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Crise entre Estados Unidos e Irã é teste para a visão de mundo de Bolsonaro…

Presidente brasileiro é visto com desconfiança pelos especialistas em política internacional, diante da postura servil ao presidente americano, pelo despreparo gerencial e pelo pouco conhecimento que demonstra da Geopolítica

 

Bolsonaro assumiu desde sempre postura submissa e servil a Donald Trump; a comunidade internacional agora espera posição brasileira diante do ataque americano ao Irã

Eleito presidente da República em um desses surtos psicóticos que abalam o inconsciente coletivo de tempos em tempos, Jair Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de despreparo, falta de conhecimento, incapacidade gerencial e tacanha visão de mundo.

O início do seu segundo ano de mandato apresenta a ele agora um teste de fogo para seu entendimento de Geopolítica.

O ataque das forças americanas a um aeroporto de Bagdah, no Iraque – que resultou na morte do general da Guarda Revolucionária Iraniana, Qassem Soleimani – deve ter retaliação do Irã.

O governo iraniano já anunciou que haverá vingança, abrindo um clima de guerra com impacto no mundo todo.

Desde que assumiu, Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de deslumbramento e servilismo  ao presidente americano Donald Trump. Tanto que entregou aos EUA a base de lançamentos de Alcântara, de onde os americanos monitoram o espaço aéreo e as bases espaciais do mundo todo. 

Esta postura do presidente brasileiro traz a tensão internacional também para o quintal do Brasil.

E a posição internacional de Bolsonaro dirá muito do futuro que o país terá neste conflito.

É aguardar e conferir…

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Deputados criticam postura de Bolsonaro em relação a Paulo Freire..

Ignorante e sem cultura, presidente chamou de energúmeno o educador brasileiro – referência no mundo inteiro – o que causou revolta em Othelino Neto e Zé Inácio

 

Othelino Neto e Zé Inácio saíram em defesa de Paulo Freire e desqualificaram as agressões de Bolsonaro ao educador brasileiro

Foi enfaticamente rebatida pelos deputados Ohelino Neto (PCdoB) e Zé Inácio (PT) a fala do presidente Jair Bolsonaro contra o educador brasileiro paulo Freire, referência no mundo inteiro.

Absolutamente ignorante e sem nenhum traço de cultura no perfil, Bolsonaro chamou Paulo freire de energúmeno, o que causou revolta nos parlamentares maranhenses.

 – Isso é mais uma demonstração do destempero verbal do presidente do Brasil. Mas ele não consegue desclassificar um homem da envergadura de Paulo Freire, educador premiado nacional e internacionalmente, cuja obra é orgulho para todos nós brasileiros – frisou Othelino, que é presidente da Assembleia Legislativa.

Mas provocativo ainda, Zé Inácio questionou a capacidade intelectual do próprio Bolsonaro, e perguntou:

– Será que ele sabe, ao menos, o significado da palavra “energúmeno”?

Na avaliação de Zé Inácio, as palavras de Bolsonaro refletem a história, já que a direita brasileira nunca engoliu a capacidade de Paulo Freire.

 – Um dos métodos de manipulação é inocular indivíduos com o apetite burguês pelo sucesso pessoal. Essa manipulação às vezes é realizada diretamente pelas elites e, às vezes, indiretamente, por meio de líderes populistas. Líderes que não agem através do diálogo, mas insistem em impor suas decisões, não organizam as pessoas – elas as manipulam. Eles não liberam, nem são liberados: eles oprimem – frisou o deputado do PT, usando pensamento do próprio Paulo Freire.

O ataque de Bolsonaro ao maior educador brasileiro repercutiu negativamente no mundo inteiro…

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Demissão de Kátia Bogéa expõe falta de interlocução nacional do MA pós-Sarney

Nenhuma das atuais lideranças políticas maranhenses tem atuação no cenário nacional com peso suficiente para ocupar espaços de poder no governo Bolsonaro; mesmo os bolsomínions ocupam apenas o 3º e 4º escalões

 

Exoneração de Kátia Bogéa no mesmo dia em que o Bumba-Meu-Boi maranhense foi eleito Patrimônio da Humanidade revela desprezo de Bolsonaro à classe política maranhense

Presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2016, Kátia Bogéa foi exonerada pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) no mesmo dia em que a Unesco elegeu o Bumba-Meu-Boi do Maranhão Patrimônio Cultural da Humanidade.

Mais do que uma perda para a arte e a cultura brasileiras a demissão de Kátia Bogéa expõe dois aspectos da política maranhense neste final de 2019:

1 – nenhuma liderança política do Maranhão conseguiu qualquer interlocução com o presidente Jair Bolsonaro neste primeiro ano de poder da extrema direita brasileira;

2 – mesmo os bolsomínions mais empedernidos conseguiram espaços apenas no terceiro e quarto escalões do governo do capitão.

