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Roberto Rocha cada vez mais próximo do PSDB…

Senador maranhense tem forte articulação com o tucanato nacional  pode retornar à legenda para fortalecer o projeto de 2018 também no Maranhão; mas quer deixar o PSB sob comando de aliados

 

Alckimin é o principal interlocutor de Roberto Rocha no PSDB...

Alckimin é o principal interlocutor de Roberto Rocha no PSDB…

O senador Roberto Rocha (PSB) é cada vez mais o principal interlocutor do PSDB no Maranhão.

Com mandato de oito anos e forte articulação na Câmara Alta de Brasília – o que interessa aos tucanos – o senador socialistas é visto pela ´cúpula do partido como o nome ideal para 2018.

Rocha suplanta o vice-governador Carlos Brandão pelo atrelamento deste ao projeto comunista do governador Flávio Dino. O senador tem ainda o apoio do Pinto Itamaraty, seu suplente no Senado, ora no exercício do mandato.

Roberto Rocha deve mesmo ser o representante maranhense do PSDB nas eleições de 2018.

E só precisa resolver uma questão antes de se transferir para a legenda: deixar o PSB em mãos de um aliado que impeça uma aproximação da legenda ao PCdoB.

Garantida esta etapa, o senador estará de volta ao ninho.

Com projeto claro para as eleições estaduais…

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José Reinaldo também aposta na “quarta via”…

Ex-governador tem dito a aliados que o grupo formado a partir das eleições de 2016 tem potencial para fazer o contraponto aos já existentes no cenário estadual, mas alerta: é preciso ter coragem para o embate

 

José Reinaldo vê opções para 2018

José Reinaldo vê opções para 2018

O deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB) tem visto com simpatia a movimentação das jovens lideranças políticas Hilton Gonçalo (PCdoB), Eduardo Braide  (PMN) e Wellington do Curso (PP) no pós-eleitoral de 2016.

Pelo menos é o que dizem aliados mais próximos do ex-governador.

Batizado por este blog de “a quarta via”, o grupo se juntou em torno da candidatura de Braide à Prefeitura de São Luís e ganhou corpo para o embate também em 2018.

Leia também:

A quarta via se movimenta…

Hilton Gonçalo abrindo caminhos…

Descontente com a [sua] situação do grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), José Reinaldo tem buscado opções ao governo para as eleições de 2018. E vê no grupo formado por jovens lideranças um potencial de peso para o processo.

A quarta via reunida: projeto alternativo para 2018

A quarta via reunida: projeto alternativo para 2018

Prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo tem articulação estadual. Segundo lugar na disputa em São Luís, com mais de 240 mil votos, Eduardo Braide surgiu como nova liderança na capital maranhense; e Wellington do Curso tem vida própria, com ou sem mandato, além dos mais de 100 mil votos conquistados no primeiro turno.

Para José Reinaldo, bem articulado, este grupo pode fazer frente em 2018 com qualquer um dos outros já posados.

É aguardar e conferir…

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A quarta via se movimenta…

Conversa do prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva, com o segundo colocado em São Luís, Eduardo Braide, abre novas discussões em um projeto que tem também o prefeito eleito Hilton Gonçalo e o deputado estadual Wellington do Curso

 

Luis Fernando com seu vice em Ribamar: de volta ao debate

Luis Fernando com seu vice em Ribamar: de volta ao debate

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) – segundo colocado nas eleições de São Luís – contou a aliados que recebeu ligação do prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), na manhã de segunda-feira, 31.

O tucano parabenizou o deputado pela expressiva votação na capital e falou também sobre política e futuro político do Maranhão.

Para pessoas mais próximas dos dois, no entanto, a conversa teve muito mais representatividade que uma mera troca de gentilezas.

Desde domingo, Eduardo Braide passou ao patamar de figura importante no processo eleitoral que se avizinha, o de 2018, sobretudo pela influência que este pleito terá no de 2020.

Hilton Gonçalo e Eduardo Braide: subindo de patamar político

Hilton Gonçalo e Eduardo Braide: subindo de patamar político

Com ele, figuram hoje neste mesmo patamar outras lideranças surgidas a partir de 2016, como o prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PCdoB), e o deputado estadual Wellington do Curso (PP).

E todos com pretensões majoritárias para daqui dois anos, o que abre, de fato, o caminho para uma espécie de quarta via no processo.

