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Vídeo do dia: panelaços contra Bolsonaro começam a eclodir no país

Presidente começa a receber contra si os mesmos movimentos que resultaram no embrião e sua eleição; críticas à postura em relação à Amazônia desgastou o governo brasileiro no mundo

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) começou a sentir nesta terça-feira, 23, um pouco do veneno que resultou em sua eleição presidencial, em 2018.

No momento em que Bolsonaro fazia pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV – numa espécie de acusação de golpe da crise sobre a Amazônia – panelaços foram ouvidos em várias regiões do país.

Os panelaços em momentos de pronunciamentos ou matérias sobre a crise política marcaram o fim do governo Dilma Roussef (PT), a partir de 2013 – e resultaram no impeachment da ex-presidente.

Foi a primeira vez que se viu manifestações espontâneas, não-convocadas, da população contra Bolsonaro.

Também houve manifestações em várias cidades do país contra as declarações de Bolsonaro sobre a Amazônia.

Para muitos, a crise está apenas no começo…

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Eliziane critica Bolsonaro e cobra investigação da PF na Amazônia

Para a senadora maranhense, ao invés de o presidente se esconder atrás de sandices e fakes, deveria agir com firmeza para combater as queimadas na floresta, sejam elas criminosas ou não

 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), diante de sua postura em relação ao aumento das queimadas na região da Floresta Amazônica.

– A Amazônia está sob ataque, poluidores se sentem à vontade para desmatar e queimar a floresta. É inconcebível que a presidência da República ao invés de agir com firmeza contra as queimadas se esconda atrás de sandices e fakes. A Amazônia é vital para o Brasil e vital pra o mundo – destacou.

Eliziane já havia crit5icado Bolsonaro em entrevista ao Jornal Nacional.

– Encaminhei ofício à Polícia Federal para que abra inquérito sobre denúncia feita por Bolsonaro de que ONGs internacionais em conluio com governadores, estariam por trás de queimadas na Amazônia. Essa grave acusação precisa de uma resposta oficial das instituições – afirmou.

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Bolsonaro e sua horda, ao invés de reagir, tentam justificar o caos…

Despreparado, presidente mostra total falta de conhecimento sobre o meio ambiente e sobre a Amazônia; e acaba levando milhares de outros imbecis a repetir suas mesmas baboseiras

 

ABSOLUTAMENTE DESPREPARADO PARA O EXERCÍCIO DA PRESIDÊNCIA, Jair Bolsonaro vai colecionando sandices ao longo dos seus oito meses de mandato

Editorial

O esforço desesperado para se encontrar comparações que possam minimizar as barbáries do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mostra o nível de boçalidade a que o Brasil chegou.

Se o presidente destrói a Educação, aparece uma horda de seguidores para dizer que tudo começou lá atrás; Se o cara demite quem aponta números que ele não goste, a horda começa a correr desesperadamente atrás de matérias para justificar a boçalidade do mito.

Se há um risco para a Amazônia – quando se mostra que as ações de Bolsonaro influenciaram o aumento dessa destruição – lá vem a horda apontar dados que mostrem que ele “só fez o que todos fazem”.

Bolsonaro é o típico cidadão-senso-comum, que ficava em casa coçando o saco – já que não tinha nada pra fazer na Câmara – pensando: “se um dia eu fosse presidente, faria assim e assim”.

E dizia sem base em nada, apenas pelos seus achismos, como qualquer cidadão limitado.

OS FOCOS DE INCÊNDIO NA AMAZÔNIA AUMENTARAM NA MEDIDA DAS DECLARAÇÕES DESMIOLADAS DE BOLSONARO; e têm, alarmado o mundo inteiro

O problema é que tudo deu errado e esse doido virou presidente.

Mas o pior é que uma horda de gente igualmente inculta – alguns até com certo grau de entendimento – passou a seguir essas asneiras ditas por ele.

E o Brasil afunda numa escuridão sócio-cultural, num retrocesso histórico difícil de recuperar lá na frente.

