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Explicado o porquê de Flávio Dino forçar a barra para ir à China com Michel Temer..

Governador, que tenta faturar até com promoção de supermercado, queria estar na comitiva do presidente por que sabia do anúncio do aporte de R$ 10 bilhões em projetos privados no Maranhão, incluindo um terminal de cargas – projeto que seu próprio governo tentou inviabilizar

 

Temer desembarcando na China: R$ 10 bilhões para o Maranhão, que Dino queria faturar...

Temer desembarcando na China: R$ 10 bilhões para o Maranhão, que Dino queria faturar…

O oportunismo do governador Flávio Dino (PCdoB) beirou as raias do desespero nos últimos dias.

Ele fez de tudo para ir à China com o agora presidente definitivo Michel Temer (PMDB), abandonando até a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Flávio Dino ficou a ver navios

Flávio Dino ficou a ver navios

O motivo era um só: Dino já sabia que grupos chineses iriam anunciar investimentos da ordem de R$ 10 bilhões no Maranhão, em projetos de siderurgia, agricultura e num porto de cargas privado, na região do Itaqui.

Para embarcar com Temer – que até um mês atrás ele chamava de golpista – Flávio Dino tentou carona até com o empresário Walter Torres, dono da WTorre, que constrói o porto privado – projeto que o governo comunista tentou barrar logo que assumiu. (Saiba mais aqui e aqui)

Oportunista ao extremo, Dino sabia que os chineses iriam fazer o anúncio dos R$ 10 bilhões. Por isso, chegou anunciar que estaria indo à China para tentar investimentos.

Queria vender para o Maranhão que foi ele o responsável pela atração dos recursos – coisa de quem tenta faturar até com promoção de supermercado.

Sem prestígio algum no Governo Federal, Flávio Dino rodou, rodou e foi barrado na comitiva.

E ficou, literalmente, a ver navios…

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Todos juntos e misturados….

Os três principais candidatos a prefeito de São Luís reúnem – todos eles – membros do Grupo Sarney e do governo Flávio Dino em suas coligações, além de membros de partidos que estão em um e outro lado, o que forma uma salada política em cada palanque

 

 

Edivaldo e seus sarneysistas e dinistas: todos juntos e misturados

Edivaldo e seus sarneysistas e dinistas: todos juntos e misturados

 

A campanha eleitoral começou com a evidência de um fato que vinha se desenhando nos bastidores: nenhum dos candidatos a prefeito de São Luís poderá se apresentar como independente ou sem vínculo com grupos políticos ou chefes de poder.

Afinal, em todas as principais coligações tem gente de todas as correntes políticas.

Nesta salada política, há, por exemplo, militantes do PT,que está coligado com Edivaldo Júnior (PDT), e do PSB, da aliança em torno de Wellington do Curso (PP), em campanha aberta pela eleição de Eliziane Gama (PPS). Membros do PV, por sua vez, oficialmente alinhados ao projeto da popular-socialista, estão na campanha de Wellington.

Eliziaen Gama: PV de Sarney Filho, PSDB do vice-governador e PSB do secretário Marcelo Tavares

Eliziaen Gama: PV de Sarney Filho, PSDB do vice-governador e PSB do secretário Marcelo Tavares

Em todas as campanhas há membros do chamado grupo Sarney e membros do governo Flávio Dino (PCdoB).

Os sarneysistas com Edivaldo são Gastão Vieira (Pros), Pedro Fernandes (PTB), Juscelino Filho (DEM), Hélio Soares (PR) e uma centena de candidatos a vereador. Já os que somam com Eliziane são Sarney Filho (PV), Edinho Lobão (PMDB), Adriano Sarney (PV), Aluísio Mendes (PTN), Márcio Coutinho (PRTB) e Maura Jorge (PTN).

Wellington do Curso recebeu o apoio dos sarneysistas André Fufuca (PP), Cláudio Trinchão (PSD) e Edilázio Júnior.