Logo no início do ano, os deputados federais Hildo Rocha (MDB) e Aluísio Mendes (PTC), assim como o senador Roberto Rocha (PSDB), tentaram vender a ideia de proximidade com Bolsonaro, o que se mostrou uma inverdade ao longo do ano.

Aliás, os três posaram de padrinhos da indicação de Kátia Bogéa, que foi exonerada por questões claramente ideológicas, como revelaram sites nacionais.

Desde a aposentadoria política de José Sarney, ao fim do governo Michel Temer, o Maranhão ficou sem referência na interlocução nacional

Kátia foi nomeada presidente do Iphan em 2016, logo no início do governo Michel Temer, por influencia do ex-presidente José Sarney (MDB) – e logo mostrou-se fundamental para São Luís, viabilizando projetos como o Complexo Deodoro e a batalha pelo Bumba-Meu-Boi.

Nem mesmo os bolsomínions maranhenses – como Allan Garcês, Maura Jorge e Coronel Monteiro – conseguem espaços de poder nacional, ocupando meros cargos de representação estadual ou no quarto escalão em Brasília.

Como a outra banda da política maranhense atual é formada pelo grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) – claramente hostil a Bolsonaro – a demissão da presidente do Iphan revela outro aspecto ruim para o estado, qual seja:

O Maranhão está isolado politicamente do Brasil na era pós-Sarney…

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Flávio Dino agora se mostra parlamentarista?!?

Governador maranhense que quer ser candidato a presidente da República diz que é preciso ampliar a responsabilidade política do Congresso, diante da tendência de o país ter presidentes cada vez mais fracos

 

O twitter de Dino chamou atenção da mídia, mas não ficou claro se ele defende parlamentarismo ou se apenas ficou preocupado com o enfraquecimento do presidente

O governador Flávio Dino (PCdoB) fez uma postagem nesta quarta-feria, 11, que encaminha a retomada de um debate sobre a possibilidade de implantação do Parlamentarismo no Brasil.

Na postagem não fica claro se o comunista mostra-se a favor da troca de sistema político brasileiro ou se apenas faz um alerta sobre a retomada deste debate, preocupado com o enfraquecimento da instituição Presidência da República.

– Se essa tendência se confirma nos próximos anos, voltará o debate sobre o parlamentarismo como caminho institucional para gerar governabilidade, ampliando a responsabilidade política do Congresso – disse o governador.

O parlamentarismo como sistema de governo no Brasil foi derrotado no plebiscito realizado em 1993. de l[á para cá, vez por outras surgem lideranças propondo a retomada do debate.

Mas é a primeira vez que Flávio Dino fala do assunto, desde que entrou na vida pública, em 2006…

 

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Simplício coordena grupo que debateu com o Governo Federal plano de ação em Alcântara

Objetivo do Maranhão é ampliar as políticas públicas hoje já implementadas pelo Governo do Estado na região do Centro de Lançamento

 

O secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, coordenou o grupo que esteve recentemente no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), debatendo com representantes do Governo Federal um plano de ação para a cidade de Alcântara e região.

Durante reunião foram apresentadas as ações governamentais após a assinatura do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), assinado por representantes do Brasil e dos Estados Unidos (EUA), que tem o objetivo de permitir que veículos lançadores e cargas úteis comerciais de qualquer nacionalidade, que contenham equipamentos ou tecnologias norte-americanas, sejam lançadas a partir do CLA, no Maranhão, com a devida proteção das tecnologias embarcadas.

Segundo o secretário da Seinc, Simplício Araújo, que esteve acompanhado na reunião com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Davi Teles, ainda este mês, o Governo do Maranhão apresentará o plano de ação aos membros do Governo Federal, em Brasília. Segundo ele, a proposta é ampliar as políticas públicas que já promovem desenvolvimento e que estão em curso pelo Executivo Estadual.

“Nós sugerimos mudança na dinâmica, inserindo Alcântara numa visão de desenvolvimento maior, considerando portos em funcionamento e em projeto, a implantação da Esquadra da Marinha, como elemento importante após a aprovação do AST, o papel da Emap em toda a baía de São Marcos e as políticas que já estamos adotando em diversas áreas no Maranhão e, principalmente, apoio à comunidades rurais e quilombolas da região”, disse Simplício Araújo.

Para tratar das demandas referentes as ações governamentais, foi criado pelo Governo Federal, o Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), que constituiu um Grupo Técnico com atribuição para planejar a implementação de políticas públicas e estabelecer um plano para a consolidação do CLA. A medida, é em virtude de uma nova atividade econômica, ao atender o mercado internacional de lançamentos privados, o CLA será importante indutor de desenvolvimento para Alcântara e para o País.

