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O problema é compatível com a realidade…

ELIZIANE-GAMA10A deputada estadual e presidente da Comissão de Direitos Humanos, Eliziane Gama (PPS), criticou a declaração do presidente da Caema em relação aos últimos protestos e reclamações pela falta de água da capital.

Tivemos uma manifestação com interdição de vias na cidade pela revolta da população. Quando a população vai para a rua é exatamente para mostrar o descontentamento. Assisti a entrevista em que o presidente da direção da Caema, diz que mais de 60% das reclamações feitas, não são compatíveis com a realidade. E aí realmente me questiono, o que isso significa então essas reclamações? – frisou.

De fato, a realidade do presidente parece ser outra, já que o problema da falta de água de São Luís se arrasta por décadas, causando muitos danos à população.

A parlamentar ainda alertou que a permissão de prestação de serviço da Caema em São Luís é dada pela Prefeitura Municipal. Ela lembrou que no período eleitoral do ano passado já se falava em revisão do contrato de concessão.

Não é responsabilidade somente do Estado, por que é a Prefeitura que dá autorização para a Caema prestar serviço na capital. O atual prefeito se comprometeu a rever o contrato, e já foi iniciado em estudo técnico, capitaneado pelo ex-governador José Reinaldo Tavares para rever essa concessão e até o presente momento não foi apresentado nada – explicou.

Todos cobram soluções…

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Marco Aurélio D'Eça

15 Comments

  1. Completando, se a terra for de mentira, como é o caso daqui, mas se o DINHEIRO for de verdade, TÔ DENTRO.
    Simples, não?

  2. Marco, tenho uma empresa de engenharia que atua na área de eletroeletrônica de ponta, não trabalho para GOVERNO, e para empresas locais, só trabalho com dinheiro adiantado.

  3. E aquele bueiro sem tampa na Camboa, vai mesmo completar um ano sem providência da Caema? Um dia o carrão do. Ricardo Murad ou de suas filhas cairá nele. Décio, fala com o diligentíssimo vereador Fábio Câmara pedir ao chefe dele pra ajeitar a tampa do bueiro. E olha que fica perto do Bom Menino, onde ele teve voto.

  4. Alguns governadores investiram forte na Caema, reconheça-se João Castelo e Cafeteira e Lobão, depois disso só viaduto, urbanização da Lagoa com milhões de uma despoluição que ninguém viu, além de dois governos pela metade e boicotados por Brasília a mando de …

  5. Óbvio que a culpa é de Holandinha, já que, como diz o texto “que a permissão de prestação de serviço da Caema em São Luís é dada pela Prefeitura Municipal”. E poderia ser de outra pessoa?

  6. ESSA SENHORA DEVERIA ESTAR PREOCUPADO COM O PROBLEMA SERÍSSIMO QUE PASSAMOS NESTES ÚLTIMOS ANOS QUE É O MENOR INFRATOR. A FUNAC É INCOMPETENTE PARA PELO MENOS MINIMIZAR O PROBLEMA, OS ADOLESCENTES INFRATORES COMETEM OS PIORES CRIMES CONTRA VIDAS HUMANAS E NÃO RECEBEM NENHUMA PUNIÇÃO, JÁ QUE O TAL DO ECA E UMA LEI QUE NÃO PUNE NINGUEM. AS AUTORIDADES ESTÃO DE OLHOS FECHADOS PARA O PROBLEMA, FINGEM QUE ESTÁ TUDO BEM. AI ELA, ELIZIANE GAMA, SE PREOCUPA COM CAEMA, ISSO É BRIGA QUE DÁ VOTO.

