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“Irresponsabilidade”, diz Eliziane, sobre foto falsa postada por Eduardo Bolsonaro

Senadora maranhense disse ao Jornal Nacional que a atitude do filho do presidente – ao usar uma foto fraudada para criticar a ativista Greta Thunberg – é ofensiva sob qualquer aspectos que se veja

 

ELIZIANE GAMA PEDIU DESCULPAS A GRETA EM NOME DO PAÍS, pelas ofensas do deputado Eduardo Bolsonaro

A senadora maranhense Eliziane Gama (Cidadania) foi uma das lideranças políticas de Brasília a comentar, em reportagem do Jornal Nacional, a publicação de uma foto falsa pelo deputado Eduardo Bolsonaro – que a usou para criticar a ativista ambiental Greta Thunberg.

Na foto, usaram imagem de Greta postada por ela própria, em janeiro – tomando café em uma viagem de trem – e a fundiram com outra, bem mais antiga, em que crianças africanas olham desoladas.

A FOTO MANIPULADA DE GRETA QUE BOLSONARO 03 PUBLICOU para agredir sua condição de ambientalista

– Isso é de uma irresponsabilidade sem precedentes. Uma atitude que não condiz com a um parlamentar, de um deputado. Envergonha o país no mundo – lamentou Eliziane Gama.

Bolsonaro usou a foto em seu instagram e fez críticas, debochou e ironizou as declarações da ativista sobre o Meio Ambiente.

EDUARDO BOLSONARO É O MESMO QUE SEU PAI – FÃ DE TRUMP – QUER FAZER EMBAIXADOR NOS ESTADOS UNIDOS, mesmo diante de críticas

E mesmo depois da repercussão internacional – que tornou a hashtag “Desculpas Greta” uma das mais vistas do instagram – o Bolsonaro 03 manteve a postagem em seu perfil.

Para lembrar: Eduardo Bolsonaro é o mesmo que o presidente Jair Bolsonaro quer tornar embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

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O triunfo da ignorância; um tributo à boçalidade…

A ascensão de Jair Bolsonaro ao comando do país tirou das cavernas uma infinidade de grosseiros analistas da realidade brasileira, tipos para quem mortes como a da menina Ágatha são apenas consequências naturais das ações contra o crime; mas, infelizmente, essa gente é que está no controle

 

ELES SAÍRAM DAS TOCAS CULTURAIS E IDEOLÓGICAS PARA GRITAR A PLENOS PULMÕES SEUS PRECONCEITOS E DOGMAS, que, ultrapassados, passaram a ser ordem do dia com a ascensão de Bolsonaro

Editorial

A vitória de Jair Bolsonaro nas urnas de 2018 no Brasil é o triunfo da ignorância.

O pacote anticrime do ex-juiz Sérgio Moro é um tributo à boçalidade.

Nunca antes na história deste país se viu tantos ignorantes discutir a realidade das ruas; e tantos boçais a pregar o ódio, o medo, a violência e a opressão no dia dia, como soldados da ordem unida bolsonarista, que mudou o patamar das ideias no país.

Desde sábado, quando o truculento governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel fez vista grossa para o assassinato da menina Ágatha – ao que tudo indica, em uma ação policial – o que se viu de analistas do caos a buscar justificativas fora da realidade não encontra paralelo no Brasil.

Mas os números da realidade só desmentem aqueles que cultuam o triunfo da ignorância e fazem tributos à boçalidade.

Seria coincidência que no Brasil de Bolsonaro os números de assassinatos por agentes públicos tenha aumentado entre janeiro e agosto de 2019?

Nada tem a ver com descontrole da segurança o crescimento dos acidentes nas estradas federais após a posse de Bolsonaro?!?

BOLSONARO QUER SALVO CONDUTO PARA POLICIAIS; coincidentemente, aumentaram o número de mortes causadas por agentes públicos

Na era da ignorância pululam em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens justificativas para este estado de coisas só presente com Bolsonaro – por causa dele ou por ação dele.

Eles têm o controle da situação; é deles, ainda, a palavra final sobre tudo. São os boçais que vencem os debates por que em matilhas, atacando em bando e fazendo impor suas ideias – ou a falta delas.

Mas toda história é sempre contada em soluços. E o soluço agora é o do retrocesso – cultural, social, político e de valores.

Felizmente, demore ou não, vai passar.

