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A simbiose de Flávio Dino com o grupo Sarney…

A cada ano que passa, governador comunista vai transformando seu governo em uma espécie de continuidade da história política maranhense, com métodos e gente que ele mesmo prometeu derrotar em 2014

 

Lucas: mais um sarneysista em um governo já repleto deles

O vereador Pedro Lucas Fernandes (PTB) vai desembarcar no governo Flávio Dino (PCdoB) logo após o carnaval, segundo confirmou o próprio comunista nesta quarta-feira, 22.

A entrada do vereador é apenas a oficialização de uma aliança que já existe tacitamente, incluindo também o seu pai, deputado federal Pedro Fernandes (PTB), que já flertava com os comunistas desde a campanha de 2014.

Pedro Lucas é o enésimo sarneysista – ou ex-sarneysista, ou quase sarneysista; ou pelo menos não-dinista – a entrar no governo Flávio Dino desde a sua posse.

Leia também:

Flávio Dino e os refugos do grupo Sarney…

Sarneysistas e dinistas; todos juntos e misturados…

Os sarneysistas de Flávio Dino e o sarneysistas dos outros…

A foto mostra sarneysistas de todos os quilates na campanha de Holandinha, espécie de apêndice do grupo Flávio Dino

E é com esses sarneysistas que o governador  – que prometeu mudar o estado de coisas no Maranhão – vai se transformando em uma espécie de mais do mesmo na política maranhense.

São Fernandes, Ferreiras, Vieiras, Oliveiras, Cafeteiras e afins encastelados no Palácio dos Leões, entra governo e sai governo.

Uma verdadeira simbiose entre dinistas e sarneysistas.

E que venha 2018…

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O bateu-levou de Othelino Neto e Adriano Sarney…

Deputados trocaram acusações em um debate de alto nível na Assembleia Legislativa sobre o legado e os rumos do Maranhão nos governos Flávio Dino e Roseana Sarney; quem tem razão?

 

Esse é o legado que vocês carregam nas costas como um carimbo que o tempo passa e não sai, porque receberam um Estado próspero e entregaram-no com os piores indicadores do Brasil, com o povo mais pobre do país. Mandaram no Maranhão, na República e entregaram o Estado na pior situação possível, e isso ninguém vai conseguir tirar, nem a força do império de comunicação tem como tirar. Vocês vão carregar para sempre e para toda a história a mácula de ter entregue um Estado, visivelmente, muito mais pobre do que receberam”

Othelino Neto, vice-presidente da Assembleia, durante a sabatina do secretário Clayton Noleto, referindo-se ao grupo Sarney

Governistas afirmam que o governo da mudança tem trabalhado para que os maranhenses saiam da linha da pobreza, mas resultados do PIB mostram que o governo comunista conseguiu a façanha de empobrecer o Estado em mais de 10%. No governo Roseana Sarney, o Maranhão crescia acima da média nacional e houve geração de 25 mil postos de trabalho no final do mandato. Em 2015, primeiro ano do governo Flávio Dino, houve redução em mais de 10 mil vagas. Em 2016, a queda foi de 18 mil vagas, reflexo da política equivocada, que aumenta impostos e reduz investimentos públicos”

Adriano Sarney, em resposta, com números oficiais, mostrando que o governo Flávio Dino não mudou o que prometeu

 

 

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Sarney Filho senador na chapa de Flávio Dino?!?

Cada vez mais aliados do governador comunista demonstram simpatia por esta tese, que agrada também a um grupo de oposicionistas

 

 

Sarney Filho pode vir a compor a chapa de Flávio Dino, numa aliança já defendida por aliados do comunista

Sarney Filho pode vir a compor a chapa de Flávio Dino, numa aliança já defendida por aliados do comunista

A tese que dá título a este post é a seguinte: o atual ministro do meio Ambiente, Sarney Filho, assumiria uma das duas vagas de candidato a senador na chapa encabeçada pelo governador Flávio Dino, em 2018, numa aliança que incluiria o PV no palanque do PCdoB, PDT e PT.

