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Em vídeo, Jeisael Marx “homenageia” a São Luís esquecida…

Jornalista fez contraponto aos que se aproveitam das imagens bonitas no aniversário da capital maranhense e mostrou uma cidade abandonada e que precisa ser melhor tratada pelo poder público

 

O jornalista Jeisael Marx – pré-candidato a prefeito de São Luís – decidiu fazer uma homenagem diferente neste aniversário da cidade.

Ele foi no sentido inverso dos que se atualizam de imagens belas da capital maranhense e buscou um outro foco, mostrando as áreas esquecidas e abandonadas pelo poder público;

– Todos vão usar belas imagens de São Luís para homenageá-la. Aposto que ninguém vai usar imagens da ponte na divisa do recanto Verde com a Vila Itamar; ou das ruas da Vila Progresso, a vala da Liberdade, nem da Vila 25 de maio. Mas aqui também é São Luís – disse o jornalista.

A ideia do pré-candidato é chamar a atenção para os problemas escondidos na São Luís das festas.

– A minha lembrança e homenagem é para essa São Luís, que é esquecida até no aniversário da cidade – concluiu…

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30 anos de oposição em São Luís…

Em homenagem ao aniversário da capital maranhense, blog republica série histórica – publicada entre 2014 e 2015 – sobre as gestões municipais desde 1984

 

Castelo, exceção em uma prefeitura sem ações

Os 30 anos de oposição em São Luís…

A oposição maranhense completa em 2014 nada menos que 30 anos de controle da Prefeitura de São Luís. À exceção de um curto período de três anos em que coincidiram os mandatos dos governadores José Reinaldo e Jackson Lago com o do prefeito Tadeu Palácio, todos os eleitos na capital maranhense – de Gardênia Gonçalves a Edivaldo Júnior  – fizeram e fazem oposição ao Governo do Estado, e sobretudo ao grupo Sarney. Continue lendo aqui…

 

Viaduto do café, primeira obra de vulto

30 anos de oposição: só os governadores fizeram…

Nos trinta anos em que a oposição  mantém o controle da Prefeitura de São Luís, apenas os governadores ligados ao chamado grupo Sarney realizaram obras importantes para o desenvolvimento urbano da capital maranhense. Continue lendo aqui…

 

Sarney construiu a barragem e muito mais…

30 anos de oposição: o legado de Sarney e seus prefeitos…

O que existe em termos de estrutura de transportes, malha viária, mobilidade urbana e saneamento em São Luís foi feito pelos governadores aliados do grupo Sarney – ou pelos prefeitos indicados por ele. Em 30 anos de domínio político da capital, a oposição não teve qualquer participação nestas obras – exceção feita a João Castelo (PSDB). Continue lendo aqui…

 

Espigão: uma das marcas de Roseana

30 anos de oposição: a São Luís que Roseana construiu…

Volte ao ano de 1995. De uma janela imaginária, vislumbre a São Luís de então. As únicas obras estruturantes de peso – Avenida Litorânea, Viaduto do Outeiro da Cruz, Avenida dos Holandeses – haviam sido construídas pelos governadores Epitácio Cafeteira e Edison Lobão. A governadora Roseana Sarney assumiu em janeiro daquele ano. E iniciou um trabalho de estruturação incomparável na capital maranhense. Continue lendo aqui…

 

Mobilidade pode ser o legado de Edivaldo

30 anos de oposição: o legado de Edivaldo Júnior…

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) passou dois anos praticamente parado como gestor de São Luís, isso é uma absoluta verdade. Até 2015, não se tinha nada que pudesse ser visto como a marca da gestão Holandinha, o que gerou, inclusive, duras críticas deste blog. Mas não há dúvidas, também, de que o prefeito conseguiu dar uma virada neste ano pré-eleitoral, e tem imposto um novo ritmo em seu mandato. Continue lendo aqui…

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30 anos de oposição em São Luís: o legado de Edivaldo Júnior…

Se, em dois anos, o prefeito não conseguiu fazer uma grande obra em São Luís, ele tem tudo para transformar a modernização do trânsito em sua marca como gestor da capital maranhense

 

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Novo traçado e alargamento das avenidas no Jaracaty acabaram com a cauda nos retornos

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) passou dois anos praticamente parado como gestor de São Luís, isso é uma absoluta verdade.

