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A farsa do rigor nas blitzen de Flávio Dino…

Batalhão criado para arrancar dinheiro em truculentas e autoritárias ações policiais no trânsito humilha e intimida o cidadão comum, mas protege os apaniguados do governo comunista

 

PROTEÇÃO AOS SEUS. As famigeradas blitzen do BPRv: rigor apenas com o cidadão comum

O governador Flávio Dino (PCdoB) reage às críticas contra o batalhão que ele criou para arrancar, na marra, dinheiro de IPVA do cidadão comum, com o argumento de que “a lei é para todos”.

É mais uma mentira do governo comunista.

O famigerado BPRV – odiado, inclusive, por outros setores da própria Polícia Militar, é autoritária, truculenta  até agressiva com o cidadão comum, mas protege e faz vista grossa aos amigos do Palácio dos Leões.

Blogs mostraram a conivência ilegal do BPRV com figuras importantes do governo Flávio Dino – deputados, secretários e prefeitos ligados ao PCdoB.

O CARRO DO GOVERNADOR. Com multa atrasada, mas rodando normalmente, mesmo sem IPVA 2017 – pelo menos é o que se presume na lei

O carro usado pelo próprio governador – com multas de 2016 e, portanto, sem IPVA de 2017 (pelo menos é o que se presume dentro da lei) – é ignorado pelo batalhão arrecadador de Flávio Dino. (Leia aqui)

Sem falar que deputados já questionam a legalidade das ações da PM no trânsito, sem cobertura legal para isso.

Os rigores das ações contra o cidadão – e os favores dessas ações a apaniguados do PCdoB – mostram a farsa que é mais este embuste de Flávio Dino.

E o cidadão não pode mais pagar a ponta…

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Ações da PM no trânsito estão ilegal, denuncia deputado…

César Pires exibiu documentos oficiais que mostram expiração do contrato entre a polícia e o órgão desde julho de 2017,  para ações no trânsito, o que, na sua avaliação, tornam nulas todas as blitzen e atos no estado

 

César Pires denunciou ilegalidade da PM

O deputado César Pires vai pedir esclarecimentos ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MA), com base na Lei de Acesso à Informação, sobre a vigência do convênio 019/2013, que delegou competência à Polícia Militar do Maranhão para atuar na fiscalização do trânsito em todo o estado.

Segundo o parlamentar, as blitzen e outras ações da PM realizadas a partir de julho de 2017 podem não ter validade, por inexistência da cobertura legal prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

“Os documentos publicados no Diário Oficial mostram que a vigência do convênio firmado entre o Detran e a PM  acabou em julho do ano passado e só em janeiro deste ano foi renovado. No nosso entendimento, essa medida não pode ser retroativa. E se não for, todas as ações da Polícia Militar ocorridas no trânsito do Maranhão nesse período – inclusive as apreensões de veículos – não têm validade e os cidadãos estão sendo lesados”, enfatizou César Pires.

 

O aditivo mostra período sem cobertura

De acordo com o CTB, somente compete às Polícias Militares executar a fiscalização de trânsito quando e conforme convênio firmado, como agente do órgão ou entidade executiva de trânsito, que no caso do Maranhão é o Detran.

Por isso, em 2 de julho de 2013 foi assinado o convênio de operacionalização dos serviços de fiscalização de trânsito (nº 19/2013) em que o Detran/MA delegou competência à PM para “ações de estatísticas de acidentes de trânsito, autuação, fiscalização, aplicação de penalidades administrativas no que permite o recolhimento de veículos e documentos destes, bem como de condutores se a situação recomendar”.

Esse convênio, publicado no Diário Oficial do Estado em 25 de julho de 2013, teve 48 meses de vigência, prazo que se esgotou em julho de 2017. E somente no dia 22 de janeiro deste ano foi publicado um aditivo ao convênio 019/2013, que teria sido assinado pela diretora do Detran, Larissa Abdalla, em 25 de julho de 2017.

Para o deputado, a direção do Detran precisa esclarecer urgentemente essa questão e, se confirmada a falta de base legal para a atuação da Polícia Militar no trânsito, os condutores ou proprietários de veículos penalizados a partir de julho de 2017 deverão ter seus danos reparados pelo Estado.

