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Imperatriz é referência em coleta seletiva no Maranhão…

Prefeitura da cidade de Grajaú estuda modelo implantado no segundo maior município do Maranhão

A coleta seletiva é uma das marcas da gestão ambiental de Imperatriz

Com mais de 258 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Imperatriz tem se tornando uma das principais referências da coleta seletiva de resíduos sólidos do Maranhão.

O projeto vem sendo desenvolvido desde fevereiro de 2017, pela Prefeitura de Imperatriz, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Semmarh, alcançando em 2018 quase 263 toneladas de recicláveis, beneficiando cerca de 200 famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social e têm na coleta de resíduos sua principal fonte de renda.

“A coleta seletiva de Imperatriz se tornou modelo no Maranhão por conta do processo metodológico implantado pelo município. Tendo como referências parceiros, Pontos de Entrega Voluntária, PEVs e o modelo porta-a-porta que aproximou ainda mais poder público da comunidade. Outros fatores de grande relevância são os ganhos ambientais e sociais”, disse Flávio Oliveira, secretário-adjunto de Meio Ambiente.

Os benefícios socioeconômico e ambiental a coleta seletiva vem chamando a atenção de outras cidades do estado. Nesta semana uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Grajaú, 17ª maior cidade do Maranhão, com quase 68.500 habitantes, esteve em Imperatriz para conhecer o projeto.

Gestores realizam reuniões sistemáticas para discutir o formato da coleta

De acordo com o secretário da pasta, Roberto Cleiton, o município está trabalhando para implantar a coleta no primeiro semestre deste ano.

“Embasados na experiência que estamos observando em Imperatriz, a intenção é implantar a coleta seletiva em até noventa dias. O que nos faltava era conhecer o projeto em execução. Já temos aprovados pela Câmara de Vereadores, o Plano de Resíduos Sólidos e o Código de Meio Ambiente, que fazem parte do processo. Hoje é uma preocupação mundial e nacional com as questões ambientais e, acreditamos que com a coleta seletiva nós podemos melhor a qualidade de vida das pessoas”, disse Roberto Cleiton.

A Lei Federal nº 12.305/2010, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, PNRS, e impôs ao setor público e privado uma maneira de como lidar com a destinação final desses resíduos sólidos.

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Projeto Praia Limpa foi destaque do final de semana com banhistas da Praia do Meio

Ações de sensibilização sobre a limpeza das praias e balneários maranhenses, coleta seletiva do lixo e atividades lúdicas foram realizadas na Praia do Meio como parte do Projeto “Praia Limpa”. Frequentadores, donos de bares e até comerciantes informais da praia aprovaram a iniciativa e aderiram ao projeto, que recebia voluntários à medida em que a equipe de monitores ia passando nas barracas, com o trabalho de sensibilização.

Estudantes de biologia da Universidade Federal do Maranhão executaram, como monitores do projeto, o trabalho de sensibilização e mobilização. Em vários pontos da praia, foram colocadas lixeiras recicláveis para a coleta de lixo e dispositivos em que o cidadão podia adquirir uma sacolinha para carregar o seu lixo.

Para os motoristas, foram entregues adesivos sobre o projeto. Entre os estudantes (monitores), a opinião é que o alcance do trabalho pode mudar o cenário das praias de São Luís, se a população entender e aderir ao projeto. A universitária Edênia Coqueiro lembrou sobre a responsabilidade social do cidadão e conclamou o cidadão para iniciativas de rotina:

“É importante lembrar que nós somos responsáveis pelos nossos resíduos, então, vamos cuidar, vamos recolher, vamos substituir…porque é importante manter o nosso ambiente limpo”, explicou.

A constatação dos resultados veio, em tempo real, pela reação de quem recebia a abordagem dos monitores do projeto. Para o empresário Ademir Serra, a iniciativa foi importante, inclusive porque contemplou locais adequados para colocar o lixo, como foi o caso das lixeiras.

