De como o imperialismo age para tomar as riquezas dos países…

Documento dos Estados Unidos inventa uma ameaça que só existe na cabeça de Donald Trump para justificar que pode usar sua força militar contra o Brasil

 

DE OLHO NAS RIQUEZAS. As garras da águia Ianque tentam cravar no Brasil a imposição cultural e militar dos Estados

Há uma ameaça militar claríssima no documento assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para impor o tarifaço ao Brasil – que, no final das contas, virou apenas tarifinho.

  • um trecho deixa muito claro que Trump está disposto a usar a força para garantir que o Brasil reflita “os valores e o modo de vida americanos”;
  • para isso, o presidente dos Estados Unidos inventa uma fantasiosa ameaça partindo do Brasil ao seu país, sabe-se lá em que aspecto da vida americana.

“O presidente Trump também tomou outras medidas para alcançar a paz por meio da força e garantir que a política externa reflita os valores, a soberania e a segurança dos EUA”, diz o trecho claramente ameaçador do documento assinado por Trump. (Entenda aqui)

Mas é assim que o imperialismo age.

Primeiro inventa para o mundo que tal país representa uma ameaça ao modus vivendis que eles, os EUA, acham o certo. Foi assim com o Vietnã, com Cuba e com a Venezuela.

Depois, usa sanções para impor dificuldades a essas nações, em nome da paz mundial; a reação das nações passa a ser vista como mais ameaça, e as sanções viram medidas de força.

  • até que o país é sufocado totalmente, passa a viver como um pária;
  • e os EUA sugam dele tudo o que precisam para manter seu estilo de vida.

“Vamos impor tarifas pesadas contra vocês e vamos esmagar as suas economias, porque o que vocês estão fazendo é dinheiro manchado de sangue”, reforça o senador  republicano Lindsey Graham, ao criticar a aliança do Brasil com os Brics. (Saiba mais aqui)

O documento assinado por Donald Trump começa a dar os passos do imperialismo no Brasil. O Brasil tem riquezas minerais como em poucas partes do mundo.

E essa ameaça nada tem a ver com tarifas comerciais ou preocupação com direitos humanos…

Marco Aurélio D'Eça