Até 2015, não se tinha nada que pudesse ser visto como a marca da gestão Holandinha, o que gerou, inclusive, duras críticas deste blog.

Mas não há dúvidas, também, de que o prefeito conseguiu dar uma virada neste ano pré-eleitoral, e tem imposto um novo ritmo em seu mandato.

Novo trânsito

De todas as ações do prefeito, as mudanças que ele vem implantando no trânsito da capital, por intermédio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), têm tudo para se transformar na grande obra de Edivaldo.

Nenhuma intervenção feita no sistema de trânsito da capital nos últimos 15 anos surtiram tantos efeitos positivos quanto às implantadas pelo secretário Canindé Barros em trechos como o Anel Viário do Bacanga; Avenida dos Africanos, no Coroado; avenida Colares Moreira, no Renascença; e a mais recente delas, a correção das idas e vindas no Jaracaty.

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No Bacanga, o trânsito agora é livre para qualquer lado

No Bacanga, a prefeitura conseguiu corrigir um problema que parecia impossível, garantindo fluxo intenso de veículos durante todo o dia. Esta obra já foi, inclusive, elogiada por este blog, ainda em fevereiro, no post “Uma obra tanto da gestão de Holandinha…”

Na avenida dos Africanos e na Colares Moreira, outras intervenções – com a criação de retornos de quadra e fechamento de pequenos retornos no meio-fio – que também garantiram fluxo contínuo, acabando com as gigantescas caldas em horários de pico.

A última dessas intervenções ocorreu no Jaracaty.

A princípio, alguns motoristas criticaram a mudança, por que não haviam entendido o traçado, ainda sem sinalização. Após colocação de placas e pinturas das pistas, tudo ficou mais fácil. (Veja vídeo abaixo)

Há obras respeitáveis de Edivaldo Júnior também na Curva do 90 e na Ponta do Farol, ambas com excelentes resultados. E ainda falta a conclusão das mudanças na Daniel de LaTouche, na altura da Cohama, que podem reforçar a marca do prefeito como o homem dos avanços na mobilidade urbana.

Legado de cada um

Como jornalista, o titular deste blog acompanha as gestões na capital desde 1992 e conhece o legado de cada gestor.

Conceição Andrade, por exemplo, foi a prefeita que implantou o sistema de Transporte Integrado. Jackson Lago era o homem da Educação. Tadeu Palácio (PP) conseguiu boa marca no setor de coleta de lixo,  limpeza urbana e paisagismo; e Castelo deixou como marca a recuperação e construção de algumas das grandes avenidas.

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Edivaldo começa a colher os frutos de suas obras, sobretudo as do trânsito

Edivaldo Júnior ainda não tinha nenhuma marca como gestor, apesar de ter intensificado setores como asfaltamento, limpeza urbana e ações sociais.

Mas é na qualidade do trânsito que ele tem um legado para chamar de seu.

Basta saber como capitalizar esta obra…

Publicado originalmente em 13/08/2015
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30 anos de oposição: a São Luís que Roseana construiu…

Em 30 anos de oposição na capital maranhense, nenhum prefeito fez mais pela cidade que a governadora em seus quatro mandatos. A peemedebista tornou São Luís mais moderna, mais bonita e melhor, mesmo com a oposição ferrenha dos que comandam a prefeitura

 

Praça dos pescadores, cartão postal da capital maranhense

Praça dos pescadores, cartão postal da capital maranhense

Volte ao ano de 1995.

De uma janela imaginária, vislumbre a São Luís de então.

As únicas obras estruturantes de peso – Avenida Litorânea, Viaduto do Outeiro da Cruz, Avenida dos Holandeses – haviam sido construídas pelos governadores Epitácio Cafeteira e Edison Lobão.

A governadora Roseana Sarney assumiu em janeiro daquele ano. E iniciou um trabalho de estruturação incomparável na capital maranhense.