“Se você vê a lixeira, naturalmente você vai utilizá-la, mas, se não vê o local adequado, acaba deixando na praia, o que é um absurdo”, constatou. Já, a estudante de pedagogia Giovana Barraso, que se voluntariou para a atividades, pretende levar a experiência do projeto para a sala de aula: ”É uma experiência motivadora. Abraçar uma causa de preservação, de coleta, é importante para abordar em sala de aula, pois leva à prática”, justificou.

Promovido em uma parceria entre o gabinete do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e o Instituto Cidade Solidária, o projeto contou com a participação de várias outras instituições, entre elas, a CEMAR, que disponibilizou o projeto ECOCEMAR, com atividades lúdicas e infraestrutura, a Universidade Federal do Maranhão, por meio do departamento de biologia e cooperativas de reciclagem de lixo entre outros.

O lixo coletado e selecionado foi entregue à COOPRESL (Cooperativa de Reciclagem de São Luís), que trabalha com reciclagem de papel, metal e plástico, e o Núcleo Inhaúma Sustentável, que trabalha com a fabricação de vassouras a partir da utilização de garrafas Pet. 

De acordo com o coordenador do projeto “Praia Limpa”, Liviomar Macatrão, o resultado da iniciativa superou as expectativas. Segundo ele, a divulgação nos meios de comunicação e redes sociais trouxe parcerias e voluntários. 

“A presença de voluntários convocados por meio das redes sociais; os frequentadores da praia, que lendo o material do projeto, se candidataram a participar da coleta seletiva e algumas instituições que nos procuraram evidenciaram o resultado exitoso do  projeto, não só do ponto de vista da coleta, mas, principalmente da sensibilização”, constatou Liviomar, que inclusive, celebrou o resultado da pesagem do lixo coletado. Considerando as adversidades de tempo chuvoso do final de semana, os participantes do projeto ainda coletaram quase cem quilos de lixo.

A partir da experiência na Praia do Meio, o “Praia Limpa” tem previsão de acontecer em outras praias da Grande Ilha, mantendo como meta a sensibilização e mobilização, visando a auto sustentabilidade, reaproveitamento dos resíduos a partir da coleta seletiva e a educação ambiental voltada para o cidadão, de forma que insira no seu dia-a-dia a rotina do descarte correto do lixo.

SOS ÁGUAS DO MARANHÃO

O projeto Praia Limpa é mais uma das ações do programa SOS Águas do Maranhão, idealizado pelo senador Roberto Rocha, em parceira com o Instituto Cidade Solidária, que inseriu em pauta estadual a problemática da situação dos rios do Maranhão, que se deterioram gradativamente, devido à poluição e outros danos causados pela ação do homem.

O programa atua em diversas frentes e uma delas foi a série de seminários, ocorridos em 2017, “Revitalização dos rios Maranhenses e Suas Nascentes”, concebidos para ampliar a consciência cidadã e fomentar estratégias de enfrentamento do problema. De acordo com Roberto Rocha, o descaso com meio ambiente e as riquezas naturais do Maranhão pode custar caro ao maranhense.

“Precisamos ter esse pensamento de preservação das nossas riquezas, senão só daremos falta delas quando não houver mais solução. E a preservação das nossas praias é significativa, não só pelo aspecto social e ambiental, mas também pelo econômico, considerando que o turismo atrai investimentos para a capital e para o estado, daí, a importância do ‘Praia Limpa’”, destacou.

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Prefeito Hilton Gonçalo participa da entrega do Parque Ambiental de Bacabeira

Bacabeira entrou, nesta sexta-feira (21), para a lista das cidades maranhenses com grandes Parques Ambientais. A entrega do espaço foi feita pelo governador Flávio Dino e o prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, marcou presença, que prestigiou a prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo.

O parque une preservação, lazer e diversão. Fica ao lado do Centro de Convenções do município.

Bacabeira é a quarta cidade do Maranhão a ser contemplada com o Parque Ambiental, antes São Luís, Codó e Balsas já tinha recebido esse equipamento.

O local tem playground, academia ao ar livre, pista de caminhada e ciclovia, quadra poliesportiva, quadra de areia e bastante vegetação nativa. Há até uma pequena queda d’água no parque.

“Era o que a gente estava esperando: um ponto turístico, para praticar esporte, para a família se divertir. Era o que estava faltando em Bacabeira”, disse a artesã Maria Antonia.

