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Por que tanta má-vontade com o Shopping da Ilha???

Vista da praça principal do shopping: sofisticação

Diante do caos criado nas rádios e redes sociais – apontando o Shopping da Ilha como um verdadeiro inferno – o titular deste blog decidiu fazer uma visita in loco, ontem.

Supreendeu-se com a capacidade que tem a Internet de criar coisas onde não há.

O que se viu no facebook e no twitter nas últimas semanas foram histórias as mais escabrosas sobre o que se encontraria no empreendimento.

O curioso é que boa parte das “maria-vai-com-as-outras” da Internet só falou por ouvir falar.

Era coisa do tipo: “uma amiga da amiga da minha amiga sofreu isso lá…” ou “meu primo disse que ouviu dizer de um amigo, que o amigo deste amigo viu o caos de perto…”

Tudo invenção teleguiada – comum nas redes sociais – ou má-fé mesmo.

O shopping, apesar de ainda não concluído, é perfeito sob todos os aspectos.

Escadas rolantes em série, para os quatro andares do prédio

Apesar de funcionando pela metade, o estacionamento tem vagas disponíveis em área asfaltada, sem congestionamentos para enrar e sair e com funcionários treinados na orientação.

Dentro, o Shopping da Ilha não perde para nenhum dos grandes shoppings do país. São belíssimos tanto a concepção artuitetônica quanto o padrão das lojas.

Ah, mas ainda não há 100% de lojas funcionando?!

É verdade, mas isso ocorreu com todos os shoppings da capital, desde o Tropical, na década de 80, passando pelo extinto Colonial, São Luís e o mais recente, Rio Anil Shopping.

Corredores amplos, com várias lojas já em funcionamento

E as lojas que já estão em funcionamento são um primor de qualidade. Âncoras como Riachuelo e C&A são do tipo conceito, totalmente diferentes das que já existem na capital – em forma e conteúdo.

Sem falar na confortável praça de alimentação, onde já estão abertos vários restaurantes.

Um conselho para os adeptos do “siga o mestre” no Facebook: vá ao local, pessoalmente, antes de falar bobagem na rede.

É melhor do que contar o que fez a amiga, da amiga, da amiga…

 

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Shopping da Ilha adia inauguração para o dia 20…

Terminou agora há pouco a reunião do Grupo Sá Cavalcanti que decidiu pelo adiamento para o dia 20 da inauguração do Shopping da Ilha.

A companhia decidiu levar em consideração os argumentos de alguns lojistas e optou por inaugurar o empreendimento somente quando os detalhes da obra estiverem concluídos.

Perspectiva artística do novo shopping...

Ontem, a direção do shopping divulgou nota confirmando a inauguração para a próxima terça-feira, depois que vazaram informações segundo as quais ainda faltavam muitos detalhes de segurança e conforto.

Apenas 129 das 260 lojas seriam inauguradas. Com o adiamento, o shopping ganhou prazo de sete dias para concluir o que falta.

Os convites que já haviam sido distribuídos para a apresentação privè de segunda-feria continuam valendo para o dia 19.

Quando o empreendimento será mostrado à imprensa e convidados…

 

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Imperatriz é destaque de Veja como “Economia que pulsa no interior do país”…

Imperatriz à noite: pujança econômica

O município maranhense de Imperatriz é um dos 106 municípios destacados em reportagem especial da revista Veja sobre o crescimento das cidades do interior do país.

De acordo com a publicação, Imperatriz se destaca como “peça-chave no escoamento do minério de Carajás” e “como um dos pincipais polos energéticos do país”.

Em 38 páginas, o “Alamaque Especial-Cidades”, destaca as cidades brasileiras que aproveitam as oportunidades em vários setores da economia.

O texto destaca a implantação da fábrica de celulose da Suzano em Imperatriz, que, segundo o texto, emrpegará 7 mil pessoas.

Outro destaque é o comércio atacadista, que “fatura R$ 1,5 bilhão por ano”.

Imperatriz é a única cidade maranhense entre as 106 citadas no Almanaque…

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Concorrência acirrada no mercado de material de construção…

A inauguração da loja “Sua Casa” coloca mais um concorrente no mercado de material de construção, dominado há pelo menos dez anos pela Potiguar. Com estrutura parecida, o empreendimento do grupo K2 Engenharia passa a ser o principal concorrente da bandeira do grupo Brasil.

Com a "Sua Casa", grupo K2 quer ampliar negócios no seto da construção

Apostando nos investimentos em infra-estrutura de atendimento, a Potiguar cresceu nos últimos cinco anos, deixando bem distantes concorrentes como Center Lusitana, Armazém União e Marcópol. A Marcopol, aliás, parece querer mudar de ramo, já que tem alugado seus prédios comerciais em pontos importantes.

A “Sua Casa” entra com0 mais um player em um mercado que ganhou nos últimos anos bandeiras como Jacaré Material de Construções, do grupo Léo Madeiras, e a “Fácil Construir”, que tem como comandante um ex-diretor da própria Potiguar.

Outros grupos tentaram fazer frente à empresa dos Vieira Brasil nos últimos anos. A tentativa mais ousada partiu do grupo Bacelar, que inaugurou, há sete anos, um Home Center na Vila Palmeira, a primeira com salão climatizado. A experiência durou menos de dois anos e o Bacelar retornou para o mercado de materiais a grosso, como cimento, tijolos e telhas.

Potiguar ainda é a principal concorrente de São Luís

O projeto da K2 é parecido.

O Home Center inaugurado no Cohafuma é amplo e moderno, com climatização e atendimento ágil. Além disso, outras duas unidades da “Sua Casa” estão projetadas para São Luís.

Mas a Potiguar não está parada. Com três unidades em São Luís – Cohama, Forquilha e Centro – o grupo aposta no mercado popular, investindo em produtos de alta rotatividade com preços competitivos.

E já tem pronto o projeto para inaugurar sua primeira loja fora de São Luís. A nova Potiguar será aberta em Imperatriz, segundo maior mercado do Maranhão.

Sinal de que a concorrência no setor está apenas começando…

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Mas a que se propunha a decisão do Procon contra a TIM???

O juiz João Francisco Gonçalves Júnior, plantonista da última quinta-feira, justificou assim sua determinação para que a TIM voltasse a vender linhas de celulares no Maranhão, mesmo com a flagrante comprovação do Procon de que a empresa não tem esturura para isso. 

– A decisão do Procon exorbitou naquilo a que se propunha – disse o juiz.

Com a decisão, a TIM não passou sequer um dia sem vender linhas telefônicas que, em sua maioria, para nada servem.

Mas, senhor juiz, qual foi mesmo a exorbitância do Procon?

Acaso o órgão não é o responsável pela fiscalização das empresas e da relação destas com os seus consumidores?

E a proibição da venda não é uma forma de forçar a TIM a corrigir suas falhas – aliás recorrentes e sistemáticas desde que por estas bandas chegou?

Se, mesmo diante de todos os questionamentos – e não são poucos – a empresa se vale de uma decisão judicial para continuar ludibriando o consumidor, o que fazer?

Assim funciona no Maranhão…