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Jhonathan de Sousa depõe sobre tráfico de drogas…

Jhonathan fala às autoridades direto do presídio de Campo Grande

Jhonathan fala às autoridades direto do presídio de Campo Grande

Começou por volta das 14h, no Fórum de São José de Ribamar, a videocoferência para audiência do assassino Jhonathan de Sousa, executor do jornalista Décio Sá.

Neste processo, ele está sendo julgado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo.

Preso em campo Grande (MT), e já condenado pelo assassinato de Décio Sá, Jhonathan está sendo ouvido pelo juiz Antonio Fernando Santos Machado, da 2ª Vara Criminal de Ribamar.

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A insistência de Cutrim no caso Décio…

Deputado entende que as investigações devam ser reabertas, mas enfrenta resistência dos chefes da polícia, o desinteresse do Ministério Público e a leniência da Justiça, que já tem seus bodes expiatórios

 

cutrim

Assim como este blog na imprensa, o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB) é uma voz solitária na classe política em defesa da reabertura do caso Décio Sá, executado em 2012.

Assim como este blog, Cutrim também não acredita na versão apresentada pela polícia, ratificada pelo Ministério Público e aceita integralmente pela Justiça – mesmo diante de tantos furos e contradições apresentadas na peça investigatória.

Cutrim apostava no governo Flávio Dino (PCdoB) para reabrir o caso. E principalmente no delegado Jefferson Portela, do mesmo PCdoB, alçado ao posto de Secretário de Segurança.

Mas Portela não demonstra qualquer interesse na reabertura do caso.

E tem o apoio do Ministério Público, que sequer deu mais notícias a respeito da investigação de uma ameaça a um de seus próprios membros, o promotor Fernando Barreto, tido como a próxima vítima.

E a Justiça acabou por aceitar a versão da polícia, endossada pelo MP, sem qualquer tipo de questionamento ou cobrança de mais evidências.

E assim, Cutrim vai falando sozinho, na tentativa de limpar a própria honra.

E nem seus novos aliados parecem lhe dar ouvidos…

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Três anos depois, julgamento do caso Décio ainda sem previsão…

Segundo a denúncia, Décio Sá foi morto a mando de um consórcio de agiotas

Três anos depois do assassinato do jornalista Décio Sá – completados nesta quinta-feira (23) – ainda não se tem qualquer tipo de previsão para o julgamento dos denunciados pelo crime.

E o processo pode durar anos – cinco, dez, quinze até.

Os 11 apontados pelo MInistério Público como autores do assassinato foram pronunciados a Júri Popular, inclusive os que estão soltos ou foragidos. (Relembre aqui)

Mas todos têm direito a incontáveis recursos que, dependendo do tipo, podem chegar até o Supremo Tribunal Federal.

E arrastar o processo indefinidamente…

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As confissões de Jhonatan de Souza…

Cada vez mais advogados que convivem no círculo que envolve o processo relacionado à morte do jornalista Décio Sá têm relatos mais contundentes dos recuos do assassino confesso quanto à participação de alguns dos envolvidos e até em relação a supostos ensaios para criação de depoimentos verossímeis

 

O matador de Décio Sá: Uísque ou água de côco...

O matador de Décio Sá: Uísque ou água de coco…

exclusivoDia desses, um grupo de advogados almoçava na Churrascaria Sal e Brasa quando surgiu o caso Décio na mesa.

Foi então que um deles revelou ter ouvido do próprio Jhonatan de Souza, preso e denunciado como executor do jornalista, a história de que fora ensaiado para montar o arcabouço do inquérito que resultou na denúncia do Ministério Público e na pronúncia dos 11 réus a Júri Popular.

Muitos se espantaram, mas um dos advogados reiterou: “só a versão envolvendo alguns dos acusados ele criou oito vezes”.

Ainda segundo este advogado, as confissões de Jhonatan de Souza têm sido feitas constantemente ao advogado Pedro Jarbas  – que era ou foi seu defensor, o blog não conseguiu esclarecer este dado.

Jhonatan afirma, por exemplo, nunca ter ouvido falar no nome do deputado Raimundo Cutrim (PCdoB), que chegou a figurar como suspeito –  embora não tenha sido nem indiciado muito menos denunciado à Justiça.

