 dias prazo suficiente e legal para se restabelecer a normalidade, porém será que querem restabelecer ou querem permanecer dizendo que só no Socorrão não tem mais nada e acabou os materiais que a SES-MA enviou, será que também vai acabar os mutirões de cirurgia, as transferências de pacientes. Gestores municipais vamos para de competir “AGORA É HORA DE SOMAR”. depois vcs começam a fazer a política algo normal mais que esta politica seja correta para com o povo de São Luís-MA.
    E novamente consultem a Lei 8666/93 e suas alterações e o Decreto de Licitação do Maranhão estão ai é só ler e aplicar que salvarão vcs Prefeito Edvaldo, Secretário Marcos Nina e O Iglesio.

  24. Esse Yglesio é um sensacionalista!!! Pessimo médico, é só perguntar com que ja trabalhou com ele, e agora ta se mostrando um pessimo gestor!!!
    Meu caro Yglesio, larga facebook de mão e vai organizar um mutirão junto com seus outros colegas médicos para realizar cirurgias vc com certeza ajudaria muito mais seus pacientes que esperam mais de 60 dias para uma cirurgia ortopedica.

  25. Sendo assim podemos concluir que apoio da SES de fato não aconteceu!

  26. Quero de público parabnizar a inicitiva do Vereador Fàbio Câmara por estar discutindo os problemas da cidade, e, principalmente, fundamentado e preparado para essa discussão. Entendo que a questão da saúde é muito séria e por isso, tem que ter de fato a preocupação dos vereadores, o que até agora somente este edil se manifestou, comprovando que esta Câmara será diferente e menos subserviente que a passada.
    Ressalto, também, que com essas informações prestadas pelo vereador caem por terra todos os argumentos de que a saúde de São Luis, não tinha dinheiro sequer para comprar alimentos, restando comprovado o uso político para atingir o Governo do Estado, que estendeu a mão ao prefeito eleito! Claro, que tudo esse espetéculo foi orquestrado por Flávio Dino, que em artigo publicado corrobora para a total desmorazlização da cidade, pois, só assim, poderá ainda ter o discurso de quanto poior, melhor. É hora de mostrar a capacidade administrativa da atual gestão, descer do planque e fazer o dever de casa, mas, principalmente não enganar a bondosa população de São Luis, como fizeram os senhores: Dr. Yglésio, Holanda Júnior e Flávio Dino. Quero por fim parabenizar este blog, por ter a coragem de mostrar a verdade e bem informar o cidadão.

  27. GESTÃO DA INCOMPETÊNCIA EH O QUE SE PODE CHAMAR ESSE ARREMEDO DE ADMINISTRAÇÃO DE HOLANDETE.PIOR UM SECRETÁRIO DE COMUNICAÇÃO QUE ESTÁ POR FORA DA SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO.ESSE INCOMPETENTE MÁRCIO JERRY NÃO ESTÁ FAZENDO NADA PARA MELHORAR A IMAGEM DE HOLANDETE,QUE ESTÁ SENDO FRITO POR SECRETÁRIOS E AUXILIARES SEM NOÇÃO DE UMA GESTÃO POR COMPETÊNCIA E QUALIDADE.

  28. Poxa! Agora eu vi mesmo, o quanto Castelo roubou, pois todo esse dinheiro foi depositado e ele deixou o cofre da prefeitura vazio

  29. Vcs estão esquecendo que neste momento o orçamento está fechado? Somente após a prestação de contas é que se pode falar em abrir orçamento. Logo para poder gastar o que se tem em caixa, se é que tem, necessita-se informar informar dotação orçamentária e empenhar previamente. Portanto, cabia a gestão passada ter deixado os contratos devidamente empenhados, e sem divida o que não ocorreu. Sejamos lucidos e coerentes.

  30. Castelo saqueou o município e foi passear na Europa.
    A verdade que que os doentes não podem ficar sem alimentos.

  31. Vem cá… Quem escreveu esse texto pra Fábio Câmara?? Quem o conhece sabe que ele nao tem competência pra saber delimitar tudo isso que está escrito!!! Haja RM… Fábio nada é apenas um bonequinho desse que é um dos maiores cânceres do Maranhão… E dá-le politicalha…………

  32. Dr. Yglésio está de parabéns, grande iniciativa, uma nova era se inicia para a prefeitura de São Luis, e o veneno de pessoas como vc que está teleguiado pelo enciumado Ricardo Murad, que não conseguiu ter a mesma projeção e está mais preocupado com o poder politico que com a saúde, não irá atrapalhar o desenvolvimento de pessoas brilhantes como este rapaz. Parabéns Dr Yglésio, parabéns Prefeito Edivaldo Junior!

  33. Continuo achando um absurdo! Digo mais, a Mirante abordou o tema de forma não crítica em seus jornais. Isso fez com que muitos telespectadores passem a achar correta a atitude do incompetente.
    Volto a repetir: atitude de cidadão é uma coisa, atitude de gestor público é outra totalmente diferente.

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