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Uso de vigilantes como polícia já gerou tragédia no Maranhão

Execução em praça pública do mecânico Irinaldo Batalha, em 2015, no município de Vitória do Mearim, mostra que a prática de usar não-policiais no sistema de segurança pública é uma prática do governo Flávio Dino desde o seu início

 

A imagem da execução do mecânico Irinaldo Batalha ganhou o mundo; e volta á cena agora, com novo episódio de outro vigilante agindo como militar

 

Não é de hoje que o governo Flávio Dino (PCdoB) usa vigilantes no papel de policiais militares no interior maranhense.

Essa prática resultou, inclusive,. na execução, em praça pública, do mecânico Irinaldo Batalha, em junho de 2015, no município de Vitória de Mearim, crime que repercutiu internacionalmente e resultou em ações contra Dino em organismos internacionais. (Relembre aqui, aqui, aqui e aqui)

Batalha foi executado por um vigilante que fazia as vezes de policial, e tinha a supervisão dos próprios policiais militares. À época, o próprio secretário de Segurança Jefferson Portela classificou o crime como “cruel e desumano”.

O vigilante prendeu e algemou rapaz no Centro, como se fosse um policial militar; governo Flávio Dino mantém silêncio

Passados quase seis anos, o caso envolvendo um vigilante no Centro de São Luís mostra que a prática nunca foi abandonada pelo governo comunista, agora até mesmo na própria capital maranhense.

A imagem com um homem algemado e no chão, sob os pés de um vigilante, à frente do carro do programa “Nosso Centro”, foi denunciada na Assembleia Legislativa e será alvo de ação também do Sindicato dos Vigilantes.

E como sempre ocorre nesses casos, Flávio Dino preferiu o silêncio…

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