Projeto de Pedro Lucas fortalece financiamento para grandes obras estruturantes no país…

Proposta do parlamentar maranhense reduz riscos para operações de crédito pelos fundos de desenvolvimento do Brasil, abrindo oportunidades de investimentos globais no país

 

PEDRO LUCAS TEM MAIS UM PROJETO QUE APROVEITA A DINÂMICA DOS INVESTIMENTOS GLOBAIS em infraestrutura, tecnologia e mineração

O líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas Fernandes, apresentou o Projeto de Lei 2427/2026, que moderniza os mecanismos de garantia para operações de crédito voltadas a projetos estruturantes no país. A proposta autoriza fundos constitucionais de desenvolvimento e o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) a atuarem também como garantidores de financiamentos.

Na prática, o projeto busca ampliar a segurança jurídica e financeira para viabilizar investimentos em áreas estratégicas, como infraestrutura, logística, energia renovável e desenvolvimento regional. A medida pretende reduzir riscos para operações de crédito e facilitar a atração de capital privado para grandes empreendimentos.

  • segundo Pedro Lucas, o Brasil precisa atualizar seus instrumentos de financiamento;
  • há oportunidades ligadas à nova dinâmica global de investimentos e infraestrutura.

“Não dá mais para o Brasil perder investimentos por falta de instrumentos modernos de financiamento. Nossa proposta cria mais segurança para tirar projetos estratégicos do papel, atrair capital, movimentar a economia e gerar empregos onde o desenvolvimento mais precisa chegar”, afirmou o parlamentar.

O texto também destaca o potencial do Nordeste para receber novos investimentos, especialmente em setores ligados à infraestrutura sustentável, transição energética e logística. A expectativa é que a proposta contribua para acelerar obras estruturantes, fortalecer a competitividade regional e impulsionar a geração de empregos.

O PL 2427/2026 será analisado pelas comissões da Câmara dos Deputados.

Brasil de volta ao mundo, Maranhão de volta ao centro

O Porto do Itaqui consolida-se como peça estratégica da nova economia global com a entrada em vigor do Acordo Mercosul- União Europeia em 1º de maio de 2026

 

Por Waldir Maranhão 

Depois de anos de retração diplomática, o Brasil voltou a ocupar as mesas onde se discutem os rumos do mundo. Sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o país deixou a posição de espectador para reassumir o papel de protagonista internacional, com a presidência do BRICS em 2025, a criação da Aliança Global contra a Fome durante o G20 no Rio de Janeiro e a realização da COP30 em Belém, no coração da Amazônia.

A nova política externa brasileira tem uma diretriz clara: o chamado não alinhamento ativo. Não se trata de neutralidade passiva, mas da capacidade de dialogar com Estados Unidos, China, União Europeia e países árabes sem abrir mão dos interesses nacionais, buscando investimentos, tecnologia, comércio e oportunidades capazes de gerar emprego e desenvolvimento dentro do país.

  • no Maranhão, os reflexos dessa retomada já começam a aparecer de forma concreta.
  • o Porto do Itaqui consolida-se como peça estratégica da nova economia global.

Com a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia em 1º de maio de 2026, produtos como a soja de Balsas, o milho do sul do estado e a celulose passam a acessar o mercado europeu com tarifa zero em grande parte das exportações. É o produtor maranhense competindo em igualdade de condições nos mercados internacionais.

  • a Aliança Global contra a Fome também deixa de ser apenas discurso diplomático para se transformar em ação prática.
  • são recursos destinados à agricultura familiar, cozinhas comunitárias, assistência técnica e políticas de segurança alimentar.

“Quem tem fome tem pressa”, afirmou Lula ao lançar a iniciativa. E o Maranhão, marcado historicamente pela luta contra a insegurança alimentar, surge como um dos territórios centrais dessa agenda.

A COP30, realizada em Belém, também reposicionou o debate climático. A floresta deixou de ser vista apenas como problema ambiental e passou a ser reconhecida como ativo estratégico para o desenvolvimento sustentável. Para quebradeiras de coco babaçu, extrativistas do açaí e do bacuri, cooperativas e comunidades tradicionais, isso representa novas oportunidades: pagamento por serviços ambientais, acesso a crédito, fortalecimento da bioeconomia e incentivo à pesquisa nas universidades da região.

A retomada da cooperação Sul-Sul também dialoga diretamente com a identidade maranhense.

Com suas raízes africanas e portuguesas, o Maranhão volta a ocupar posição natural de ponte com países como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau em áreas como saúde, educação, agricultura de baixo carbono e formação técnica, abrindo novos espaços para profissionais, pesquisadores e instituições locais.