Por mais esdrúxula que possa parecer, a tese ganha cada vez mais adeptos entre aliados do governador Flávio Dino.

Ela já foi defendida – em mais de uma ocasião, e com diferentes interlocutores – pelo presidente em exercício da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB); pelo líder do governo na Assembleia, Rogério Cafeteira (PSB), e por deputados estaduais do PDT.

E a aliança tem a simpatia, inclusive, do presidente do PDT, deputado federal Weverton Rocha, ele próprio um dos postulantes à vaga no Senado. Rocha tem relação de amizade com Sarney Filho na Câmara Federal, o que facilitaria a relação dos dois.

A defesa de socialistas, comunistas e pedetisas têm uma razão de ser: a inclusão do ministro na chapa dinista barraria a pretensões do presidente da Assembleia, Humberto Coutinho (PDT), que tem ganhado resistência de parlamentares.

Todos os defensores da chapa Flávio Dino governador, Weverton e Sarney Filho candidatos ao Senado deixam claro que ainda não trataram com Dino sobre o tema, mas dizem aos interlocutores que, “pragmático, o governador não se oporia”.

A resistência poderia vir, acreditam, do lugar-tenente de dino, o jornalista Márcio Jerry.

Mas esta é uma outra história…

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O dia seguinte…

Com a reeleição do prefeito Edivaldo Júnior pouco muda nos aspectos político-administrativos em São Luís, mas sua vitória implica uma série de cenários eleitorais para o ciclo de 2018

 

Edivaldo Júnior e seus parceiros no PCdoB e no PDT: 2018 já está na pauta

Edivaldo Júnior e seus parceiros no PCdoB e no PDT: 2018 já está na pauta

A reeleição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) é apenas a continuidade de um trabalho – ou não-trabalho – iniciado em 2013. E o eleitor não deve esperar mudanças em seu dia dia.

No campo político, porém, a manutenção do status quo de Holandinha implica forte readequação de forças para as eleições gerais de 2018.

Em primeiro lugar, o próprio Edivaldo terá que acenar, já a partir do reinício de sua gestão, como se comportará em relação à guerra-surda entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o deputado federal Weverton Rocha (PDT).

Rocha pretende disputar o Senado em 18, mas Dino tem em seus planos garantir a vaga – ou pelo menos uma delas – ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho (PDT).

Aliás, a relação entre os próprios Weverton e Coutinho deve ter uma definição nos próximos meses. Há quem garanta não haver espaço para os dois no PDT.

E a vitória do deputado pedetista neste quesito dependerá muito da postura do próprio Edivaldo.

O grupo formado em torno de Eduardo Braide tem cacife para figurar também em 2018

O grupo formado em torno de Eduardo Braide tem cacife para figurar também em 2018

Eduardo Braide

Ao conquistar mais de 240 mil votos em São Luís, acirrando até o final uma disputa contra duas máquinas e uma série de crimes eleitorais, o deputado Eduardo Braide (PMN) entrou, definitivamente, no cenário de 2018.

Desde já, ele passa a ser o potencial favorito para suceder o próprio Edivaldo, e terá importante papel daqui a dois anos.

Ao seu lado estão jovens políticos emergentes, como o prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PCdoB) e o deputado estadual Wellington do Curso (PP), ambos protagonistas destas eleições.

Este grupo pode criar, inclusive, uma espécie de quarta via no cenário de 2018, com forte potencial eleitoral.

Grupo Sarney

Pouco envolvido nas eleições de São Luís, o grupo liderado pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) não sofrerá qualquer abalo ou benefício com a vitória de Holandinha. Roseana somou vitórias pessoais importantes no primeiro turno, em Imperatriz, Caxias, Grajaú e outros grandes municípios e é, por si só, nome forte para a eleição majoritária de 18.

Ao grupo Sarney resta equacionar algumas questões, como o interesse do senador João Alberto em ser candidato a governador e do ministro Sarney Filho (PV) de disputar o Senado.

