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Manoel Ribeiro terá que disputar o comando da CCJ…

Cafeteira e Ribeiro disputam CCJ

Substituído na liderança do governo por César Pires (DEM), o deputado Manoel Ribeiro (PTB) ainda não está garantido no comando da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa.

Ele terá que disputar o posto com o colega Rogério Cafeteira (PMN).

E, por enquanto, é Cafeteira quem tem a maioria os votos na comissão.

Além do próprio, ele deve ter o apoio de Carlinhos Amorim (PDT), Gardênia Castelo (PSDB) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB), segundo informaram hoje os blogs de Gilberto Léda e Jorge Aragão.

Ribeiro conta com Raimundo Cutrim e Carlos Alberto Milhomem (ambos do PSD), além do próprio voto.

É claro que o ex-líder governista ainda pode ser o presidente, mas vai precisar conversar muito com os colegas.

Sobretudo por causa de um acordo que garante ao bloco “União Democrática” o comando da CCJ no segundo ano da legislatura – no primeiro, coube a  Milhomem, do bloco “Pelo Maranhão”.

Pouco afeito a conversas, Ribeiro passará a depender do seu próprio substituto na lideraça.

O líder César Pires pode reunir a bancada e tratar do assunto…

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PCdoB e TRE precisam esclarecer sobre pagamento de pesquisa…

Documento que mostra Jerry como pagador de pesquisa

O jornalista Márcio Jerry já afirmou não ter sido ele o pagador da pesquisa realizada no município de Dom Pedro.

Diz que foi pagapelo PCdoB, embora o site do Tribunal Regional Eleitoral o aponte como o responsável pelo pagamento.

A publicação do documento que inclui Jerry como pagador foi feita pelo blog de Décio Sá.

O fato é que tanto a Justiça Eleitoral – chefiada hoje pela controvertida desembargadora Anildes Cruz – quanto o partido de Jerry precisam deixar claro quem pagou os R$ 6 mil reais ao Instituto Escutec.

Sob pena de as pesquisas referendadas pela Lei Eleitoral estarem sujeitas a manipulações de toda ordem – mesmo com o registro no TRE.

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Estatuto de Comitê de Imprensa da AL está nulo, por erro na publicação…

Atrelado à Secom, Comitê tem documentação nula

Não tem qualquer validade legal o Etatuto e o Código de Ética do Comitê de Imprensa da Assembléia Legislativa, publicado ontem no Diário da Casa.

Pelo menos até corrigirem um erro grave, que compromete a validade do processo.

Eleito no ano passado para a vice-presidência do Comitê, o jornalista Jorge Aragão foi ignorado nas reuniões para definição do Estatuto. Mas, para poder publicar o documento no Diário da Assembléia, era preciso a sua assinatura.

Ocorre que, na pressa para validar um documento feito às pressas por um grupo atrelado à diretoria de Comunicação, a assinatura de Aragão consta como sendo ele primeiro secretário – e Álvaro Luiz sendo vice.

O titular deste blog e outros colegas já estão acionando a presidência da Assembléia para tornar nula a publicação do documento, sob pena de recurso à Justiça pela nulidade total do processo.

É praxe nos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, a republicação de documentos por erros.

É isso que tem que fazer a Assembléia.

O Etatuto só terá validade quando assinado devidamente pelos membros eleitos: Cunha Santos presidente, Jorge Aragão vice e Álvaro Luís secretário.

E esta assinatura precisará ser avaliada pessoalmente po cada um, analisando-se ponto por ponto.

Caso contrario, o documento estará nulo em sua eficácia…

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Aliados confirmam: Flávio Dino não é candidato a prefeito…

 

Para Dino, aliados precisam esperar

Se perguntado ao deputado Marcelo Tavares (PSB) sobre o futuro eleitoral do ex-deputado Flávio Dino (PCdoB), a resposta será exatamente esta: “ele não será candidato a prefeito”.

A mesma resposta pode-se ouvir, nos bastidores, do ex-deputado Roberto Rocha (PSB), da deputada Eliziane Gama (PPS) e do ex-prefeito Tadeu Palácio (PP), com maior ou menor ênfase.