Triste fim para um país primitivo que dava apenas os primeiros passos para o avanço cultural…

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Flávio Dino não é Bolsonaro…

Em artigo sobre a situação da Caema, sindicalista critica duramente diretores indicados pelo governador Flávio Dino e cobra deste ações de respeito aos trabalhadores

 

Por Marcos Silva

Hoje completou dois anos que o governo de Flávio Dino colocou na Diretoria de Operação e Relacionamento com os clientes da CAEMA uma pessoa de sua mais alta confiança, e a partir de janeiro de 2019 essa pessoa se tornou Diretor Gestão Administrativo-financeiro e de Pessoal.

André de Paula tinha tudo para usar a sua capacidade técnica para ajudar a empresa ser eficiente, reduzindo as Perdas Reais e as Perdas Aparentes, além de fazer avançar na atualização e expansão do cadastro de usuários ampliando o Faturamento e diminuindo a inadimplência e sugerido alternativas de garantir os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário para os que se encontram na linha da pobreza com o governo instituído programas que assegure de forma assistencial os serviços sem prejuízo para as finanças da CAEMA.

Porém, André de Paula fez uma opção pelo lado mais fácil que é justamente atacar aos Direitos dos trabalhadores desmontando o Acordo Coletivo de Trabalho- ACT e se recusando a conceder o reajuste salarial com base na inflação acumulada de maio de 2018 a abril de 2019.

Vale lembrar mais uma vez que toda essa estrutura de conquistas trabalhistas dos empregados da CAEMA resulta de décadas de luta dos trabalhadores organizados no Sindicato dos Trabalhadores Urbanitários- STIU-MA.

Confesso que é difícil acreditar que tais ataques acontecem em um governo que se diz oposição ao governo de Bolsonaro, e que tem tido uma postura no cenário nacional que fortalece as esquerdas contra o governo do Bolsonaro e sua milícia familiar. Do qual tenho simpatia e respeito a essa atitude do Flávio Dino em liderar uma resistência ao governo miliciano do Bolsonaro que nos coloca nas trevas.

Entretanto, não podemos aceitar calado e sem resistência a essa humilhação que André de Paula faz aos trabalhadores da CAEMA em nome do governador Flávio Dino.

Se Flávio Dino é o mentor dessa infame ideia de lascar com os empregados da CAEMA onde a maioria recebem baixos salários e enfrentam péssimas condições de trabalho. Pois certamente não estar honrando sua própria história.

Trabalho há quase 13 anos na CAEMA e nunca assistir tamanha desgraça proposta aos empregados dessa empresa.

Também digo que mesmo o governo Flávio Dino destroçando os direitos dos trabalhadores e piorando as condições de trabalho, pois a CAEMA não sairá da crise e o governo será condenado a realmente iniciar uma fase de fracasso.

Portanto deixo o ultimo apelo público para que Flávio Dino reveja essa postura que não combina com quem quer enfrentar o governo de Bolsonaro e as reformas neoliberais.

Nenhum direito a menos! A Caema é viável e pode ter eficiência financeira.

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Bolsomínions sequer sabem o que falam sobre Lula…

Adepta do bolsonarismo maniqueísta, patuleia “ordem unida” primeiro reclamou da decisão da juíza que tentou transferir Lula –  achando ser este um pedido da defesa – depois, reclamou do STF porque queria o ex-presidente em Tremembé

 

COMO GADO, A MASSA BOLSOMÍNIA VAI SENDO GUIADO PELOS MANIPULADORES DAS FAKE NEWS construidas pelos aliados do presidente

Editorial

O titular do blog Marco Aurélio D’Eça sempre aponta em grupo de troca de mensagens que há um elã entre o perfil dos eleitores mais fanáticos do bolsonarismo e o perfil do próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Geralmente são evangélicos radicais, riquinhos recalcados com o avanço das classes menos favorecidas, militares autoritários, machistas inveterados e homofóbicos de toda sorte.

Gente que estava numa espécie de armário durante os governos progressistas de Fernando Henrique Cardoso a Dilma Roussef, passando pelos oito anos de Lula.

Este perfil bolsomínion já foi, inclusive, analisado no post “Os amantes da ditadura sempre andaram por aí..”

