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Base aliada unida em torno de Ricardo Murad

Murad tem o consenso na Assembléia Legisaltiva e no governo

O grupo da governadora Roseana Sarney (PMDB) vai apoiar, em peso, a eleição do deputado Ricardo Murad (PMDB) para presidente da Assembléia Legislativa.

De acordo com o futuro chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva (DEM), não há nenhum tipo de problema na base aliada em relação ao apoio a Murad.

Luís Fernando deixou ontem o cargo de prefeito de São José de Ribamar, e deve assumir a Casa Civil na madrugada deste sábado.

Ricardo Murad tem o consenso dos atuais deputados e também dos futuros parlamentares, que assumirão em fevereiro.

Além disso, tem a incubência da relação política com a base aliada na Casa, incubência esta dada pela própria governadora.

A eleição para presidente da Assembléia Legislativa acontece no dia 1º de fevereiro, logo após a posse dos deptuados estaduais.

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A chapa de Ricardo Murad na Assembléia…

Ricardo Murad já discute formação de chapa

Faltando ainda 45 dias para a eleição da Assembléia Legislativa, os partidos e parlamentares já se movimentam para formar a chapa em torno do provável candidato a  presidente, Ricardo Murad (PMDB).

O grupo de Murad deve permanecer com a maior parte das nove vagas. E é justamente por estas vagas que se desenha uma disputa interna.

O Partido Verde, por exemplo, já fechou questão em torno da 1ª Secretaria.

São candidatos à vaga os deputados Carlos Filho, que teria o apoio de Hemetério Weba e Victor Mendes, e Rigo Teles, com apoio de Edilázio Júnior.

O DEM se movimenta pela primeira vice-presidência. O nome mais cotado é o do deputado César Pires. Mas há movimentação de outros partidos da base aliada pelo posto.

O grupo de Ricardo Murad Ficaria ainda com mais uma vice-presidência e duas secretarias, totalizando seis cargos na Mesa Diretora.

À oposição, poderiam estar disponibilziados três cargos – duas vice-presidências e uma secretaria.

O PDT fechou questão em indicar um nome. Graça Paz é o mais cotado, já que Camilo Figueiredo e Carlinhos Amorim não deverão se viabilizar. O primeiro por já estar na atual Mesa; o segundo por não ter penetração partidária suficiente.

As duas outras vagas da oposição seriam distribuídas entre o PSB e o PCdoB. Entre os nomes cotados, o de Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e o de Cleide Coutinho (PSB).

A montagem das vagas será decidida nás próximas semanas. Além dos cargos na Mesa, os partidos têm interesse também nas comissões técnicas da Casa.

Todos os postos entrarão na discussão…

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Roseana mantém 21% de deputados e ex-deputados no secretariado

Max foi um dos primeiros confirmados

Nada menos que três deputados estaduais – Roberto Costa (PMDB), Max Barros (DEM) e Victor Mendes (PV) – comporão o secretariado da governadora Roseana Sarney (PMDB) a partir do dia 1º de janeiro. Além deles, o deputado federal Pedro Fernandes (PTB), também estará no governo.

Somando-se ao grupo com mandato os que perderam ou não disputaram a eleição de outubro – caso dos estaduais Jura Filho (PMDB), Chico Gomes (DEM) e Joaquim Haickel (PMDB) – a cota de políticos no governo é de cerca de 21%.

O número de abertura de vagas na Assembléia surpreendeu, mas reforça a tese de que o governo será eminentemente técnico – são 79% de secretários com este perfil prioritário.

Costa decidiu, só hoje, voltar ao governo

A chamada de deputados estaduais abre três vagas na Assembléia. Assumirão em fevereiro os suplentes Carlos Alberto Milhomem (DEM), Magno Bacelar (PV) e Fábio Braga (PMDB).

A presença de Pedro Fernandes no governo garantirá vaga na Câmara aos suplentes Davi Alves Silva (PR). Chiquinho Escórcio (PMDB) já havia garantido vaga no lugar de Pedro Novais (PMDB), futuro ministro do Turismo.

A política, portanto, mantém seu espaço no governo, sem comprometer o perfil técnico desejado pela governadora…

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Manoel Ribeiro na expectativa…

Manoel Ribeiro está na espreita...

O deputado Manoel Ribeiro (PTB) se movimenta.

Ele tem procurado conversar com parlamentares eleitos e reeleitos sobre a possibilidade de formar um grupo para discutir a presidência da Assembléia Legislativa, em fevereiro.

