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Governo reduz em cerca 600 o total de leitos para coVId-19 em SLZ

Avaliando que seria antieconômico manter o total exclusivo para pacientes de uma única doença, governador Flávio Dino anunciou que os espaços que estavam disponíveis para tratamento da pandemia agora serão devolvidos à iniciativa privada ou usados para outros tipos de pacientes

 

Flávio Dino entende que a redução na demanda hospitalar leva à redução de leitos para atendimento à coVID-19 na capital maranhense

A Secretaria de Estado da Saúde já reduziu em cerca de 600 o total de leitos usados para tratamento de pacientes de coVID-19 em São Luís.

O número foi informado pelo próprio governador Flávio Dino, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 19, quando anunciou novas medidas para reabertura das atividades no Maranhão. 

Segundo o governador, como a redução no número de casos caiu drasticamente em São Luís, não se faz mais necessário manter o total de leitos exclusivos para coVId-19.

– 600 leitos vazios seria anti-econômico. Não iria manter leitos vazios sabendo de outras patologias. Por isso está havendo a devolução de prédios privados – explicou Dino.

O número de casos na capital maranhense vem caindo nas últimas semanas, o que levou também à reabertura de várias atividades.

Ao reduzir os leitos em São Luís, a Secretaria de Saúde pretende ampliá-los no interior…

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Flávio Dino pagou três vezes mais por respirador que não recebeu

Custo do equipamento que deveria ser usado contra a coVìd-19 foi de R$ 163 mil, mas o governo maranhense diz ter pago apenas R$ 49,5 mil; o calote total no estado chegou a R$ 4,9 milhões, já que a encomenda nunca foi entregue

 

Os nove governadores do Nordeste, entre eles o maranhense Flávio Dino, estão sendo investigados pelo pagamento antecipado de respiradores que não receberam

O governo Flávio Dino (PCdoB) pagou três vezes mais caro por respiradores comprados na China, pagos adiantados e que nunca foram recebidos.

O custo total por equipamento pago pelo Maranhão foi revelado nesta quarta-feira, 17, pelo blog de Gilberto Léda.

A compra, feita por intermédio do Consórcio Nordeste, custou R$ 4,9 milhões ao povo maranhense, mas os equipamentos nunca foram entregues.

A compra superfaturada já está sendo investigada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas é alvo também da Controladoria-Geral da União (CGU).

– Quando as compras chegam de R$ 135 mil pra cima [por respirador], já se levanta um aviso de que a gente tem que atuar e estamos trabalhando no Brasil inteiro com essa pegada – afirmou o ministro da CGU, Wagner Rosário. (Leia aqui)

O governo Flávio Dino chegou a dizer que pagou apenas R$ 49,5 mil por equipamento, mas a simples divisão do valor pago pela quantidade de respiradores (30 unidades) eleva este preço para R$ 163 mil, mais de três vezes o anunciado.

O calote recebido pelo Consórcio Nordeste tem repercutido em toda a região e chamado atenção dos órgãos de investigação e de controle.

E pode se transformar em mais um escândalo da pandemia de coronavírus…

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De como o consórcio de governadores casou rombo financeiro ao Nordeste

Criado em São Luís em março de 2019, grupo que reúne os nove estados da região fez a primeira compra compartilhada em novembro, anunciando economia de R$ 48 milhões; mas fracassou durante a pandemia de coronavírus, a ponto de o TCEs apontarem “prejuízos financeiros aos estados”

 

Os governadores no encontro que oficializou o Consórcio Nordeste: compras fracassadas de respiradores e suspeitas de fraude e superfaturamento

14 de março de 2019: recebidos em São Luís pelo comunista Flávio Dino (PCdoB), os demais oito governadores da região criam o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).

Era uma tentativa dos gestores de se proteger de eventuais represálias do presidente Jair Bolsonaro à única região que o derrotara nas eleições de 2018. (Entenda aqui)

Efetivado oficialmente em julho, em reunião em Salvador, o consórcio elegeu como primeiro presidente o governador da Bahia, Ruy Costa (PT) e confirmou sua primeira compra em novembro, anunciando economia de R$ 48 milhões, segundo o portal do Governo do Maranhão. 

Mas o consórcio parece ter perdido o rumo exatamente quando precisava mostrar a Bolsonaro a eficiência da gestão compartilhada, em plena pandemia de coronavírus.

Em 25 de março de 2020 – exatamente um ano após sua criação – o colegiado realizou reunião de emergência, via conferência, para rebater posicionamento desdenhoso de Bolsonaro em relação à coVID-19.

A partir daí, decidiram fazer compras conjuntas de insumos, medicamentos e equipamentos para combate à pandemia.

E deu no que deu.

