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Melhore o serviço, taxista; só isso resolve…

Categoria insiste em criar problemas para a população e a ameaçar membros do Uber, mas esquece que, para recuperar o mercado, precisa ter duas coisas fundamentais: preço baixo e qualidade no atendimento

 

Taxistas na cabeceira da ponte: ação que só afasta mais a população (imagens: Flora Dolores/O EstadoMaranhão)

Os motoristas de taxi de São Luís voltaram a criar transtornos nesta segunda-feira, 21, em protesto contra a implantação do aplicativo de transportes Uber em São Luís.

E mais uma vez erraram na dose.

Não é pela força, com a habitual violência, com ameaças ao Uber ou com transtornos à população que os taxistas recuperarão o mercado de transportes na capital maranhense.

Para reconquistar o passageiro, motoristas de taxi precisam ter preço baixo e qualidade no atendimento, coisas que a maioria não conseguiu implantar, mesmo após o advento do Uber.

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Geralmente com pouca formação cultural, grosseiros e mal educados, os taxistas de São Luís sempre se deram ao luxo de cobrar quanto quisessem por uma corrida; e até a escolher que trajeto fazer para levar o passageiro.

O Uber mudou esta lógica, com garantia de segurança, atendimento de qualidade e, sobretudo, preço baixo, às vezes até 1/3 do que cobram taxistas.

E não adianta os donos de taxi gritar, espernear, agredir e ameaçar sem mudar a lógica de seu atendimento.

Mesmo diante de tudo isso, o passageiro ainda continua preferindo o Uber.

É simples assim…

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Em respeito a Edivaldo Júnior…

Mesmo crítico duro da gestão do prefeito de São Luís este blog não pode deixar de reconhecer as dificuldades climáticas como obstáculos às ações nos bairros da capital maranhense

 

EM AÇÃO
Edivaldo, apesar das dificuldades, se esforça para cumprir cronograma de obras

É fato que este blog faz críticas duras à gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) desde o seu primeiro mandato; e sempre críticas pertinentes.

Mas este blog não pode deixar de reconhecer que Edivaldo enfrenta dificuldades gigantescas neste início de segundo mandato, dificuldades estas que fogem de qualquer controle pessoal.

As chuvas intensas que caem na capital são fatores que precisam ser considerados em relação às obras de infraestrutura urbana e em outras construções e reformas.

A precipitação pluviométrica medida pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) superou, em 2017, a média dos últimos 30 anos.

MUITA CHUVA
O índice pluviométrico tem sido alto em São Luís; note que janeiro e fevereiro registraram quase o dobro do ano passado

Em alguns meses, o índice de chuva foi quase o dobro, tanto da média histórica quanto em comparação com 2016. (Veja quadro acima)

Apenas nos primeiros três dias de maio já choveu mais de 10% do que é esperado para o mês inteiro.

É praticamente impossível trabalhar em ruas e avenidas nestas condições; serviços de drenagem superficial  profunda ficam inviabilizados, sem falar na recuperação asfáltica, impossível de ser feita.

Não dá para deixar de reconhecer também o esforço do prefeito e de sua equipe para tentar, ao menos manter o padrão de algum serviços.

Edivaldo Júnior ainda precisa melhorar muito, é verdade.

Mas é preciso compreender também as adversidades deste período do ano em São Luís.

Assim se faz a cobrança justa…

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Edivaldo culpa a população pela má drenagem em São Luís…

Prefeito vai às redes sociais para dizer que o volume de lixo encontrado nas galerias é muito alto, o que impede a vazão das águas nas chuvas. Mas cabe à prefeitura, no entanto, a limpeza regular das galerias, a coleta regular do lixo e, sobretudo, a punição a quem descarta lixo de forma errada

 

O print acima é uma espécie de exortação à população.

Nele, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) culpa o cidadão pelas enchentes no período de chuvas. Ele sugere que o volume de lixo nas galerias – e não a falta de drenagem adequada – é o responsável pelas inundações.