E Luis Fernando Silva, experiente, bem avaliado popular e eleitoralmente e relativamente independente em relação aos grupos que se desenham para o embate, percebe que não pode ficar fora desta discussão.

E se movimenta entre eles…

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Weverton Rocha consolida candidatura ao Senado…

De qualquer ângulo que se veja, deputado federal e presidente do PDT foi o principal artífice da campanha de Edivaldo Júnior e se consolida como único nome posto para disputa majoritária de 2018

 

Weverton à frente de seu esquadrão; ele sabe correr riscos sem medo

Weverton à frente de seu esquadrão; ele sabe correr riscos sem medo

Para o bem ou para o mal, o deputado federal Weverton Rocha (PDT) foi o grande responsável pela reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT).

Correndo todos os riscos possíveis – tanto do ponto de vista político quanto ético e moral – ele assumiu a responsabilidade de reeleger o prefeito e caiu em campo literalmente em campanha.

Weverton foi o responsável pela formação da aliança que garantiu 16 partidos a Edivaldo; atraiu vereadores, fechou acordos políticos e mobilizou a militância pedetista, principal trunfo do partido ao longo de sua história.

Assumindo ele próprio a coordenação da campanha de  Holandinha, até apoios impossíveis ele tentou, e sabe disso.

O deputado pedetista sai da eleição, portanto, consolidado como candidato a senador nas eleições de 2018, em qualquer circunstância.

Primeiro porque Holandinha tem com ele uma dívida de gratidão.

Segundo por que o governador Flávio Dino sabe que precisará do PDT em seu palanque.

É focado nisso – e com uma base de vereadores, prefeitos, deputados estaduais e até federais – que o pedetista larga na frente para 2018.

E garantiu as bases para chegar ainda maior…

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“O Antagonista” põe e tira, em minutos, texto crítico sobre Flávio Dino…

Site editado pelo jornalista Diogo Mainardi, tido por independente, analisava  o resultado das eleições de São Luís, colocando PDT e PCdoB em rota de colisão, mas os posts desapareceram pouco tempo depois de publicados

 

Primeiro post, sobre Dino e o PDT

Primeiro post, sobre Dino e o PDT

Um fato inusitado, em se tratando de mídia nacional, ocorreu nesta segunda-feira, 31, em Brasília.

O site “O Antagonista”, chefiado pelo jornalista Diogo Mainardi, um dos mais ferinos do Brasil, postou e retirou, apenas minutos depois, um texto crítico em relação ao poder do governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão.

Foram dois posts em sequência.

O primeiro, postado às 17h25, tinha por título “Dino não ganhou tanto”  e apontava que, apesar de o governador cantar vitória, o responsável pela reeleição do prefeito Edivaldo Júnior  foi mesmo o seu partido, o PDT.

– O certo é que a relação do PDT com o PCdoB não é mais a mesma no estado. E sem o PDT e Carlos Lupi, o PCdoB de Flávio Dino não sobrevive no Maranhão de José Sarney – concluía o post.

O segundo post falava de Weverton e Roberto

O segundo post falava de Weverton e Roberto

Às 17h31, “O Antagonista” publicou outro post.

Neste, aponta que o grande vencedor da eleição em São Luís foi o deputado federal Weverton Rocha (PDT), “que quer o senado em 2018”. E afirma que o senador Roberto Rocha (PSB) foi o grande perdedor.

– Quem perdeu de verdade em São Luís foi o senador Roberto Rocha, do PSB, que quer derrotar Flávio Dino e virar governador em 2018 – afirmou o post.

Ao final, os posts saíram e entraram estes no lugar

Ao final, os posts saíram e entraram estes no lugar

Ocorre que, minutos depois, as duas matérias não estavam mais disponíveis na página.

Nos seus lugares, apareceram outras dois posts, um de 17h17, sobre o dólar, e outro às 17h32, falando de Ciro Gomes no Ceará.

Flávio Dino mantém contrato milionário com uma empresa da família do também blogueiro nacional Ricardo Noblat, para promover seu governo em âmbito nacional.

Mas não consta – ou pelo menos não se sabia – que o contrato implica também a retirada de posts que n~]ao agradem o comunista.

