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Andrea propõe audiência para discutir diretrizes do ensino religioso confessional…

Parlamentar quer envolver a sociedade na discussão sobre a recente decisão do STF, e defende que estado e municípios revejam a forma do ensino da Religião nas escolas públicas, sobretudo para evitar preconceitos

 

A deputada estadual Andrea Murad quer na Assembleia uma ampla discussão sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. O STF decidiu que o ensino religioso é confessional, e para a parlamentar é imprescindível que estados e municípios revejam a forma do ensino religioso – previsto na constituição e na LDB – nas escolas públicas. 

– Esse assunto será pauta de audiência pública de minha autoria para discutir as diretrizes no ensino religioso nas escolas públicas do Maranhão. O assunto é polêmico e precisamos promover ampla discussão em busca de um consenso, porque ao mesmo tempo que a decisão permite o ensino confessional na escola pública, isto é, ministrado por um professor que pode dar aulas sobre a religião que professa, deixou a cargo dos estados e municípios a definição das regras sobre qual religião ensinar. Portanto, diante de uma população majoritariamente católica, com expressiva participação evangélica, e além de minorias religiosas como a Espírita, a Umbanda,  Candomblé e outras, é importante que se exponha a condução do Estado no que está sendo implementado quanto ao Ensino Religioso na rede pública – se posicionou a deputada nas redes sociais.

Marco Aurélio D'Eça

2 Comments

  1. Nem deveria constar na grade curricular, religião é para se aprender em casa.

    Resp.: Concordo.

  2. O judiciário tomou para si uma função que não é sua, legislar.
    Se a situação não era das melhores, agora mesmo é que a coisa vai se agravar. O estado não tem que se ocupar dessa função, deixem que cada famílias conduza seus filhos para a igreja que achar conveniente, pois, é das igrejas o papel de transmitir para os seus seguidores os ensinamentos…
    É por isso que dizem que não existe nada ruim que os burocratas, os déspotas não possa piorar, em vez de contribuir para que o ambiente escolar seja um espaço de aprendizado da história das diferentes correntes religiosa, o judiciário toma uma decisão que propicia todas as condições para que alunos sejam catequizados.

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