O prefeito pode até querer eximir-se das responsabilidades, mas há três ponderações a fazer em relação ao seu apelo:

1 – Se o volume de lixo é tanto, a falha está no serviço de coleta de lixo e de limpeza urbana mantido pela própria prefeitura.

2 – Se o cidadão descarta lixo mesmo tendo a coleta regular em seu bairro, a responsabilidade também é da prefeitura, a quem cabe as campanhas de conscientização e, sobretudo, fiscalização, advertência e sanção a quem comete tais irregularidades.

3 – Se as galerias acumulam tanto lixo – mesmo com a má educação da população – significa que elas passam praticamente o ano inteiro sem limpeza.

E se a prefeitura não cumpre nenhuma dessas obrigações – como não cumpriu em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 – não adianta culpar o cidadão pela própria desgraça.

De uma forma ou de outra, portanto, a prefeitura tem responsabilidade no caos causado pelas chuvas.

Como teve em  2013, 2014, 2015, 2016 e 2017…

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Os mesmos problemas…

Entra ano e sai ano e as mesmas áreas de São Luís são castigadas pelas enchentes causadas pelas chuvas em São Luís; áreas que – entra ano e sai ano – recebem supostos serviços da prefeitura para os mesmos problemas, sem que tome uma ação definitiva

 

Carro boiando em lago no Renascença…

Parecia até remake de cobertura eleitoral.

As emissoras de TV, blogs, rádios e jornais apresentavam, ontem, um lista de áreas de São Luís inundadas pelas chuvas da última quarta-feira, 1º. E são os mesmos onde ocorrem os problemas de sempre a cada período chuvoso.

Renascença II, em frente a um shopping;  Curva do Noventa, à altura de um posto no Cohafuma; Túnel da Cohama, áreas inteiras do Barramar e da Vila Conceição, no Calhau, bairros como Coroado, Coroadinho, Bairro de Fátima, Forquilha, Cohatrac…

Enfim, locais onde situações caóticas se repetem há anos sem que o poder público consiga resolvê-las.

No Renascença, por exemplo, até dezembro de 2016 máquinas faziam uma espécie de dragagem de um canal que corta parte do bairro e que, para os engenheiros da prefeitura, seria a origem dos alagamentos.

As chuvas de quarta mostraram que não é. A menos que o trabalho tenha sido mal executado. (Veja aqui)

No Coroado, entre as gestões do tucano João Castelo e do atual prefeito Edivaldo Júnior (PDT) foram gastos mais de R$ 50 milhões para resolver o problema, mas a origem do problema sequer foi mencionada: uma casa, próxima à avenida dos Africanos, construída em cima do bueiro que deveria escoar a água que desce de todo o bairro. (Saiba mais aqui)

Coroado vive assim a cada inverno, sem que nada seja feito para resolver sua situação

A prefeitura sabe disso, mas se recusa a tomar providência e resolver a vida das mais de 2 mil famílias que ali moram.

Há dois finais de semana, quando as “chuvicas” começavam a dar mostras de que um problema sério estava posto na região da Curva do Noventa, máquinas da prefeitura passaram dias em mexe-mexe no local.

E não resolveram absolutamente nada.

E assim a população de São Luís segue, ano após ano, convivendo diretamente com as mesmas enchentes.

Sempre nos mesmos locais…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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“Falta prefeito e sobram problemas”, dispara Wellington, após alagamento

Funcionário limpam o Curso Wellington após enchente; foi em 2016, mas poderia ter sido em 2017, 2015, 2014, 2013…

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, na manhã desta quinta-feira, para fazer referência aos transtornos em São Luís, após mais um alagamento causado pelas chuvas.

– Estamos alertando para que ações efetivas sejam adotadas. Em São Luís, infelizmente, falta prefeito e sobram problemas. Consequência disso é o povo padecendo. Com o grande volume de chuvas em nossa capital, vários bairros foram alagados, a exemplo de Ilhinha, Coroado, São Francisco dentre outros. Além dos alagamentos, ainda estamos diante de 60 áreas de risco de desabamento em São Luís. Por isso, cobramos aqui que a Prefeitura de São Luís efetive a Política Municipal de Saneamento Básico e, assim, adote providências no combate aos alagamentos e demais transtornos. Para tanto, colocamos a Assembleia Legislativa à disposição para atuar, no que for possível – disse Wellington.