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Bolsonaro monta as estruturas para o AI-5 pregado pelo filho…

Na mesma semana em que encaminhou ao Congresso a proposta de Excludente de Ilicitude – uma licença para que policiais matem sem risco de prisão – presidente anuncia uso da Garantia da Lei e da Ordem, dispositivo que permite uso da força contra ocupações de áreas no campo

 

Eduardo defendeu a volta do AI-5; o pai presidente parece ter gostado e começou a editar as bases para implantação do dispositivo

Estão criadas as condições para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se quiser, imponha ao país o Ato Institucional nº 5 defendido pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro.

Ao encaminhar ao Congresso o projeto de Excludente de Ilicitude, Bolsonaro dá às forças policiais em todo o país uma espécie de licença para matar.

A partir de então, qualquer policial pode eliminar oponentes e alegar o legítimo exercício do dever.

Nem preso o policial assassino vai mais. No máximo, defenderá apenas um processo administrativo, seja qual for o contexto do assassinato.

Além da excludente de ilicitude, Bolsonaro já avisou que vai editar também a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), espécie de legitimação para uso da força  – inclusive o exército – em ações de desocupação de terras.

Com a liberdade do estado policial nas ruas e no campo, basta a Bolsonaro, agora, definir quem são os inimigos do país e – pronto! – está liberada a implantação do AI-5 tão sonhado pelo filho 03.

E quem se meter a besta saberá a força que vem do poder autoritário.

É simples assim…

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Jornalista diz que polícia já liga Carlos Bolsonaro a assassinato de Marielle…

Kennedy Alencar, um dos mais respeitados analistas do Brasil, diz que já existe esta linha de investigação na Polícia Civil do Rio de Janeiro, mas caso está sendo mantido em absoluto sigilo

 

Carlos Bolsonaro e Marielle Franco viviam às turras na Câmara do Rio; o filho do presidente Jair Bolsonaro se recusava a dividir elevador coma colega

O jornalista kennedy Alencar, comentarista do Sistema Globo de Rádio, informou nesta quarta-feira, 20, uma linha de investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro que aponta ligação do vereador Carlos Bolsonaro (PSC) ao assassinato da também vereadora Marielle Franco.

De acordo com Alencar, a polícia levanta hipóteses de participação do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a partir das suas relações com Ronnie Lessa, apontado como assassino de Marielle.

Lessa mora no mesmo condomínio de Bolsonaro e do filho.

Em, outubro, a polícia vazou informação de que um porteiro do condomínio afirmou em depoimento ter recebido autorização “do seu Jair” para que outro acusado, Anderson Gomes, entrasse no condomínio. 

Como o presidente estava em Brasília no dia do crime, foi descartada que a autorização tenha partido dele.

Desde então, no entanto, Carlos Bolsonaro passou a se recolher.

Há duas semanas, cancelou suas contas nas redes sociais, onde era ativo desde a campanha do pai.

A hipótese da participação do vereador na morte da colega está mantida em sigilo pela polícia..

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Produtor de fake news, Carluxo foge das redes temendo CPI do Congresso

Filho 02 do presidente Jair Bolsonaro escondeu seus perfis no Instagram, Facebook e Twitter, já denunciados pela deputada Joyce Hasselmann; mas ainda espalha “conteúdo” em mais de dois mil grupos de WhatsApp

 

DURANTE A CAMPANHA DO PAI, CARLUXO BOLSONARO COORDENOU E ESPALHOU NOTÍCIAS FALSAS; chamado pela CPI das Fake News, ele apagou perfis nas redes sociais

De uma hora para outra, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho 02 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidiu suspender seus perfis nas redes sociais Instagram, Facebook e Twitter.

À imprensa, amigos próximos disseram que ele “daria um tempo da internet”, pelo menos por um mês. Jornalistas apuraram que ele teme, na verdade, os braços da CPI do Congresso Nacional que apura a distribuição de notícias falsas.

Desde a campanha, suspeita-se que Carluxo controle centenas de perfis falsos em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, especializados em produzir fake news contra adversários.

Durante a campanha, o jornal espanhol El País produziu ampla reportagem mostrando “a máquina de fake news nos grupos favoráveis a Bolsonaro”.

Essa suspeita ficou mais forte em outubro, quando a ex-líder do governo Bolsonaro, Joyce Hasselmann, denunciou que “os filhos do presidente controlam “milícia digital” com 1,5 mil perfis falsos”.

No último dia 5, a relatora da CPI das Fake News, deputada Lídice da Mata (PSB-BA) anunciou que “é preciso investigar a participação do filho do presidente na produção de notícias falsas”.