O consórcio fez duas compras frustradas de respiradores que resultaram em prejuízos de quase R$ 50 milhões aos cofres da região, o que abriu suspeitas de corrupção e má gestão.

Além de investigados em todos os estados, o caso foi levado ao Superior Tribunal de Justiça, por envolver governadores.

Operação como esta do governo maranhense estimulou o Consórcio Nordeste a comprar respiradores em conjunto; mas a compra fracassou e agora virou suspeita

O caso já está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, onde a perda é calculada em R$ 4,9 milhões.

Na sexta-feira, 12 de junho, a  Corte de Contas pernambucana fez um “alerta de responsabilização” ao governador, orientando-o a não mais participar de compras conjuntas do consórcio.

– As práticas do Consórcio já se revelaram inábeis, com expressivos prejuízos financeiros ao estado de Pernambuco – afirmou o conselheiro Carlos Porto. 

Segundo o TCE Pernambucano, o prejuízo para aquele estado foi de R$ 13 milhões.

O Maranhão também teve prejuízos milionários.

Segundo denúncias já encaminhadas à Polícia Federal, ao Ministério Público Estadual e Federal, à OAB, à CGU e ao TCE maranhense, o rombo com o fracasso na compra dos respiradores aos cofres maranhenses é de R$ 9,2 milhões.

Anfitrião do encontro que criou o colegiado, Flávio Dino é um dos chefes dos nove governadores investigados no STJ.

E essa é a história do Consórcio Nordeste…

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Destino das emendas na pandemia pode gerar novas ações da PF…

Além de superfaturamento na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) – como ocorreu em São Luís – chama a atenção o volume de recursos encaminhados por senadores e deputados federais até para municípios que sequer registraram casos de coVID-19

 

A Polícia Federal está monitorando uso de recursos para a coVID-19 em vários municípios maranhenses, assim como fez em São Luís

Reportagem especial

Além do superfaturamento na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) – como ocorreu na Secretaria de Saúde de São Luís – a Polícia Federal já tem outras duas vertentes para investigar “outros destinos” dos recursos que deveriam ser usados no combate à pandemia de coronavírus.

Levantamento do blog Marco Aurélio D’Eça em sites de controle, nos portais de transparência e nas páginas das próprias prefeituras identificou grandes volumes de recursos encaminhados para pequenos municípios – em detrimento de outros, maiores – e até dinheiro de emenda parlamentar a municípios que sequer registraram casos de coVID-19.

É o caso, por exemplo, de São Felix de Balsas – com seus 4,5 mil habitantes – que recebeu nada menos que R$ 700 mil em emendas parlamentares para combate à coVID-19.

Detalhe: até semana passada, São Félix de Balsas não havia registrado nenhum caso de coVID-19.

 

Parte II

Dinheiro fácil na pandemia

A liberação de emendas parlamentares ficou mais fácil entre os meses de maio e junho justamente por causa do coronavírus.

Para facilitar a chegada dos recursos aos municípios, o Ministério da Saúde criou uma rubrica específica, chamada “Incremento ao CoVID-19”. A partir daí, todo recurso incluído no item “Piso de Atenção Básica” poderia ser transferido para a nova rubrica.

Tanto que, no período, nada menos que 58,20% das emendas liberadas se deu no setor da Saúde. 

Em maio, o blog Marco Aurélio D’Eça revelou, com exclusividade, como se deu essa mudança, na Reportagem Especial intitulada “Municípios receberam mais de R$ 1 bilhão para a saúde em 2020 no Maranhão…”.

Parte III

Senadores e deputados bombando com emendas

 

Josimar de Maranhãozinho faz questão de contar quanto de dinheiro vai movimentar nos municípios sob sua influência política

Embora o Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União disponibilize valores liberados, é trabalho hercúleo separar, na página, detalhamento específico de cada deputado, suas emendas e os municípios para onde destinaram os recursos.

Para resolver a questão, é preciso cruzar dados de outros sites e até de reportagens na imprensa.

Foi assim que se soube, por exemplo, que o deputado federal maranhense Josimar de Maranhãozinho (PL) foi o campeão nacional em emendas liberadas agora em 2020, com nada menos que R$ 15,9 milhões.

Para São Luís, sabe-se até agora que os recursos usados na compra superfaturada de máscaras pela Semus, segundo a Polícia Federal, vieram de duas fontes: emendas de vereadores e emendas de senadores e deputados federais. (Saiba mais aqui e aqui)

Mas a própria Polícia Federal declarou estar de olho em “outros destinos” desses recursos que deveriam ser usados contra a pandemia de coronavírus, mas abasteceram, como no caso de São Luís, contas bancárias de empresários corruptos.