Os alagamentos ocorreram nos mesmos locais de 2016, 2015, 20p14, 2013, 2012, 2011… (Veja o vídeo abaixo, gravado no Renascença)

O próprio Wellington foi obrigado a, literalmente, mergulhar no alagado do Renascença II, para ajudar no resgate de uma caminhonete que boiava em frente ao curso de sua propriedade, totalmente inundado pela falta de drenagem na área.

Além de citar os alagamentos nos bairros da Ilhinha, São Francisco, Coroado dentre outros, o deputado Wellington destacou ainda as 60 áreas de risco de desabamento na capital e cobrou ações efetivas da Prefeitura, antes que seja tarde.

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Curso Wellington alaga pela enésima vez e deputado tenta salvar o que pode…

Parlamentar praticamente mergulhou no oceano que se formou na região do Renascença após as chuvas da noite desta quarta-feira, em mais um alagamento como os de 2016, 2015, 2014, 2013, 2012…

 

A foto mostra o deputado, de calção, quase nadando para chegar ao curso de sua propriedade….

O deputado Carlos Wellington (PP) viveu na noite desta quarta-feira, 1º, horas de agonia em meio a mais um alagamento da área em que funciona uma das unidades do seu curso preparatório, no Renascença.

É a enésima vez que a área alaga, causando prejuízos ao empresário, sem que a Prefeitura de São Luís consiga resolver o problema.

Foi assim nos períodos chuvosos de 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016.

Leia também:

Wellington estima em R$ 300 mil prejuízos com alagamento….

Aliados de Holadninha agora culpam a própria população pelos alagamentos…

Imagem do dia: Três anos seguidos…

 

O deputado tenta movimentar um carro arrastado pela correnteza que já virou crônica no local

No ano passado, durante a campanha, aliados do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) tentaram jogar a responsabilidade pelas enchentes ao próprio Wellington, alegando que ele não pagava o IPTU.

O deputado não só pagou como cobrou a recuperação da área. (Releia aqui)

Que, como se vê, mais uma vez não foi feita…

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Médico filma o caos no Socorrão II após chuvas…

O vídeo acima foi gravado por um médico do Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, após as chuvas desta segunda-feira, 9. Sem nenhuma estrutura garantida pela gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), a unidade de saúde fica completamente vulnerável a qualquer situação. É a triste realidade da reeleição de Holandinha em São Luís

 

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Mais um custo da reeleição de Holandinha: Socorrão II vira piscina após chuvas..

Hospital alagou completamente depois do temporal que caiu na manhã desta segunda-feira. A água invadiu praticamente todos os setores da unidade de Saúde, que demonstra falta de estrutura, mesmo após quatro anos de denúncias contra a gestão do prefeito

 

Na área de estabilização, pacientes e acompanhantes ficaram no meio do alagado

Bastaram as primeiras chuvas desta segunda-feira, 9, para que a população tivesse mais um exemplo do custo que foi para São Luís a reeleição – na marra – do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na região da Maiobinha – alvo de diversas denúncias ao longo dos quatro anos de gestão do prefeito – simplesmente inundou com as chuvas desta manhã.

A estrada entregue por Flávio Dino e Edivaldo, para ajudar na reeleição, não durou um ano

A água alagou todos o setores do hospital, dando provas de que, mesmo diante das denúncias de médicos, pacientes e visitantes, Edivaldo não tomou nenhuma providência para evitar que o período de chuvas viesse prejudicar novamente a unidade de Saúde.

Muitas imagens foram feitas pelos próprios médicos, aterrorizados pela situação.

Junto com a água, cestos de lixo dividem espaço com pacientes

Assim como na Saúde, em vários exemplos mostrados neste blog, São Luís sofre com a reeleição de Holandinha em vários outros setores.