Como passará também Bolsonaro…

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Frustrado com Guedes e Moro, Bolsonaro prepara reforma ministerial…

Superministros fracassaram nos projetos que apresentaram ao presidente e devem perder espaço ou mesmo deixar o governo; mudanças podem beneficiar também o senador maranhense Roberto Rocha, se ele trocar de partido

 

BOLSONARO NO HOSPITAL APÓS CIRURGIA NO ESTÔMAGO; antes da internação concluiu o esboço de uma reforma no ministério

Antes de seguir para a nova cirurgia no estômago, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) reuniu o núcleo duro do governo para concluir o esboço de uma mudança geral no seu ministério.

Nem mesmo os superministros Paulo Guedes e Sérgio Moro – que de “super” já não têm nada – estão garantidos no posto; e se ficarem, serão esvaziados ainda mais.

Passados oito meses da posse, Guedes não conseguiu mostrar ao presidente, à sociedade e ao mercado “sinais evidentes de recuperação da economia”, para usar uma expressão dele mesmo.

Moro, por sua vez, mostra-se cada vez mais tentado a concorrer à sucessão do próprio Bolsonaro, que vê sua presença na pasta da Justiça como uma espécie de catapulta para 2022 – e tende a esvaziá-la.

Se ficar no governo, Moro terá que aceitar a troca de comando em áreas ligadas a ele, como a Polícia Federal; se não aceitar, Bolsonaro já tem até um general escolhido para substituí-lo.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, é considerado um erro pelo próprio presidente.

Também devem deixar o governo os ministros Augusto Heleno, do Gabinete Institucional, e Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, ambos já devidamente esvaziados.

A reforma ministerial de Bolsonaro deve beneficiar pelo menos um maranhense, o senador Roberto Rocha (PSDB), caso ele aceite trocar de partido.

Mas esta é uma outra história…

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Bolsonaro já perdeu 1/4 de seu eleitorado, diz pesquisa DataFolha..

Levantamento do início do mês mostra que o presidente vem perdendo apoio sistematicamente, sobretudo pelo estilo agressivo com que conduz o debate político nacional

 

O ESTILO BÉLICO, A IGNORÂNCIA E O DESPREPARO DE BOLSONARO AFASTAM SEUS ELEITORES menos orgânicos ou manipuláveis

Um dos principais dados da última pesquisa do Instituto DataFolha, publicada no início deste mês, passou despercebida pela maioria da população, mas é fundamental para se entender o momento político brasileiro.

De acordo com o levantamento, mais de 1/4 dos eleitores que votaram no presidente Jair Bolsonaro (PSL) declaram que não repetiriam o voto se a eleição fosse hoje.

O índice mostra que, além de perder a eleição se o pleito fosse hoje, Bolsonaro vem perdendo parte da massa que o elegeu, sobretudo pelo estilo grosseiro e agressivo com o qual conduz o governo.

O mais curioso é que, ainda segundo o DataFolha, nada menos que 10% dos eleitores que desistiram de Bolsonaro estariam dispostos a votar no candidato do PT, Fernando Haddad.

Leitura óbvia dos números: é pouco provável que Bolsonaro consiga manter sua base de eleitores à medida que o governo for avançando no descrédito.

É aguardar e conferir…

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Relator da reforma tributária, Roberto Rocha admite articulação por CPMF…

Senador maranhense dá a entender que existe mesmo – ou pelo menos existia – intenção do governo Jair Bolsonaro de recriar um imposto sobre operações financeiras, apesar de negado pelo presidente, auxiliares e bolsomínions

 

ROBERTO ROCHA EM PALESTRA SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA NA CNT; para ele, depende da conversa para se convencer a apoiar a volTa da CPMF

As últimas manifestações do senador maranhense Roberto Rocha (PSDB), relator da Reforma Tributária no Senado, deixam claro que existe,  de fato – pelo menos em alguns setores do governo Jair Bolsonaro – uma intenção de recriar a CPMF.

E pelo que diz atualmente o senador maranhense, esta disposição continua, mesmo que nos bastidores.

– A Câmara trata do assunto? Não. O presidente da República tratava do assunto até um dia desses? Não. Mas a equipe econômica tratava. O governo, no tanto que acerta na agenda econômica, erra na agenda política – afirmou, durante palestra na Confederação Nacional dos Transportes, na semana que passou. (Leia a íntegra aqui)

O próprio Rocha deixa claro que pode, inclusive, atuar na defesa do novo imposto financeiro.

