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Deputados fecham ano em crise com Flávio Dino…

Parlamentares não admitirão publicamente, por medo de mais represálias, mas até comemoram o fechamento do período legislativo para evitar aumento da antipatia entre a Assembleia e governo

Nem os líderes do próprio governo conseguiram acesso ao governo

Nem os líderes do próprio governo conseguiram acesso ao governo

Nenhum deputado – governista ou oposicionista – ousa dizer que o ano de 2015 fecha com relação saudável entre a a assembleia Legislativa e o governo Flávio Dino.

Os deputados sentem-se humilhados pelo governo e ressentem-se da falta de cumprimento até dos compromissos básicos firmados pelo governador.

Flávio Dino é visto pelos deputados como autoritário e opressor, mas poucos ousam admitir isso por causa dos interesses que têm no governo.

E fecham o ano sem recebimento de convênios que articularam com as prefeituras e até sem as emendas que encaminharam ao orçamento.

Para os parlamentares, o ano eleitoral de 2016 é esperado como a possibilidade de melhoria na relação com o comunista…

Marco Aurélio D'Eça

One Comment

  1. LARGA DE POSTAR BABOSEIRAS…NESTA CRISE, FLÁVIO DINO ESTÁ É DE PARABÉNS, CHORA QUE DOI MENOS, VIUVA SARARÁ.
    Diante da turbulência política e econômica que assola o Brasil, o governo Flávio Dino (PCdoB) é referência de como enfrentar a crise com planejamento, responsabilidade e sem punir o serviço público.
    Ao contrário de alguns dos estados ricos da federação, o Maranhão terminará o ano com a folha de pagamento dos servidores quitada, numa demonstração de respeito com o funcionalismo e de equilíbrio financeiro da gestão.
    O repasse da segunda parcela do 13° será realizado na próxima sexta-feira (18), e o vencimento de dezembro será creditado na conta dos servidores no dia 30.
    Com os pagamentos em dia, o Governo do Estado garante uma injeção, somente este mês, de R$ 285 milhões na economia local, impulsionando o comércio na véspera do Natal e Ano Novo.
    A situação é bem diferente em estados como Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul, Espirito Santo e Sergipe, em que os governadores já anunciaram cortes, suspensão de benefícios, parcelamentos e outras medidas de contingenciamento que atingem em cheio o bolso do funcionalismo público.

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