E a própria PF não tem duvidas: Há agentes públicos envolvidos…

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Mais um início de semana com reaberturas…

Shoppings centers voltam a funcionar nesta segunda-feira, com restrições de lotação; Câmara Municipal também reabre forma gradual a atividades; e a Sedel inicia discussão para retomada do calendário esportivo no estado

 

O comércio da Rua Grande e outros centros começar já está praticamente todo de volta; e tende a reabrir gradualmente nos próximos dias

 

Esta segunda-feira, 15 marca mais uma etapa da reabertura gradual das atividades econômicas no Maranhão.

A partir de hoje, os shoppings centres voltam a funcionar, com restrição de horário e de lotação; e com regras rígidas de proteção e higienização – à exceção das praças de alimentação e cinemas, que continuarão fechados.

O governo Flavio Dino (PCdoB) já havia autorizado a reabertura de igrejas católicas e evangélicas, que voltaram a funcionar neste fim de semana – também com regras de lotação e higienização.

A partir de hoje, a Câmara Municipal também começa a funcionar com atividades presenciais, de forma gradual, até retomar todas as suas ações.

E a Secretaria de Esportes e Lazer (Sedel) já definiu agenda com federações e associações esportivas para retomada de treinos, campeonatos e eventos esportivos.

O Maranhão tem hoje quase 60 mil casos de coVID-19 e quase 1,5 mil óbitos.

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Fim de semana com igrejas abertas no Maranhão…

Governo Flávio Dino liberou a realização de cultos e missas, seguindo regras de higienização, aglomeração e distanciamento; a partir de segunda-feira, shoppings center’s também poderão funcionar, sem as praças de alimentação

 

As igrejas terão que manter regras de distanciamento, lotação e higienização para voltar a funcionar neste fim de semana

O final de semana que se inicia nesta sexta-feira, 12, será o primeiro em quase 90 dias a ter liberado a realização de cultos e missas no Maranhão.

O governo Flávio Dino impôs uma série de restrições, mas decidiu liberar a abertura dos templos evangélicos, católicos e de outras religiões.

Para abrir, as igrejas terão que reduzir em 50% o total de lugares, para manter o distanciamento; promover higienização antes, depois e entre as cerimônias; e evitar aglomerações.

A partir de segunda-feira, 15, os shoppings centers também poderão reabrir, mas sem o funcionamento das praças de alimentação.

No centros de compras também serão seguidas regras rígidas, como redução no números de pessoas circulando, uso de máscaras e higienização total de lojas e quiosques.

Restaurantes e lanchonetes continuam funcionando apenas com serviços de drive thru e delivery.

Já os abres e casas de show não têm previsão de reabertura…

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O estranho envolvimento do Maranhão em compra de respiradores…

Governo maranhense participou, em nome do consórcio dos estados do Nordeste, de compras dos equipamentos, tidos como retidos pelos Estados Unidos, operação negada pelo governo americano e investigada pela Polícia Federal

 

Os respiradores não foram entregues pelas empresas ao consórcio Nordeste, que, a princípio, tentou acusar os Estados unidos

A investigação do pagamento antecipado pelo consórcio nordeste por respiradores nunca recebidos – agora a cargo do Superior Tribunal de Justiça – investiga também duas outras operações envolvendo os Estados Unidos.

 O Consórcio Nordeste é o grupo que reúne os governadores nordestinos e que fez compras conjuntas de respiradores; o consórcio que está sendo investigado na operação Ragnarock, desencadeada no início de junho.

Mas as suspeitas remontam aos primeiros dias de abril, quando os governadores nordestinos começaram a comprar respiradores na China.

No dia 3 de abril, o Consórcio Nordeste “perdeu” a primeira carga de respiradores (600 no total), avaliada em R$ 42 milhões, e acusaram os Estados Unidos pelo confisco. (Entenda aqui)

No dia 4 de abril a embaixada dos Estados Unidos no Brasil negou que tenha feito qualquer tipo de apreensão de carga de respiradores, alegando serem falsas qualquer tipo de relatório neste sentido. (Relembre aqui)

Foi a partir daí que a Polícia Federal começou a desconfiar da história, começando a investigação pelo estado da Bahia.

No dia 16 de abril, o governo maranhense distribuiu release em todo o país comemorando o fato de ter realizado uma “operação de guerra” para supostamente “driblar os Estados Unidos na compra de respiradores”.

E aí a Polícia Federal entrou de vez na questão.

Em 3 de junho, a PF desencadeou a Operação Ragnarok, prendeu empresários e colheu documentos em vários estados. E chegou às empresas Hempcare e Biogeoenergy.