Foi o bastante para precipitar a fuga de Carluxo das redes, como um rato que se esconde ao primeiro sinal de que será descoberto.

Mas segundo o site “Conversa afiada”, ele continua a controlar grupos de WhatsApp.

Que só no Rio de Janeiro chegam a 2 mil…

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Agora político, Sérgio Moro prega levante contra decisão que favoreceu Lula…

Ex-juiz e atual ministro do governo Bolsonaro expõe sua parcialidade, criticando o STF e pressionando o Congresso Nacional a aprovar emenda constitucional para fazer valer a prisão em segunda instância

 

SERÁ SÉRGIO MORO, E NÃO BOLSONARO, QUEM VAI TENTAR FAZER O CONTRAPONTO AO DISCURSO DE LULA, AGORA LIVRE DA CADEIA, acentuando a parcialidade do julgamento do ex-juiz

Está mais do que provada ao Brasil a parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva.

As conversas reveladas pelo site The Intercept já provaram que ele manipulou o processo e comandou o Ministério Público para obter a condenação do petista.

Essa parcialidade foi provada também quando Moro aceitou ser político apenas seis meses depois de tirar Lula da disputa contra a quele que ofereceu-lhe emprego de ministro da Justiça.

Agora declaradamente político – inclusive com interesses na sucessão do próprio Jair Bolsonaro, o ex-juiz tenta manipular, de novo, a opinião pública a uma espécie de levante contra a decisão do Supremo Tribunal Federal.

– A resposta aos avanços efêmeros de criminosos não pode ser a frustração, mas, sim, a reação, com a votação e aprovação no Congresso das PECs [propostas de emendas à Constituição] para permitir a execução em segunda instância e do pacote anticrime – disse o ex-juiz, em mensagens nas redes sociais.

Ainda em reação à decisão do STF, Moro quis fazer de conta que ignorava as críticas de Lula respondendo contra ele, num claro exercício de contraponto, que deve colocar Bolsonaro de escanteio.

Neste ponto, ao que se vê, será o ministro, e não o presidente, o responsável pelo confronto de ideias com o ex-presidente.

E como já resta provado a sua parcialidade contra Lula, não há outro caminho para a Suprema Corte senão o de anular o julgamento comandado por ele contra o ex-presidente.

Para isso, batam apenas três votos dos cinco que forma a 2ª Turma do STF…

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Apenas Bolsonaro pode administrar o Lula Livre; seria ele capaz?!?

Presidente conviveu com uma oposição desarticulada desde que assumiu o governo, cometendo erros atrás de erros; agora, tem de frente um contraponto real e com história para contar ao Brasil; seu futuro, portanto, depende de si mesmo, o que já é um complicador

 

LULA COM A MILITÂNCIA APÓS DEIXAR A CARCERAGEM DA POLÍCIA FEDERAL; com ele no debate político, Bolsonaro vai ter que abandonar o estilo Bolsonaro

Editorial

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) é hoje o maior opositor do governo Bolsonaro.

Sua verborragia, seu comportamento irascível e truculento, sua incapacidade gerencial, seu despreparo e seus filhos jogam dia a pós dia contra as ações de alguns poucos ministros de fato preparados para o exercício do poder.

Mas mesmo diante dos erros pessoais do presidente, o governo seguiu até aqui por ter diante de si uma oposição absolutamente desarticulada, uma mídia meio que acuada e uma população ainda dividida entre a esperança e a frustração.

Tudo deve mudar a partir do Lula Livre.

O ex-presidente deixou ontem a prisão onde se encontrava há um ano e meio, em Curitiba, e mostrou que está pronto para fazer o contraponto a tudo que Bolsonaro representa.

A repercussão da saída de Lula em o todo o país mostrou que Bolsonaro tem muito com o que se preocupar. Mas o presidente ainda é o senhor absoluto da própria situação.

Cabe apenas a Bolsonaro conduzir o debate na era pós-liberdade de Lula, um novo momento político para o seu governo e para o país.

E Bolsonaro, por si só, já é um complicador.

Se quiser ter futuro no exercício do poder, o presidente precisa controlar a sangria verbal que tem na língua, mudar seu estilo truculento com a imprensa e com quem não reza em sua cartilha, e, principalmente, tirar de foco os filhos, causa de nove a cada dez crises que o governo tem.

Se não seguir esse comportamento, Lula vai engoli-lo já no primeiro momento, quando estará exposto a mídia e será atração de todos o programas, com um capital de oito anos de mandato presidencial para fazer a comparação com o atual governo.

O futuro no Lula Livre não é bom para Bolsonaro, mas cabe ao próprio Bolsonaro saber conduzi-lo.

E isso, para quem torce contra, já é uma vantagem adicional para Lula…