De uma forma ou de outra no entanto o grupo será um dos protagonistas de 2018.

Roberto Rocha

Player mais bem posicionado para o cenário de 2018 – já que depedne apenas de si mesmo para entrar no páreo – Roberto Rocha sofreu alguns revezes eleitorais na capital e no interior, mas sai do processo de 2016 com um capital partidário considerável.

Além do seu PSB, partido que ele deve comandar já a partir de depois das eleições, Rocha pode ter também o PP, do deputado André Fuuca, e trabalha fortemente para ter também o PSDB, o que o tornará forte em 2018.

Como se vê, encerrado o ciclo eleitoral de 2016, os atores políticos já se preparam para um novo ciclo, o de 2018.

E vão começar tudo de novo…

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Movimentos de sarneysistas indicam que o PMDB apoia discretamente Edivaldo contra Braide…

sarneysistas e Edivaldo Júnior: discreto apoio

sarneysistas e Edivaldo Júnior: discreto apoio

Por Ribamar Corrêa

Por mais que se esforcem, muitos observadores experimentados não conseguem entender o papel do Grupo Sarney, particularmente o do PMDB, na segunda etapa da corrida para a Prefeitura de São Luís.

Está com Edivaldo Jr. (PDT) ou com Eduardo Braide (PMN)?

O que ganha apoiando um ou outro ou ficando neutro?

Desde que foram abertas as articulações para a formação de chapas para disputar a cadeira principal do Palácio de la Ravardière, os líderes sarneysistas têm protagonizado uma sucessão de movimentos que nem de longe lembram lances de líderes políticos articulados, que mexiam as pedras do tabuleiro com precisão matemática, quase sempre desconcertando adversários e levando a melhor nas urnas.

Nessas eleições, o grupo liderado pela ex-governadora Roseana Sarney, que tem como orientador-mor o ainda lúcido e ativo ex-presidente José Sarney, e como operador mais eficiente o senador João Aberto, que preside o PMDB, jogou tão mau em São Luís, que não conseguiu sequer eleger um único vereador.

Nesta 2º turno, de novo o Grupo Sarney parece ter rumo, como movimentos furta-cores, sem transparência, indicando estar se movimentando em favor do prefeito Edivaldo Jr., mas também parece dar passos em direção a Eduardo Braide, e, aqui e ali, dando impressão de que está neutro.

Nada de jogo aberto.

Nove entre 10 observadores interpretaram o discurso do deputado estadual Adriano Sarney (PV) criticando a Eduardo Braide por dizer que não é sarneysista – declarações que ele não dera, como afirmar que não queria o apoio do PMDB.

O pretexto de cobrar “transparência” na campanha e de defender o nome da sua família não convenceu a ninguém.

E a leitura que foi feita pela esmagadora maioria dos observadores foi a de que o discurso foi uma estratégia para favorecer o prefeito Edivaldo Jr., já que a intenção foi cristalina: prejudicar Eduardo Braide, mesmo sem um naco de razão.

O estratagema para prejudicar o candidato do PMN prosseguiu com declarações do próprio senador João Alberto ao fazer no senado um desmentido sem sentido a Eduardo Braide.

Nas últimas 72 horas, todas as conversas de roda política apontam o PMDB articulando apoio por “debaixo do pano” para Edivaldo Jr. e, com isso, ajudando a minar os passos de Eduardo Braide. Continue lendo aqui…

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Aliados de João Alberto ativos na campanha de Holandinha…

Membros do PMDB municipal, que declararam apoio ao prefeito no início do segundo turno ao candidato do PDT já se integraram à campanha do candidato, que esconde ter apoio de sarneysistas em seu palanque

 

 

Nival Costa, vinculado a João Alberto, está ativo na campanha do 12

Nival Costa, vinculado a João Alberto, está ativo na campanha do 12

O homem da foto acima é Nival Costa.

Ele é membro do diretório municipal do PMDB e foi candidato a vereador na chapa do candidato do partido a prefeito, Fábio Câmara.