Em seu primeiro mandato, que durou entre 1995 e1998, ela iniciou a urbanização da Lagoa da Jansén – hoje um cartão postal de São Luís – duplicou a entrada da cidade até a Estiva e recuperou todo o Centro Histórico.

Espigão da Ponta D'Areia; mais um cartão postal de Roseana

Espigão da Ponta D’Areia; mais um cartão postal de Roseana

Reeleita em 1998, Roseana concluiu a Lagoa da Jansén, construiu as avenidas Ferreira Gular e Luis Eduardo Magalhães, recuperou a avenida Guajajaras e iniciou a duplicação da Estrada do Aracagy.

Além disso, fez os viadutos do Calhau, da Cohama, da Cohab e iniciou as obras do viaduto da Ivar Saldanha. Construiu a estrada da Maioba e duplicou a estrada de Ribamar até o Maiobão.

Roseana deixou o governo em 2002.

Desde então, nada mais foi feito para dar condições estruturantes a São Luís. Nem pelos governos José Reinaldo (PSB) e Jackson Lago (PDT), muito menos pelos prefeitos Tadeu Palácio (PP), João Castelo (PSDB) e Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

Outro aspecto da Lagoa da Jansén: primeiro cartão postal de Roseana

Outro aspecto da Lagoa da Jansén: primeiro cartão postal de Roseana

Roseana voltou ao governo em 2009.

De lá para cá, construiu o Espigão Costeiro da Ponta D’Areia – que deve se transformar em mais um cartão postal de São Luís – revitalizou a avenida Litorânea e iniciou a Via Expressa e a Avenida do Quarto Centenário, que devem ser entregues até o final do ano.

São 12 anos de mandato, intercalados por um hiato de sete anos.

Mas foram suficientes para Roseana dotar São Luís de uma infraestrutura ignorada em 30 anos de gestões oposicionistas na capital.

É Roseana Sarney, portanto, a melhor prefeita que São Luís teve desde Haroldo Tavares.

E não há como contestar…

Publicado originalmente em 08/09/2014
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30 anos de oposição em São Luís; só o governadores fizeram…

Avenida Litorânea: marco do governo Lobão

Avenida Litorânea: marco do governo Lobão

Nos trinta anos em que a oposição  mantém o controle da Prefeitura de São Luís, apenas os governadores ligados ao chamado grupo Sarney realizaram obras importantes para o desenvolvimento urbano da capital maranhense.

Quando iniciou o primeiro mandato oposicionista em São Luís, em 1985, a prefeita Gardênia Gonçalves (PDS) tinha como governador Epitácio Cafeteira (1986/1990). Cafeteria construiu o Viaduto do Outeiro da Cruz, duplicou a avenida dos Africanos e a avenida dos Holandeses, recuperou todo o Centro Histórico e fez o Aterro do Bacanga.

Em 1989, assumiu em São Luís o pedetista Jackson Lago. E nada de obra.

Em 1990, o sarneysista João Alberto assumiu por nove meses o governo: recuperou os canais da Macaúba, do Retiro Natal e da Raimundo Corrêa. E fortaleceu a segurança pública na capital, com a valorização da polícias e ações contra a crescente indústria de invasões.

Jackson Lago ficou no mandato até 1992, quando conseguiu eleger Conceição Andrade (PSB).

E ambos viram o governador Edison Lobão (1990/1994) construir a Avenida Litorânea, duplicar as Avenidas Carlos Cunha e dos Holandeses, prolongando até o Araçagy.

Lagoada Jansén, um dos muitos cartões-postais construídos por Roseana

Lagoada Jansén, um dos muitos cartões-postais construídos por Roseana

Roseana Sarney assumiu o governo em 1995 e ficou até abril de 2002. Em seu mandato, ela conviveu com os prefeitos Conceição, Jackson e parte do mandato de Tadeu Palácio (PDT e PP).

Não há na história maranhense um período de tantas construções em São Luís como no período roseanista.