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As três versões para a origem da arma que matou Décio…

A farsa chamada Jhonatan de Souza…

Seria Jhonatan de Souza o segundo Jorge Meres???

Este blog tem sustentado desde o início das investigações não haver nenhum tipo de lógica na acusação em relação ao assassinato de Décio Sá.

Faltam o chamado nexo causal, o elã entre os acusados e, principalmente, a convicção do assassino quanto aos contratantes, agenciadores e mandantes do crime, que vai completar três anos no dia 23 de abril.

O próprio Cutrim, indignado com a acusação que lhe pesou os ombros, já pediu a reabertura no caso. E todos apostaram que isso ocorreria no governo Flávio Dino, sobretudo por que a Segurança Pública é  hoje comandada por um delegado ligado ao mesmo PCdoB do governador e do deputado.

Outros blogs chegaram a questionar o resultado do inquérito, mas calaram-se no meio do caminho, por um motivo ou outro.

Os acusados do caso Décio; seriam realmente eles?!?

Os acusados do caso Décio; seriam realmente eles?!?

Houve uma espécie de consenso entre polícia, Ministério Público e Justiça – com a anuência também da mídia – para que a investigação se encerrasse nos envolvidos apresentados no inquérito. (Saiba aqui)

Mas há a carta de Júnior Bolinha encaminhada, à época, à cúpula da Segurança Pública. (Entenda aqui)

Mas há o desaparecimento de testemunhas contundentes, como Valdêmio e Ricardinho Carioca, todos mortos, como que em queima-de-arquivo. (Relembre aqui e aqui)

Mas há uma investigação do Ministério Público – também abafada – em relação a supostas outras vítimas do esquema. (Releia aqui)

E há as confissões de Jhonatan de Souza, embora oficialmente ignoradas.

Tudo isso é motivo suficiente para que – às vésperas do terceiro aniversário da morte de Décio Sá – o resultado do processo seja, exatamente, aquilo que de fato ocorreu.

Por que, até hoje, parece que não foi…

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Cutrim cobra reabertura do caso Décio…

Deputado do PCdoB acusou atual gestão da Secretaria de Segurança de “premiar” com cargos no primeiro escalão os delegados que, segundo ele, armaram o seu envolvimento na morte do jornalista; e acusou de omissão o representante do Ministério Público

 

cutrimO deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) fez ontem contundente discurso em que pediu a reabertura das investigações do caso Décio Sá.

Segundo ele, o fatos mostram que pode haver inocentes pagando pelo crime.

– Esse caso do Décio Sá precisa ser reinvestigado. O governo tem que mandar reinvestigar esse caso, porque pode haver pessoas inocentes presas, como podem ter pessoas soltas envolvidas no crime. Esse inquérito foi uma farsa e precisa ser reinvestigado para que se possa chegar à verdade – afirmou o parlamentar, na tribuna da Assembleia.

Curim insiste na tese de que os delegados que investigaram o caso armaram um complô para envolvê-lo no crime; e acusa diretamente o representante do Ministério Público, de omissão e conivência com a armação.

– O doutor Marco Aurélio estava acompanhando as investigações. Tinha conhecimento, e não fez nada. Sabia que era armação, tomou conhecimento – acusou Cutrim.

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Júnior Bolinha desabafa e conta tudo…

Polícia vai reabrir inquérito da agiotagem…

O deputado acusa ainda o próprio atual governo, de premiar os delegados que tentaram incriminá-lo.

– Todos que estiveram envolvidos naquele nefasto episódio foram de certa forma premiados. Jeffrey [Furtado] está na Delegacia de Homicídios; Maymone Barros, pasmem, no Serviço de Inteligência da Secretaria de Segurança; Roberto Larrat premiado com o cargo na administração penitenciária e Aluísio Mendes, está agora debochando do nosso povo com o cargo de deputado federal, em Brasília – afirmou o comunista.

