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Motorista exibe caos na BR-135 e afirma: “com Roseana e Lula não era assim”

Situação da estrada em Miranda do Norte é mostrada em vídeo por cidadão que enfrenta lama e abandono, critica duramente o presidente Jair Bolsonaro e o governador Flávio Dino e afirma nunca ter visto coisa parecida em 40 anos

 

O lamaçal tomou conta da BR-135 menos de três meses depois após intervenção do DNIT

Um morador da cidade de Miranda do Norte divulgou nesta quinta-feira, 23, vídeo em que desabafa pela situação da BR-135, no trecho que corta o município.

A filmagem mostra lama e atoleiro na rodovia, com caminhões tendo dificuldades para atravessar. O homem faz duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao governador Flávio Dino (PCdoB).

– Este Malsonaro (sic), uma praga ruim dessas veio para o país para acabar, e ainda fala do Maranhão. E este governador do Maranhão, isso é outro – desabafou o cidadão. (Veja vídeo abaixo)

Trecho destruído da BR-135 em Miranda do Norte tem sido recorrente e irrita motoristas 

Não é a primeira vez em 2020 que motoristas exibem imagens com a situação das rodovias maranhenses.

Em fevereiro, outro motorista divulgou vídeo no mesmo trecho, mostrando a condição da estrada menos de um mês depois de ter sido asfaltada pelo DNIT. (Relembre aqui)

Passados mais de dois meses, o novo vídeo mostra que nada foi feito, nem pelo DNIT e muito menos pelos órgãos de infraestrutura maranhenses.

Desta vez, diante das chuvas, a situação ficou ainda pior, mas o morador de Miranda garante que a situação nunca esteve tão ruim quanto agora, nos governos Bolsonaro e Flávio Dino.

– No tempo de Lula e de Roseana não acontecia uma coisa dessas. estou com 40 anos que ando nesta BR e nunca tinha visto uma coisa dessas acontecer. Agora tá aí, a estrada não presta – criticou o homem, revoltado.

E o silêncio impera no DNIT maranhense… 

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Tadeu Palácio faz apologia a fechamento do STF por militares…

Ex-prefeito de São Luís – que chegou a ser cogitado para disputar novamente o posto em 2020 – publicou charge mostrando o presidente Jair Bolsonaro ao lado de generais, acuando ministros, numa defesa direta e criminosa do Ato Institucional nº 5

 

A apologia de Tadeu Palácio à ditadura militar e ao AI-5; segundo ele, “muitos brasileiros estão sonhando com este dia”

O ex-prefeito de São Luís, ex-vereador e ex-secretário Tadeu Palácio (PSL) pode ser enquadrado por apologia à ditadura militar, caso as investigações do Supremo Tribunal Federal se estendam ao Maranhão.

O ex-prefeito – eleito vice na chapa de Jackson Lago em 2000, e reeleito em 2004, pelo PDT, um dos principais partidos contra a ditadura militar no Brasil – pregou claramente o fechamento do STF em uma publicação em suas redes sociais.

O ex-prefeito – que desde a saída do PDT gravitou por inúmeras legendas no Maranhão, até se encontrar no PSL de Jair Bolsonaro – espalhou charge que mostra o presidente junto com generais, acuando os ministros do Supremo.

Abaixo, Palácio afirma, extrapolando os limites da mera liberdade de expressão: “muitos brasileiros estão sonhando com este dia”.

Com a charge, além de traição à sua própria trajetória política, Palácio pode ter cometido crime, ao fazer apologia do AI-5 um dos mais cruéis dispositivos da ditadura militar.

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o próprio STF instaurou inquérito para investigar o crime contra a democracia protagonizado no último domingo, 19, por grupos de apoio a Bolsonaro em todo o país.

E o ex-prefeito de São Luís pode ser chamado a dar explicações…

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STF salvou o país da insanidade sanitária de Bolsonaro…

Ao decidir que estados e municípios têm autonomia para impor medidas de contenção do novo coronavírus, ministros da Suprema Corte criam antídoto contra o presidente, que força há semanas pelo fim da quarentena e até demitiu seu ministro para alcançar este objetivo

 

Bolsonaro foi derrotado no Supremo tribunal Federal, que salvou o país de sua insanidade: não cabe decreto contra o isolamento

Editorial

Pouca gente se deu conta, mas a decisão do Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, 15, garantindo autonomia a estados e municípios na formulação de ações contra o coronavírus, foi uma garantia de sobrevivência ao país. 

Com a decisão, os ministros do STF criaram uma espécie de antídoto à insanidade do presidente Jair Bolsonaro, que insiste em liberar geral o isolamento social – e para isso vai até demitir seu ministro da Saúde.

O Supremo Tribunal Federal decidiu que a determinação de isolamento nos estados e municípios não fere a Constituição.

Bolsonaro vem lutando de todas as formas , lícitas e ilícitas, para acabar com o distanciamento social no país. Por diversas vezes foi desautorizado pelo seu ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que é médico.

Para tentar impor sua vontade, ele demitiu Mandetta nesta quinta-feira, 16, numa tragédia anunciada que já durava semanas.