“Se houve incompetência do gestor público em renovar o convênio em tempo hábil, o cidadão não pode ser penalizado. Dessa forma, fica estabelecida uma fábrica clandestina de dinheiro”, finalizou.

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Ministério Público submetido a Flávio Dino…

Homenagem proposta pelo procurador-geral de Justiça, em pleno ano eleitoral, é uma espécie de salvo-conduto ao comunista, uma renúncia das atribuições da instituição

 

O absurdo da homenagem do PGJ a Dino: salvo-conduto ao governador

O atual procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, pôs o Ministério Público maranhense no fundo do poço.

Ao propor homenagem ao governador Flávio Dino (PCdoB) pelo combate à corrupção, Gonzaga dá ao comunista uma espécie de salvo-conduto para suas ações.

Mas só o que há no governo Flávio Dino é corrupção.

Corrupção na Saúde, na Infra-estrutura, na Comunicação, no próprio gabinete do governador. (Veja aqui e aqui apenas alguns exemplos)

Com sua homenagem, o procurador-geral de Justiça diz a Dino que ele pode continuar fazendo o que quiser, e não será incomodado pelo Ministério Público.

Mas Luiz Gonzaga Coelho deveria era investigar o governo Flávio Dino, não entregar a ele um salvo-conduto.

É o triste fim do Ministério Público no Maranhão…

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A triste sorte de Paço do Lumiar…

Com apenas um ano de mandato, prefeito Domingos Dutra mostra-se apenas mais um a destruir o município, que sofre com maus gestores desde a sua emancipação

 

O casal Dutra: Paço do Lumiar e sua triste sina com gestores ruins

Passados pouco mais de 1 ano da posse do prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), Paço do Lumiar assiste a mais do mesmo em termos de gestão.

Ao lado da mulher, Núbia Dutra, o prefeito demonstra inaptidão para o cargo, sua gestão se envolve em série de denúncias de todos os tipos e a prefeitura vira palco de nepotismo e de interesses da própria Núbia, que deve disputar vaga na Assembleia Legislativa em outubro.

A mais nova ação do Ministério Público contra o casal de Paço do Lumiar se dá exatamente por causa de Núbia.

Ela é acusada de usar pintura em escolas e prédios públicos do município para se promover, usando cores que a identificam.

A ação, por si só, já é danosa para o município, porque, além do dinheiro público ser usado para promoção pessoal de terceiros, ainda terá que ser usado novamente para corrigir o erro.

Paço do Lumiar sofre há mais de 20 anos com maus gestores de todos os tipos.

E parece seguir sua sina; pelo menos até 2020…

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Para Andrea Murad, Rodrigo Lago deveria investigar o próprio Flávio Dino…

Deputada estadual comenta a tentativa do secretário de Transparência de negar fatos envolvendo denúncias de sua pasta contra o conselheiro Edimar Cutrim e relaciona uma série de auxiliares de Dino também, segundo ela, envolvidos em corrupção

 

Andrea Murad cobra de Rodrigo Lago investigação contra quase todo o governo comunista

A deputada estadual e líder da oposição na Assembleia Legislativa, Andrea Murad (PMDB), comentou ontem o episódio envolvendo denúncias do Ministério Público contra o ex-presidente do TCE-MA, conselheiro Edimar Cutrim, com base em denúncias oriundas da Secretaria de Transparência.

Em reportagem da subeditora de Política Carla Lima, o jornal O EstadoMaranhão trouxe ontem a revelação de que partiram da Secretaria de Transparência dados que serviram de base para denúncia da promotora Sidneya Nazareth Liberato.

Ocorre que, aparentemente pressionado pelas instâncias superiores do governo Flávio Dino (PCdoB), o titular da Transparência, Rodrigo Lago, tentou negar envolvimento da pasta; e atacou o jornal.

– O jornal apenas retratou o que consta na peça acusatória da Promotora Sidneya Nazareth Liberato. Caso [Rodrigo Lago] realmente tivesse a intenção de esclarecer os fatos de que a denúncia não fora fruto de sua secretaria, deveria, mas não tem coragem pra isso, utilizar da mesma virulência acusando o MP de agir com má-fé – comentou Andrea.