No palanque de Wellington tem de Roberto Rocha a Edilázio Júnior (PV); de Waldir Maranhão (PP) a Cláudio Trinchão (PSD)

Wellington tem de Roberto Rocha a Edilázio Júnior (PV); de Waldir Maranhão (PP) a Trinchão (PSD)

O PCdoB de Flávio Dino tem a vice de Edivaldo Júnior, além dos aliados do PT e do PDT. Mas há membros do governo Flávio Dino, como o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e os secretários Marcelo Tavares (PSB) e Simplício Araújo (SD) também na campanha de Eliziane. E um dos principais aliados do governador atualmente, o deputado Waldir Maranhão (PP) é do mesmo partido de Wellington do Curso.

Assim será a campanha em São Luís, com os membros dos dois principais grupos políticos maranhenses espalhados nas três principais candidaturas.

Tudo junto e misturado…

Da coluna EstadoMaior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog
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Roseana quer PMDB com Wellington; João Alberto resiste com Fábio Câmara…

Com base em relatórios internos sobre a corrida em São Luís, ex-governadora argumentou que o partido precisa ser protagonista na disputa, com uma candidatura competitiva e sem atrelamentos ao governo Flávio Dino

 

Roseana e Fábio Câmara não se entendem sobre candidatura do PMDB; tensão entre os dois só aumenta

Roseana e Câmara não se entendem sobre candidatura do PMDB; tensão entre os dois só aumenta

exclusivoO vereador Fábio Câmara teve uma difícil conversa, no final da tarde desta segunda-feira, 25, com a ex-governadora Roseana Sarney, sobre o futuro do PMDB nas eleições de São Luís.

De posse de avançados relatórios de pesquisas, ela tentou dissuadir o vereador a abrir mão da candidatura de prefeito para apoiar o deputado estadual Wellington do Curso (PP).

O encontro se deu na casa do senador João Alberto de Sousa, com a presença também de Ana Graziela Neiva, assessora de Roseana.

E o clima ficou pesado entre os peemedebistas.

Roseana entende que o PMDB precisa ser protagonista no pleito de São Luís, e entende que a candidatura do vereador não deslanchou como devia. Ao  mesmo tempo, ela entende que Eliziane Gama (PPS) e de Edivaldo Júnior (PDT) representam o projeto do governador Flávio Dino (PMDB), antagônico ao PMDB.

E acha ainda que o apoio a Wellington praticamente consolidaria seu nome no segundo turno.

Fábio Câmara argumentou que, mesmo sozinho, sem apoio de nenhuma liderança do PMDB – e bombardeado dia e noite por essas próprias lideranças – conseguiu chegar num patamar de 3% a 5% das intenções de votos.

O vereador teve o aval de João Alberto, que também entendeu a necessidade de manter a candidatura.

Diante da tensão entre os peemedebistas, a reunião foi suspensa.

Mas pode gerar desdobramentos até o fim do prazo das convenções…

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O silêncio do grupo Sarney…

Agrupamento de partidos que transitam em torno do ex-presidente da República prefere se espalhar entre várias candidaturas a fechar um projeto único de poder, o que o coloca fora do jogo de 2018

 

 

Sarney assediado por Flávio Dino: o ex-presidente ainda é uma referência política

Sarney assediado por Flávio Dino: o ex-presidente ainda é uma referência política

Por mais que se queira negar – e os próprios remanescentes tentem esconder sua estirpe – ainda existe um grupo Sarney no Maranhão, grupamento de políticos e partidos que vingou em torno da figura do ex-presidente da República José Sarney, ao longo dos últimos 50 anos.

Mas este grupo, hoje, parece apático, acovardado, pulverizado partidariamente e isolado politicamente.

O que se viu, ao longo dos últimos dois anos, foram apenas espasmos ideológicos, do tipo “renascemos”, soltado pelo ex-presidente; ou algo do tipo “estamos renascendo”, proferido, segundo as divulgações, pela ex-governadora Roseana Sarney.

Mas o fato é que os sarneysistas parecem, hoje, se esconder atrás da própria origem.