A morte do jornalista Décio Sá completa três anos em 23 de abril…

 

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Júnior Bolinha desabafa e conta tudo em audiência; Marcos Regadas foge de novo…

Empresário acusado de agenciar a morte de Décio Sá reafirma inocência e confirma a autoria da polêmica carta endereçada à cúpula da Segurança, e que envolve dono da Franere com crimes de encomenda

 

https://marcoaureliodeca.com.br/wp-content/uploads/2015/01/J%C3%BAnior-Bolinha-e-o-empres%C3%A1rio-Marc%C3%A3o-Regadas.jpgexclusivoO empresário José Raimundo Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, esteve hoje pela manhã na 6ª Vara Criminal de São Luís, onde seria testemunha em uma ação movida pelo empresário Marcos Regadas contra um grupo de blogueiros – inclusive o titular deste blog.

O objetivo da audiência era ouvir de Bolinha se ele confirma a autoria de uma carta publicada nos blogs, na qual ele conta detalhes da suposta trama armada por Marcão Regadas para matar Décio Sá.

Regadas processa os jornalistas por causa da publicação da carta.

bolaEstranhamente, no entanto, ele foge da acareação com Bolinha como o diabo foge da cruz. Esta é a terceira audiência adiada por que o dono da Franere usou uma justificativa para não comparecer – agora alegou estar doente, embora não tenha presentado atestado.

Presente, Bolinha confirmou tudo para advogados, funcionários do Cartório e o titular deste blog, mesmo sem depor oficialmente.

– Ele [Marcão] não tem coragem de vir aqui por que sabe que eu sei de tudo. E vou contar tudo. Pode ter certeza que o que foi publicado é a verdade – disse o empresário, que foi levado ao fórum por uma escolta policial.

Em suas acusações, Bolinha cita também o capitão PM Fábio Capita, como operador do grupo de Marcão.

– Ele sabe do encontro do Gran Cru, das reuniões. Quem é o dono de um loteamento em Paço do Lumiar, em parceria com um deputado do Ceará? Todos sabem – afirmou.

Com relação à carta publicada nos blogs- e motivo do processo de Marcão Franere – o empresário não titubeou.

– A carta foi escrita por mim. Não tem minha assinatura, mas é de minha autoria – afirmou.

A juíza que presidiu a audiência marcou nova data para ouvir Bolinha, no dia 23 de abril,  desta vez com Marcão cara a cara com ele.

E curiosamente, será no dia em que o assassinato de Décio completa três anos…

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Polícia vai reabrir inquérito da agiotagem no MA…

Engavetada desde a gestão anterior, investigação envolve prefeitos, deputados, empresários e até agentes da própria segurança pública

 

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Portela: determinação é para reabrir o caso

O secretário de Segurança Pública Jefferson Portela confirmou ontem ao titular do blog que o caso envolvendo agiotagem no Maranhão será reaberto pela polícia.

– Já houve uma determinação minha. O inquérito será reaberto – informou Portela, após visita ontem à Assembleia Legislativa.

O inquérito da agiotagem foi aberto em 2012, como consequência das investigações pela morte do jornalista Décio Sá. Mas o inquérito nunca chegou a ser concluído, e está parado desde então.

As investigações apontam prefeitos, ex-prefeitos, deputados, empresários e até policiais envolvidos no esquema de agiotagem que lesa prefeituras em todo o Maranhão.

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Jefferson Portela ponderou também em relação ao caso Décio Sá.

Segundo ele, é impossível reabri-lo pelo fato de que já está na fase de processo e não mais em inquérito.

– Neste caso, só se houver nova denúncia ou o Ministério Público sentir a necessidade de pedir novas investigações – explicou Portela.

Em todo o caso, a questão da agiotagem pode ter desdobramentos na morte do jornalista…

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Adiada acareação entre Júnior Bolinha e Marcos Regadas…

Justiça atendeu na última hora um pedido do empresário – de nomeação de novos advogados –  e decidiu cancelar a audiência marcada para hoje de manhã; nova acareação ocorrerá em março

 

Bolinha citou Marcão em carta encaminhada a Aluísio Mendes

Bolinha citou Marcão em carta encaminhada a Aluísio Mendes

Uma manobra judicial do empresário Marcos Regadas adiou pra março uma audiência prevista para hoje de manhã, na 6ª Vara Criminal de São Luís.

Seria ouvido o ex-empresário Júnior Bolinha, acusado de ser o agenciador do assassinato do jornalista Décio Sá.

Bolinha iria falar ao juiz do caso sobre a autenticidade, ou não, de uma carta publicada na mídia – inclusive neste blog – apontando o que seriam os verdadeiros mandantes da morte do jornalista.

