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Moradores do Altos do Calhau reclamam de obra pela metade da prefeitura…

A rua esquecida pela prefeitura e a cobrança dos moradores: cadê a promessa? (imagem: Biaman Prado/O EstadoMaranhão)

A rua esquecida pela prefeitura e a cobrança dos moradores (imagem: Biaman Prado/O EstadoMaranhão)

Moradores da região do Altos do Calhau – entre o Vinhais e o Sítio Rangedor, reclamam do trabalho mal feito pela Prefeitura de São Luís nas vias do bairro.

Como tem sido recorrente em vários bairros, os programas de asfaltamento da parceria entre a prefeitura e o governo são feitos em rua que parecem escolhidas a dedo, deixando várias, praticamente tao lado das outras, abandonadas.

A imagem acima mostra a rua paralela à estrada do rio Pimenta, na região em que está instalada, por exemplo – a oficia da Brasil Mármores, por trás do conjunto La Ravardiere.

As ruas ao lado foram todas asfaltadas, mas esta não viu a cor do breu.

Rua Coroaá, no Barramar: nunca viu asfalto, apesar das ruas do lado terem sido feitas pela prefeitura

Rua Coroaá, no Barramar: nunca viu asfalto, apesar das ruas do lado terem sido feitas pela prefeitura

A mesma coisa acontece em vários bairros de São Luís, onde as equipes são capazes de tapar buracos em um local e esquecer outros, a menos de cinco metros de distância.

Na região do Barramar fizeram todas as ruas, mas a rua Coroatá (seria por causa do nome?) também nunca viu a or do asfalto, apesar de ser importante via de ligação entre a Avenida Santo Antonio e a Avenida Luis Eduardo Magalhães.

Por causa deste comportamento das equipes de asfaltamento, as obras, que deveriam agradar a população por completo, acaba por gerar ainda mais revoltas – e até insatisfação entre vizinhos.

E as chuvas ainda nem começaram…

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. Seria muito bom se desse pra asfaltar todas as rua, mas o projeto não prevê isso. Pra ser sincera, atualmente isso é até inviável.

  2. Marcos, por falar em descaso da administração municipal é um absurdo o que a prefeitura faz com as poucas árvores que ainda existem em nossa Cidade, estão cortando indiscriminadamente.
    De passagem pelo retorno do São Cristóvão, presenciei uma equipe cortando aquelas duas frondosas árvores que embelezavam aquele local – um crime que se comete à luz do dia e não tem ninguém, nenhuma autoridade ou mesmo os formadores de opinião que se manifeste contra esse absurdo.
    Que dizer do histórico prédio da Refesa, que ora tem toda a sua fachada(portas e janelas) sendo fechadas com paredes de tijolos, um ataque mortal à memória.
    Lamentável!!!!.

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