  • no Centro de Lançamento de Alcântara, a aproximação do Brasil com Índia, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos amplia as perspectivas de transferência de tecnologia, inovação e geração de empregos qualificados;
  • Alcântara deixa de ser apenas promessa e passa a ocupar posição estratégica em um setor que movimenta conhecimento, desenvolvimento e soberania tecnológica.

“O gigante saiu da arquibancada e voltou ao campo”. E quando o Brasil volta a influenciar as regras do jogo internacional, o Maranhão não fica à margem: entra em campo como protagonista, com porto estratégico, riqueza cultural, potencial econômico e vocação para liderar.

Waldir Maranhão é ex-presidente da Câmara Federal, ex-reitor da Uema e membro da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura

Inteligência Artificial e Trabalho: quem ganha e quem perde com a nova automação?

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante. Ela já está presente em escritórios, escolas, empresas, serviços públicos, plataformas digitais e sistemas de comunicação. Em poucos anos, ferramentas de IA passaram a escrever textos, resumir documentos, produzir imagens, programar códigos, atender clientes e apoiar decisões empresariais.

  • mas, por trás do entusiasmo, existe uma pergunta urgente: quem será beneficiado por essa transformação e quem será deixado para trás?
  • a IA não é apenas uma ferramenta. Durante muito tempo, tratamos a tecnologia como um instrumento criado para auxiliar o trabalho humano.

No caso da Inteligência Artificial, essa visão já não é suficiente.

Os sistemas atuais não são programados passo a passo como os softwares tradicionais. Eles são treinados com enormes quantidades de dados: textos, imagens, sons, códigos, comportamentos e interações humanas. A partir disso, desenvolvem capacidades que nem sempre são totalmente compreendidas por seus próprios criadores. Esse funcionamento transforma a IA em uma espécie de “caixa preta”.

Sabemos o que entra e o que sai, mas nem sempre sabemos exatamente como determinada resposta ou decisão foi produzida.

Quando essa tecnologia é usada em áreas sensíveis, como contratação de trabalhadores, concessão de crédito, vigilância, saúde, educação ou gestão pública, a falta de transparência deixa de ser um problema técnico. Torna-se um problema social e democrático.

A quebra da escada de carreira

Durante décadas, a sociedade sustentou uma promessa: estudar, qualificar-se, entrar no mercado de trabalho por funções iniciais e crescer profissionalmente. Essa era a chamada escada de carreira.

A Inteligência Artificial ameaça justamente os primeiros degraus dessa escada. Atividades antes realizadas por estagiários, assistentes, analistas júnior, redatores, tradutores, revisores, atendentes e programadores iniciantes já podem ser parcialmente automatizadas. Isso significa que muitos jovens podem encontrar menos oportunidades de entrada no mercado.

O risco não está apenas na substituição imediata de empregos. Está também na perda de espaços de aprendizado. Se as tarefas iniciais forem feitas por máquinas, como os novos profissionais ganharão experiência? Como surgirão os futuros especialistas?

A automação pode criar uma geração altamente escolarizada, mas com poucas oportunidades reais de desenvolvimento profissional.

Produtividade sem distribuição

Defensores da IA afirmam que ela aumentará a produtividade. Isso pode ser verdade.

Mas a pergunta social mais importante é outra: quem ficará com os ganhos dessa produtividade? Se uma empresa produz mais com menos trabalhadores, seus lucros podem crescer. Mas isso não significa, automaticamente, melhores salários, redução da jornada ou melhoria da qualidade de vida da população.

  • sem regulação, os ganhos da IA tendem a se concentrar nas grandes empresas que controlam os modelos, os dados e a infraestrutura tecnológica;
  • enquanto isso, trabalhadores podem enfrentar desemprego, rebaixamento salarial, intensificação do trabalho e perda de autonomia.

A história mostra que inovação tecnológica não garante justiça social. A tecnologia pode libertar ou explorar. Pode distribuir riqueza ou concentrá-la. Tudo depende das escolhas políticas feitas pela sociedade.

Os novos impérios digitais

O desenvolvimento da IA exige três elementos fundamentais: dados, poder computacional e capital financeiro. Poucas empresas no mundo possuem esses recursos em grande escala. Isso cria uma concentração de poder preocupante. Grandes corporações passam a controlar não apenas ferramentas tecnológicas, mas também dados, infraestrutura, conhecimento e parte da própria narrativa sobre o futuro. Além disso, muitos sistemas de IA foram treinados com textos, imagens, músicas, códigos, pesquisas e obras culturais produzidas por milhões de pessoas.