De acordo com a professora Lúcia Helena D´Eça, “é a coisa mais linda do mundo. Bacabeira estava precisando de um parque com essa estrutura. O governador foi muito feliz ao tornar esse sonho realidade”.

Qualidade de vida

Durante a entrega, Flávio Dino destacou o ganho em qualidade de vida que o Parque Ambiental de Bacabeira traz.

“É também um equipamento de saúde, de modo que são múltiplos direitos que estamos realizando aqui”.

“O parque tem um grande apelo ecológico, com muita natureza. Representa ganho em saúde, no esporte e na cultura”, disse o secretário de Estado do Meio Ambiente, Marcelo Coelho.

O parque é uma parceria entre o Estado e a prefeitura, que vai ficar responsável pela gestão do espaço.

“Vamos conservar com muito amor e carinho”, disse a prefeita Fernanda Gonçalo.

Da assessoria

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Teatro de sucesso na Feira do livro de São Luís…

Produzido pela Oficina de Interpretação SLZ para o stand da Gasmar, espetáculo “Gasmarzinho e os Guardiões da Natureza” tem atraído forte público nos dias de evento, que vai até o domingo , 25

 

Jovens atores na interpretação da aventura “Gasmarzinho e os Guardiões da Natureza; marketing social na Feira do Livro

Produzido pela Oficina de Interpretação SLZ em parceria com a Outro Planeta Produções, o espetáculo “Gasmarzinho e os Guardiões da Natureza” tem sido uma das atrações da 12ª Feira do Livro de São Luís.

A peça foi montada para o stand da Empresa Maranhense de Gás (Gasmar) patrocinadora do evento promovido pela Prefeitura de São Luís, e se transformou numa das principais atrações do evento.

O espetáculo desenvolvido pela teatróloga paraense Tatá Pacheco – e com participação de jovens atores maranhenses – conta a história de Gasmarzinho, um defensor da natureza contra a poluição do mundo, protagonizada pelo vilão Impuros.

O público tem marcado presença diária no espetáculo no stand da Gasmar, que vai até domingo 25

O tema trata exatamente do produto final da Gasmar, o gás natural.

A empresa detém a exclusividade constitucional na distribuição do gás natural, hoje produzido em larga escala no Maranhão, a partir da região formada por Santo Antonio dos Lopes e capinzal do Norte.

Além de conscientizar sobre a importância da preservação da natureza como salvação do planeta, Gasmarzinho e sua turma falam do gás natural e suas aplicações em vários setores de atividade.

O espetáculo Gasmarzinho e os Guardiões da Natureza será apresentado em várias sessões diárias até domingo, no stand da Gasmar, na 12ª Felis.

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Semana do Meio Ambiente…

Por Sarney Filho*

O Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, assim como a semana que o cerca, é um momento privilegiado para ações e reflexões sobre a questão ambiental. No ano passado celebramos a ocasião com uma série de realizações de minha gestão no Ministério do Meio Ambiente.

Foi um momento histórico para o País.

Durante os dois últimos anos, trabalhamos intensamente no combate ao desmatamento na Amazônia, conseguindo reduzir o desmatamento, que vinha crescendo há três anos.

No meu Maranhão, um estado que abriga Caatinga, Cerrado, bioma marinho-costeiro, com suas restingas e manguezais, e faz parte da Amazônia legal, temos uma amostra representativa da abrangência de nossas ações. Incentivamos o extrativismo, através da Mesa de Diálogo com as Quebradeiras de Coco Babaçu, da realização da 1ª Oficina Gestão Territorial e Ambiental dos Territórios Quilombolas, na Reserva Extrativista (Resex) Quilombo do Frechal, da assinatura do plano de manejo da Resex Marinha de Cururupu, do 1º Encontro dos Pescadores e Pescadoras da Resex Delta do Parnaíba, e da criação de 3 novas reservas extrativistas.

Criamos, ainda, o Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas (Planafe) e a Comissão das Reservas Extrativistas Federais – Conarex, valorizando, com isso, aqueles que trabalham com produtos da sociobiodiversidade.