– [Se perguntarem:] “Roberto, tu topa bancar?” Depende. Eu não tenho sectarismo nenhum. Se me provar que é interesse público, a gente vai seguir por aí.

O governo tenta esconder de todas as formas que está trabalhando nos bastidores para aprovar a nova CPMF. Tentou, inclusive, vender a informação de que a demissão do secretário da Receita, Marcos Cintra, teve esta motivação.

Mas o fato é que existe mesmo a intenção de voltar o imposto.

E a Roberto Rocha, pelo que ele mesmo demonstra, coube a tarefa de convencer seus pares.

Pelo menos no Senado…

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Jair Bolsonaro, sua incapacidade e o fracasso da “Grande Imprensa”…

Ao mesmo tempo em que gasta milhões com publicidade internacional – onde tem imagem tosca – presidente elege como inimiga setores da mídia que o ajudaram a se eleger, tentando forçar uma divisão ideológica no Brasil e manter a base de apoio

 

BOLSONARO: MEDÍOCRE, DESPREPARADO, IGNORANTE, PRECONCEITUOSO, SEM A MÍNIMA VISÃO DE MUNDO; e nenhum gasto milionário em propaganda fará o mundo mudar essa percepção

A “grande imprensa” noticiou na semana que passou uma forte campanha publicitária do governo Bolsonaro, no exterior, para tentar reverter a imagem tosca que o presidente tem no mundo civilizado.

– O esforço começa na semana que vem e será uma campanha permanente, sem data pra acabar. Nossos leads serão meio ambiente e agronegócio. Mapeamos notícias negativas sobre o Brasil no mundo todo, inclusive em redes sociais, continuaremos a monitorar este noticiário que não corresponde à realidade e vamos combatê-lo diretamente – declarou o secretário de publicidade da Presidência da República, Glen Valente. (Leia aqui)

Ao mesmo tempo em que faz esforço milionário para melhorar a imagem no exterior, Bolsonaro elege a “Grande Imprensa” como inimiga o seu governo.

– Nossa inimiga: a Grande Imprensa. Ela não no deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos – afirmou Bolsonaro, em seu perfil no Twitter, num claro esforço de manter o moral da tropa que ainda acredita nele.

Bolsonaro é tosco, ignorante, autoritário, com visão estreita de mundo moderno e com valores medievais em todos os aspectos.

Mas, se deve agradecer pela sua eleição, é exatamente a mesma Grande Imprensa que hoje lhe torce o nariz.

O PRESIDENTE EM SEU PERFIL NO TWITTER: declaração de guerra à mesma Grande Imprensa que o ajudou a se eleger e hoje percebe a sua incapacidade para a presidência

Foi a Grande Imprensa – ao demonizar a esquerda e potencializar o discurso de ódio – a responsável pela ascensão do medíocre deputado de gestos histriônicos ao papel de potencial comandante do país.

Felizmente,  essa Grande Imprensa abriu os olhos para o elementar: Bolsonaro é só um boçal despreparado para o cargo que ocupa.

E o estrebucho do agora presidente só reforça a convicção de que ele nunca deveria ter estado onde está.

E nem mesmo uma campanha internacional fará o mundo mudar esta convicção.

Só é lamentável o gasto milionário de dinheiro público com este objetivo…

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Eliziane vê “atitude intolerável de Bolsonaro” contra ex-presidente do Chile…

Como sempre faz ao tentar defender a ditadura militar presidente brasileiro ofendeu a memória da família de Michele Bachellet ao ironizar a morte do pai dela durante o regime de Augusto Pinochet

 

ELIZIANE MANTÉM FIRME POSICIONAMENTO CONTRA O QUE CONSIDERA ERRADO NA POSTURA DE JAIR BOLSONARO, em discurso e posicionamentos certeiros

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) lamentou profundamente o destempero verbal do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que, desta feita, teve como vítima a ex-presidente do Chile, Michele Bachelet, hoje Alta Comissáira da ONU para os Direitos Humanos.

Para rebater posicionamento de Bachelet na ONU, Bolsonaro disse que a ditadura de Augusto Pinochet “livrou o Chile de virar uma Cuba”.

– Graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973 – afirmou O desbocado presidente.

O pai de Michele Bachelet foi uma das vítimas de Pinochet.

A POSTURA DE BOLSONARO TEM SIDO A DE UM COVARDE, POR USAR O POSTO DE PRESIDENTE para atacar lideranças que mostram posicionamento ideológico contrário aos seus

Na avaliação de Eliziane Gama, mostra o despreparo de Bolsonaro para o comando do país.