E muito menos sabia-se que Diogo Mainardi era dado a arregos…

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O dia seguinte…

Com a reeleição do prefeito Edivaldo Júnior pouco muda nos aspectos político-administrativos em São Luís, mas sua vitória implica uma série de cenários eleitorais para o ciclo de 2018

 

Edivaldo Júnior e seus parceiros no PCdoB e no PDT: 2018 já está na pauta

Edivaldo Júnior e seus parceiros no PCdoB e no PDT: 2018 já está na pauta

A reeleição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) é apenas a continuidade de um trabalho – ou não-trabalho – iniciado em 2013. E o eleitor não deve esperar mudanças em seu dia dia.

No campo político, porém, a manutenção do status quo de Holandinha implica forte readequação de forças para as eleições gerais de 2018.

Em primeiro lugar, o próprio Edivaldo terá que acenar, já a partir do reinício de sua gestão, como se comportará em relação à guerra-surda entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o deputado federal Weverton Rocha (PDT).

Rocha pretende disputar o Senado em 18, mas Dino tem em seus planos garantir a vaga – ou pelo menos uma delas – ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho (PDT).

Aliás, a relação entre os próprios Weverton e Coutinho deve ter uma definição nos próximos meses. Há quem garanta não haver espaço para os dois no PDT.

E a vitória do deputado pedetista neste quesito dependerá muito da postura do próprio Edivaldo.

O grupo formado em torno de Eduardo Braide tem cacife para figurar também em 2018

O grupo formado em torno de Eduardo Braide tem cacife para figurar também em 2018

Eduardo Braide

Ao conquistar mais de 240 mil votos em São Luís, acirrando até o final uma disputa contra duas máquinas e uma série de crimes eleitorais, o deputado Eduardo Braide (PMN) entrou, definitivamente, no cenário de 2018.

Desde já, ele passa a ser o potencial favorito para suceder o próprio Edivaldo, e terá importante papel daqui a dois anos.

Ao seu lado estão jovens políticos emergentes, como o prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PCdoB) e o deputado estadual Wellington do Curso (PP), ambos protagonistas destas eleições.

Este grupo pode criar, inclusive, uma espécie de quarta via no cenário de 2018, com forte potencial eleitoral.

Grupo Sarney

Pouco envolvido nas eleições de São Luís, o grupo liderado pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) não sofrerá qualquer abalo ou benefício com a vitória de Holandinha. Roseana somou vitórias pessoais importantes no primeiro turno, em Imperatriz, Caxias, Grajaú e outros grandes municípios e é, por si só, nome forte para a eleição majoritária de 18.

Ao grupo Sarney resta equacionar algumas questões, como o interesse do senador João Alberto em ser candidato a governador e do ministro Sarney Filho (PV) de disputar o Senado.

De uma forma ou de outra no entanto o grupo será um dos protagonistas de 2018.

Roberto Rocha

Player mais bem posicionado para o cenário de 2018 – já que depedne apenas de si mesmo para entrar no páreo – Roberto Rocha sofreu alguns revezes eleitorais na capital e no interior, mas sai do processo de 2016 com um capital partidário considerável.

Além do seu PSB, partido que ele deve comandar já a partir de depois das eleições, Rocha pode ter também o PP, do deputado André Fuuca, e trabalha fortemente para ter também o PSDB, o que o tornará forte em 2018.

Como se vê, encerrado o ciclo eleitoral de 2016, os atores políticos já se preparam para um novo ciclo, o de 2018.

E vão começar tudo de novo…

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Hilton Gonçalo abrindo caminhos…

Ao assumir o comando político da campanha de Eduardo Braide, prefeito eleito de Santa Rita mostra a coragem que marca os grandes líderes políticos e se põe como alternativa de poder em âmbito estadual, qualquer que seja o resultado das eleições deste domingo

 

Gonçalo: construíndo caminho próprio a partir da ousadia

Gonçalo: construíndo caminho próprio a partir da ousadia

Do governador Flávio Dino (PCdoB) ao candidato a prefeito Eduardo Braide (PMN), passando pelo deputado federal Weverton Rocha (PDT), pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP) e pela prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PTN), a história recente da política maranhense mostra que as lideranças se formam sempre entre os que têm coragem.

Flávio Dino só é governador por que teve a coragem que outros de sua geração não tiveram.

Eduardo Braide só chegou ao segundo turno das eleições em São Luís – e pode até ser eleito prefeito – por que teve a coragem que muitos colegas não tiveram.

Neste time já pode ser incluído o prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PCdoB).

O comunista resolveu marcar posição em um terreno próprio, ao lado de Eduardo Braide – e agora com Wellington ao seu lado – já apostando nas eleições de 2018.