Em muitos casos, esse material foi utilizado sem autorização clara, sem remuneração adequada e sem mecanismos transparentes de reparação.

A sociedade produz conhecimento. As empresas capturam esse conhecimento, treinam seus sistemas e vendem soluções altamente lucrativas. Esse modelo precisa ser debatido. O trabalho precisa estar no centro da regulação. A resposta à IA não pode ser apenas individual.

  • não basta dizer que cada trabalhador deve “se adaptar” ou “aprender novas habilidades”.
  • Essa narrativa transfere para o indivíduo uma responsabilidade que é coletiva.

É necessário construir políticas públicas capazes de proteger trabalhadores e distribuir os benefícios da automação. Isso inclui transparência no uso de IA pelas empresas, direito de contestação de decisões automatizadas, proteção contra demissões em massa, requalificação profissional financiada por quem lucra com a automação, tributação dos ganhos extraordinários e fortalecimento da seguridade social. 

Conclusão

A Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta poderosa. Mas, se for deixada apenas sob o comando do mercado, poderá ampliar desigualdades, precarizar profissões e concentrar ainda mais riqueza. O futuro do trabalho não será definido apenas pela capacidade das máquinas. Será definido pelas decisões políticas tomadas agora.

A pergunta central não é se a IA deve existir. A pergunta é: a serviço de quem ela será colocada?

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Waldir Maranhão toma posse na Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura em Brasília

Ex-reitor da Uema, professor vai ocupar a cadeira número 59, que é patroneada pelo professor Cid Veloso; a academia reúne intelectuais de todo o país

 

LIDERANÇA INDÍGENA LUCIENE KUJAESAGE KAYABI cumprimenta o novo confrade da Abrasci, Waldir Maranhão

Em solenidade realizada no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, o professor e ex-reitor Waldir Maranhão tomou posse como membro titular da ABRASCI. Ocupando a cadeira nº 59, patroneada por Cid Veloso, o novo acadêmico recebeu o Colar do Mérito Cultural em reconhecimento à sua trajetória dedicada à educação e à vida pública.

Para Waldir Maranhão, a chegada à Academia representa não apenas uma honraria pessoal, mas a reafirmação de que a ciência e a cultura são os pilares fundamentais para o desenvolvimento de uma nação soberana.

“Assumir a cadeira nº 59 é um reconhecimento que compartilho com o meu Maranhão e que reforça minha trajetória dedicada à educação e à cultura. Agradeço à ABRASCI por esta distinção. Sigo acreditando que o conhecimento é a base para transformarmos o futuro do nosso país. Um dia marcante que renova as minhas energias”, agradeceu Maranhão.

O evento reuniu autoridades, intelectuais e amigos para celebrar um marco que une o saber acadêmico ao compromisso com a história brasileira.

 

Bombeiros de Imperatriz ganharão novo caminhão plataforma da Magirus…

Equipamento produzido na Alemanha – já adquirido pelo Governo do Estado – atuará em toda a região tocantina, em combate a incêndios e salvamentos em grandes alturas

 

BOMBEIROS DE IMPERATRIZ vão ganhar novo equipamento, dotado das mais modernas tecnologias de segurança

O comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão, coronel Célio Roberto Araújo, esteve há duas semanas em Ulm, na Alemanha, para a fase de vistoria e testes do caminhão Auto Plataforma e Salvamento, adquirido pelo governo Carlos Brnadão (PSB) para emprego em Imperatriz e região tocantina.

TECNOLOGIA DE SEGURANÇA. Coronel Célio Roberto inspeciona o novo caminhão do Corpo de Bombeiros
  • o equipamento está sendo produzido pela emrpesa Magirus, a mais antiga na produção de veículos para bombeiros;
  • o novo caminhão reforça a modernização da frota do CBMMA  e novas soluções de segurança e combate a incêndios.

“Com tecnologia de ponta, o veículo permitirá atendimento ainda mais eficiente às ocorrências em edificações de grande altura, ampliando a capacidade de êxito nas missões no plano vertical”, explica o coronel Célio Roberto. 

Célio Roberto viajou À Alemanha acompanhado do coronel Helton, responsável pela vistoria técnica.

