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Nesta, eu fecho com Flávio Dino…

Comunista revelou que tem conhecimento de outras pessoas envolvidas na trama que assassinou Décio Sá. Foto: Reprodução / Twitter

O tuite de Dino: esta opinião chega a ser até lugar-comum no MA

Este blog deve concordar com o chefão comunista Flávio Dino.

De fato, nem todos os envolvidos na morte de Décio Sá estão presos. Este blog pensa assim, desde o início das investigações, e postou inúmeros textos sobre o assunto.

E nunca temeu por isso.

– E há envolvidos soltos – disse Flávio Dino, ao repercutir a reportagem de um portal de notícias, segundo revelou o blog Atual7.

Pena que Dino não tenha se solidarizado com o blog, nas tantas vezes que este foi atacado, achincalhado e intimidado ao expor seu ponto de vista.

Poderia ter formado uma corrente que pudesse forçar o esclarecimento  total do caso Décio Sá.

É lamentável apenas que o comunista- seja por que motivo for – tenha temido revelar o nome destes envolvidos. Até por que, pela convicção com que falou, deve saber muita coisa, certamente.

De qualquer forma, nesta, o blog não o deixará sozinho, e reforçará sua opinião por que também tem esta convicção.

E quer que Décio Sá descanse em paz, com todos os seus algozes atrás das grades…

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Um absurdo judicial contra a família de Décio Sá…

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Décio Sá: questionador, pagou com a vida o preço de sua coragem

exclusivoEm meio ao julgamento dos assassinos do jornalista Décio Sá, raro caso de celeridade elogiável da justiça, eis que sua família, mulher e filhos, estão às voltas com outro caso, o de um processo contra o próprio jornalista, também com celeridade rara no judiciário – mas esta não tão elogiável assim.

A viúva de Décio acaba de ser notificada pela Justiça para que assuma uma dívida judicial do marido morto, condenado em uma ação movida por um ex-diretor do próprio Tribunal de Justiça e que tramitou com “aceleradores topados”.

E qual o crime de Décio Sá?

O jornalista revelou em seu blog que o então diretor havia sido aprovado em concurso do próprio TJ na condição de deficiente físico. E questionou a tal deficiência, exibindo documentos e imagens que, na sua concepção, mostravam o contrário.

Processado, o jornalista se defendeu como pôde.

E o caso foi julgado a jato: entre o protocolo da ação e a condenação passaram-se apenas alguns meses.

O jornalista foi assassinado poucos dias depois de receber a sentença de Primeiro Grau.

Nem isso demoveu o ímpeto do autor – e seu patronos – que cobram agora da viúva do jornalista que assuma uma dívida que não é sua.

Mais grave: a cobrança pode invadir o espólio de Décio, atingindo a herança de seus filhos.

Mas segue como se nada tivesse mais importância…

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Caso Décio: Sindicato dos Jornalistas auxiliará na acusação…

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Damasceno vai atuar no caso Décio

O advogado criminalista João Damasceno vai representar o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão como auxiliar da acusação no julgamento dos envolvidos na morte do jornalista Décio Sá.

O Tribunal do Júri com os acusados Jhonatan de Sousa, autor dos disparos que matou Décio, e Marcos Bruno Silva de Oliveira, piloto da moto que deu fuga ao assassino, começa nesta segunda-feira (3), a partir das 8h.

Damasceno foi contatado pelo presidente do sindicato, jornalista Douglas Cunha, para auxiliar o Ministério Público na apresentação da peça acusatória.

– O causídico aquiesceu ao pedido e afirmou que atuará no júri, sem cobrar honorários do sindicato, considerando o impacto social causado pelo crime na comunidade e no seio da classe dos comunicadores do Maranhão – diz nota do sindicato, assinada por Cunha.

Além de  criminalista, Damasceno é  vereador de São Luís.

 

 

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Negado habeas corpus a Junior Bolinha, envolvido na morte de Décio Sá

Júnior Bolinha vende imagem de que tem amigos no poder

O Tribunal de Justiça do Maranhão informou hoje que foi negado o pedido de habeas corpus a José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, acusado de envolvimento na morte do jornalista Décio Sá.

