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São João vermelho…

Com a panelinha dos amigos de Márcio Jerry – já que Flávio Dino não tem qualquer vínculo com as artes e a cultura maranhense – governo comunista promove São João descaracterizado com artistas nacionais

 

Para quem usa chapéu de boiero e matraca em pleno carnaval, Flávio Dino está adequado a um São João com Agnaldo Timóteo

 

O governador Flávio Dino (PCdoB) descaracterizar os últimos quatro carnavais maranhenses para fazer graça aos seus amiguinhos comunistas, que receberam para cantar nos bailes pagos com dinheiro público.

Agora, faz isso também com o São João, em que deixa de fora artistas com forte vínculo com a cultura maranhense de raiz para botar nos palcos amiguinhos de faculdade – sobretudo do ex-secretário Márcio Jerry, já que Dino tem pouca ou nenhuma relação com as artes e a cultura maranhense.

O “São João de Todos Nós” terá artistas como Fagner, mais conhecido pela música romântica, e Agnaldo Timóteo, lenda viva do bolero, mas de pouca afinidade com o bumba-meu-boi ou os ritmos que marcam as festas juninas do Maranhão.

Artistas maranhenses tiveram que se submeter a um edital, que pedia, dentre outras coisas, até mesmo atestado de quitação com a Caema (?).

E muitos, como Mano Borges, foram desclassificados por não atenderem aos critérios do evento.

Ora, que critérios usaram os gênios da cultura do governo comunista para definir que Agnaldo Timóteo e Fagner têm a ver com o São João do Maranhão e Mano Borges não?

Filiada ao partido de Flávio Dino, Leci Brandão ganhou cadeira cativa nas viradas do ano comunistas

A panelinha comunista na cultura tem provocado aberrações como a presença de Elza Soares cantando no Carnaval ou a comunista Leci Brandão fazendo shows da virada um ano atrás do outro.

Outros artistas, como Betto Pereira e Carlinhos Veloz, também ignorados nos editais culturais do governo, manifestaram sua crítica de forma dura ao governo, mostrando, inclusive, que não precisam de editais para cantar em sua própria terra.

O São João vermelho de Flávio Dino é uma aberração cultural que descaracteriza a cultura maranhense.

É mais uma “avermelhação” dos signos e símbolos mais significativos do estado…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

Marco Aurélio D'Eça

7 Comments

  1. Essa Certidão da Caema passou a ser exigida no governo da Roseana. é uma exigência legal.

  2. O grande cantador, João Chiador, fez uma toada que bem retrata esse pouco caso das autoridades com aqueles que lutam bravamente, resistem e não deixam a nossa cultura cair no esquecimento.
    A toada faz uma critica a essa forma como são conduzidas as ações e distribuídas a verbas que deveriam ser destinadas para o incentivo dos que verdadeiramente não deixa as tradições da nossa terra cair no esquecimento, diz um trecho da toada, Catarina Rica:
    “Meu folclore popular nunca foi agraciado
    E nem olhado com respeito
    Parece que não tem valor
    Quer atrair não tem valor
    Quer atrair turistas, copiando coisas alheia
    Porque é assim doutor…”.
    Salve todos os que lutam e fazem do Maranhão um celeiro de artista do povo.
    Salve os nossos saudosos cantadores Coxinho, Humberto, petinha, Donato Alves … e João Chiador.

  3. O maranhão é rico em artista e ritimos. O problema é que o povo vai, eu não vou ver uma sacanagem dessas.

  4. Ele esta cavando a sua derrocada comunista junto aos maranhenses.

  5. Uma pergunta
    Porque os artistas não fazem um manifesta em conjunto repudiando essa atitude do governador?

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