Nesta imagem, ele faz campanha de rua para o prefeito Edivaldo Júnior, candidato do PDT.

Nival Costa é vinculado diretamente ao senador João Alberto de Sousa, que tem o controle do PMDB estadual e também já liberou o partido para apoiar Edivaldo Júnior. (Saiba mais aqui)

Mesmo com o PMDB, PTB, DEM e PSC em seu palanque – todas legendas ligadas ao grupo Sarney – Edivaldo esconde essas alianças na televisão.

Pior: “namora escondido” com o apoio dos próprios sarneysistas.

O mesmo Nival Costa, com o próprio Holandinha, na declaração de apoio do PMDB ao prefeito

O mesmo Nival Costa, com o próprio Holandinha, na declaração de apoio do PMDB ao prefeito

A jogada do PMDB com Edivaldo seria comandada pelo próprio senador João Alberto, segundo denunciou o deputado federal Hildo Rocha. (Releia aqui)

Na foto acima aparece exatamente o mesmo Nival Costa, ao lado de outros militantes do PMDB – todos vinculados a João Alberto e ao deputado estadual Roberto Costa, que controla o diretório municipal.

A imagem foi feita no dia em que declararam apoio a Holandinha, que apareceu juntamente com a secretária de Saúde Helena Duailibe.

Helena Duailibe também é filiada ao PMDB e chegou a ser cogitada pra ser vice de Edivaldo. (Relembre aqui)

O PMDB, portanto, está com Edivaldo Júnior…

 

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Sarneysistas e dinistas se unem contra Eduardo Braide na Assembleia…

Na tentativa de salvar o prefeito Edivaldo Júnior – e a própria política tradicional, a qual o candidato do PMN dá de ombros – parlamentares trazem à tona toda sorte de histórias envolvendo o colega

 

Adriano Sarney e seu PV estiveram com Eliziane e o PSDB no primeiro turno, não com Braide

Adriano Sarney e seu PV estiveram com Eliziane e o PSDB no primeiro turno, não com Braide

Quem viu a sessão desta terça-feira, 18, na Assembleia Legislativa, pôde ter um exemplo de como a classe política saiu do eixo com a inesperada chegada do deputado Eduardo Braide (PMN) ao segundo turno das eleições em São Luís.

De uma hora para outra, sarneysistas e dinistas se uniram num mesmo discurso anti-Braide, uma espécie de tentativa de salvar a campanha do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O discurso do deputado Adriano Sarney (PV) revelando que Braide teria tentado o apoio do grupo Sarney, no primeiro turno,  foi a senha para que lideranças do governo Flavio Dino (PCdoB) – como o vice-presidente da Casa, Othelino Neto (PCdoB), e o secretário Bira do Pindaré (PSB) – também partissem para tentativas de desqualificar o candidato do PMN, que tem surpreendido a classe política e a imprensa com a postura de anti-candidato que conquistou corações e mentes em São Luís.

O próprio Eduardo Braide nunca negou que tivesse procurado as lideranças e o apoio de partidos do grupo Sarney, assim como também tentou buscar o apoio de legendas do grupo de Flávio Dino. 

Ocorre que nenhum deles deu apoio ao deputado.

Ocorre que o deputado saiu sozinho, apenas com seu pequeno PMN.

Apesar de seu PSB ter estado com Wellington, Bira esteve com Edivaldo desde o primeiro turno, ao lado de sarneysistas e dinistas

Apesar de seu PSB ter estado com Wellington, Bira esteve com Edivaldo desde o primeiro turno, ao lado de sarneysistas e dinistas

O PV, de Adriano Sarney, preferiu fazer coligação com a candidata do PPS, Eliziane Gama, juntamente com o PSDB de João Castelo e o Solidariedade, ligado a Flavio Dino.

Eliziane não foi ao segundo turno; quem foi, foi Braide.