Essa turba viu no avanço da extrema direita pós-golpe de 2016 uma forma de sair do armário e gritar a plenos pulmões, expor o ódio que engoliram nesses anos todos e construir um Brasil só deles: machista, ultraconservador, de extrema direita, onde as liberdades individuais só serviriam para a própria manada bolsomínia.

A decisão desta quarta-feira, 7, da juíza Carolina Lebbos – de transferir, de uma hora para outra, o ex-presidente Lula, da prisão em Curitiba para o presídio de Tremembé, em São Paulo – expôs de forma indubitável a consciência política dessa massa “ordem unida”.

Os bolsomínions primeiro passaram a xingar a juíza, a proferir todos os impropérios típicos da “nação bolsonarista”, achando que a transferência era um pedido da defesa.

Depois, ao perceber tratar-se de mais uma arbitrariedade contra Lula, passaram a comemorar a decisão como uma espécie de sentença de morte do ex-presidente.

Mais tade passaram a odiar os ministros do Supremo Tribunal Federal, que corrigiram a agressão da juíza.

Mas se perguntar aos que gritam em prol de Bolsonaro – e contra tudo o que é diferente dele – essa massa não saberá sequer dizer o que, de fato, ocorreu nesta fatídica quarta-feira, 7 de agosto.

Este é o perfil da manada bolsomínia que vem seguindo o rebanho.

É simples assim…

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Bolsonaro perde na guerra contra Flávio Dino…

Despreparado, grosseiro e autoritário presidente mostra-se menor a cada tentativa de se impor contra o governador maranhense que, pelo menos nesta comparação, tem apenas o autoritarismo no perfil

 

FLÁVIO DINO E BOLSONARO: AMBOS SÃO AUTORITÁRIOS, porém, o presidente se perde também na boçalidade e na grosseria

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem diminuído o seu perfil político a cada tentativa de se impor ao governador maranhense Flávio Dino (PCdoB).

Na ânsia de contrapor ao comunista – sabe-se lá porque ele resolveu partir para cima – Bolsonaro apenas expõe seu despreparo, o destrato com as palavras e a incapacidade de dialogar em nível acima da grosseria.

E fica evidente em seu discurso o desrespeito, o deboche e a ironia contra nordestinos e contra o Nordeste.

O presidente que ora comanda a República é incapaz de formular um pensamento; e exacerba o autoritarismo a cada movimento como chefe da nação.

Em todos esses aspectos, pelo menos, acaba perdendo para Flávio Dino.

O comunista maranhense, pelo menos é culto e mostra-se inteligente no trato do debate político.

Apenas o autoritarismo compõe o seu perfil. (Não entendeu? Entenda aqui, aqui e aqui)

Mas diante da boçalidade de Bolsonaro…

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Bolsonaro é saudoso da tortura que não praticou….

Desprezado pelos próprios próceres do Regime Militar, o patético presidente da República – eleito na esteira dos desmandos da Lava jato – mostra-se afeito aos piores aspectos da ditadura e força a barra para que as Forças Armadas mergulhem de volta no esgoto que ele queria ter vivenciado

Por Reinaldo Azevedo

BOLSONARO ENTRE MILITARES: CAPITÃO MEDÍOCRE, QUE ERA DESPREZADO PELOS PRÓCERES DE REGIME, mas sonhava participar dos porões da Ditadura

O presidente Jair Bolsonaro é uma figura especialmente patética porque sente saudade da tortura que não praticou, das sevícias que não impôs aos adversários, da repressão de que não fez parte.

Alimentava, é verdade, ambições terroristas, golpistas, quiçá homicidas, quando militar, mas não chegou a realizá-las. Ficou no esboço.

Reportagem da revista “Veja”, de outubro de 1987, informa que o capitão Bolsonaro e um parceiro, Fábio Passos, chegaram a planejar a explosão de bombas em quarteis e na adutora do Guandu, que abastece o Rio. Seria uma forma de demonstrar o descontentamento com os vencimentos pagos pelo Exército e de pressionar o então ministro da Força, Leônidas Pires Gonçalves.

Bolsonaro chegou a fazer um croqui demonstrando como explodiria a adutora.