O pedido foi negado pela 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). O relator do processo, desembargador Marcelino Everton, decidiu pela manutenção da prisão do acusado.

Ele entende que é uma medida acauteladora do normal desenvolvimento do processo e da eficiência da lei penal, afastando o perigo de alteração das provas e da própria fuga do acusado.

A alegação da defesa é de que Júnior Bolinha estaria sofrendo constrangimento ilegal em sua liberdade de locomoção e que a prisão decretada na decisão de pronúncia não possui os motivos autorizadores da custódia, além de inexistir motivação a justificar a renovação da prisão do acusado.

O magistrado refutou todos os argumentos da defesa pela concessão de liberdade do acusado e disse que a decisão de manter Júnior Bolinha preso cumpre todos os pressupostos exigidos pela lei, em conformidade com o Código de Processo Penal (CPP), em seu artigo 413, parágrafo 3º.

 

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Defesa e família de Júnior Bolinha temem queima de arquivo…

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Bolinha: testemunha-chave do caso Décio

A transferência do ex-empresário Júnior Bolinha para o complexo Penitenciário de Pedrinha pode ser uma articulação para apagá-lo, como queima de arquivo.

Esta é a preocupação de sua defesa e de seus familiares,  que apontam armação na sua suposta recaptura na noite de sábado, em suposto achaque a empresário.

Apontado como agenciador do assassino Jhonathan de Souza, Júnior Bolinha seria a peça-chave do assassinato do jornalista Décio Sá, e estaria incomodando exatamente por conta deste cacife.

Leia também:

Júnior Bolinha é a chave de tudo…

O empresário poderia ter sido levado a criar uma situação que forçou sua transferência para o presídio, onde poderia ser executado, calando a principal testemunha do caso Décio.

E,  desaparecendo, acabaria com qualquer questionamento à versão da polícia sobre o crime,  que passaria a vigorar como única e verdadeira – e questionada desde o início por este blog.

Até por que, Bolinha já andou revelando envolvimentos outros no caso – de gente poderosa, que se acha acima do bem e do mal.

E suas falas já estariam incomodando…

 

 

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Cúpula da Segurança Pública do MA foi quem permitiu a ‘fuga’ de Júnior Bolinha da cadeia…

Polícia deixou para prender o fugitivo somente após a realização de um churrasco e um sequestro para cobrar uma dívida

 

Facilitação da 'fuga' de Júnior Bolinha da cadeia vai muito além da ajuda de policial e vigia de plantão, conforme acabou revelando a delegada Cristina Rezende. Foto: ReproduçãoDo blog Atual7

Em entrevista à Rádio Mirante AM, na manhã desse domingo (22), a delegada geral da Polícia Civil do Maranhão, Maria Cristina Resende, acabou revelando – tentando mostrar trabalho – que a cúpula da Secretaria de Estado da Segurança Pública foi quem permitiu a ‘fuga’ do preso Raimundo Sales Chaves Júnior, o ‘Júnior Bolinha’, agora transferido para o Centro de Detenção Provisória, o CDP, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, justamente no período de intensas rebeliões, sempre com decapitações.

Preso na Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) por participação no assassinato do jornalista e blogueiro Décio Sá, Bolinha teria ‘fugido’ da carceragem, com o consentimento da Polícia Civil, para cobrar um empresário – a quem já havia ameaçado antes várias vezes mesmo estando na cadeia – a importância de R$ 180 mil.

Como já estava fora da cela, ele teria aproveitado ainda para, antes, promover um churrasco num sítio na Pirâmide – o mesmo onde promovera orgias com a participação de Jonathan de Souza Silva, pistoleiro contratado para executar o jornalista.

A revelação de que a própria cúpula da Segurança Pública cometeu crime de corrupção passiva e facilitação da ‘fuga’ foi dada quando a delegada geral informou que a polícia já vinha monitorando os passos de Júnior Bolinha na prisão.