O PSB, de Bira do Pindaré,  também não foi com Braide; preferiu o PP, de Waldir Maranhão, na campanha de Wellington do Curso (PP).

E Wellington também não foi ao segundo turno; quem foi, foi Braide.

O comunista Othelino Neto também está, com outros sarneysistas na campanha de Edivaldo

O comunista Othelino Neto também está, com outros sarneysistas na campanha de Edivaldo

E o PCdoB, de Othelino Neto e Flavio Dino, estavam na campanha de Edivaldo Júnior, juntamente com outros seis partidos saneysistas, e o PT, de Lula e Dilma.

Edivaldo não venceu em primeiro turno e teve que disputar um segundo turno com quem?!? Com Eduardo Braide.

Por isso,  agora, Eduardo Braide prefere não querer nenhuma liderança tradicional em seu palanque. Nem sarneysista, nem dinista.

E talvez por isso, sarneysistas e dinistas estejam se unindo para derrotá-lo e tentar salvar a campanha de Edivaldo.

Em nome exatamente da política tradicional.

Simples assim…

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Edivaldo Junior se reaproxima do grupo Sarney…

Na mesma semana em que membros do PCdoB declaram apoio à candidatura de Eduardo Braide, pedetista – que já mantém vários aliados do ex-presidente – recebe apoio do PMDB sarneysista

 

Membros do PMDB com Edivaldo Júnior: sarneysistas na prefeitura

Membros do PMDB com Edivaldo Júnior: sarneysistas na prefeitura

Sarneysista de origem, mas afastado do grupo desde as eleições de 2006, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) começou neste aegundo turno uma espécie de reaproximação com o grupo que tem a ex-governadora Roseana Sarney como principal liderança.

Holandinha, que já tem a simpatia velada de boa parte do grupo, desde o primeiro turno, recebeu ontem o apoio oficial do PMDB – ou pelo menos de parte dele.

Na verdade, o PMDB namorava Edivaldo desde o primeiro turno, e só não se alinhou ao prefeito porque o vereador Fábio Câmara bateu pé para ser candidato.

Hoje, o próprio Câmara, que tem no senador João Alberto e no deputado Roberto Costa seus principais aliados na legenda, também já ensaia alinhamento a Edivaldo.

A reaproximação de Edivaldo com o grupo Sarney se dá na mesma semana em que membros do PCdoB demonstram maior simpatia pela candidatura do deputado estadual Eduardo Braide (PMN).

Em menos de uma semana, Braide recebeu apoio do deputado federal comunista Rubem Júnior – tido como sucessor de Flavio Dino – do prefeito eleito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, e do suplente de vereador Paulo César, muito próximo do secretário Márcio Jerry. (Leia aqui e aqui)

Leia também:

Os sarneysistas de Flávio Dino e os sarneysistas dos outros…

Holandinha bem mais próximo dos Sarney do que Eliziane…

Edivaldo é quem tem o apoio do grupo Sarney, diz Braide…

Eduardo Braide tem recebido apoio de comunistas ligados ao governador Flávio Dino

Eduardo Braide tem recebido apoio de comunistas ligados ao governador Flávio Dino

A aliança de Holandinha com o grupo Sarney já existe oficialmente desde o primeiro turno.

Na coligação do prefeito estão seis partidos ligados historicamente ao ex-presidente da República, alguns deles, inclusive, com secretários na gestão do pedetista.

Edivaldo também tem entre os seus principais apoiadores o ex-ministro Gastão Vieira, um dos principais membros do governo Roseana, que ele faz questão de citar como aliado em Brasília.

Nesta semana, o pai do prefeito, deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) criticou publicamente as ações de Marcio Jerry e de Flavio Dino, e disse que eles Atrapalham a gestão do filho. (Leia aqui)

A critica pode ter sido a senha para que Holandinha retomasse a aproximação com os sarneysistas…

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“Edivaldo é quem tem apoio de seis partidos ligados ao grupo Sarney”, revela Eduardo…

Candidato do PMN mostra em seu primeiro programa eleitoral que, ao contrário dele próprio, que é independente, o candidato do PDT reúne lideranças de todos os grupos que disputam o poder no Maranhão; Edivaldo repetiu esquetes do primeiro turno e agradeceu votação

 

Braide botou as cartas na mesa

Braide botou as cartas na mesa

O candidato do PMN à Prefeitura de São Luís, Eduardo Braide, revelou em seu primeiro programa eleitoral a posição de cada um dos candidatos no segundo turno das eleições em São Luís.