Ricardo Murad (PMDB) é o nome mais forte para assumir o comando da Casa. Tem praticamente o consenso dos colegas, mas Ribeiro acha que ainda pode debater o assunto.

E busca apoio, inclusive, do presidente do Congresso, José Sarney (PMDB).

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Assembléia vai criar a Polícia Legislativa…

Na imagem (Nestor Bezerra), Ricardo fala a jornalsitas sobre projetos para o Maranhão

O deputado Ricardo Murad (PMDB) anunciou hoje que uma de suas primeiras medidas, caso seja confirmado presidente da Assembléia Legislativa, a partir de fevereiro, será criar a Polícia Legislativa.

Trata-se de uma espécie de polícia específica, com atribuições nos âmbitos do prédio da Assembléia, nos moldes do que já existe no Congresso Nacional e em várias assembléias pelo país.

Atualmente, a  segurança da Assembléia maranhense é feita por homens da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, auxiliados por empresas do setor. A criação da polícia legislativa liberará quase uma companhia de militares para o serviço fim da PM,. que é o de segurança da população.

Além da Polícia Legislativa, Ricardo Murad pretende realizar concurso público para todos os setores da Assembléia. “Isso já nos primeiros três meses de adminaitração”, afirmou ele.

O deputado recebeu a imprensa política, hoje, para almoço em um restaurante de São Luís. Em clima de descontração, Murad falou dos projetos para a AL, relação com o governo e com a sociedade em geral.

A reunião teve a presença também de vários parlamentares…

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Ricaardo Murad, o aglutinador…

Murad tem sonseguido algutinar oposição e governo na AL

O deputado estadual Ricardo Murad (PMDB) é hoje uma das principais referências políticas do grupo Sarney no Maranhão.

Neste contexto, é ele o aglutinador da classe política.

A governadora Roseana Sarney (PMDB) montou um núcleo de referência para o comando do estado nos próximos quatro anos – com forte apelo técnico, embora com nuances políticas fundamentais.

Caberá a Ricardo Murad o comando da Assembléia Legislativa. E é nesta condição que ele aglutina toda a classe política em torno de si.

Confiável e cumpridor de acordos, tem até da oposição as garantias de apoio para o papel que exercerá a partir de fevereiro – provavelmnte por quatro anos.

Na hitória recente da Assembléia Legislativa, nenhum dos presidentes conseguiu uma reunião tão grande de apoio e confiança quanto Ricardo Murad demonstra neste período.

Manoel Ribeiro (PTB) passou dez anos à frente da Casa, é verdade, mas sempre enfrentou forte oposição nas disputas; Carlos Alberto Milhomem (DEM) chegou ao comando por consenso, em 2003, mas só depois de uma tensa batalha de bastidores que durou quatro meses.

Até mesmo João Evangelista (PSDB) ícone da nova Assembléia, enfrentou resistências ao seu nome – tanto em 2005, quando teve que aceitar uma mudança casuística da data do pleito, quanto em 2007, numa tensa negociação com a oposição.

O atual presidente, Marcelo Tavares (PSB), chegou ao poder por consenso, mas teve que brigar antes pela indicação com o ex-líder do governo, Edivaldo Holanda (PTC) – e só se viabilizou na undécima hora.

Com Ricardo Murad acontece o contrário. Deputados governistas e oposicionistas vêem nele o único capaz de conduzir a Casa neste momento.

E é nele que depositam suas esperanças políticas…

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Graça Paz e o sonho de ver o país livre do tráfico…

Graça Paz lamenta a força do tráfico no país

A deputada Graça Paz (PDT) revelou hoje na tribuna o sonho de ver o estado brasileiro poder de assumir o controle do patrimônio dos barões do tráfico no Brasil, afim de revertê-los em favor da população..

Lembrando a ação policial no Rio de Janeiro, a parlamentar frisou que muitos destes traficantes possuem patrimônio em nome de laranjas e familiares e que, infelizmente, continuam com eles por que o estado não tem acesso.

Após a sessão, a deputada defendeu a edição de uma lei, na Câmara Federal, garantindo aos governos que possam confiscar os bens de traficantes, familiares e até de advogados do tráfico, a fim de garantir o aniquilamento de suas ações.

– Todo esse patrimônio que a gente sabe que são deles, que estão em nomes de laranjas, principalmente em nome de suas esposas foi conquistado à custa de muitos sofrimentos das famílias brasileiras e podem ser revestidos em favor da própria população – destacou a parlamentar.

Ela frisou ainda que esta situação não é exclusiva do Rio de Janeiro, mas de todo país, inclusive no Maranhão, onde o tráfico mantém estruturas.