No dia 6 e junho, chegou a informação de que o Maranhão  também tinha envolvimento com a compra dos respiradores não entregues, com R$ 4,9 milhões de prejuízo. (Leia aqui)

E agora, como envolve governadores, o caso está sob a responsabilidade do STJ…

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Taxa de ocupação de UTI para coVID-19 supera 90% em São Luís

Último boletim da Secretaria de Saúde informa que apenas 18 dos 240 leitos para tratamento intensivo estão disponíveis nos hospitais da região metropolitana; índice é arriscado por causa da baixíssima taxa de isolamento social, de apenas 42%

 

Os leitos de UTI na Grande São Luís continuam com alta taxa de ocupação o que gera risco por causa da baixíssima taxa de isolamento social,

A Grande São Luís atingiu nesta segunda-feira, 8, o índice de 92,50% dos leitos de UTI ocupados para tratamento de pacientes da coVID-19. 

No mesmo dia, a capital registrou a menor taxa de isolamento social desde o início da quarentena, de apenas 42%. 

Segundo levantamento do blog Marco Aurélio D’Eça, o índice atual de ocupação de UTI é mais de quatro pontos percentuais maior que o registrado em 18 de maio, um dia depois do encerramento do lockdown decretado pela Justiça. (Veja aqui os boletins da SES)

Para especialistas, a coVID-19 não está controlada na região metropolitana; e o alto índice de ocupação de UTI, combinada com a baixíssima taxa de isolamento, aponta para risco iminente de recrudescimento da doença. 

Desde o bloqueio geral, o índice de ocupação de leitos de UTI na região metropolitana vem apresentando crescimento.

No dia 31 de maio atingiu o pico, com 96,25% de ocupação; no mesmo dia, o interior – à exceção de Imperatriz, que tem contagem própria – registrava 78,72% de ocupação.

Na quinta-feira, 4, depois do afrouxamento das regras da quarentena, o índice de ocupação de leitos de UTI chegou a 93,33% na Grande São Luís; neste mesmo dia, o interior registrava 75,18% de ocupação.

Do total de 240 leitos de UTI disponíveis na capital maranhense e nos municípios do seu entorno, apenas 18 estavam disponíveis nesta segunda-feira.

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Flávio Dino admite ser impossível controlar aglomerações

Durante a entrevista desta segunda-feira, 8, governador diz que a orientação é para que o cidadão evite circular pela cidade se não houver necessidade de sair de casa, mas reconheceu que a decisão é da própria pessoa

 

No Castelão teve até torneio de papagaio, com jovens e adultos sem máscaras durante toda a tarde

O governador Flávio Dino admitiu nesta segunda-feria, durante entrevista coletiva sobre a pandemia de coronavírus, que as autoridades azem o que podem para segurar o cidadão em casa.

Mas reconheceu ser impossível controlar as aglomerações.

Durante o fim de semana –  o primeiro após afrouxamento das medidas de restrição – houve aglomerações na avenida Litorânea, na Lagoa da Jânsen, além de festas, pagode e torneio de futebol e de pipas em várias regiões de São Luís.

O decreto que estabeleceu as restrições para siar de casa e a obrigatoriedade do uso de máscaras ainda está em vigor, mas o cidadão já não mostra mais interesse em seguir a quarentena,

E em a presença do poder público fiscalizando, é como se a vida tivesse voltado ao normal.

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Bares, restaurantes e praças de alimentação devem abrir dia 29…

Embora nenhuma nova medida tenha sido anunciada pelo governador Flávio Dino na entrevista coletiva desta segunda-feria, 8, os decretos anteriores, com datas para flexibilização da quarentena, continuam valendo

 

Os bares permanecem fechados em toda São Luís, pelo menos até o dia 29, quando há a previsão de nova flexibilização para o setor

A entrevista coletiva anunciada pelo Governo do Estado na manhã desta segunda-feira, 8, acabou-se transformando em uma espécie de pronunciamento do governador Flávio Dino (PCdoB), sem nenhuma nova medida para enfrentamento da coVID-19.

A única coisa que pode ser vista como novidade foi a nova previsão para reabertura das aulas, desta vez para 1º de julho.

Mas é uma previsão, como frisou o próprio Dino.

A reabertura das demais atividades mantem-se nos decretos anteriores de Flávio Dino, que continuam valendo. 

Dia 15: Demais lojas de rua, tais como sapatarias, lojas de roupas, presentes e congêneres; Lojas situadas em shopping (menos restaurantes, bares, lanchonetes e cinemas);

Dia 22: Academias de ginástica e esporte.

Dia 29: Bares, restaurantes, cinemas e praças de alimentação dos shopping.

Apesar de Flávio Dino nada falar sobre cultos e missas, as maioria das igrejas – sobretudo as evangélicas – voltaram a funcionar normalmente no fim de semana, mesmo ainda proibidas.

Mesmo diante da desobediência das restrições, o governo, mesmo assim, garante que está havendo fiscalização.

Flávio Dino não disse quando voltará a falar para tratar da regulamentação das novas datas…