Ela construiu os viadutos do Calhau, da Cohama, da Cohab e parte do Alcione Nazaré. Transformou a Lagoa da Jansén em cartão postal, investiu no Centro histórico, fez a avenida Ferreira Gullar, a Luis Eduardo Magalhães e a Estrada da Maioba. Também modernizou a Litorânea, duplicou a Estrada do Araçagy e  o trecho da BR-135 da Guajajara até o Estreito dos Mosquitos. Além disso, urbanizou vários bairros, com a construção das praças de Esportes e Lazer chamadas “Vivas”.

A partir de 2002 assumiu José Reinaldo Tavares (primeiro no PFL; depois no PSB).

No início, Tavares apenas concluiu obras deixadas por Roseana. Mas a partir de 2004, passou a usar o mesmo discurso oposicionista, trocando a realização de obras pelos ataques ao grupo Sarney. Seu modelo foi seguido por Jackson Lago, a partir de 2007, mesmo quando se tinha a oportunidade de ter prefeito e governador trabalhando juntos.

Viaduto construído por Cafeteira; obra cujos efeitos positivos duram até hoje

Viaduto construído por Cafeteira; obra cujos efeitos positivos duram até hoje

São Luís só voltou a ser canteiro de obras novamente a partir de 2009, quando Roseana voltou ao poder.

Neste mandato, que termina este ano, Roseana constrói na capital a avenida do Quarto Centenário e a Via Expressa, que vão desafogar o trânsito no sentido Centro/Bairro.  Também construiu o Espigão da Ponta D’Areia, que acabou com a ameaça das marés na orla marítima e está em fase de urbanização.

No novo mandato, Roseana conviveu com João Castelo, que construiu as avenidas já citadas em posts anteriores e recuperou outras.

Depois, veio Edivaldo Júnior (PTC), que ainda não mostrou seu elenco de obras para além das operações tapa-buracos.

E assim se passaram 30 anos, período em que a oposição controla a Prefeitura de São Luís…

Publicado originalmente em 10/02/2014
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30 anos de oposição em São Luís: o legado de Sarney e seus prefeitos…

barragem do Bacanga, construída por Sarney: São Luís saindo da era rural

barragem do Bacanga, construída por Sarney: São Luís saindo da era rural

O que existe em termos de estrutura de transportes, malha viária, mobilidade urbana e saneamento em São Luís foi feito pelos governadores aliados do grupo Sarney – ou pelos prefeitos indicados por ele.

Em 30 anos de domínio político da capital, a oposição não teve qualquer participação nestas obras – exceção feita a João Castelo (PSDB), como já dito.

O governador José Sarney lançou as bases da modernização de São Luís, pós-vitorinismo, com a realização de um plantel de obras estruturantes que tirou a capital da era rural em que vivia.

Sarney construiu as barragens do Bacanga e do Batatã, a avenida Kennedy, a Ponte do São Francisco – maior do Nordeste, à época – a ponte e a avenida do Ipase, os conjuntos Cohab, Maranhão Novo e Ipase; o Parque do Bom Menino e a estrada para Ribamar até a Aurora, entre outras obras estruturantes.

Haroldo Tavares: para muitos, o melhor prefeito que São Luís já teve

Haroldo Tavares: para muitos, o melhor prefeito que São Luís já teve

Na época, os prefeitos eram indicados pelos governadores.

Aliados de Sarney, os prefeitos Vicente Fialho, Haroldo Tavares e Mauro Fecury deram continuidade à modernização da capital.

Secretário de Obras do próprio Sarney, Tavares é considerado até hoje o melhor prefeito que a Capital já teve – o que mais captou o espírito de Sarney e projetou uma São Luís para o futuro, com abertura de grandes avenidas e corredores para ônibus.

Fialho ampliou o urbanismo e o saneamento, criando novos bairros, e Mauro Fecury organizou o sistema de transporte.

Mas aí veio as eleições diretas e, impulsionada por um tolo sentimento de rebeldia manipulado pelo blábláblá oposicionista, São Luís passou a ter prefeitos de oposição.

E pararia no tempo se dependesse deles.

De Gardênia Gonçalves a Edivaldo Júnior (PTC), o blábláblá anti-Sarney teve mais importância que o preparo do gestor.