O Maranhão foi um dos seis estados beneficiados com o lançamento do Projeto Redeser – Revertendo o Processo de Desertificação nas Áreas Suscetíveis do Brasil: Práticas Agroflorestais Sustentáveis e Conservação da Biodiversidade, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O projeto contará com o financiamento do Fundo Mundial para o Ambiente (GEF).

Estendemos também ao Estado, em 2018, as URADs – Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas, com medidas ambientais, sociais e produtivas para microbacias hidrográficas do semiárido.

Assinamos convênio no valor de R$ 9,6 milhões para implantação e gestão de 30 sistemas de dessalinização, beneficiando cerca de 12 mil pessoas, no âmbito do Projeto Água Doce. Destinamos recursos da ordem de RS 22,5 milhões para a construção de poços artesianos em mais de 50 municípios maranhenses.

A bacia do Rio Parnaíba e a bacia do Rio São Francisco, que são as duas maiores do semiárido, serão beneficiadas com recursos da ordem de R$ 300 milhões pelo Programa de Conversão de Multas Ambientais do IBAMA. O Programa, que lançamos em outubro de 2017, direciona os valores recolhidos das multas a projetos de recuperação e conservação da natureza. Instituímos o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba, que será fundamental nesse processo.

Oferecemos cursos de capacitação para agentes públicos e gestores municipais, de elaboração de projetos para o fortalecimento de comunidades tradicionais, e de formação de catadores e extrativistas. Melhoramos a gestão de unidades de conservação, com foco especial no turismo ecológico em parques nacionais, como o dos Lençóis Maranhenses e o da Chapada das Mesas.

A Lei n 13.668/2018, proposta pelo Ministério e sancionada há poucos dias, favorece os serviços de visitação nos parques, o que, além de estreitar os laços da população com a conservação, gera empregos e renda para a região. Liberamos recursos do orçamento do Ministério do Meio Ambiente, (R$ 21 milhões) para a construção de um novo aterro sanitário em Imperatriz, que atenderá às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos, acabando assim com os lixões do município.

No âmbito do Programa Qualiágua, da Agência Nacional de Águas, foi assinado um contrato com Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Estado, para monitoramento e divulgação de dados de qualidade da água.

Ainda na agenda de água, o Ministério repassou ao o governo do estado, via Fundo Nacional de Meio Ambiente, R$ 1,5 milhão para a elaboração do Plano Estadual de Recursos Hídricos.

Expandimos o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/IBAMA) em São Luís e doamos madeira apreendida pelo Instituto a entidades sem fins lucrativos, instituições governamentais, como o Exército e a Polícia Federal, prefeituras e Igreja. O Ibama e ICMBIO atuaram de forma preventiva e durante o período de seca, em 2017, combatendo incêndios em três reservas indígenas.

Em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Funai, destinamos recursos para a elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental em áreas dos índios Canela, Gavião e Guajajara, que abrigam 1.476 famílias.

Implementamos tantas outras ações, no Maranhão e por todo o Brasil, sempre com a premissa de que a proteção da natureza e o bem-estar social devem caminhar juntos, pois são visceralmente ligados.

*Deputado federal (PV/MA) e ex-ministro do Meio Ambiente

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Compensação ambiental irá beneficiar Parque dos Lençóis…

O deputado Sarney Filho (PV-MA) afirmou que a Lei da Compensação Ambiental, sancionada pelo presidente Michel Temer, irá beneficiar os estados, entre eles o Maranhão, que contam com importantes unidades de conservação, como é o caso do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e o PARNA da Chapada das Mesas.

“Durante a minha gestão no Ministério do Meio Ambiente lutamos muito pela aprovação dessa lei, que permite, entre outras iniciativas, a abertura de licitações para concessões de serviços de atendimento ao público nos parques”, disse o ex-ministro.

O primeiro edital de licitação será para o Parque Nacional Pau-Brasil, na Bahia, e será lançado nos próximos dias pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses deverá ser um dos próximos a se beneficiar com a medida.