Mas, agora, é ter que esperar mais quatro anos…

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Hospital de São Luís fará simulação de atendimento a múltiplas vítimas…

Treinamento protagonizado pelo São Domingos ocorrerá dia 8, no estacionamento do Shopping da Ilha, e terá a participação do Corpo de Bombeiros, SAMU e Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes

 

Corpo de Bombeiros e vários órgãos também estarão envolvidos no treinamento, que durará o dia todo

O Hospital São Domingos realizará no próximo domingo, 8, a simulação de atendimento a múltiplas vítimas de um acidente fictício que ocorrerá no estacionamento do Shopping da Ilha.

Com apoio de vários órgãos de segurança, que simularão um acidente com dezenas de vítimas, profissionais do hospital atuarão no socorro.

Esta iniciativa visa atender às diretrizes de segurança ao paciente, contidas no Programa de Acreditação Internacional (QMentum) da Canada Accreditation Internacional, renomada acreditadora de qualidade, que atualmente ajuda na implementação de melhorias nos serviços médico-hospitalares do Hospital.

O treinamento servirá para avaliar a capacidade do São Domingos no atendimento a vítimas em série.

Treinamento mobilizará todos os setores do Hospital São Domingos

A ação terá a participação de todos os setores assistenciais do HSD: laboratório, banco de sangue, fisioterapia, psicologia, serviço social, farmácia, bloco cirúrgico, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), clínicas médicas e cirúrgica, serviço de diagnóstico por imagem, hemodinâmica e endoscopia; Além dos serviços de apoio: hotelaria, manutenção, engenharia clínica, nutrição e segurança patrimonial.

Terá, ainda, o suporte da brigada de incêndio do Shopping da Ilha e dos socorristas do Corpo de Bombeiros e do SAMU.

Neste dia, o Hospital funcionará normalmente, sem interrupções ao atendimento prestado aos pacientes. Vale ressaltar que os paciente em atendimento não serão envolvidos na simulação.

Será o primeiro treinamento deste tipo em São Luís…

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Polícia invade garagens para garantir ônibus nas ruas…

Governador Flávio Dino quer forçar as empresas a rodar mesmo sem a garantia de que não haverá problemas com os veículos. Detalhe: outro ônibus foi atacado agora à noite, no Alto do Turu

 

Flávio Dino, com seus agentes de segurança e o prefeito Edivaldo Júnior: pressão nas empresas para garantir ônibus nas ruas

Flávio Dino, com seus agentes de segurança e o prefeito Edivaldo Júnior: pressão nas empresas para garantir ônibus nas ruas

Um oficial da Polícia Militar e um fiscal do Procon-MA foram encaminhados no início da noite destes domingo para as garagens das empresas de ônibus.

O objetivo é garantir que os veículos saiam às ruas, mesmo diante da ameaça de incêndio.

Pelo menos foi isso que ficou decidido em reunião agora à tarde, entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), com a presença também dos comandantes das forças de segurança.

– Para dar segurança e garantir o direito de ir e vir da nossa população, a partir de hoje, cada empresa terá um oficial da PM e um fiscal do Procon dentro do escritório para assegurar que os ônibus não sejam mais retirados antes do horário – anunciou o prefeito, agora há pouco, em seu perfil no Facebook.

ônibus em chamas e policial filmando a cena; o prejuízos é das empresas (imagem ilustrativa)

ônibus em chamas e policial filmando a cena; o prejuízos é das empresas (imagem ilustrativa)

Os empresários temem que seus veículos sejam incendiados por bandidos, diante da incapacidade do governo de impedir os ataques.

Pelo menos 14 ônibus foram queimados desde a última quinta-feira, quando começaram os ataques criminosos.

Até a noite do sábado, 21, ainda houve três tentativas de ataque, mesmo com as afirmações de Flávio Dino de que a cidade está segura.

Em tempo: outro ônibus foi atacado na noite deste domingo, 22, na região do Alto do Turu.

E Dino mantém a exigência às empresas…