Pode dar certo ou pode não dar, mas o fato é que ele não se eximiu de tentar.

A ousadia de Braide, e também de Gonçalo, tem incomodado quatrocentões da classe política desde o início do segundo turno, muitos acovardados pela própria incapacidade de iniciativa, reféns que são de mandatos ou de espaços públicos de poder.

Hilton Gonçalo entra agora no panteão dos que ousam.

E destes é que será o futuro do Maranhão.

Gostem ou não os que apenas olham…

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Apelo a Flávio Dino é a primeira traição de Edivaldo a Weverton…

Candidato do PDT passou o final de semana inteiro tentando convencer o governador a gravar vídeo de campanha, fato que, apenas minimizará o trabalho do líder pedetista feito até aqui em prol de sua eventual vitória

 

Edivaldo recebe, embasbacado, o braço de última hora de Flávio Dino

Edivaldo recebe, embasbacado, o braço de última hora de Flávio Dino…

Um dos grandes empecilhos políticos do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – o que incomoda, inclusive, o seu próprio pai – é o temor e a submissão que ele demonstra do governador Flávio Dino e do seu lugar-tenente, secretário Márcio Jerry (ambos do PCdoB).

Submissão esta que o presidente do PDT, deputado federal Weverton Rocha, vem tentando tirar, ou, pelo menos, amenizar, desde que Holandinha filiou-se ao partido.

E ninguém pode negar que o desempenho de Edivaldo nestas eleições – tanto o político quanto o eleitoral – deve-se, em quase 80% a ninguém menos que Weverton Rocha.

Foi Rocha quem aproximou Edivaldo de outros grupos políticos, conseguiu a montagem de uma gama de partidos em seu palanque, e chegou mesmo  apostar que poderia vencer a eleição no primeiro turno.

E tudo isso com a promessa do próprio Edivaldo de que iria se afastar de Flávio Dino no decorrer do processo e no pós-eleitoral, garantia esta testemunhada várias vezes pelo titular deste próprio blog.

A vitória no primeiro turno não veio, então Weverton arregaçou as mangas- sozinho, com seus aliados de outros partidos – indo literalmente ao campo pedir votos, enquanto o governador Flávio Dino se escondia atrás de uma neutralidade.

..Enquanto WEverton é que sai a campo, em busca de votos para salvar o mandato do prefeito

..Enquanto Weverton é que sai a campo, em busca de votos para salvar o mandato do prefeito

E o que fez Edivaldo Júnior?

Apelou a Flávio Dino até que conseguisse a entrada dele na campanha, a menos de seis dias do pleito – e já com as bases eleitorais prontas pelo PDT – e num momento em que apenas o desempenho pessoal do próprio Holandinha no debate pode ainda ter influência no processo.

O gesto de Edivaldo é uma espécie de primeiro aceno de traição do prefeito a Weverton Rocha, que construiu sua campanha do nada.

Mas Weverton Rocha não pode negar que foi alertado – inclusive pelo titular deste blog – de que Edivaldo não tinha capacidade alguma de se livrar da tutela de Flávio Dino e Márcio Jerry.

Se Edivaldo perder a eleição de domingo, todo o ônus da derrota será jogado nas costas do presidente do PDT e seu grupo; se vencer, o herói da salvação será Flávio Dino, gesto que, fatalmente, será demonstrado pelo próprio Edivaldo Júnior.

E Weverton Rocha, novamente, vai ter que recomeçar o zero…

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Wellington vira fiel da balança na reta final…

Assediado de todas as formas por agentes do prefeito Edivaldo Júnior, deputado do PP, que obteve 103 mil votos no 1º turno deve anunciar seu posicionamento até terça-feira; e a entrada de Flávio Dino na campanha de Holandinha pode precipitar sua tomada de posição

 

Wellington em campanha: carisma e força popular

Wellington em campanha: carisma e força popular

O deputado Wellington do Curso alcançou mais de 103 mil votos no primeiro turno das eleições em São Luís, e por pouco não chegou ao segundo turno.

É, portanto, o fiel da balança na disputa entre o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) e o deputado Eduardo Braide (PMN), independentemente do grau de definição do seu eleitorado.

Sabendo disso, agentes ligados a Edivaldo Júnior têm assediado sistematicamente o deputado do PP; apostam, no mínimo, em sua neutralidade.