Todos eles já sabem que o comunista não disputará a Prefeitura de São Luís. Ficará aguardando a sucessão estadual de 2014.

Flávio Dino só não admite agora a desistência da candidatura a pedido dos próprios líderes dos partidos que compõem o seu grupo.

Para eles, enquanto o comunista se mantiver como pré-candidato, manterá o foco do eleitor exatamente neste grupo. Assim, entendem, quando se decidir por um outro candidato, terá mais chances de transferir os votos ao agraciado.

Mas o próprio Dino já tem emitido sinais de que não estará na disputa contra o prefeito João Castelo (PSDB). Seja com incursões empolgadas pelo interior, seja em reuniões fechadas em que fala abertamente do assunto.

O problema será convencer Palácio, Rocha, Eliziane e Holanda Júnior de que apenas um deles será o escolhido.

Outro motivo da cautela dinista…

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César Pires é o novo líder do governo: Manoel Ribeiro vai comandar a CCJ…

César Pires, postura de líder

A governadora Roseana Sarney (PMDB) deve encaminhar nesta quarta-feira à Assembléia Legislativa Ofício com a indicação do deputado César Pires (DEM) para liderar a bancada do governo na Casa.

Ele vai substituir o deputado Manoel Ribeiro (PTB), que deve ser eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça.

A informação foi dada em primeira-mão no blog de Jorge Aragão.

Escolha pessoal da governadora, César Pires é um dos mais preparados parlamentares da Assembléia Legislativa. É também um dos mais leais à Roseana Sarney.

Ribeiro: agora na CCJ

A escolha de César abre também uma nova correlação de forças na Assembléia, sobretudo nos embates com a oposição, agora formada por dois blocos distintos.

Outro papel que caberá ao novo líder governista é a interlocução privilegiada no debate sobre a sucessão do presidente Arnaldo Melo (PMDB), que deve ocorrer no mês de dezembro.

César Pires vai liderar 30 deputados estaduais, a maior bancada já registrada na Assembléia…

 

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A interdição do Box Cinemas e o ocaso do São Luís Shopping…

Baratas passeiam livremente pelas poltronas das salas de cinema

O fechamento, por trinta dias, do Box Cinemas – a menos que um “juiz amigo”‘ ache de desinterditá-lo judicialmente antes de mandar desinfectá-lo dos ratos e baratas que povoam o lugar – é o ápice de uma decadência já registrada  há algum tempo no Shopping São Luís.

Inaugurado no início da década de 90, o São Luís Shopping reinou absoluto como centro de compras chique das famílias abastadas da capital maranhense.

Mas não se modernizou.

Até ratos foram encontados no local

Na condição de único shopping de São Luís por mais de uma década, o shopping acomodou-se na arrogância criada pela ncessidade do consumo e parou no tempo, seguido no mesmo caminho por suas âncoras – o Hiper Bompreço, o Louvre e o Box Cinemas.

Mas veio os anos 2000, com a pujança do consumo no mundo, e a capital maranhense não ficou para trás.

Com o surgimento do Rio Anil Shopping, começou-se a perceber que o São Luís não passava de uma caixa com lojas dentro, com péssima acústica, sem conforto e nada que pudesse lembrar os verdadeiros shoppings Brasil a fora.

A fachada: caixa com lojas dentro

Comparação que ficou ainda mais cruel com a chegada do ainda inanacabado Shopping da Ilha.

O Box Cinemas reinou solitário nos anos de reinado do São Luís Shopping.

Com a opção do Rio Anil Shopping e o Cinesystem, a má conservação, o abandono e a imundície começaram a ser vistas com mais perspicácia, o que levou à interdição decidida hoje.

O São Luís tem planos de ampliação já previstos na planilha de investimentos – horizontal e verticalmente.

Quer recuperar o tempo e o espaço perdidos para centros de compras mais modernos.

Mas pode ser tarde demais…

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Os vices do PMDB…

Fialho: técnico respeitado entre formadores de opinião

Apenas dois nomes no PMDB estão aptos a compor a eventual chapa do vice-governador Washington Oliveira (PT) à Prefeitura de São Luís.