Fábio Câmara tem sido o único com coragem para levantar uma bandeira carcomida, apesar de ser rejeitado por eles próprios

Fábio Câmara tem sido o único com coragem para levantar uma bandeira carcomida, apesar de ser rejeitado por eles próprios

E tão envergonhados que parecem, fazem questão de esconder e vilipendiar até aquele único que ousa levantar a própria bandeira do grupo,o vereador Fábio Câmara (PMDB).

Letárgicos, os sarneysistas acham que poderão voltar ao poder pelo desgaste natural do governo Flávio Dino (PCdoB).

Ou talvez nem achem nada.

Mas o fato é que, se esperam lutar contra uma máquina poderosa como a do Palácio dos Leões, o grupo Sarney precisa observar de perto estas eleições municipais.

Em São Luís, um prefeito incompetente, despreparado e submetido pode ser reeleito exatamente pela força da máquina administrativa, contra todos os prognósticos.

Máquina esta que estará a todo vapor também em 2018.

E com a ajuda de diversos sarseysistas, que estarão jogando contra si mesmos em 2018 e 2022.

Simples assim…

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Após post do blog, grupo Sarney movimenta campanha…

Lideranças do PMDB e do PV mostraram ontem fôlego para entrar no debate eleitoral em São Luís, após revelação de que o grupo do governador Flávio Dino constrói hegemonia partidária

 

influencia

Uma das características principais deste blog – muito mais que acessos ou divulgação de notícias – é a pretensão de influenciar as instâncias do poder no Maranhão, com seus editoriais, comentários e análises.

E mais uma vez, este papel foi cumprido, nesta quarta-feira, 13 ontem, com o post “E agora grupo Sarney?!?”

Poucas horas depois da publicação do editorial, houve movimentação consistente de pelo menos dois partidos não-vinculados ao projeto de poder do governador Flávio Dino (PCdoB).

Logo no início da tarde revelou-se que o Partido Verde, que tem no comando maranhense o ministro do meio Ambiente, Sarney Filho, abriu possibilidades de aliança com a deputada Eliziane Gama (PPS). (Relembre aqui)

No meio da noite, este blog republicou post do jornalsita Diego Emir, em que o senador João Alberto reafirma a candidatura do vereador Fábio Câmara, dando a ele a prerrogativa de decidir sobre eleição na capital. (Releia aqui)

Foram dois gestos políticos importantes, que deverão ter desdobramentos.

E reforçam a presença do blog, como agente de ação político-jornalística no estado…

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PV admite possibilidade de aliança com Eliziane…

Presidente do partido em São Luís, deputado estadual Adriano Sarney disse não tem portas fechadas para nenhum candidato, mesmo com a tentativa do governo de criar uma espécie de consórcio, que o parlamentar classificou como “fajuto”

 

Adriano, sobre Eliziane: é uma possibildade

Adriano, sobre Eliziane: é uma possibildade

O Partido Verde em São Luís não descarta aliança com a deputada federal Eliziane Gama (PPS) para a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

– Existe possibilidade, mas ainda está indefinido – disse o deputado estadual Adriano Sarney, que preside o PV de São Luís.

Eliziane chegou a conversar com o ministro Sarney Filho sobre aliança com o PV, mas o assunto deu uma arrefecida com a intensificação do debate eleitoral.

Mas a própria deputada admite o interesse na coligação, mesmo após o secretário de Articulação Política do governo Flávio Dino (PCdoB), jornalista Márcio Jerry, criar o tal consórcio de candidatos do Palácio dos Leões, que inclui Eliziane.

Consórcio, aliás, que foi definido assim por Adriano Sarney:

– Consórcio fajuto…

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E agora grupo Sarney?!?