Na mesma mesa sentam Flávio Dino, Edimar Cutrim, Gil Cutrim e Rodrigo Lago, envolvidos e episódio constrangedor

Para a deputada, Rodrigo Lago – filho do notório Aderson Lago – deveria seguir em frente nas apurações, como as que resultaram na denúncia contra Edimar Cutrim – e revelar “corrupção que pipoca” todos os dias no governo Flávio Dino.

– Rodrigo Lago devia apurar as denúncias de corrupção que pipocam todos os dias no governo que envolvem seus principais dirigentes, a começar pelo próprio governador Flávio Dino e seu mais íntimo secretário, o senhor Márcio Jerry, alcançando secretários como Marcos Pacheco, Murilo Andrade de Oliveira, Noleto, Portela, também os dirigentes de vários órgãos do Estado como o DETRAN e Caema, ao invés de sair atacando o Jornal O Estado do Maranhão para defender o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, senhor Edmar Cutrim, investigado pelo MP – finalizou a parlamentar.

O Inquérito contra o conselheiro do TCE tramita no Ministério Público desde 2016…

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Investigado por fraude indígena ataca blog e acusa “deputado federal”…

Diretor do DSEI-MA, Alexandre Cantuária ofende editor, diz que denúncias contra ele tem a ver com “ONG fantasma” e “deputado federal”, mas não cita nomes

 

Cantuária, sempre posando com índios: impropérios, agressões, mas nada de explicações

Descontrolado com as informações sobre suspeitas em suas operações no Distrito Sanitário Especial Indígena no Maranhão (DISEI-MA), o diretor do órgão, Alexandre Oliveira Cantuária, atacou o titular deste blog na manhã desta quinta-feira, 18.

Com insultos pessoais, expressões chulas e verborragia preconceituosa e homofóbica – que não condizem com a postura de alguém ligado à causa indígena – ele ameaçou usar “poder da política” para enquadrar o blog.

E revelou algo novo na questão envolvendo a causa indígena.

– Essa série de denúncias começou depois que ONG fantasma venceu chamamento no Amapá. O dono da ONG fantasma é político e está junto com deputado federal – afirmou o militante indígena.

O titular do blog cobrou os nomes, mas ele se recusou, sendo ainda mais agressivo:

– Pega cada prova sua e enfia…o bom disso tudo é isso, mandar vocês ir (sic). Ainda bem que posso – afirmou, mostrando desprezo pelas investigações e confiando no apadrinhamento político. (Saiba mais aqui, aqui e aqui)

Mesmo pedindo Direito de Resposta, Alexandre Cantuária disse que não queria falar ao blog. E mostrou pouca preocupação com as denúncias.

– No blog não. Porque não gosto de exposição – afirmou.

O resto da conversa foi recheada de impropérios, agressões e sinais de desprezo, inclusive pela causa indígena.

Mas nenhuma explicação para as acusações que lhe pesam…

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Investigado por corrupção no Amazonas comanda órgão indígena no Maranhão…

Alexandre Oliveira Cantuária foi diretor do Distrito Sanitário Indígena do Alto Rio Negro Turi quando a unidade passou a ser alvo de investigações; hoje, ele comanda o DSEI-MA, também alvo de investigações por suspeita de corrupção

 

Cantuária entre índios que ele diz cuidar

Uma estranha coincidência marca a passagem de Alexandre Oliveira Cantuária pelos Distritos Sanitários Indígenas, os DSEI, órgãos vinculados ao Ministério da Saúde.

Nomeado em 2013 pelo então ministro da Saúde Alexandre Padilha para comandar o DSEI do Alto Rio Negro Turi, no noroeste do Amazonas, Cantuária passou a ser alvo de investigações do Tribunal de Contas da União a partir de 2014.

No mesmo ano, ele foi nomeado para o Distrito Indígena do Maranhão.

A partir de então, novas suspeitas passaram a ser investigadas pelo TCU e pela Controladoria-Geral da União, como já mostrou este blog. (Releia aqui e aqui)

Embora se saiba que as indicações para órgãos ministeriais sejam políticas, não há registros do padrinho de Alexandre Cantuária.

Ele tem, porém, pelo menos uma ligação no Maranhão, o vereador de Grajaú Arão Marizê Lopes (PMN), também já acusado de se beneficiar de diárias no órgão indígena.

