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Pastor mostra apoio a Parada Gay e causa furor entre fieis nas redes sociais…

Secretário de Desenvolvimento Social de Paço do Lumiar, Nalber Braga mostrou respeito acima das questões de fé, mas foi incompreendido por segmentos evangélicos mais sectários

 

O vídeo acima mostra a super-secretária de Paço do Lumiar, Núbia Feitosa, e o titular da pasta de Desenvolvimento Social do mesmo município, Nalber Braga.

Eles falam sobre a Parada Gay do município, mas o que chamou atenção nas redes sociais foi o fato de Nalber ser um pastor evangélico.

Setores evangélicos e protestantes mais sectários reagiram criticamente, exibindo o preconceito que as religiões demonstram com as questões de identidade e condição sexuais, mas tentam esconder no pano de fundo da fé.

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Este blog entende a atitude do pastor Nalber como um divisor de água no debate Religião X Sexualidade e aplaude sua postura.

Mesmo sabendo que, a partir de hoje, sua vida jamais será a mesma.

E viva a diversidade…

Marco Aurélio D'Eça

6 Comments

  1. Eu reafirma o meu pensamento. Não concordo com a prática homossexual, mas defendo em todas as circunstância o direito de quem quer ser gay. No caso desse Pastor, pelo jeito parece que ele é chegado à irmandade! O sorriso do cara e a aceitação leviana já o denuncia. Mas vejo, nesse caso duas posições que merece consideração: Se ele estivesse representando a autoridade executiva, já que ele é secretário e, portanto, auxiliar do mesmo, entendo que ele deve comparecer ao evento, pois trata de atribuição política a qual ele não pode se eximir do dever de ofício e da função política, muito embora como pastor, ele deve se posicionar contrário a tal seguimento intimamente, sem expressar declarações de sua posição, pois, como exposto, está representando o poder político e não deve jamais expressar comportamento contrário ao evento, o qual os participantes tem o livre arbítrio e deve ser respeitado. Aliás, não sou jamais inimigo do homossexual, onde tenho uma gama de amigos e tenho um tratamento reciprocamente respeitoso.

  2. Há quem creia que o “politicamente correto” tem algo a ver com convívio social respeitoso. No entanto, não é assim. Respeitar, e mais do que isso, amar o próximo, é o segundo maior mandamento afirmado pelo cristianismo. Surrupiar essas qualidades e virtudes sociais para o âmbito do “politicamente correto” é uma fraude praticada por quem, de hábito, não lhes dá a mínima e chama fascistas os cristãos e conservadores que as pregam e praticam.
    O “politicamente correto” é uma fórmula esperta de ação política. Manifesta-se como produto de sistemática construção por incessante repetição, para:

    – proclamar vencidas discussões que ainda estão abertas, impondo conceitos, destruindo valores e ofendendo crenças alheias;

    – dar por consensuais e moralmente superiores concepções que não são uma coisa nem outra;

    – eximir de críticas pessoas e práticas que põe sob seu manto protetor.

    Trata-se, portanto, de algo político no sentido mais ladino e enganoso dessa ciência. E não por acaso, a tarefa de construir postulados “politicamente corretos” é pretensão exclusiva dos partidos e grupos à esquerda, rotulando como incorreta toda a divergência. O politicamente correto tem sido uma trincheira para:

    – dar cobertura à ideologia de gênero;

    – tratar bandidos como vítimas;

    – identificar como “fobia” e incorreção as mais tênues divergências;

    – arrancar crucifixos das paredes;

    – proteger os mais variados tipos de cotas;

    – justificar o desaprisionamento;

    – defender a sacralidade do Queermuseu; e por aí vai.

    Todas as reações contrárias ao Queermuseu foram carimbadas por jornalistas corregedores da opinião pública como “politicamente incorretas”. Chegava a ser bisonho. Diante das portas fechadas do Santander Cultural, manifestantes nuas defendiam a sacralidade do profano enroscadas em práticas sexuais. No interior do recinto fechado pelo proprietário, o realmente respeitável (a infância em todas as suas dimensões) e o realmente sagrado (uma religião e seus símbolos) haviam sido profanados e vilipendiados. E o vilipêndio cobrava para si exibição pública!

    Não é contraditório? O mesmo critério político, legislativo e jurídico que, em nome do respeito “politicamente correto”, tenta inibir humor e piadas de gosto duvidoso, não se sente minimamente desconfortável – ao contrário, não raro se assanha – quando o ataque se dirige a quem recebe, através dos séculos, o amor e a adoração de bilhões de pessoas.

    Mal virou a semana, novamente em Porto Alegre – cidade sob assédio, bem se vê – um monólogo exibido com patrocínio público (essas drogas não sobrevivem da bilheteria) apresenta Jesus Cristo como um travesti e “Rainha do céu”. A tentativa de sustar-lhe a exibição por via judicial trombou contra o … “politicamente correto”. Entendeu o magistrado do feito que não precisa citar lei para negar a medida solicitada “porque todos somos iguais”. Questão que não estava em causa. Fosse a pessoa exposta em situação aberrante alguém vivo, poderia certamente requerer a proteção de sua imagem. O magistrado é, por certo, respeitabilíssimo, mas esse tal Jesus Cristo? Quem por Ele?

    A convergência dos assédios contra o cristianismo e os cristãos, contra a infância e quem busca protegê-la, fica claramente percebida quando nos lembramos das palavras de Jesus: “Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais porque o Reino dos Céus pertence aos que se tornam semelhantes a elas” (Mt 19:14). Para muitos isso é simplesmente intolerável.

    http://puggina.org
    Resp.: Blablablá cristão; não mais do que blablablá cristão.

  3. CARO MARCOS DEÇA
    COMO ESSE SUJEITO CHAMADO DOMINGOS DUTRA ENGANOU FACILMENTE ESSES ELEITORES DO PAÇO TREMENDO PICARETA E MENTIROSO ESSA NUBIA REALMENTE REPRESENTA O FUTI NAQUELE LUGAR.O POVO DO PAÇO DO LUMIAR NÃO MERECE TANTO SOFRIMENTO E HUMILHAÇÃO DESSE CASAL.

  4. Rapá! Se até o futi tem um secretário evangélico por que os gays não podem ter o apoio do cara? hehe

  5. Tanto livros bons para ler e Juca perde o tempo dele lendo a Bíblia, por isso é que ele não sabe que atualmente se usa homossexualidade e não homossexualismo.

  6. Setores evangélicos mais “sectarios” isso sim é intolerância! Nós evangélicos só defendemos aquilo que acreditamos e acreditamos na PALAVRA DE DEUS. Assim como a prostituição, o adultério, o roubo…são condenados na Bíblia por Deus, o homossexualismo também é!! Amamos quem pratica mas não as práticas. Leia Apocalipse 21.8

    Resp.: Não dou a mínima para o apocalipse, meu caro.

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