Segundo Cristina Resende, mesmo sabendo que ele ‘fugiria’ e que já estava fora da DRFV, a polícia só o prendeu após a realização do churrasco e, pior, após ele ter sequestrado o empresário para cobrar a dívida.

Também em atraso, o policial civil José Ribamar da Conceição Martins e o vigilante Reginaldo Nunes da Silva, envolvidos da ‘fuga’, só foram autuados após a prisão de Bolinha. Continue lendo aqui…

 

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SSP tenta confundir no caso Bolinha; não houve fuga, houve liberação criminosa do preso…

Inquérito diz que empresário contratou assassino a mando de Gláucio Alencar e Miranda (Foto: De Jesus/O Estado)

Júnior B olinha: churrasco, festas e achaques a empresário

Os releases distribuídos ontem pela Secretaria de Segurança tentam confundir a opinião pública sobre o episódio envolvendo o ex-empresário Júnior Bolinha, réu no caso de assassinato do jornalista Décio Sá.

A versão da polícia diz que houve fuga, quando, na verdade, houve a liberação ilegal e criminosa do preso para curtir o fim de semana em casa.

O que pode, inclusive, ter ocorrido outras tantas vezes, quem vai saber?!?

Com a clara intenção de minimizar a incompetência e a corrupção envolvendo policiais no episódio, a Secretaria de Segurança Pública conseguiu induzir blogs, jornais e emissoras de rádio a usar – erradamente – o termo fuga.

Júnior Bolinha não fugiu. Foi deliberadamente solto por policiais que deveriam garantir sua permanência na cadeia.

E isto é mais um caso grave envolvendo a Secretaria de Segurança.

Desde a tarde de sábado, Bolinha curtia a vida intensamente, participando de churrasco e se divertindo, como qualquer cidadão livre.

E só foi preso por que tentou achacar um empresário, que denunciou o caso à polícia.

O episódio sugere que ele pode ter saído da cadeia outras vezes. E põe sob suspeita todo o sistema policial no estado.

Até pelos riscos que este acusado representa à sociedade, segundo apontou a própria Justiça na negação de um Haveas Corpus em novembro. (Releia aqui)

Foi, portanto, uma irresponsabilidade criminosa da própria polícia.

É simples assim…

 

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Um passeio inexplicável de Júnior Bolinha…

Polícia inventa história de fuga,  mas não explica o principal na história do acusado de participação na morte do jornalista Décio Sá: quantas vezes Júnior Bolinha deixou a cadeia, como em um hotel, para passear nas noites de sábado? São respostas pra estas perguntas que a delegada Cristina Meneses deveria dar – e não deu. O passeio – e não fuga – de Júnior Bolinha, sugere que há uma recorrência deste tipo de caso na polícia maranhense

 

Inquérito diz que empresário contratou assassino a mando de Gláucio Alencar e Miranda (Foto: De Jesus/O Estado)

(Foto: G1/MA)

Júnior Bolinha, acusado pelo assassinato do jornalista Décio Sá, deveria estar na cadeia, mas  foi dar um passeio por aí na noite de sábado; e só foi descoberto nas ruas por que resolveu cometer outro crime.

Ainda que com a captura, a falha da polícia é grande na ação, como já em muitas relatadas neste blog.

Segundo a delegada geral da Polícia Civil, Cristina Meneses, a polícia vinha monitorando as ações do acusado após descobrir que ele tinha marcado um encontro com um empresário para cobrar R$ 180.000,00.

Ora, se  polícia vinha monitorando, é por que Bolinha tinha saídas sistemáticas da cadeia, o que caracteriza um crime da própria polícia.

 O plantonista Edinaldo Cruz da Silva disse ter recebido R$ 150,00 para liberar o preso. Isso mesmo, apenas R$ 150 reais para dar fuga a Bolinha.

– Ele já havia saído. Nós não detectamos, mas havia notícia. Justamente, por causa disso, estávamos monitorando a conduta dele e de pessoas que o rodeiam, parentes, advogados – admitiu a delegada.

