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Craque alemão campeão do mundo ganha prêmio por ajudar crianças maranhenses…

Mesut Özil doou sua premiação para ajudar crianças com lábios leporinos em hospital de Coroatá e foi reconhecido em Berlim com o Laureus de Caridade

 

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Özil durante a premiação: boa ação

O meia alemão Mesut Özil, da seleção alemã tetracampeã do mundo no Brasil, foi reconhecido na última quarta-feira, em Berlim, com o prêmio Laureus de Caridade.

Ele doou toda a sua premiação na Ciopa do Mundo para ajudar crianças com lábios leporinos do Hospitald e Coroatá, no Maranhão, notícia, inclusive, divulgada neste blog após a Copa. (Releia aqui)

As crianças beneficiadas: torcedores alemães

As crianças beneficiadas: torcedores alemães

– Tivemos a ideia de ajudar 23 crianças porque tínhamos 23 jogadores no elenco. E eles foram submetidos a cirurgias, que foram bem sucedidas. Estou muito grato. Os médicos fizeram um grande trabalho e estou feliz porque fez bem às crianças – disse o jogador, no recebimento do prêmio.

Este ano, as cirurgias foram realizadas na Clínica São Daniel, em Coroatá, e foram feitas entre junho e julho, quando Özil estava no Brasil, por ocasião da disputa da Copa, da qual seu time se sagrou campeão incontestável.

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Craque alemão campeão do mundo ajuda hospital no MA…

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Özil, craque também fora do campo

O craque Mesut Özil da seleção alemã tetracampeã do mundo no Brasil, tem um trabalho social no Maranhão desde 2006.

Ele ajuda a curar crianças com lábios leporinos no Hospital de Coroatá, município no interior maranhense.

Por meio da Organização Não-Governamental Big Shoe, Özil custeou cirurgias para, pelo menos 23 crianças. somente este ano.

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Crianças com os médicos alemães em Coroatá

As cirurgias são feitas por médicos alemães, na Clínica São Daniel.

Neste ano, elas ocorreram entre 9 e 16 de junho, período em que Mesut Özil estava concentrado com a seleção alemã, na Bahia.

– Eu sei que o dinheiro é bem gasto – garantiu o jogador, que conheceu o trabalho da clínica por intermédio da freira alemã Verônica Brummbeuer, que organiza a vinda dos médicos a Coroatá.

Com informações do blog bundesliga.com.br

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Vários tons da realidade…

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Fracasso em campo, sucesso fora dele

O governo Dilma, depois de meses de desgaste, procura bater o bumbo com o êxito da Copa fora do campo.

A oposição tucana se esgoela acusando os petistas de tentarem se apropriar porque deu quase tudo certo.

Já o time de Eduardo Campos está blasé e diz que esse embate é um frenesi pueril.

Avalia que o tema não sobrevive e que, quando a eleição entrar no ar, restará uma memória rarefeita.

Da coluna Panorama Político, de O Globo

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A força de um grupo X o talento individual…

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O mundo verá, a partir das 16h de hoje, um espetáculo de disputa entre o talento individual, a capacidade e a genialidade de um jogador contra a força coletiva de um grupo, a organização, planejamento, a tática, o método e a disciplina. A história da humanidade, em todos os seus aspectos, mostra que, em uma ou outra ocasião, o individualismo e a genialidade prevalecem; mas é a força do planejamento e do coletivo que levam à vitória sólida e perene. Por isso é que a Alemanha deve vencer o jogo de hoje contra a Argentina. Pelo bem do futebol. (imagem: espn.uol.com.br)

 

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“Fomos gigantes”, diz Gastão

Do blog de Zeca Soares

O ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira escreveu em rede social que a derrota da Seleção Brasileira em campo, por mais absoluta e absurda não deve afetar nossa capacidade de reconhecer o que o nosso país significa hoje.

“Fomos gigantes na organização, na hospitalidade, na alegria, na segurança, no carinho com os turistas”, disse.

Gastão Vieira acrescentou que o sucesso da Copa não dependia da Seleção Brasileira.

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A pergunta continua: Porquê Neymar saiu do noticiário???

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A taça vai ficar para depois

Existiria um pacto da mídia  nacional para preservar o jogador Neymar Jr. neste momento de vexame do futebol brasileiro?

E se existe, a troco de quê existe?

O fato é que Neymar sumiu do noticiário desde o primeiro tempo do jogo Brasil X Alemanha, quando a seleção canarinho já perdia por 5X0.

Observadores mais atentos da imprensa brasileira perceberam que, desde então,  mais nenhuma notícia foi dada em relação ao craque da seleção.

Será que ele não tem uma opinião a dar ou uma reflexão a fazer sobre o fracasso do time?

Será que nenhuma emissora de TV esteve em seu condomínio de luxo para acompanhá-lo na torcida pela seleção?

Há uma proteção exagerada do jogador neste momento.

Os jornais de todas as emissoras – Rede Globo, Band, Record, Rede TV e as redes por assinatura – passaram o final de semana inteiro acordando e dormindo com Neymar – eram flashs de todos os momentos do seu dia.

Até ontem antes do jogo, seriam “100 mil Neymar” no estádio e “11 Neymar em campo”.

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Os sósias de Neymar também deixaram de interessar à mídia ufanista: preservação de imagem

De repetente, tudo mudou.

A camisa levada por David Luiz para a cerimônia do hino – que antes do jogo era a “camisa de Neymar” – hoje, na matéria do Bom Dia Brasil, era só a “camisa 10 da seleção”.