  7. Caro jornalista Marco D’Eça, gostei do post, mas cabem aqui algumas informações: no final de 2011, a gestão do Prefeito Castelo, através do acordo de cooperação técnico e financeira junto ao Banco Mundial, foi contratado o “Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de São Luís”, que, dentre outras coisas, tinha em seu conteúdo técnico-científico a necessidade de apresentação dos modelos de gestão integrada de águas e esgotos da Capital, indicando, ainda, os possíveis planos de investimentos de médio e longo prazo (horizonte: 2030). O Plano foi entregue parcialmente para a Prefeitura em pleno período eleitoral de 2012, quando foi convocada uma comissão técnica intersetorial para avaliações internas, que elencou uma série de aspectos do estudo que deveriam ser mais bem explicados/detalhados. E os trabalhos seriam disponibilizados pela municipalidade para a população em geral, através de seu site, para consulta pública, que antecederiam as audiências públicas para a discussão, revisão e aprovação do Plano, que deveria ser encaminhado para o Câmara, como subsídio para Projeto de Lei que revisaria a concessão com a CAEMA, que é de 1966 e cujo documento perdeu-se, literalmente, no tempo, pois não foi encontrado até fins de 2012. Então não houve a reeleição, o Plano que no início da nova gestão ficou de ser repensado e corrigido, até agora não foi apresentado à população, a menos que não saibamos, pois a Lei Federal 11.445/2007, que estabeleceu a Política Nacional de Saneamento Básico, exige que essas providências, por parte do gestor (que obrigatoriamente é o município). Assim, chegamos aos fins de 2013 com um colapso no sistema de abastecimento de água, de nosso sistema de coleta, tratamento e disposição final de esgotos, bem como de exaustão do Aterro “Sanitário” da Ribeira, que, inclusive, está quase por provocar uma acidente aéreo de grandes proporções nos bairros próximos ao Aeroporto de São Luís. Bom, e os documentos de gestão integrados não chegam ou não são apresentados à população. (tudo isso está explícito, ao menos preliminarmente, no documento de 2012 já citado). Daí que, mesmo sem qualquer conhecimento técnico dessa natureza, concordo com essa observação da Deputada Eliziane Gama quanto à gestão e operacionalização das águas para abastecimento público aqui em nosso município, mas isso é apenas uma pequena ponta desse iceberg. A gestão das águas não é exclusiva da CAEMA, por concessão municipal ou não, mas das prefeituras da Ilha, que permitem com que cada vez mais tenhamos menos mananciais de superfície e cada vez menos espaços naturais para haver a recarga dos corpos hídricos subterrâneos. Segundo algumas perspectivas acadêmicas, o ponto crítico de convivência com o problema de racionamento das águas em São Luís deverá ser entre 2020 e 2025, quando atingirmos a um pouco mais de 1,7 milhão de habitantes nos nossos quatro municípios, que terão seus limites de crescimento alcançados e não haverá água suficiente para abastecer cidadãos e fluxos econômicos, ao menos das formas hoje conhecidas (Italuís, Batatã e poços artesianos). Por isso estamos no desespero político, pois não é expansão da capacidade de transposição do Itapecuru com o Italuís ou a perfuração de mais poços no Sistema Paciência que precisamos. Estamos a necessitar de gestão estratégica dos espaços geográficos, que, por si sós, já são recursos exauridos suficientemente e o ponto que nos encontramos em termos de disponibilidade de recursos na Ilha, principalmente águas e solos, são cada vez mais escassos. As universidades deveriam ser consultadas para fazer esses trabalhos e não empresas de outras partes do País ou do Mundo que só querem ganhar dinheiro fácil, sem ter compromisso social com a nossa realidade local e regional. Obrigado pela oportunidade. Forte abraço.

  8. Marco, tem água na sua casa?

    Resp.: Tem. Todo dia. E quando não tem., eu também grito aqui.

  9. A solução da Caema é deixar de ser um cabide de emprego e se transformar em uma empresa de verdade.

  10. Marco, gostei da sua indagação a esse amigo da Onça “Sabidão”. O grande problema da Caema é a falta de vontade e/ou competencia para resolver questões recorrentes a mais de trinta anos. Sempre as mesmas, tratadas sempre do mesmo jeito e sempre com resultados pífios. Ou por burrice, ou irresponsabilidade ou falta de vergonha.

  11. Marco, sou engenheiro, diplomado numa universidade de verdade, num estado de verdade, com especializações em universidades de paises de verdade.
    Esta senhora NÃO sabe o que fala, SE, a CAEMA passar para as mãos da Prefeitura de São Luís, ai sim, teremos o CÁOS total.

    Resp.: Mas meu caro Amigo da Onça, só uma curiosidade: com tantos títulos e formações em estados e países de verdade, que diabos vc faz aqui em um estado de mentiras?

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