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“Irmandade” política estuda cenários de São Luís em 2020…

Grupo formado por ex-governadores e ex-deputados federais e estaduais se reúne toda semana para fazer análise de conjuntura e estimar perspectivas para as eleições do ano que vem na capital maranhense

 

JOSÉ REINALDO TAVARES, ÚNICO ROSTO DA “IRMANDADE” AINDA DISPONÍVEL NA INTERNET: análises de conjuntura e prognósticos políticos-eleitorais

Um grupo de ex-lideranças políticas de todas as correntes ideológicas e partidárias tem-se reunido toda semana em São Luís para analisar a conjuntura na capital e no estado.

Formado, entre outros, pelo ex-governador José Reinaldo Tavares, o ex-deputado federal Jaime Santana e os ex-deputados estaduais Marcone Farias, Carlos Braide e Aderson Lago, o grupo – chamado de “A irmandade” por quem convive com eles – faz análise do atual cenário político maranhense.

Para este grupo, a disputa de 2020 em São Luís, pro exemplo, se dará entre Eduardo Braide (PMN), Neto Evangelista (DEM) e um terceiro concorrente, que poder ser Dr. Yglésio (PDT) ou Duarte Júnior (PCdoB).

O grupo não vê rumo nas candidaturas de Osmar Filho (PDT), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB) e Wellington do Curso (PSDB); e entende que 2020 definirá também os rumos para 2022.

Para a irmandade, a especulada candidatura presidencial do governador Flávio Dino (PCdoB) só se viabilizará fora do PCdoB – “que só tem cacife para ser vice do PT”.

O grupo também não vê perspectivas para o vice-governador Carlos Brandão (PRB) – mesmo se ele assumir o governo – “diante da força atropeladora do senador Weverton Rocha, hoje adorado pela ala política mais jovem”.

Os membros da Irmandade já não têm imagens disponíveis na internet, não frequentam ambientes públicos e nem estão em perfis de redes sociais.

Sua figura mais pública é o ex-governador José Reinaldo.

Eles se reúnem geralmente na casa de um dos membros do grupo.

E seus prognósticos já estão sendo utilizados por políticos de todos os cacifes.

Em busca de cenários favoráveis no debate maranhense…

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. Se Brandão sentar na cadeira de governador e for candidato no cargo esse monte de novinhos vão tudo com ele, a força da caneta é grande.

  2. Essa irmandade não tá sabendo analisar a conjuntura política direito. Dizer que Weverton ganha do Brandão com a caneta azul na mão. É falta de Bom senso.

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