Mas Cristina Meneses, como sempre, não respondeu o óbvio: se Júnior Bolinha pagou R$ 150,00 para este agente, para quantos ouros teria pagos a mesma coisa? E quantos outros presos têm esta regalia de pagar e sair do lugar onde deveria estar confiando?A delegada tergiversa quando fala em fuga.Não foi fuga, foi passeio mesmo, como em um hotel, o que torna a coisa bem mais grave por que sugere a hipótese de recorrência.Dele, e de outros presos.Mas esta é uma outra história…

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Juiz se declara impedido em processo de Marcão da Franere contra jornalistas…

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Marcão da Franere: gora investigado pelo MP

Um dia depois de o Tribunal de Justiça confirmar que existe uma investigação do Ministério Público contra o empresário Marcos Regadas – dando a ele acesso aos autos – o juiz  José Gonçalo de Souza Filho declarou-se impedido de julgar processo criminal  que Marcão move contra vários jornalistas – inclusive o titular deste blog – na 3ª Vara Criminal.

O juiz deu-se por impedido após duas audiências de conciliação e após absurda proposta do empresário, de impedir os jornalistas de tocar em seu nome “pelo resto da vida”, seja qual for o assunto, de bem ou de mal.

Marcão da Franere foi citado em uma carta assinada pelo empresário Júnior Bolinha, preso como agenciador da morte do jornalista Décio Sá, publicada com exclusividade neste blog e repercutida em outros sites.

Na carta, Bolinha acusa o empresário de ter participado da morte de Décio Sá.

O próprio Bolinha confirmou a autoria da carta em entrevista ao Jornal Pequeno, que apontou também a existência de outro alvo, o promotor Fernando Barreto.

VALENDO

A decisão do juiz Gonçalo (imagem: blog do Cardoso)

Primeiro, Regadas conseguiu na Justiça censurar os blogs, obrigando-os a retirar as matérias.

Em seguida,  decidiu processar os blogs – e não Bolinha – por calúnia e difamação, alegando, inclusive, não haver nenhuma investigação contra ele, apesar de o Ministério Público já ter aberto o procedimento investigatório.

Ao mesmo tempo em que tentou impor aos jornalistas que deixassem de falar em seu nome “pelo resto da vida”, Marcão tentou acesso ao autos no MP, o que lhe foi negado.

Recorreu ao TJ, que determinou o acesso.

No processo movido por Marcão, os jornalistas pediram, além da perícia na carta, o testemunho do próprio Júnior Bolinha, do deputado estadual Raimundo Cutrim e do promotor Fernando Barreto.

E não aceitaram o acordo de silêncio eterno em relação a Marcão – que impediria, inclusive, a publicação deste texto.

Agora o juiz Gonçalo decidiu declarar-se impedido de julgar o seu caso contra os jornalistas.

O processo será distribuído a um novo juiz…

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Justiça manda soltar Gláucio, Miranda e Bolinha…no Piauí

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Gláucio Aolencar e Miranda: soltos no Piauí, continuam presos em São Luís

A Justiça do Piauí determinou semana passada a soltura dos agiotas Gláucio Alencar e seu pai, José Miranda, presos desde o ano passado por suspeita de envolvimento no assassinato o empresário Fábio Brasil.

Também foi beneficiado com o Alvará de Soltura o empresário Júnior Bolinha, apontado como agenciador da morte de Brasil.

Segundo apurou o blog, o juiz responsável pelo processo em Teresina entendeu não haver mais motivos para manter os acusados presos, uma vez que são réus primários, não interferiram no processo e, principalmente, estão presos por tempo excessivo para a instrução.

No caso de Miranda, pesa ainda a idade avançada, que compromete a saúde  do acusado, sem que o processo tenha um andamento normal.

Mesmo com a garantia de liberdade,  Gláucio, Miranda e Bolinha vão continuar presos em São Luís, já que respondem ao processo também pela morte do jornalista Décio Sá, embora já existam Habeas Corpus tramitando nas várias instâncias da Justiça.

O caso Décio está em grau de recurso da pronúncia a Júri Popular.

O de Fábio Brasil, ainda está na fase da instrução processual…