Perícia da PF apontou que o desenho era mesmo de sua autoria. Coronéis que investigaram a sua conduta afirmaram:

“O Justificante [Bolsonaro] mentiu durante todo o processo quando negou a autoria dos esboços publicados na revista VEJA, como comprovam os laudos periciais.”

Disseram mais a respeito do agora presidente: “Revelou comportamento aético e incompatível com o pundonor militar e o decoro da classe ao passar à imprensa informações sobre sua instituição”.

Não custa lembrar: quem estava no Planalto era o general João Figueiredo, último presidente da ditadura militar.

Bolsonaro era, diga-se, desprezado por próceres do antigo regime.

GENERAL MOURÃO O ESTADO MAIOR DO EXÉRCITO: responsabilidade das Forças Armadas aumenta com aumento das fanfarronices do presidente

Em 1993, o ex-presidente Geisel referiu-se a ele assim: “Presentemente, o que há de militares no Congresso? Não contemos o Bolsonaro, porque o Bolsonaro é um caso completamente fora do normal, inclusive um mau militar.”

Mais recentemente, em 2011, aos 91 anos então, Jarbas Passarinho desancou o “Mito” numa entrevista à Terra Magazine: “Foi mau militar, só se salvou de não perder o posto de capitão porque foi salvo por um general que era amigo dele no Superior Tribunal Militar (STM)”.

Coronel, um dos mais importantes intelectuais do regime militar, Passarinho referia-se ao fato de que, no tribunal, Bolsonaro foi considerado “não-culpado” – o que não quer dizer inocente – dos planos terroristas que esboçou.

Diz mais: “Já tive com ele (Bolsonaro) aborrecimentos sérios. Ele é um radical, e eu não suporto radicais, inclusive os radicais da direita. Eu não suportava os radicais da esquerda e não suporto os da direita. Pior ainda os da direita, porque só me lembram o livrinho da Simone de Beauvoir sobre ‘O pensamento de direita, hoje’: ‘O pensamento da direita é um só: o medo’. O medo de perder privilégios.”

FANFARRÃO

Testemunhos de militares graduados fazem de Bolsonaro um fanfarrão.

E o é, agora digo eu, da pior espécie porque ele se mostra um nostálgico dos piores aspectos do regime militar. Não por acaso, o seu herói e autor de seu livro de cabeceira é o torturador Brilhante Ustra.

Com Passarinho – que morreu em 2016, aos 96 anos – seu relacionamento era péssimo.

Bolsonaro considerava um dos signatários do AI-5 um… esquerdista! Na entrevista, diz Passarinho sobre um artigo de autoria de Bolsonaro, que acabou não sendo publicado:

“Ele (Bolsonaro) me insultou, dizendo que eu era um escondido da esquerda, um infiltrado, não sei o quê. E mais ofensas de natureza pessoal. O ‘Correio’ não publicou. Ele ficou indignado. Eu não gosto nem de falar sobre ele, porque tudo isso vem à mente.”

Eis aí o bufão do baixo clero militar e da Câmara que acabou chegando à Presidência da República à esteira dos desmandos da Lava Jato e que agora tenta forçar a mão para que as Forças Armadas mergulhem uma vez mais no esgoto que ele gostaria de ter vivenciado.

O desaparecimento de Fernando Santa Cruz Oliveira – pai de Felipe Santa Cruz, presidente da OAB – nas dependências do DOI-CODI do Rio está amplamente documentado. As duas versões alternativas apresentadas por Bolsonaro são falsas.

Em 2011, afirmou que Fernando havia sumido, depois de uma bebedeira, comemorando o Carnaval. Nesta segunda, disse que foi morto por militantes de esquerda.

Não tem vergonha nem mesmo de contar uma mentira em 2011 e outra em 2019 sobre o mesmo fato.

É bom que os militares de alta patente, da ativa e da reserva, ouçam algumas vozes autorizadas do passado – segundo seus próprios critérios – e comecem a perceber onde foram amarrar o seu burro.

As Forças Armadas brasileiras correm o risco de ver enlameada de novo a sua honra depois de um esforço para separar o joio do trigo, para distinguir do banditismo uma história que é também meritória.