Mas esta é uma outra história…

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Rombo em órgão indígena pode chegar a R$ 4 milhões no Maranhão…

Distrito Sanitário, vinculado ao Ministério da Saúde – e já investigado por suspeita de desvios de R$ 2 bilhões – teve ações suspeitas também no estado

 

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta para rombo de aproximadamente R$ 3,6 milhões no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Maranhão, apenas em contratos realizados a partir de 2013.

Vinculado ao Ministério da Saúde , o DSEI, órgão pouco conhecido do grande público, já foi acusado por suspeitas de rombos de R$ 2 bilhões em todo o país, em contratos com o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). (Releia aqui)

No Maranhão, o órgão é dirigido por Alexandre Oliveira Cantuária, já investigado em outras praças.

A Auditoria nº 14.966-TCU identificou prejuízo de R$ 2.621.479,00, até novembro/2014, relacionado ao contrato nº 10/2013, com vigência de 15 de maio de 2013 a 14 de maio de 2015, conforme o portal Transparência Pública.

Além disso, foi apontado, ainda, prejuízo potencial de R$ 1.069.705,00 até maio/2015, o que totaliza os cerca de R$ 3,6 milhões em irregularidades.

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Fraudes e sinais de fraudes no concurso da PMMA…

Sob o olhar complacente do Ministério Público e da Justiça, governo comunista de Flávio Dino faz vista grossa às denúncias apresentadas pelo deputado Wellington do Curso desde a época da divulgação do edital

 

Wellington tem apontado as irregularidades do concurso da PMMA

Editorial

Há uma cada vez mais acentuada suspeita pairando sobre o concurso da Polícia Militar do Maranhão no governo Flávio Dino (PCdoB).

Desde o início do certamente, ainda com a divulgação do Edital, o deputado Wellington do Curso (PP) vem apresentando documentos que apontam para a possibilidade de manipulação, favorecimento e fraude na realização das provas.

Os comunistas dão de ombros e empurram o concurso à frente, diante do silêncio leniente do Ministério Público, dos órgão de controle e da Justiça.

No concurso de Dino já houve inclusão de local de prova sem previsão no Edital, suspeita de divulgação antecipada de gabaritos e a aprovação de um candidato já preso por fraude em concursos no Piauí.

Candidatos podem ter sido enganados pelo governo comunista

Wellington mostra, agora, outra grave irregularidade: o governo Flávio Dino divulgou o resultado do concurso sem sequer divulgar o gabarito das provas, garantia de que os candidatos alcançaram a nota.

As irregularidades caminham para fazer de mais esta promessa de Dino uma patacoada igual às outras várias de sua campanha em 2014.

Os sinais de fraude neste que é o primeiro concurso do governo comunista se avolumam.

Diante do silêncio de quem deveria tomar providências…

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Corrupção mancha causa indígena no Maranhão…

Instituto pernambucano sem sede no estado comanda as ações no Distrito Sanitário Especial sob suspeita de rombos bilionários, nepotismo e esquemas de favorecimento de empresas e políticos

 

Por trás de inocentes gestos de vacinação estão esquema de bilhões na causa indígena

 

Setor social com pouca visibilidade pública é palco, há anos, de um esquema bilionário de corrupção longe das vistas também das autoridades públicas.

Trata-se do Distrito Sanitário Especial Indígena do Maranhão (DSEI-MA),  órgão vinculado ao Ministério da Saúde para atender populações indígenas. É neste órgão que atua o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), Oscip de Pernambuco, que sequer tem sede no estado.

O IMIP recebeu nada menos que R$ 2 bilhões por meio de um convênio hoje visto com suspeitas.

Os indícios de corrupção no DSEI tem sido alvo de séries de reportagens do blog do Antonio Martins, que apresenta documentos para provar as denúncias. (Saiba mais aqui)

O ato de nomeação de Cantuária, datado de 2014

No Maranhão há seis anos, o IMIP tem o endereço vinculado à sede do próprio DSEI, o que indica uma relação de compadrio com o coordenador do órgão, Alexandre Oliveira Cantuária, que tem indicação política para o cargo.

Cantuária já passou pelos DSEIs de outros estados, sempre com rastros de corrupção; chegou ao Maranhão em 2014.

 O esquema bilionário envolvendo o DSEI e o IMIP envolve também casos de nepotismo envolvendo o próprio Cantuária.

Mas esta é uma outra história…