Ícone do site Marco Aurélio D'Eça

Mais um escravagista no PCdoB…

Camilinho: escravista no PCdoB

O candidato do PCdoB ao Governo do Estado, Flávio Dino, nunca conseguiu explicar por que recebeu – de uma só vez e faltando dez dias para a eleição de 2010 – nada menos que R$ 500 mil em sua conta de campanha, de uma empresa denunciada por trabalho escravo. (leia aqui, aqui e aqui)

Mas Flávio Dino não é o único no PCdoB maranhense a ter ligações com exploradores do trabalho escravo.

Candidato a deputado estadual pelo partido, o empresário Camilo Figueiredo Filho, o Camilinho, aparece na lista do trabalho escravo do Ministério do Trabalho e Emprego.

A empresa de Camilinho, a Líder Agropecuária, de Codó, foi alvo de uma operação do Ministério da Justiça, em março de 2012. De lá, foram resgatadas sete pessoas vivendo em condições análogas à escravidão.

Sempre que questionado quanto às suas relações com a Alcana Destilaria de Nanuque – autora da doação milionária  e vinculada ao grupo Infinity Bio-Energy, listado nos órgãos de fiscalização do trabalho escravo – Flávio Dino se limita a dizer que a doação para sua campanha ocorreu dentro dos padrões legais.

Ninguém nunca questionou a legalidade da doação.

Mas ele não consegue explicar por que a empresa, da região de Minas Gerais, resolveu doar meio milhão de reais a um candidato do Maranhão – único no Brasil a merecer esta atenção. (entenda aqui)

Empresa do neo-comunista integra lista de escravagista (arte: Atual7)

De qualquer forma, sabe-se agora que Flávio Dino não é o único a se envolver com trabalho escravo no PCdoB.

Seu colega de partido Camilinho Figueiredo também tem questões deste tipo a explicar em suas terras…

Sair da versão mobile