Uma declaração de voto de Wellington em Edivaldo seria devastador para  a campanha de Eduardo Braide, mas esbarra em um empecilho histórico: Wellington foi o principal opositor de Holandinha nos últimos dois anos, e se notabilizou como o grande contraponto da propaganda do prefeito, com discursos duros na Assembleia.

Tanto que, por isso, surgiu como adversário potencial do prefeito na campanha.

Sua adesão a Edivaldo agora poderia ser bom para o prefeito, mas não há dúvidas de que desgastaria a imagem do deputado. Por outro lado, uma aliança com o pedetista implicaria espaços de poder para o projeto do próprio Wellington em 2018.

Caso opte pelo apoio a Eduardo Braide, Wellington, da mesma forma, daria uma espécie de contribuição gigantesca à campanha do deputado, sobretudo com aparições e pedidos de voto na propaganda na reta final.

Consolidaria, no mínimo, o apoio dos seus eleitores; aqueles que já estão com Braide, mas são vulneráveis às ações de compra de votos perpetradas por Holandinha.

Ocorre que entre Wellington e Braide ficou a mágoa do embate no primeiro turno.

Nada que seja impossível de ser superado, mas é preciso gestos de ambos o lados para juntar forças contra as duas máquinas agora trabalhando por Edivaldo.

E a entrada do governador Flávio Dino na campanha do prefeito é um ponto a mais a favor de Braide, que poderia se aproveitar do carisma de Wellington.

Uma aliança com o deputado do PMN – que tem em Hilton Gonçalo (PCdoB) seu principal articulador – geraria, logo de cara, a criação da chamada 4ª Via para o projeto de 2018.

Este blog nomina de 4ª Via uma junção de forças que seja independente da trinca tradicional que se desenha para as eleições e governador, com Flávio Dino e a esquerda de um lado; Roberto Rocha e a direita de outro, e o grupo Sarney entre eles.

Como se vê, Wellington do Curso é hoje um dos poucos cuja decisão terá influência direta em 2016 e 2018.

Por isso ele é o fiel da balança neste segundo turno…

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Márcio Jerry admite que vice do PCdoB pode assumir, caso Edivaldo vença…

Em postagem no Twitter, principal auxiliar do governador Flávio Dino defende o comunista Júlio Pinheiro e diz que ele é preparado para comandar a prefeitura no lugar do prefeito pedetista

 

Edivaldo tem como vice o comunista Júlio Pinheiro, que pode assumir dois anos, avalizado por Márcio Jerry

Edivaldo tem como vice o comunista Júlio Pinheiro, que pode assumir dois anos, avalizado por Márcio Jerry

O secretário de Comunicação e Articulação Política do governo Flávio Dino (PCdoB), jornalista Márcio Jerry, jogou no fim de semana mais lenha na fogueira da polêmica criada pela suposta possibilidade de o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – caso vença a eleição em São Luís – vir a renunciar, dois anos depois, para favorecer o vice comunista Júlio Pinheiro.

Sem negar ou afirmar a especulação – que ganhou corpo nos últimos dias – Jerry diz que Júlio Pinheiro está preparado para assumir o posto.

– Se porventura o vice de Edivaldo tivesse que assumir momentaneamente, o cargo seria exercido por um quadro honrado, competente, que é Júlio – disse o principal auxiliar de Flávio Dino.

Ao usar o termo “momentaneamente”, Jerry admite que o vice pode vir a substituir o prefeito. Só não diz se este temporariamente é por um prazo mínimo ou se por dois anos, como tem sido especulado nas redes sociais e em blogs, inclusive neste blog. (Releia aqui)

o comentário de Márcio Jerry no Twitter: lenha na fogueira

o comentário de Márcio Jerry no Twitter: lenha na fogueira

A história que tem sido ventilada há pelo menos duas semanas é a de que Edivaldo será candidato a senador ou a vice-governador na chapa de Flávio Dino, em 2018, abrindo a prefeitura para Júlio Pinheiro.

Ou seja; o eleitor de São Luís elegeria Edivaldo, mas daria dois anos do mandato para um comunista ligado a Márcio Jerry e Flávio Dino.

Ao afirmar que o seu companheiro de partido está pronto para exercer o mandato, Márcio Jerry acaba reforçando esta dúvida sobre Holandinha ficar só dois anos no mandato.

E é o prefeito quem precisa esclarecer esta questão.

Simples assim…