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Imperatriz: Servidores participam de palestra de prevenção ao suicídio…

Especialista aponta que 90% dos casos podem ser evitados com atenção aos sinais emitidos por quem está passando pelo problema

 

Psicológa orienta servidores da prefeitura sobre sinais emitidos por potenciais suicidas

Como parte da programação da Campanha “Setembro Amarelo”, palestra de prevenção ao suicídio foi realizada na tarde de segunda-feira, 25, para servidores da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Sedel).

Dirigido pela psicóloga Elaine Catarine Nunes, do Centro de Atenção Piscossocial Infanto Juvenil – CAPS/IJ,encontro chamou a atenção para um grave problema de saúde pública.

Segundo ela, é importante estar atento aos sinais que amigos, familiares e colegas de trabalho emitem. A melhor maneira de lidar com isso é escutar, sem nunca julgar, apenas ouvir, como forma de dar alívio à angústia manifestada, e orientar a busca por ajuda profissional.

“Quem opta por tirar a própria vida não quer dar fim à vida, mas à dor que, no caso, é insuportável para aquela pessoa”, revelou a psicóloga.

De acordo com o Centro de Valorização da Vida, os registros de suicídios ultrapassam mortes por doenças como AIDS e Câncer. Aparecme como segunda causa de morte entre os jovens. Mais de 90% dos casos podem ser evitados, com prevenção.

“Ter esse momento de orientação é muito importante, porque nos chama atenção para perceber os sintomas, que de certa forma são de fácil diagnostico. Isolamento, não se socializar com os colegas de trabalho, depressão, são características que já alertam para a predisposição ao suicídio”, observou a secretária da Sedel, Greycivane Lindoso.

De acordo com a chefe de gabinete da Secretaria, Roberta Costa, a iniciativa foi relevante para orientar o servidor como agir, não só no meio profissional, com os colegas, mas em família.

“Às vezes, na correria do trabalho, não se dá atenção aos pequenos detalhes de comportamento que um colegaestá demonstrando, assim como na família. Tendo conhecimento de um possível transtorno, podemos evitar muitas coisas que podem resultar numa tragédia, como o suicídio”, observou.

Marco Aurélio D'Eça

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