Espécie de “retorno” de Roberto Rocha ao grupo de Flávio Dino força os sarneysistas a uma tomada de posição nestas eleições municipais, sob pena de continuar como coadjuvantes também nas eleições de 2018

 

Flávio Dino e Roberto Rocha: tolerância para evitar fissuras

Flávio Dino e Roberto Rocha: tolerância temporária para evitar fissuras

Editorial

A decisão do senador Roberto Rocha de realinhar o seu PSB ao projeto de poder capitaneado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) – ainda que ambos continuem almejando a mesma coisa, já em 2018 – acaba por forçar o chamado “grupo Sarney” a uma tomada de posição.

Alheio a tudo o que diz respeito à Política desde que perdeu as eleições em 2014, o grupo Sarney – ou pelo menos as suas principais lideranças – apostava numa espécie de “aliança branca” com o próprio Roberto Rocha para tentar voltar ao poder na sucessão de Flávio Dino.

Mas Rocha optou por um caminho próprio.

O senador vai medir forças com o governador, inclusive agora, em 2016, mas de forma interna, justamente com a candidatura de Edivaldo Júnior (PDT), que ambos consideram, agora, favorito para vencer em outubro.

Leia mais:

O projeto de 20 anos de Holandinha e Flávio Dino…

O legado do grupo Sarney…

Roberto Rocha e Flávio Dino oito anos depois…

O projeto de Flávio Dino ao levar o PT para a coligação de Holandinha é garantir na vice o ex-presidente da OAB-MA, advogado Mário Macieira, com a garantia de que ele assuma a prefeitura em 2018, quando o próprio Holandinha sai para disputar ao lado de Dino uma vaga no Senado ou como o próprio vice do comunista.

O jogo de xadrez do governador foi percebido por Rocha, que agora vai reivindicar para o vereador Roberto Júnior, a vaga de vice de Edivaldo como trunfo pessoal para 2018: a saída do prefeito implicaria, automaticamente, a ascensão do filho do senador ao comando de São Luís.

Qualquer que seja a chapa definida por Holandinha agora, ela manterá a guerra surda entre Flávio Dino e Roberto Rocha, como espécie de inimigos íntimos, abraçados até a eleição de governador.

Mas dentro do próprio grupo, sem espaço para terceiros.

de João Alberto a Edinho Lobão, passando por Lobão e Roseana, a tomada de posição é necessária

De João Alberto a Edinho Lobão, passando por Lobão e Roseana, a tomada de posição é necessária

E se não quiser apenas ficar olhando esse jogo de gato e rato, as principais lideranças sarneysistas – Roseana Sarney, Edinho Lobão (PMDB), João Alberto (PMDB), Sarney Filho (PV), Ricardo Murad (PMDB)… – terão que ter uma candidatura em São Luís que represente, pelo menos, o legado do grupo Sarney.

Neste contexto, destruir a candidatura do vereador Fábio Câmara é destruir seu próprio lugar de fala na eleição da capital maranhense.

Simples assim…

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Grupo Sarney já de “namoro” com Wellington do Curso…

Principais lideranças do grupo político que tem PV e PMDB como principais legendas já admitem nos bastidores a possibilidade de apoio ao candidato do PP, que tem crescido nas pesquisas de intenção de votos

 

Wellington com os líderes do PP: liberdade para formação de alianças

Wellington com os líderes do PP: liberdade para formação de alianças

 

seloAlgumas das principais lideranças do chamado grupo Sarney – agrupamento político que tem PMDB e PV como principais legendas – têm visto com outros olhos a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso (PP).

Wellington ganhou musculatura ao crescer mais de 300% nas pesquisas de intenção de votos desde que anunciou sua candidatura a prefeito, em abril – e já ameaça claramente as candidaturas de Eliziane Gama (PPS) e Edivaldo Júnior (PDT), que também brigam por vagas no segundo turno.

Embora não admitam publicamente, o nome do deputado passou a ser visto como opção por líderes do PMDB,  como o senador João Alberto e a ex-governadora Roseana Sarney; e também por nomes fortes do PV, como o próprio ministro de Meio Ambiente Sarney Filho.

Ao contrário de Eliziane e Edivaldo – que buscam apoio, mas parecem envergonhados com a aliança – o próprio Wellington deixa claro que não faz acepção de aliados na formação de seu palanque.

