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De como Lahésio Bonfim perdeu o timming da própria candidatura…

Definhando pesquisa após pesquisa, candidato do Novo chega ao ponto de correr atrás de todas as possibilidades eleitorais que ele mesmo esnobou há um ano atrás

 

LAHÉSIO VÊ SEUS NÚMEROS CAIREM E AGORA TENTA CONSEGUIR TUDO o que ele mesmo rejeitou tempos atrás

Ensaio

O partido Novo no Maranhão vive um momento de crise interna sem precedentes. Rachados entre dois projetos, os dirigentes da sigla no Maranhão não sabem mais o que fazer com a candidatura do ex-prefeito Lahésio Bonfim ao governo e com a de Roberto Rocha ao Senado.

E o problema é o próprio Lahésio Bonfim.

O problema é que tudo o que Lahésio quer já foi oferecido lá atrás, quando ele próprio mostrava-se mais competitivo e Braide sequer falava de candidatura; o candidato do Novo teve a chance de ter uma eleição de deputado federal garantida, disputar como vice-governador e até ser candidato competitivo ao Senado.

Mas tudo isso lá atrás…

Este blog Marco Aurélio d’Eça acompanhou esta trajetória de perto, quando Lahésio ainda figurava nas primeiras posições. (Relembre aqui, aqui, aqui e aqui)

Mas tudo começou a mudar a partir de novembro, quando o candidato do governo, Orleans Brandão (MDB), começou a subir a ponto de ameaçar a segunda posição do candidato do Novo; foi quando os acenos de Braide começaram e a reação do ex-prefeito foi dura, como acompanhou este blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Lahésio descarta aliança com dinistas, critica Braide e diz que sua candidatura é a governador…”.

“Respeite a história do ex-prefeito que foi reeleito com mais de 90% dos votos, que foi candidato ao governo, segundo mais votado com quase um milhão de votos, e que é pré-candidato ao governo e naõ ao Senado. E que nunca vai se juntar com o pessoal da esquerda. Nunca! Nunca vou estar junto numa chapa com Camarão, com o Othelino, com o Dino, jamais!!”, foi o que respondeu Lahésio, já em 9 de janeiro.

Nas últimas semanas, Lahésio voltou a insinuar-se para Braide, mas já em quarto lugar e caindo; e Braide já sabe também que não precisa fazer esforço algum para herdar os eleitores do ex-prefeito, que estão majoritariamente dentro do seu próprio perfil.

O partido Novo também já percebeu que perdeu o timming com Lahésio e agora só acompanha o seu definhamento eleitoral; e há ainda uma dúvida no partido, nesta reta final para as convenções:

O que fazer com a candidatura de Roberto Rocha ao Senado?!?

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