– Além de criar mais uma crise diplomática desnecessária, as declarações desumanas do presidente em relaçāo ao pai da ex-presidente chilena, Michelle Bachelet, sāo agressões a uma família. Atitude intolerável – afirmou a senadora.

Elizaine tem sido uma das principais críticas dos destemperos de Bolsonaro – que demonstra descontrole tanto nas ações quanto nos discursos à frente do país.

O ataque à ex-presidente do Chile repercutiu no mundo inteiro, em mais um desgaste internacional do mandatário brasileiro…

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Movimento “Direitos Já” alerta sobre riscos de Bolsonaro à democracia

Lideranças de 16 partidos e representantes da Sociedade Civil reuniram-se para discutir o momento político do Brasil; alas do PT boicotaram oficialmente o encontro, mas lideranças da legenda também participaram

 

MARTA SUPLICY, FLÁVIO DINO E CIRO GOMES FORAM ALGUMAS DAS LIDERANÇAS NO PROJETO “DIREITOS JÁ”, que pretende discutir os ataques à democracia brasileira

Representantes de 16 partidos políticos dos diversos matizes ideológicos – além de intelectuais, filósofos e membros da sociedade civil – reuniram-se esta semana para lançar o movimento “Direitos Já”.

Apesar do boicote oficial de alas hegemônicas do PT – que consideram o movimento influenciado pela Direita – lideranças históricas da legenda, como o ex-senador Eduardo Suplicy, participaram do encontro.

O movimento, que pretende discutir e combater as ameaças do governo Jair Bolsonaro (PSL) à democracia brasileira, reúne o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os ex-candidatos a presidente Eduardo Jorge (PV), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), e pretensos candidatos em 2022, como governador Flávio Dino (PCdoB).

Lideranças do PSB, Solidariedade, PL, Podemos, Novo, Cidadania e PSD também aderiram o movimento, que reúne artistas, intelectuais, pesquisadores, filósofos, jornalistas e estudantes.

A reunião dos “Direitos Já” se deu na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), berço dos grandes movimentos brasileiros.

E deve ganhar o Brasil a partir de agora…

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O não-embate Flávio Dino X Bolsonaro no encontro de governadores…

Embora crítico, governador maranhense usou tom moderado e de conciliação, diante de um Bolsonaro sem reação diante da repercussão negativa de suas declarações sobre a crise da Amazônia

 

O que poderia ser um momento de crise entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) – num encontro de governadores da Amazônia Legal – acabou se transformando em uma espécie de armistício.

Dino até fez contraponto às declarações de Bolsonaro sobre as Organizações Não-Governamentais (ONG), mas usou tom mais ameno do que costuma usar nas redes sociais.

– É preciso respeitar as ONGs. Há ONGs com excelente trabalho em todo o mundo; não é tocando fogo nas ONGs que irá se resolver o problema da Amazônia. É preciso moderação – disse o governador maranhense.

Bolsonaro manteve-se em silêncio, sem confronto.

E o embate ficou para outra ocasião…

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Jair Bolsonaro frita Sérgio Moro, que deve deixar o governo…

Presidente tem desautorizado publicamente o ministro da Justiça, ameaçando, inclusive, trocar peças da estrutura do ministério, mostrando que o auxiliar já é “carta fora do baralho”

 

DIAS CONTADOS: É CADA VEZ MAIS CLARO O CONFLITO DE OPINIÕES DE BOLSONARO E SÉRGIO MORO, fritado publicamente

São cada vez mais evidentes os conflitos pessoais entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o seu ministro da Justiça, ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro.

Os dois já não circulam mais juntos publicamente – como era praxe até bem pouco tempo atrás – e já não se entendem quanto a procedimentos dos órgãos vinculados ao Ministério da Justiça, entre eles a Polícia Federal.

A fritura de Moro começou quando Bolsonaro tentou mudar o superintendente da PF no Rio, mas foi rechaçado pelo diretor geral da corporação, indicado diretamente por Moro.

Ao declarar que, no lugar do superintendente, poderia trocar o próprio diretor geral, Bolsonaro expôs a crise entre ele e seu ministro.

Em outras palavras, o presidente tirou do ministro a carta branca que deu no início do governo

E o clima só tende a piorar à medida que a crise no governo cria dificuldades para o presidente.

Sérgio Moro, portanto, prepara-se para ir embora…