– Todo e qualquer apoio do Governo do Estado e de qualquer outro grupo, ela é bem vinda – respondeu o pré-candidato, em entrevista ao jornalista Américo Azevedo, da TV Guará, ao ser questionado sobre uma aliança entre PP e PV. (Leia mais aqui)

No grupo Sarney, a possibilidade de aliança é vista como uma possibilidade, inclusive, de recomposição do PMDB no cenário eleitoral.

Mas esta é uma outra história…

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Para Wellington do Curso, “impeachment muda o jogo no Maranhão”…

Pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado estadual avalia que a correlação de forças no estado – e na capital – terá outra configuração a partir da posse de Michel Temer na presidência

 

Fufuca com Wellington, no gabinete de Ciro Nogueira: confiança ampliada

Fufuca com Wellington, no gabinete de Ciro Nogueira: confiança ampliada

Um dos maiores beneficiários do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) é o deputado estadual Wellington do Curso.

Filiado ao PP desde abril, o parlamentar convivia com a desconfiança de que o então presidente da legenda, deputado federal Waldir Maranhão, iria “negociá-lo” até as convenções.

Mas Waldir caiu em desgraça no partido ao negociar com o governador Flávio Dino (PCdoB) seu voto contra o impeachment. E foi imediatamente destituído da presidência regional progressista.

– [Wellington] Será o futuro prefeito de São Luís – garantiu o novo presidente da legenda, André Fufuca, em quem o deputado estadual deposita toda sua confiança.

Mas Wellington vê uma mudança mais ampla no jogo político maranhense no pós-impeachment do que a simples mudança na disputa em São Luís.

O próprio Flávio Dino perdeu força ao quebrar lanças em favor de Dilma Rousseff e se indispor com o futuro ocupante do Palácio do Planalto. E o esvaziamento de Dino prejudica seu candidato em São Luís, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

– A presença de Temer no comando do país modifica a correlação de forças políticas no Maranhão. Não haverá mais ninguém tão absoluto. O contraponto terá mais consistência – avaliou.

Para Wellington, essa nova correlação de forças políticas forçará o próprio Flávio Dino a buscar maior diálogo com deputados estaduais, a fim de garantir sua própria governabilidade, agora em ambiente, senão hostil pelo menos antipático a ele.

– É hora da base se reorganizar e se valorizar – prega o pré-candidato do PP…

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Governo Flávio Dino patrocina jornal espanhol para atacar adversários…

Governador pagou  El País com dinheiro público para matérias que tentam desqualificar o período de pode do grupo Sarney no Maranhão e fazer autoexaltação do comunista

 

Site do El País: financiamento público para ataques políticos

Site do El País: financiamento público para ataques políticos

A própria página do jornal espanhol El País não deixa dúvidas.

O governo do Maranhão financiou reportagem que, ao invés de mostrar as belezas e cultura do Maranhão ao mundo, apenas tenta desqualificar os adversários do governador Flávio Dino e exaltar o próprio ocupante do Palácio dos Leões.

Em outras palavras, o povo do Maranhão pagou para o comunista fazer política.

A reportagem publicada em El País mostra já na machete o interesse da encomenda com dinheiro público:

– Há um ano sem a família Sarney, Maranhão tenta deixar o século XVI.

Este blog vem denunciando o uso do dinheiro público no governo Flávio Dino para financiar matérias de autoexaltação e de ataques a adversários políticos.

Já estiveram por aqui equipes do Financial Times, da The Economist e da BBC. Todos financiados com dinheiro público, pelo que se depreende da página do El País.

O jornal espanhol tem patrocínio também do Governo do Ceará e do Governo do Piauí, todos aliados de Flávio Dino.

Mas do Maranhão, o patrocínio não é só do Palácio dos Leões, mas também da Emap, empresa que administra o Porto do Itaqui.

Sem dúvida, algo que a Transparência do governo deve investigar.

E explicar cada detalhe do uso do dinheiro público…