Marcos Regadas processa vários blogs, inclusive este, por terem publicado a carta.

A presença de Bolinha no processo é a garantia dos blogs de que publicaram carta autêntica, inclusive investigada pelo Ministério Público.

O próprio Bolinha já havia confirmado ao Jornal Pequeno que foi ele o autor da carta, encaminhada ao então secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes.

Curiosamente, Regadas deixou o JP de fora de sua ação.

A audiência com a presença de Bolinha foi determinada pela Justiça em outubro do ano passado.

O fato é que, às vésperas do feito, Regadas pediu adiamento, para que nomeasse novos advogados, o que foi concedido em tempo recorde por um outro juiz, não aquele que havia marcado a audiência de hoje.

Além de Júnior Bolinha, também serão ouvidos como testemunha no caso o deputado estadual Raimundo Cutrim e o promotor Fernando Barreto, citado na carta como uma das supostas próximas vítimas do esquema que matou Décio Sá.

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O temor de Júnior Bolinha…

Preso sob a acusação de ter contratado o pistoleiro que executou o jornalista Décio Sá,  o ex-empresário Júnior Bolinha tem razões para temer por sua vida.

Ele é uma espécie e arquivo vivo de algumas ações de bastidores, muitas ligadas à própria morte do jornalista.

Júnior Bolinha acusa empresário Marcos Regadas

Bolinha teme por sua ida e quer transferência

E não há dúvida de que, no Presídio São Luís I, onde está, se trona um alvo fácil para possível queima de arquivo.

Bolinha mantém contatos – ou manteve – com figurões da política e do mundo empresarial e tem informações privilegiadas, algumas delas já passadas, inclusive, para a própria polícia.

A propósito, Júnior Bolinha é testemunha em um processo  relacionado ao caso Décio Sá, cuja  audiência está marcada para o dia 22 de janeiro.

Ele vai esclarecer sobre uma carta encaminhada ao então secretário Aluísio Mendes, em que fez acusações a algumas pessoas não relacionadas pela polícia no caso Décio.

A carta foi publicada neste e em outros blogs e o próprio Bolinha confirmou sua autenticidade em entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno.

Tanto que o Ministério Público abriu procedimento investigativo para apurar as acusações, embora, té hoje, não tenha se pronunciado.

Bolinha, portanto, precisa estar vivo para dizer o que sabe.

Mas, óbvio, que há quem não tenha interesse nisso…

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Júnior Bolinha cara a cara com Marcos Regadas na Justiça…

Empresário acusado por agenciador do assassinato de Décio Sá terá que ouvir na 6ª Vara Criminal depoimento sobre carta que o incrimina

 

Regadas ficará frente a frente com bolinha

O ex-empresário Júnior Bolinha, acusado de ser agenciador do assassinato do jornalista Décio Sá vai ser ouvido no dia 22 de janeiro pelo juiz da 6ª Vara Criminal, Luiz Antonio Almeida Silva, sobre a autoria de uma carta em que acusa o empresário Marcos Regadas de participação no crime.

O depoimento de Bolinha se dará no bojo de um processo que Regadas move contra vários jornalistas que publicaram a carta – inclusive o titular deste blog.

Além de Bolinha, serão ouvidos o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB) e o promotor do meio Ambiente, Ferando Barreto, todos arrolados como testemunha dos jornalistas, para comprovar a autenticidade da carta assinada por Bolinha.

Bolinha dirá se escreveu ou não a c arta

Bolinha dirá se escreveu ou não a c arta

Regadas ainda tentou impedir a convocação das testemunhas, mas o juiz Antonio Luiz indeferiu seu pedido, baseado na liberdade de expressão da imprensa.

O depoimento de Bolinha é prova fundamental de que os jornalistas apenas exerceram o direito de divulgação de notícia, e não caluniaram ou difamaram Regadas, como ele tenta mostrar à Justiça.

O empresário também tentou acordo com os jornalistas, cobrando que seu nome fosse ignorado em qualquer noticiário jornalístico, pelo resto da vida, o que foi entendido pelo juiz como censura prévia descabida.

– Impedir alguém de falar é que não pode – frisou o magistrado.

A oitiva de Júnior Bolinha se dará em 22 de janeiro, às 9h…