Perguntado por uma ouvinte se tinha o apoio do chamado grupo Sarney, Braide foi direto.

– Não tenho apoio do grupo Sarney. Sou candidato independente, prova disso é que tenho apenas o meu próprio partido em minha campanha – afirmou o candidato para revelar:

– Ao contrário do meu adversário [Edivaldo Júnior (PDT)], que tem em sua coligação seis partidos ligados ao grupo Sarney.

Edivaldo Júnior usou esquetes já apresentadas no primeiro turno em seu primeiro programa. A única fala inédita foi o agradecimento pela expressiva votação obtida no primeiro turno.

Curiosamente, ambos os candidatos agradeceram à votação também “dos que votaram em outros candidatos”.

Edivaldo repetiu programa já usados no primeiro turno

Edivaldo repetiu esquetes do 1º turno

Em seu programa, Eduardo Braide deixou claro que pretende continuar a falar a verdade ao eleitor de São Luís, dizendo sempre que vai fazer o que for possível fazer.

– Não vou fazer promessas mirabolantes ao eleitor. Ele vai ouvir de mim a verdade. Sempre – garantiu.

O candidato tem usado o horário eleitoral para falar, inclusive, das denúncias que surgiram contra ele desde que ele foi confirmado no 2º Turno.

– Nenhuma dessas acusações é verdade. Prova disso é que entrei com ações contra esses acusadores e todos foram condenados na Justiça – afirmou Braide, que classificou os atos de covardia.

Os primeiros programas do segundo turno foram exibidos no rádio, às 7h; e serão repetidos às 12h.

Na TV, os programas vão ao ar a partir das 13h e ás 20h30…

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Explicado o porquê de Flávio Dino forçar a barra para ir à China com Michel Temer..

Governador, que tenta faturar até com promoção de supermercado, queria estar na comitiva do presidente por que sabia do anúncio do aporte de R$ 10 bilhões em projetos privados no Maranhão, incluindo um terminal de cargas – projeto que seu próprio governo tentou inviabilizar

 

Temer desembarcando na China: R$ 10 bilhões para o Maranhão, que Dino queria faturar...

Temer desembarcando na China: R$ 10 bilhões para o Maranhão, que Dino queria faturar…

O oportunismo do governador Flávio Dino (PCdoB) beirou as raias do desespero nos últimos dias.

Ele fez de tudo para ir à China com o agora presidente definitivo Michel Temer (PMDB), abandonando até a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Flávio Dino ficou a ver navios

Flávio Dino ficou a ver navios

O motivo era um só: Dino já sabia que grupos chineses iriam anunciar investimentos da ordem de R$ 10 bilhões no Maranhão, em projetos de siderurgia, agricultura e num porto de cargas privado, na região do Itaqui.

Para embarcar com Temer – que até um mês atrás ele chamava de golpista – Flávio Dino tentou carona até com o empresário Walter Torres, dono da WTorre, que constrói o porto privado – projeto que o governo comunista tentou barrar logo que assumiu. (Saiba mais aqui e aqui)

Oportunista ao extremo, Dino sabia que os chineses iriam fazer o anúncio dos R$ 10 bilhões. Por isso, chegou anunciar que estaria indo à China para tentar investimentos.

Queria vender para o Maranhão que foi ele o responsável pela atração dos recursos – coisa de quem tenta faturar até com promoção de supermercado.

Sem prestígio algum no Governo Federal, Flávio Dino rodou, rodou e foi barrado na comitiva.

E ficou, literalmente, a ver navios…