A previsão é que o caminhão Auto Plataforma e Salvamento chegue Imperatriz num prazo de quatro meses…

 

Mais uma tolice de redes sociais toma conta da internet no Brasil…

A onda de transformar imagens em desenhos animados – cultura inútil da comunicação pueril surgida a partir da ideia tiktoker – leva até políticos experimentados a cair na esparrela

 

BRAIDE E BRANDÃO EM SUAS VERSÕES ANIMADAS POD IA: deixando-se levar pela onda, ao invés de criar a própria onda

Uma nova dessas modinhas que passaram a tomar conta das redes sociais desde a criação dos canais de vídeos rápidos, como TikTok e Kwai, voltou a dominar o público das redes sociais e dominou até mesmo políticos e líderes sociais; transformar imagens em desenhos animados é a febre dos últimos dias.

  • trata-se de uma cultura inútil, tola e sem objetivo prático algum;
  • uma tolice dessas redes que levaram ao reducionismo da comunicação.

“Estou enojado. Se querem mesmo fazer coisas medonhas, podem ir em frente. Sinto fortemente que isto é um insulto à própria vida”, lamentou o lendário animador japonês Hayao Miyazaki, fundador dos Estúdios Ghibli, usado pela inteligência artificial ChatGPT como base para a transformação das imagens. 

No Maranhão, o governador Carlos Brandão (PSB), o prefeito Eduardo Braide (PSB) e uma infinidade de políticos de todos os cacifes entraram na ondinha ridícula nos últimos dois dias, o que pode, inclusive, gerar uma infinidade de processos por direitos autorais. 

  • as chamadas trends, ferramentas que prometem engajamento em massa, surgiram no Tik Tok e no KWay;
  • hoje, são disponibilizadas também por redes como Instagram e Facebook, na busca de associados. 

À exceção do antigo Twitter, todas as redes sociais focam no público jovem, na cultura rasteira e na desnecessidade intelectual, buscando apenas acesso, cliques, engajamento; por isso é redes como Twitter e Facebook praticamente extinguiram o antigo Feed – ou a linha do tempo – para apostar nos carrosséis chamados Reels.

“Levem os jovens à reflexão. Em vez de reproduzir algo do outro, comece a produzir algo próprio”, ensina o piscólogo Willie David, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ver a meninada despolitizada, desculturizada e desintelectualizada viver esses momentos pueris das redes chega a ser até inocente em determinado momento; mas quando essas tolices atingem o poder e a classe política, é preciso se preocupar com o futuro do país.

A imbecilidade ronda a todo momento…

Maranhão no radar nacional e internacional: o estado rumo à ciência de ponta

Com o primeiro Doutorado em Direito do Maranhão, programa de pós-graduação em Direito da Ufma atinge marcos históricos e põe o estado no centro das discussões jurídicas

 

 

O Maranhão finalmente começa a galgar posições no cenário científico e acadêmico nacional e internacional.

O Programa de Pós-Graduação em Direito e Instituições do Sistema de Justiça da Universidade Federal do Maranhão (PPGDIR) atingiu marcos históricos com a realização de três eventos que colocam o estado no centro das discussões jurídicas: o 1º Doutorado em Direito do Maranhão, o Congresso Nacional de Direito e o Congresso Internacional de Direito Constitucional.

O Congresso Nacional, com o lançamento do 1º Doutorado em Direito do Maranhão, foi um passo vital para colocar o estado na rota das grandes referências educacionais do Brasil. Com muito trabalho dos professores e o apoio da Associação dos Egressos do PPGDIR, o evento reafirma a importância de um Maranhão mais qualificado e com um sistema jurídico mais robusto.

O Congresso Internacional reforçou ainda mais a posição do Maranhão no cenário acadêmico global. O evento contou com a presença de especialistas internacionais, discutindo temas contemporâneos como “Soberania e Internacionalização do Direito”, consolidando a UFMA como um polo de pesquisa e inovação jurídica.

Essas vitórias não foram conquistadas facilmente, mas com o esforço contínuo da universidade, dos professores e da associação de ex-alunos, que têm sido fundamentais na organização e na execução desses marcos. O PPGDIR está se tornando um dos maiores responsáveis pela transformação da educação jurídica no Maranhão e pela modernização das instituições.

A luta foi árdua, mas finalmente, o Maranhão conquistou seu lugar de destaque na ciência nacional e internacional!

As juras do STF são à Constituição do Brasil, não à dos EUA, indica Flávio Dino…

Em solidariedade ao colega de Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes – ameaçado por políticos norte-americanos – ministro maranhense reafirmou que a autodeterminação do povo brasileiro são compromissos indeclináveis

 

ANTIMPERIALISMO. Flávio Dino sai em defesa do colega Alexandre de Moraes, alvo de ataques de políticos americanos

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino postou em suas redes sociais nesta quinta-feira, 27, mensagem de ironia e autoafirmação patriótica em relação à recentes ações de políticos norte-americanos e personagens do governo Donald Trump contra o também ministro Alexandre de Moraes.