Sarney Filho adiantou que o ICMBIO estima em cerca de R$ 1,4 bilhão, os recursos que serão disponibilizados para a gestão das unidades de conservação federais. O dinheiro será utilizado para a consolidação dessas áreas, destinando-se a regularização fundiária e melhoria da infraestrutura para administração, proteção, pesquisa, educação ambiental e visitação.

A importância da visitação foi enfatizada pelo parlamentar. “Precisamos tornar nossos parques nacionais rentáveis e sustentáveis, beneficiando o meio ambiente e a população, com geração de emprego e renda”, salientou.

Fundo

A Lei 13.668/2018, que entrou em vigor nesta semana define novas regras para a aplicação de recursos da compensação ambiental. “A norma anterior era de difícil aplicação, pois a compensação – mecanismo através do qual empreendedores arcam financeiramente com impactos não mitigáveis ocorridos na implantação de empreendimentos – deveria ser realizada diretamente nas unidades de conservação indicadas. Com a Lei, os empreendedores poderão optar por depositar os valores devidos em um fundo criado e gerido por banco oficial”, explicou Sarney Filho.

“O potencial do Brasil para o turismo ecológico, apesar de imenso, é subaproveitado. Dos 73 parques nacionais do país, atualmente, uma minoria possui condições para prestação de serviços adequados à visitação. Em 2016, essas unidades receberam 8 milhões de visitantes, sendo a maioria em apenas dois parques: Tijuca (RJ), onde se encontra o Cristo Redentor e Foz do Iguaçu (PR). A título de comparação, os Estados Unidos receberam, em seus 59 parques nacionais, 313 milhões de visitantes, no mesmo período”, acrescentou.

Brigadas

Além da compensação e da concessão de serviços, a Lei amplia o tempo de contratação de pessoal por tempo determinado pelo ICMBio e pelo Ibama, e diversifica as atividades que podem ser desenvolvidas. Com isso, o trabalho de brigadistas no combate a incêndios florestais e emergências ambientais poderá ser desenvolvido por maior período, passando de 6 meses para 2 anos, prorrogáveis por mais um.

A iniciativa, de acordo com o ICMBio, irá promover melhor prevenção e controle do fogo, e ainda estabelece a contratação de pessoal local, fator de desenvolvimento das regiões de entorno das unidades de conservação.

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Caema volta a jogar esgoto in natura em córrego no Calhau…

Igarapé que corta o Barramar e deságua diretamente nas praias ao longo da avenida Litorânea está sendo contaminado por dejetos despejados por uma estação elevatória na avenida Santo Antonio

 

A Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (Caema) voltou a cometer crime ambiental na região do Calhau.

Há pelo menos uma semana, esgoto in natura é despejado diretamente no córrego que corta o Barramar e chega às praias da região.

Os moradores denunciam que o esgoto vem do Grand Park que não tem estação de tratamento, diante da vista grossa da própria Caema.

– O mal cheiro é insuportável. A gente precisa fechar as janelas para poder respirar – denuncia um morador, no vídeo postado acima.

Não é a primeira vez que este blog denuncia este mesmo crime ambiental da Caema. (Relembre aqui e aqui)

Mas o problema se repete ano após ano, sem nenhum tipo de fiscalização das autoridades responsáveis…

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Famem, Governo e Defesa Civil traçam estratégias para socorrer municípios alagados

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), prefeito Cleomar Tema, coordenou, nesta quinta-feira (12), uma reunião de emergência envolvendo o secretário de Articulação Política e Comunicação do Estado, Ednaldo Neves, o coordenador adjunto da Defesa Civil do Estado, major Jairon Moura;  e diversos prefeitos, cujas cidades estão sendo fustigadas pelas chuvas.

Logo na abertura da reunião, Cleomar Tema deu como exemplo da calamidade a própria cidade que administra, Tuntum.

“Nosso município passa por uma situação delicada. Num período  de 10 horas, choveu o equivalente a um mês, provocando o transbordamento do riacho que dá nome à cidade e deixando um rastro de problemas, com algo em torno de 400 famílias desabrigadas”, afirmou.

O dirigente municipalista sugeriu que seus colegas prefeitos adotem as medidas necessárias para a decretação do estado de emergência, identificando número  de desabrigados, prédios públicos e privados danificados e que recorram de imediato à Defesa Civil.

