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A estranha coincidência entre os anos eleitorais e os empréstimos de Flávio Dino…

Governador comunista endividou o Maranhão em R$ 1 bilhão durante o ano de 2016, quando precisou eleger seus aliados nas prefeituras; agora, em 2018 – quando concorre à reeleição – já pediu mais R$ 500 milhões

 

Flávio Dino se prepara para disputar a reeleição; e deixa o Maranhão endividado e com a corda no pescoço

Há uma estranha coincidência entre os empréstimos contraídos pelo governo Flávio Dino (PCdoB) e as eleições no Maranhão, desde que ele assumiu, em 2015.

No primeiro ano de mandato, com mais de R$ 2 bilhões em caixa, deixados pela antecessora Roseana Sarney (MDB), Dino não contraiu empréstimos.

Mas chegou o ano eleitoral de 2016 e o endividamento do Maranhão começou a aumentar.

Foram quatro empréstimos durante todo o ano eleitoral, o endividou o estado em nada menos que R$ 1 bilhão.

O primeiro deles foi autorizado em abril de 2016: R$ 55,2 milhões da Caixa Econômica Federal para obras em São Luís, administrada pelo aliado Edivaldo Júnior (PDT). Em julho, novo pedido de autorização: R$ 400 milhões da Corporação Andina de Fomento (CAF), o Banco de Desenvolvimento da América Latina.

Em novembro daquele ano, outros R$ 444 milhões foram pedidos à Caixa Econômica Federal (CEF), para “obras importantes de infraestrutura”. Apenas um mês depois, novo endividamento, de R$ 55 milhões do Banco do Brasil para compra de motoniveladoras.

São estranhas movimentações financeiras, mas, repita-se, são apenas coincidência.

O ano de 2117, que não teve eleição, também não teve empréstimo.

O ano eleitoral de 2018 já está em andamento; e a Assembleia Legislativa acaba de receber dois novos pedidos de empréstimo, ambos em moeda estrangeira, chegando à casa R$ 500 milhões.

Em 2018, é o ano em que Flávio Dino vai tentar a própria reeleição para o governo.

Mas são apenas coincidências…

Marco Aurélio D'Eça

2 Comments

  1. Roseana fazia a mesma coisa, então vamos pela terceira via (Eduaardo Braide).

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