Agora que o STF se posicionou, Bolsonaro pode até nomear alguém no Ministério da Saúde que faça o que ele quer, mas não poderá impedir governadores e prefeitos de decretar o isolamento em seus estados e municípios.

E assim, o Supremo tão odiado pelos bolsomínions salva o Brasil da pandemia.

E do próprio Bolsonaro…

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Coronavírus gera guerra comercial por equipamentos…

Para garantir acesso a respiradores, máscaras e outros produtos usados no combate à pandemia, o Maranhão precisa enfrentar uma batalha contra vários países e contra o próprio governo federal, que tenta se apossar do que chega ao Brasil

 

Para chegar ao Maranhão, aviões contratados pelo governo precisam driblara concorrência no mundo inteiro

O Governo do Maranhão tem usado uma estratégia de guerra para conseguir acesso a equipamentos e produtos usados no combate à pandemia de coronavírus.

Para garantir que produtos comprados na China, por exemplo, chegue ao estado, é preciso driblar não apenas os países ricos da Europa, que tentam se apossar de toda produção – pagando mais por isso – mas também do próprio Governo Federal, que tenta se apossar de tudo que chega ao Brasil.

À frente da operação de guerra está o Secretário de Indústria e Comércio, simplício Araújo.

Foi graças à estratégia militar montada por Araújo – com a ajuda de uma importadora maranhense – que o Maranhão conseguiu receber os 107 respiradores e as 200 mil máscaras compradas ee uma empresa na China.

Para driblar a concorrência da Alemanha e dos Estados Unidos, que estão fazendo leilão na compra destes equipamentos, a empresa precisou mandar os produtos primeiro para a Etiópia.

Mas era preciso chegar ao Maranhão sem que o governo Jair Bolsonaro tivesse acesso à carga; para isso, o governo conseguiu pousar em São Paulo, sem passagem pela alfândega , e, de lá, chegar ao estado em voo fretado.

E foi assim que se garantiu mais uma folga em relação à pandemia.

Numa batalha contra o vírus e contra os demais países, incluindo o Brasil…

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Secretário que pediu demissão diz que Mandetta sai “nos próximos dias”

Wanderson de Oliveira era Secretario Nacional de Vigilância Sanitária e anunciou sua saída do Ministério da Saúde nesta quarta-feira, frisando que o ministro também deve deixar o cargo, por pressão do presidente Bolsonaro

 

Wanderson de Oliveira anunciou a própria saída e encaminhou também a saída de Luiz Henrique Mandetta do ministério

O secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, praticamente anunciou nesta quarta-feira, 15, a saída do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Ao divulgar carta anunciando a própria saída, Oliveira acabou por revelar que Mandetta também deve deixar o cargo nos próximos dias.

– Finalmente chegou o momento de despedida. Ontem, tive reunião com o ministro, e sua saída está programada para as próximas horas ou dias. Infelizmente, não temos como precisar o momento exato – revelou o secretário.

A saída de Wanderson de Oliveira foi divulgada no final da manhã desta quarta-feira, 15.

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Bancos viram foco de risco para o coronavírus no Maranhão…

Aglomerações nas portas das agências bancárias aumentam ameaça de proliferação do coronavírus, situação que tende a aumentar ainda mais com o pagamento dos recursos liberados pelo governo Jair Bolsonaro

 

Em meio à pandemia do coronavírus e ao isolamento social, as agências bancárias estão se transformando no principal foco de proliferação da CoVID-19. 

As longas filas e aglomerações nas portas de bancos – sobretudo os bancos oficiais, como Caixa Econômica e Banco do Brasil – põem em risco todo o trabalho feito para conter a pandemia.

Desde o início das regras de isolamento social os bancos se tornaram uma espécie de foco do coronavírus, sobretudo pela incapacidade, e desinteresse, de controle das pessoas que vão às agências.

Mas a situação piorou muito com a liberação do coronavoucher, o abono de R$ 600,00 distribuídos pelo governo a trabalhadores informações. (Veja os vídeos que ilustram este post)

Além das filas quilométricas em agências da Caixa Econômica, as pessoas se aglomeram em grupos,a traídos por vendedores de lanches e ambulantes de toda sorte.

A situação pode levar à proliferação mais rápida da CoVID-19.

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Bolsonaro agora tenta isolar Mandetta para forçar saída do ministro

Titular da pasta da saúde foi excluído de grupos de trabalho para enfrentamento da crise econômica resultante da pandemia de coronavírus e passou a ser criticado abertamente por colegas de ministério

 

Ministro Mandetta deve enfrentar clima hostil no próprio ministério de Bolsonaro, com objetivo de forçar sua saída

Temendo a repercussão negativa de uma eventual demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o presidente Jair Bolsonaro agora utiliza outra estratégia: forçar o ministro a pedir para sair.

Para constranger Mandetta, colegas de ministério passaram a criticá-lo abertamente na imprensa, sobretudo após entrevista de domingo, no programa Fantástico, da Rede Globo.

Bolsonaro quer esvaziar o ministro e criar um ambiente insuportável para ele no governo.

