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Allan Garcês e Eduardo Bolsonaro criticam “Mais Imposto” de Flávio Dino…

Deputado federal, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, alerta que ação do governador comunista vai levar os empresários à ilegalidade ou à falência; para o médico maranhense, a consequência da carga tributária é mais desemprego no Maranhão

 

Em vídeo gravado na tarde desta quarta-feira, 5, o médico Allan Garcês apareceu ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Ambos criticaram a decisão do governador Flávio Dino (PCdoB) de promover mais um aumento de impostos no Maranhão.

– Não é o caminho. Aquele que produz, o empresário, está estrangulado com a carga tributária muito alta. Se esta carga for aumentada, ou ele entra na ilegalidade ou vai à falência. O caminho é o oposto. É seguir o exemplo da Inglaterra; ela reduziu tributos e o resultado foi tão bom,geraram tanto emprego que, no final das contas, o governo arrecadou até mais – comentou Bolsonaro filho.

O deputado disse que o exemplo do seu pai será o de não aumento de nenhum tributo.

Logo após a gravação do vídeo, Allan Garcês conversou por telefone com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça; e ressaltou que não esperava nada diferente de um governo comunista.

– Historicamente [os governos comunistas] aumentam impostos para cobrir um estado falido, que realiza um assistencialismo irresponsável, como é o caso do governo Flávio Dino – comentou.

Garcês defendeu que o aumento de imposto só vai elevar o custo de vida e o desemprego dos Maranhenses.

Preocupado com o rumo que a economia do Estado está se encaminhando e com as demissões de Médicos, ele resolveu levar tudo ao conhecimento de Brasília.

– Brasília está ciente também das demissões de médicos que estão ocorrendo no Estado – afirmou ele, em mensagem direta aos colegas…

Marco Aurélio D'Eça

7 Comments

  1. Explucaçaozinha ruim heim Bolsonarinho. Inglaterra nada tem a ver com o Brasil, a não ser pelo elo de exploração. Inglaterra tem o walfare state – estado de bem estar social, que garante à população: desempregados; idosos; crianças uma vida digna e confortável. Nada comparável ao Maranhão antes de Flávio Dino.

  2. O governo quer que quem tem mais pague mais impostos. O que contraria os interesses dos empresários. Só o povo pode ficar ingressado com tantos impostos. Os grandes empresários só querem isenção e explorar o trabalhador.

    • Totalmente errado, quando empresa pagar mais imposto, é o consumidor que assume. Quando menos imposto, significa consumidor paga menos. No Maranhão, um produto sai 100,00 na fábrica, mas chega aqui custa 128,00 em média, 10% de IPI 6% de estatual 11% de federal. Se sem os impostos, com 150,00 você consegue comprar o produto. Mas depois do Flávio Dino você tive que pagar 200,00 para ter o produto na mão. Todo mundo sabe que Flávio Dino tá arrecadando os impostos para tapar o buraco do eleição.

  3. Um corrupto e outro não têm legitimidade para falar de economia… afffff Meu Brasil fala de Paulo Guedes onde já tentou voltar a CPMF… vamos aguardar! O que eles têm para o Maranhão?

  4. É lamentável que um governador, e deputados que o povo os colocaram lá para representa los tomem decidões vergonhosa com esta,

    • Qdo se fala em aumento de impostos para empresas, os ditos direitistas esperneia mas porque segundo o presidente eleito, ser patrão no Brasil é muito sofrimento. Nota-se que não estão falando do pequeno e médio empresário e sim dos grandes, desses que têm isenção e perdão de dívida. Qdo na verdade são os pequenos e médios que geram empregos diretos pq os grandões terceirizam e quarteirão deixando o empregado no subemprego sempre, no cabresto sem chance nenhuma de sequer conhecer quem é seu empregador. Enquanto o fumo está entrando no rabo do povo todo esse povo fica quieto porque povo pode pagar imposto à exaustão. Todo meu apoio ao governador Flávio Dino.

    • O governo quer que quem tem mais pague mais impostos. O que contraria os interesses dos empresários. Só o povo pode ficar ingressado com tantos impostos. Os grandes empresários só querem isenção e explorar o trabalhador.

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