As máscaras distribuídas nas arquibancadas, filmadas como “sósias do Neymar”, hoje, na mesma matéria, virou apenas “manifestação de confiança do torcedor”.

As emissoras vão ignorar Neymar por que seus milionários contratos de patrocínio impedem relacioná-lo a notícias negativas.

E ainda tem a desculpa da contusão que o deixou afastado dos gramados.

Daqui a uns 15, 20 dias, quando a poeira baixar, as emissoras voltam a mostrar o craque, retomando os treinamentos e a ida no milionário Barcelona.

E assim a vida segue.

Como se nada tivesse acontecido…

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Mas afinal, o que fizeram com Neymar?!?

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Neymar: ele também é parte do fracasso

Até aos 10 minutos do primeiro tempo, quando a Alemanha inaugurou o placar, o jogo da seleção brasileira girava em torno de Neymar.

Eram máscaras de Neymar em profusão, bonés com homenagem a Neymar, camisa de Neymar levada a campo e Galvão Bueno lembrando a todos que ele era um dos destaques do time.

Ai vieram o 2°, o 3º, o 4º, o 5º e Neymar sumiu do noticiário ainda no primeiro tempo.

Nem no intervalo – que, certamente, estava montado para Neymar brilha, caso o jogo estivesse, pelo menos empate – o craque foi lembrado ou citado por comentaristas em nenhuma emissora.

Veio o segundo tempo e mais gol da Alemanha.

E Neymar sumiu de vez.

De lá pra cá, parece que, simplesmente, Neymar deixou de existir.

O craque para quem todos os outros jogadores iriam jogar, o ídolo que tinha sósias no Mineirão inteiro sumiu do noticiário, sobretudo o noticiário da Rede Globo, que montou a frustrada festa em sua homenagem.

Certamente, a imprensa ovacionaria Neymar pela vitória da seleção, mesmo com ele fora de campo.

Poupá-lo agora, diante do fracasso retumbante, é cretinice midiática.

Que só mostra o tamanho do fosso em que está o futebol brasileiro…

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Pacto de mediocridade entre Felipão e imprensa levou o Brasil à derrota na Copa…

Para agradar aos setoristas que ele havia conquistado na fatídica reunião pós-jogo do Chile, técnico da seleção trocou o esquema de três volantes por Bernard – contrariando a lógica – e levando o time a uma humilhação histórica

 

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Toda história se faz nos bastidores.

E quem acompanha os bastidores da Copa do Mundo sabe muito como a Seleção Brasileira caminhou para perder o título, assumindo um pacto de mediocridade com a mídia amestrada pela CBF.

Tudo começou pós-jogo entre Brasil X Chile, quando o time entrou num declínio emocional sem precedentes. Sem entender o que acontecia, o técnico Luiz Felipe Scollari resolveu escolher, a dedo, jornalistas para uma conversa particular.

Surgiu aí o pacto da mediocridade.

A partir de então, até jornalistas renomados pela coerência e isenção críticas – como Paulo Vinícius Coelho, o PVC, da ESPN, e Juca Kfouri, da mesma ESPN e da Folha de S. Paulo,  mudaram o discurso e passaram a defender o time de Felipão.

http://i1.ytimg.com/vi/CVJyQ31OtnI/0.jpgPVC chegou a definir como “de alta qualidade” o futebol apresentado diante da apenas esforçada Colômbia.

Para o jogo com a Alemanha, o Brasil praticamente não treinou – diante da comoção pela perda de Neymar – e a imprensa não cobrou.

Passou sábado, domingo e segunda, e todos apontavam dois esquemas para o jogo diante da Alemanha: um, com Willian fazendo as vezes de Neymar e outro, mais seguro, com três volantes – Luis Gustavo, Paulinho e Fernandinho.

Mas eis que, na noite de segunda-feira, a ESPN, a Jovem PAN e Folha de S. Paulo passaram a defender a presença de Bernard. Justificativa: ele pertence ao Atlético-MG e o jogo seria em Belo Horizonte. (Lembre-se do pacto da mediocridade)

E Felipão se dobra ao pacto e atende à imprensa que ele havia chamado para conversa, mesmo com a história da própria Copa mostrando que todos os times que se fecharam contra a Alemanha deram a elas segurança contra o poderoso time de Joachim Loew .

Foi assim com Gana, Estados Unidos, Argélia e França.

Mas Felipão quis ousar com a “alegria nas pernas” de Bernard, influenciado pelos jornalsitas-amigos.

Resultado: 7 X1 para a Alemanha e a humilhação histórica do Brasil.

E viva o pacto das mediocridade…

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Superação é a única arma do Brasil contra a Alemanha…

http://isape.files.wordpress.com/2014/05/bandeiras-brasil-alemanha.jpg?w=450&h=253No campo de jogo, o Brasil não tem qualquer chance contra a Alemanha, hoje, na semifinal da Copa do Mundo.

Na comparação do conjunto dos dois times, é derrota certa.

Se depender de valores individuais, é sal.

Se esperar por estratégia dos técnicos, perde também.

Para vencer o poderoso esquadrão alemão, a única chance do Brasil é apelar para o emocional, para a superação.

Jogar com o coração.

Leia também

O Brasil já ganhou a Copa; consiga ou não a taça…

E é por isso que a saída de Neymar da Copa pode ter sido um mal que veio para o bem do Brasil.

Sem seu craque, o ultrapassado técnico Felipão pode apelar para sua principal tática: estimular o time a jogar por ele.

E ainda assim, é preciso torcer para que o alemães se influenciem pelo jogo “com sangue no dente” a ser jogado pelo Brasil.

Por que na bola, a seleção não tem chance alguma…