Numa ação mais efetiva, o chefe da Casa Civil, general Braga Netto, decidiu excluir o Ministério da Saúde do grupo de trabalho criado para projetar a recuperação econômica do país durante a pandemia de coronavírus.

Isolado, sem participação efetiva no governo e com clima ruim entre os ministros, Bolsonaro entende que Mandetta será obrigado a pedir demissão, o que isentaria o governo de desgaste.

Resta saber se o ministro irá resistir no cargo até o fim da pandemia…

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Governo Bolsonaro conspira contra governadores..

Conversas entre o ministro Onyx Lorenzoni e o deputado Osmar Terra mostram que o núcleo mais próximo do presidente detesta as ações de Henrique Mandetta, tenta conspirar para afrouxar o isolamento nos estados e até faz estimativas sobre mortes no Brasil

 

Bolsonaro entre Onyx Lorenzoni e Osmar Terra: conspiração contra o isolamento social e estimativa de mortos no Brasil pela CoVID-19

A conversa vazada em reportagem da rede CNN Brasil – que mostrou diálogo entre o ministro Onyx Lorenzoni e o líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Osmar Terra – é o exemplo acabado da conspiração que o presidente lidera contra as ações de combate ao coronavírus no Brasil.

Na conversa, captada pelo jornalista Caio Junqueira, Lorenzoni revela aspectos do que ocorreu na reunião em que o colega da Saúde, Luiz Henrique Mandetta seria exonerado, e ouve deboches de Terra contra Mandetta.

– Ele [Mandetta] não tem compromisso com nada que o Bolsonaro está fazendo. Eu acho que (Bolsonaro) deveria ter arcado [com as consequências de uma demissão]… – diz Lorenzoni.

– Ele se acha – respondeu Terra.

 O mais grave, no entanto, é a conspiração que o governo tenta, usando governadores, para afrouxar as regras de isolamento social impostas nos estados.

Segundo Osmar Terra, Bolsonaro aposta no governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), para o afrouxamento das regras. Na avaliação de  Terra – que almeja o cargo de Mandetta – se Rocha afrouxar, a tendencia é que os demais governadores também afrouxem.

Na conversa, eles calculam, inclusive, que as mortes no Brasil fiquem entre 3 mil e 4 mil.

Para o núcleo duro do governo, portanto, é fundamental derrotar a ideia de isolamento social para salvar o próprio presidente.

Pouco importa quantas pessoas morram por causa disso…

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Em deboche contra o país, Bolsonaro quebra regras em Brasília..

Presidente sai mais uma vez às ruas causando aglomerações, cumprimenta idosa após limpara o nariz e come em plena padaria, todos atos proibidos pelas regras do isolamento social impostas pelo seu próprio governo

 

Bolsonaro esfrega o nariz e depois cumprimenta, criminosamente, uma idosa em Brasília, me plena pandemia do coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro voltou nesta sexta-feira, 10, a agredir o país com suas ações contra as determinações de isolamento criadas pelo seu próprio governo.

Ele voltou a andar pelas comunidades de Brasília, gerando aglomerações, e cometeu num ato gravíssimo do ponto de vista das regras sanitárias impostas ao país neste período de pandemia de coronavírus: cumprimentou uma idosa mesmo depois de limpara o nariz.

As regras impostas pelo seu próprio governo proíbe aglomerações; e proíbe muito mais o contato físico, sobretudo com idosos.

Após cometer o crime contra a saúde pública, o presidente voltou a afrontar as regras da quarentena, ao lanchar em plena padaria mesmo com a proibição de venda para consumo interno nos comércios.

As atitudes de Bolsonaro são recorrentes e mostram cada vez mais suas intenções de desmoralizar o combate ao coronavírus no Brasil.

Em outro crime contra o país…

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O triste destino do ministro Henrique Mandetta…

Eficiente nas ações contra o coronavírus no Brasil, ministro da Saúde ganhou a antipatia do tresloucado presidente Jair Bolsonaro que já acenou, em pelo menos duas oportunidades, substituí-lo, o que pode ocorrer antes mesmo de a pandemia passar

 

Bolsonaro começou a fritar Mandetta assim que percebeu ele se destacar mais à frente da crise do coronavírus

Se o presidente Jair Bolsonaro agir como Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, está com os dias contados à frente da pasta.

E seu único erro foi ser eficiente e  efetivo no combate à pandemia do coronavírus.

Enciumado com o sucesso do ministro – e diante da decadência da própria imagem como líder do país – o tresloucado Bolsonaro já acenou em pelo menos duas oportunidades que deve substituir Mandetta ao fim da pandemia.

Pior: essa demissão pode ocorrer antes mesmo de a crise do coronavírus passar.

Bolsonaro viu sua imagem virar caricatura no Brasil e no mundo com a defesa de ações arriscadas e de posições até perigosas diante da crise, enquanto Madetta se manteve firme na defesa das restrições sociais.

Desde que perdeu a guerra para o ex-ministro, tendo que recolher suas bobagens e aceitar o isolamento, o presidente passou a ter o ministro como alvo.

e sua vingança será demiti-lo da Saúde mais cedo ou mais tarde.

É Bolsonaro sendo Bolsonaro…