Declarando Solidariedade a Moraes, Flávio Dino indicou que o compromisso do ministro deve ser coma Constituição Brasileira, o que é jurado na ascensão ao STF, e não à Carta Americana.

“Os ministros do STF, ao tomarem posse no cargo, juram defender a Constituição brasileira. Nela está escrito: ‘Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: III – autodeterminação dos povos; IV – não-intervenção; V – igualdade entre os Estados’”, afirmou Dino.

  • políticos trumpistas dizem que o ministro brasileiro afrontou a Constituição Americana ao banir perfis de redes sociais no Brasil (?);
  • deputados republicanos aprovaram em uma das Comissões da Câmara Federal dos EUA projeto que pode proibir Moraes de entrar no país;
  • liderados pelo multitriliardário Elon Musk, membros do governo Donald Trump tentam abrir processo contra o ministro Corte americana.

“Tenho certeza de que ele permanecerá proferindo ótimas palestras em todo o território brasileiro, assim como nos países irmãos. E se quiser passar lindas férias, pode ir para Carolina, no Maranhão. Não vai sentir falta de outros lugares com o mesmo nome”, ironizou Dino, certamente referindo-se aos Estados da Carolina do Norte e Carolina do Sul.

Alexandre de Moraes não comentou as ações dos políticos estadunidenses…

Sem filtros éticos, ideológicos e religiosos, China caminha para dominar a humanidade…

Na mesma semana que o mundo viu-se espantado com o fóssil de ogro neandertal chamado Donald Trump, empresa chinesa avançou na Inteligência Artificial, verdadeira ameaça ao futuro do ser humano como ele é conhecido hoje

 

EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE. Há quem tema o controle dos humanos pela inteligência artificial; há quem espere pela fusão entre homens e máquinas

Pensata

Em 2015, no best seller “HomoDeus – uma breve história do amanhã”, o filósofo israelense Iuval Noah Harari alertou a humanidade sobre os riscos de criar super-humanos, seres com força e inteligência geneticamente editadas, capazes de vencer qualquer competição esportiva, qualquer concurso intelectual e qualquer guerra.

  • Harari é considerado um dos maiores filósofos do mundo contemporâneo;
  • além de HomoDeus, escreveu “HomoSapiens – uma breve história da humanidade”.

 “Graças ao big data, à inteligência artificial e ao aprendizado por máquinas, pela primeira vez na história começa a ser possível conhecer uma pessoa melhor do que ela mesma, hackear seres humanos, decidir por eles”, preocupou-se o filósofo, em uma entrevista ao jornal El País, em 2018.

O mundo iniciou 2025 preocupado com um ogro, uma espécie de fóssil ambulante de neandertal Chamado Donald Trump, que, no comando da maior nação do mundo, usa a força no lugar da inteligência numa tentativa desesperada de salvar a própria nação.

Mas a preocupação maior atende pelo nome de DeepSeek.

A Inteligência Artificial é o que de mais avançado em tecnologia surgiu desde o avanço da própria internet; as empresas ainda a manipulam no primeiro dos três estágios imaginados para ela. 

  • a primeira é a IA Estreita, que formula respostas, mas dentro de um nicho próprio, como o sistema GPS, por exemplo;
  • no segundo estágio, chamada IA Generalizada, ela consegue aprender sozinha e dar soluções para situações inesperadas;
  • a terceira fase, da Superinteligência Artificial, é esta agora manipulada por chineses, que consegue pensar por si mesma.

“Já estamos criando, por meio de nossas atividades digitais, registros enormemente ricos de como pensamos e do que sentimos. E, durante esta década, nossas tecnologias para gravar, armazenar e organizar essas informações avançarão rapidamente”, prega o futurólogo Ray Kurzweil, autor de “A era das máquinas espirituais”, de 1999. 

As previsões de Kurzweil em 1999 e a preocupação de Harari em 2015 ganham eco entre os barões da tecnologia – entre eles, veja só!, Elon Musk, da Tesla – que já propõem uma espécie de regulamentação da IA no mundo inteiro.

Mas este filtro não existe na China, preocupada hoje apenas com o conceito “Mais alto, Mais rápido, Mais Forte”.

E só o tempo dirá o que isso representa para o Homo Sapiens.

Que, aliás, já nem existe mais da forma como se conhecia.

Não entendeu? Entenda aqui…