Por intermédio de Decreto, prefeito assumiu o controle administrativo de funcionários, equipamentos, prédio e serviços do Hospital Santa Mônica para combater a crise na saúde municipal

O SANTA MÔNICA AGORA VAI SERVIR AOS INTERESSES DA PREFIETURA DE IMPERATRIZ, para combater a crise na saúde materno infantil no município
O prefeito de Imperatriz Rildo Amaral publicou na segunda-feira, 11, o Decreto nº 142, que determina o controle administrativo de funcionários, equipamentos, prédio e serviços do Hospital Santa Mônica, empresa que pertence a uma sociedade privada de médicos.
- de acordo com o decreto, o controle do hospital e dará por 180 dias, prorrogáveis por igual período;
- Rildo Amaral justifica que o objetivo é atender a demanda por obstetrícia pediatria e neonatologia.
“Há uma crise prolongada na rede pública materno-infantil de Imperatriz. A Maternidade de Alto Risco de Imperatriz (MARI) vem operando há mais de 24 meses com mais de 3 mil atendimentos mensais e cerca de 600 partos por mês. Aproximadamente 65% desses partos são classificados como de risco habitual, o que evidencia o uso de uma estrutura de alta complexidade para casos que poderiam ser absorvidos por uma maternidade de perfil intermediário”, justifica o documento assinado pelo prefeito.
Este blog Marco Aurélio d’Eça apurou que o Hospital Santa Mônica atende a várias especialidades de saúde, entre elas Ginecologia e Obstetrícia.
O decreto do prefeito Rildo Amaral argumenta ainda que a inexistência de uma maternidade municipal própria na rede pública em Imperatriz piora o atendimento de saúde no município.
“Na prática, isso faz com que a cidade dependa de unidades estaduais e de uma rede já pressionada, sem uma referência municipal específica para o parto de baixo e médio risco”, justifica o decreto.
- o Relatório dos Casos de Óbitos Maternos da Regional de Saúde de Imperatriz referente a 2025 aponta seis óbitos maternos, em sua maioria classificados como evitáveis;
- as principais causas foram hemorragia pós-parto e sepse, além de falhas na classificação de risco, condutas clínicas inadequadas e subvalorização de sinais de gravidade.
O decreto do prefeito tem vigência imediata a partir da publicação do Decreto.
Aind anão há informações sobre a reação dos sócios do Hospital Santa Mônica…