E deu no que deu.

Nenhum deles – Gardênia, Jackson Lago (PDT), Conceição Andrade (PSB), Tadeu Palácio (PP) e Holandinha – conseguiu até hoje qualquer  projeto que preparasse São Luís para o futuro.

Exceção, repita-se, de Castelo, que teve obras importantes no aspecto estrutural.

Parada no tempo do discurso oposicionista, São Luís só continuou o seu caminho de modernização com os governadores, todos alinhados ao próprio Sarney:  João Castelo (então no PDS), Epitácio Cafeteira (PMDB), João Alberto (então no PFL), Edison Lobão (PFL) e Roseana Sarney (PFL/PMDB).

Mas esta é uma outra história dos 30 anos de oposição em São Luís…

Publicado originalmente em 07/02/2014
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Os 30 anos de oposição em São Luís..

O blog inicia hoje uma série para analisar as três décadas de domínio da oposição na Prefeitura da capital maranhense. Com base em fatos que se podem comprovar a olhos vistos e dados históricos, o blog vai abordar desde os resultados práticos deste domínio, passando pela “obra” de cada um dos oito prefeitos, e discutir como seria São Luís sem o que foi realizado pelos governadores. Abaixo, o primeiro da série de três posts

 

Grandes obras, como a Via Expressa, são todas feitas pelos governadores

Grandes obras, como a Via Expressa, são todas feitas pelos governadores

A oposição maranhense completa neste 2014 nada menos que 30 anos de controle da Prefeitura de São Luís.

À exceção de um curto período de três anos em que coincidiram os mandatos dos governadores José Reinaldo (PSB) e Jackson Lago (PDT) com o do prefeito Tadeu Palácio (ex-PDT, hoje no PP), todos os eleitos na capital maranhense – de Gardênia Gonçalves (antigo PDS) a Edivaldo Júnior (PTC) – fizeram e fazem oposição ao Governo do Estado, e sobretudo ao grupo Sarney.

Mas o resultado prático deste controle oposicionista é quase nulo, em termos de obras estruturantes.

Nenhum dos oito prefeitos fez qualquer obra que pudesse ser considerada como importante para o desenvolvimento futuro da cidade. Nem Jackson Lago, que passou três vezes pela prefeitura.

Tudo o que São Luís tem em obras de mobilidade urbana, melhoramento de trânsito, abertura de avenidas, construção de hospitais e saneamento básico foi feito pelos prefeitos anteriores a estes oposicionistas – aliados exatamente a Sarney – ou pelos governadores José Sarney, João Castelo, Epitácio Cafeteira, Edison Lobão, João Alberto de Souza e Roseana Sarney.

Absolutamente tudo mesmo.

O que os prefeitos fizeram nestes 30 anos, mal e porcamente, foi apenas a manutenção  do que já existia ou do que foi feito pelos governos. A inoperância é tamanha que se vê aberrações como as de Holandinha, que distribui farto material publicitário e de comunicação para anunciar operações tapa-buracos.

Apesar do fracasso da mulher, Gardênica, castelo é uma honrosa exceção entre os prefeitos

Apesar do fracasso da mulher, Gardênica, castelo é uma honrosa exceção entre os prefeitos

A honrosa exceção é feita a João Castelo (PSDB), coincidentemente, também um governador realizador.

Ele construiu ou recuperou em quatro anos de mandato, pelo menos quatro importantes avenidas da capital – Santos Dumont, Estrada da Vitória, Mário Andreazza e Santo Antonio do Calhau; também construiu a Avenida Mauro Bezerra e uma outra, que liga, a Santos Dumond à Guajajaras, por dentro do João de Deus.

Além disso, iniciou a recuperação dos canais que cortam São Luís e o prolongamento da avenida Litorânea.

Os demais prefeitos se preocuparam em aperfeiçoar apenas serviços básicos, deixando as grandes e importantes obras apenas para os governadores que eles próprios diziam combater.

Como será mostrado nos próximos posts…

Publicado originalmente em  06/02/2014