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Jair Bolsonaro: da indignidade ao asco…

Inadequado para o posto que ora exerce no país, presidente se torna ainda mais asqueroso ao agredir violentamente a memória de um militante morto pela Ditadura Militar que ele ovaciona

 

BOLSONARO CONTINUA TRANSFORMANDO SEU GOVERNO EM UMA ESPÉCIE DE TRINCHEIRA DE ABSOLVIÇÃO DA DITADURA MILITAR, que ele tanto admira

Editorial

A indignidade abaixo foi postada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), em redes sociais, contra a memória do militante de esquerda Fernando Santa Cruz, sequestrado e morto pela Ditadura Militar:

“Não foram os militares que mataram, não. Muito fácil culpar os militares por tudo o que acontece”, disse. Até porque ninguém duvida, todo mundo tem certeza, que havia justiçamento. As pessoas da própria esquerda, quando desconfiavam de alguém, simplesmente executavam”, acrescentou.

Colaborador da Ditadura, admirador de torturadores e agressor de militantes de esquerda, Jiar Bolonaro nunca foi digno do mandato presidencial. Com a fala sobre Santa Cruz, torna-se também asqueroso do ponto de vista da história.

Preso pelo DOI-Codi em 22 de fevereiro de 1974, Fernando Santa Cruz morreu um dia depois, segundo o atestado de óbito, documento à disposição na Comissão da Verdade.

Bolsonaro já havia atacado a memória de Santa Cruz – ao sugerir que sabia como o militante foi morto – na tentativa de rebater críticas do filho, o advogado Felipe Santa Cruz, atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil.

Indigno, covarde e asqueroso, Bolsonaro vai construindo uma memória histórica digna dos regimes tirânicos, mesmo em estado democrático.

Uma triste lembrança para a memória brasileira…

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Flávio Dino antecipa campanha presidencial…

Governador tira licença do mandato e sai em articulações com lideranças políticas e partidos de esquerda – e já alcançou o objetivo inicial do seu projeto: a polarização com o presidente Jair Bolsonaro

 

FLÁVIO DINO COM REPRESENTANTES DO PSB EM BRASÍLIA; debate presidencial antecipado pela acusação de golpe de Bolsonaro

O governador Flávio Dino (PCdoB) está em franca campanha pela presidência do Brasil.

O encontro desta quarta-feira, 24, com lideranças do PSB, é mais um ponto da estratégia iniciada semana passada, com declarações de membros do PCdoB em defesa de sua candidatura. (Relembre aqui)

O que Flávio Dino não esperava era que o próprio Bolsonaro antecipasse em mais de três anos o processo eleitoral e mostrasse ao público seu incômodo com o comunista maranhense, exibido na conversa vazada entre ele o ministro da Casa Civil, Onix Lorenzoni sobre o “Paraíba governador do Maranhão”.

O governo federal se voltou contra Dino; seus agentes, ministros e aliados têm se manifestado cada vez mais sobre o comunista, o que só faz crescer a onda em torno do governador.

O efeito colateral desta exposição antecipada é o resultado prático que o comunista tem a apresentar de seu governo, cada vez mais vidraça aos olhos da mídia nacional.

Mas esta é uma outra história…

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Imagem do dia: o deboche de Bolsonaro aos nordestinos…

Para tentar limpar a imagem após chamar governadores de paraíbas, presidente fica ainda mais caricato ao usar chapéu de cangaceiro e dizer que sua filha tem “sangue de cabra da peste”

 

Os responsáveis pelo marketing do presidente Jair Bolsonaro – fortemente baseado em construção de fakes news a seu favor e contra adversários – têm tentado de tudo para minimizar os estragos das declarações preconceituosas contra o Nordeste.

E nesta terça-feira, 23, na passagem de Bolsonaro pela Bahia, eles se superaram no ridículo, que acabou parecendo deboche do presidente.

Usando chapéu de cangaceiro, Bolsonaro ironizou o termo preconceituoso gritando “somos todos paraíbas” diante da claque montada para aplaudi-lo. E chegou às raias do deboche ao declarar que sua filha “tem nas veias sangue de cabra da peste”.

Felizmente, apenas bolsomínions aplaudiram.

Mas estes são como ele próprio…