Graça Paz lamentou as notícias de que alguns policiais que participaram da operação nas favelas cariocas teriam recebido propina de traficantes para facilitar a fuga. Mas ela vê esperança de recuperação também neste aspecto.

– Com os bens confiscados dos bandidos o estado pode investir na própria polícia, melhorando o salário desses policiais, equipando as secretarias de segurança pública, para que esses policiais pudessem trabalhar com mais dignidade, pudessem trabalhar com salários melhores, para não serem de repente conquistados por esses traficantes – desabafou.

A parlamentar reconheceu ver isso como um sonho, um desejo, mas disse que, sonhado junto, com todos, todo sonho acaba se tornando realidade.

– Todos nós sabemos que o sonho sonhado por uma pessoa só é difícil de ser realizado. Mas o sonho quando se junta, e isso não é pensamento meu, quando é sonhado por muitas pessoas termina se tornando realidade – frisou a deputada.

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Eleição na Assembléia: Ricardo Murad é consenso entre deputados

Murad deve comandar a Assembléia

Nenhum outro nome encontra tanta ressonância para comandar a Assembléia Legislativa, a partir de 2011, quanto o do deputado Ricardo Murad (PMDB).

O nome de Murad é aceito inclusive pelos parlamentares que já puseram o nome à disposição dos colegas.

E qual a razão?

Murad é o deputado com maior grau de interlocução com a governadora Roseana Sarney (PMDB) e um dos maiores defensores das prerrogativas dos próprios parlamentares.

Com transito livre no Palácio dos Leões, ele abre portas também para os colegas, o que fortalece a própria Casa.

Se Ricardo Murad quiser, portanto, será ele o presidente da Assembléia Legislativa a partir de fevereiro de 2011…

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O fator Ricardo Murad na Assembléia Legislativa

Ricardo Murad tem poder para decidir pra onde vai

Seis nomes já foram ventilados até agora para a sucessão do presidente Marcelo Tavares (PSB) na Assembléia Legislativa.

Mas o posto só não será do deputado Ricardo Murad (PMDB) se ele não quiser. E se não quiser, certamente terá peso para indicar quem seja.

Murad é o favorito na disputa da Casa, com apoio de praticamente todos os parlamentares – até mesmo os já declarados candidatos declaram votar no deputado peemedebista.

A força de Ricardo Murad se dá pela soma de vários fatores.

Mais votado deputado estadual da última eleição, ele é também o mais articulado aliado da governadora Roseana Sarney (PMDB) e a maior referência entre os parlamentares.

Ricardo Murad está às voltas, agora, com a eleição de Dilma Rousseff (PT) presidente do Brasil. Depois, auxiliará, como aliado de peso, na montagem do novo governo Roseana Sarney.

Só depois, lá para janeiro, o deputado começará a discutir o futuro da Assembléia Legislativa.

Qualquer discussão agora, portanto, é mera perda de tempo…

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Graça Paz vai trabalhar por espaço feminino na Mesa da Assembléia

Graça Paz: mulheres quererm espaço de poder na Assembléia

A deputada Graça Paz (PDT) pretende fortalecer a bancada feminina na Assembléia Legisaltiva. Para ela, é fundamental que as mulheres tenham participação na próxima Mesa Diretora.

– Vou pleitear esta vaga, dentro da proporcionalidade, como indicação da oposição. É fundamental que a Mesa tenha uma represetnante feminina – disse a parlamentar, reeleita no último dia 3 para o quarto mandato consecutivo.

A bancada feminina na Assembléia Legisaltiva será composta em 2011 por sete mulheres.

Além das reeleitas Graça Paz, Cleide Coutinho (PSB), Gardênia Castelo (PSDB) e Eliziane Gama (PPS), chegam também Vianey Bringel (PMDB, Francisca Primo (PT) e Valéria Macedo (PDT).

Graça Paz pretende pleitear vaga na Mesa tanto como representante feminina quanto por ser membro da oposição.

– É preciso manter o respeito à proporcionalidade, assim como garantir a presença de uma mulher na direção da Casa – pregou.

Na última eleição da Mesa Diretora, a deputada Cleide Coutinho (PSB) chegou a ser apontada como segunda-secretária, mas teve que se submeter a uma disputa, no dia da eleição, com o petista Valdinar Barros (PT), que tinmha o apoio da máquina governamental.

Para a bancada feminina, o gesto de Barros foi uma deselegância.

Graça Paz pretende evitar que isso ocorra novamente propondo a garantia de uma vaga antes mesmo de qualuer discussão.