Secretário adjunto de Articulação Civil e diretor-executivo da FAMEM, Geraldo Nascimento,  mostrou a necessidade de que os prefeitos sejam rápidos em suas ações, para que o socorro por parte do governo estadual seja o mais rápido possível.

O diretor-geral da FAMEM, Gildásio Ângelo ressaltou que parte da bancada federal em Brasília está mobilizada junto ao governo federal, na busca de ajuda aos municípios maranhenses.

O secretário Ednaldo Neves destacou que o governo Flávio Dino está sensível ao drama das populações que estão sofrendo  com as cheias, mas ponderou ser necessário que os prefeitos ajam com a máxima urgência no encaminhamento dos documentos adequados para a decretação do estado de emergência.

Por sua vez, o coordenador adjunto  da Defesa Civil, Major Jairon, fez uma explanação técnica a respeito do decreto emergencial, ressaltando que com uma modificação na lei da emergência, agora os  municípios é que dão os  passos iniciais quando de qualquer ocorrência desastrosa.

Ele apresentou o modelo do decreto de emergência (o mesmo está disponível no www.famem.org.br) , que  está sendo entregue a todos os prefeitos para que eles possam estabelecer a emergência em situação  que isso seja necessário, para evitar problemas de cunho burocrático.

Os prefeitos Chico Freitas,  de Lagoa Grande, Dr. Cristino, de Araioses, e Sidrack, de Morros, fizeram relatos  de suas cidades em decorrência das chuvas. De acordo com Chico Freitas, seu município enfrente problemas de estradas vicinais quase intrafegáveis e uma ponte que está prestes a ruir, enquanto Sidrack destacou que as ruas e estradas de Morros estão praticamente bloqueadas.

Araioses enfrenta uma situação mais delicada, uma vez que várias ilhas dos municípios estão alagadas e com seus moradores sem poderem sair de casa.

“É uma verdadeira catástrofe”, disse o prefeito Dr. Cristino.

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Imagem do dia: Edivaldo em mais um legado da sua gestão…

Prefeito tem se destacado na política de resíduos sólidos em São Luís com a instalação dos ecopontos, que já virou modelo para outros municípios

 

Este blog critica quando tem de criticar, mas também faz o devido reconhecimento daquilo que é bom.
O prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que hoje inaugurou no Anil o 10º Ecoponto de São Luís, vem se destacando na condução da política de resíduos sólidos na capital, tornando a cidade um modelo para outros municípios.
Depois da desativação do Aterro da Ribeira, em 2015, o pedetista cria mais um legado: a coleta seletiva.
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Rafael Leitoa acompanha assinatura do Pacto do Comitê de Bacia do Rio Parnaíba…

O deputado Rafael Leitoa (PDT), participou na tarde desta terça-feira (27), no Palácio dos Leões, da assinatura do Pacto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba. O documento, assinado pelo governador Flávio Dino, é fundamental para dar segmento à criação do Comitê de Bacia do Velho Monge, defendida pelo deputado Rafael desde o início do mandato.

“O Rio Parnaíba é um dos maiores rios de nosso estado. É um rio federal, abrangendo três estados, Maranhão, Piauí e Ceará, e sua bacia tem fundamental importância para milhares de pessoas. A criação do Comitê segue a passos largos e este documento, agora assinado pelo governador, permitirá a cooperação técnica entre os estados pertencentes à Bacia. Com o comitê, o uso das águas do Parnaíba, sua preservação e os conflitos serão melhor administrados”, destacou o deputado, lembrando que as etapas estão sendo vencidas uma a uma e, em breve, teremos o Comitê protegendo e trabalhando defesa do Rio Parnaíba.

O retorno das discussões para criação do Comitê, reiniciado em 2015 pelo deputado Rafael Leitoa, com audiências públicas reunindo os prefeitos, usuários e população, foi fundamental para recolhimento das assinaturas necessárias à criação do documento.

Segundo o deputado, a participação da SEMA, com a parceria do Secretário Marcelo Coelho, bem como apoio técnico e logístico da Assembleia Legislativa, também contribuíram para os resultados positivos alcançados.