São eles: Fernando Fialho e Helena Duailibe.

É claro que há outros nomes na seara peemedebista, mas com outros compromissos políticos e eleitorais.

Fernando Fialho é um técnico preparado e respeitado, sobretudo na classe média, apesar de não ter densidade eleitoral já testada.

Helena: nome forte em qualquer circunstância

Helena Duailibe dispensa comentários.

Vice-prefeita de São Luís, é ex-secretária estadual e municipal de Saúde e um dos nomes mais promissores da nova safra de políticos surgida nos últimos anos.

Tem apoio, sobretudo, na Igreja Católica, onde atua fortemente.

 Se couber ao PMDB a indicação do vice – o que é muito provável – será um destes dois nomes.

Mas há outros partidos interessados no posto, como PTB e PV…

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PSB ainda pode compor vice de Castelo…

Zé Antonio e Marcelo: um dos dois pode ser vice

Se depender do presidnete regional da legenda, advogado José Antonio Almeida, o PSB manterá a vice na chapa do prefeito João Castelo (PSDB).

E para o próprio José Antonio Almeida.

Há um acordo entre o grupo do governador José Reinaldo Tavares e o de José Antonio para a disputa eleitoral em São Luís.

Se o PSB compuser com Flávio Dino (PCdoB), aí o vice será o deputado estadual Marcelo Tavares, sobrinho de José Reinaldo. Se, por outro lado, a composição for com Castelo, aí o vice será Almeida.

Apenas numa remota hipótese de candidatura própria é que o presidente municipal da legenda, Roberto Rocha, seria chamado à missão eleitoral.

E a composição com o PSB agrada ao próprio prefieto João Castelo.

José Antonio é seu advogado pessoal – e defensor no processo de cassação que os comunistas movem na justiça Eleitoral. Compondo com ele, Castelo uniria o útil ao agradável.

Até junho, o PSB define esta pendenga…

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E a CPI dos R$ 73,5 milhões?

Roberto trabalha pela volta da CPI...

Do blog de Jorge Aragão

Quem imagina que a CPI dos R$ 73 milhões acabou está equivocado, pelo menos foi o que garantiu o autor da proposta de criação e relator da CPI, o deputado estadual Roberto Costa (PMDB).

O deputado em entrevista mais uma vez criticou a decisão da desembargadora Anildes Cruz de suspender em caráter liminar os trabalhos da CPI.

A CPI está muito viva e tenho certeza que ainda nesse mês teremos novidades, mas nós respeitamos a decisão da desembargadora, apesar de achar que foi uma decisão política, pois não houve nenhum fundamento aceitável para a suspensão dos trabalhos – declarou. Continue lendo aqui…

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O futuro eleitoral incerto de Roberto Rocha…

Ele dificilmente terá a chancela do grupo formado por PP, PCdoB, PTC e PPS para ser o candidato a prefeito da ala dinista da oposição maranhense.

Também não está à vontade o bastante para buscar uma composição com PT e PMDB, partidos da base de sustentação da presidente Dilma Rousseff (PT).

É assim, com absoluta insegurança em relação ao futuro eleitoral, que o ex-deputado Roberto Rocha (PSB) se movimenta no tabuleiro da sucessão municipal.

O ex-parlamentar aceitou trocar o PSDB pelo PSB por que foi convencido pelo deputado federal Ribamar Alves de que seria candidato a prefeito de São Luís. Ocorre que Alves não tem o controle do partido, hoje dividido entre o apoio a Flávio Dino (PCdoB) e João Castelo (PSDB).

Além disso, Rocha enfrenta a desconfiança dos próprios dinistas, de que estaria fazendo o jogo dos Sarney na sucessão, como exploram diariamente os blogs, jornais e rádios atrelados ao dinismo e ao reinaldismo.

É com todos estes problemas que ele ainda participa do grupo formado por PP, PSB, PPS, PTC, PP e PCdoB.

Mas sem saber até onde irá esta história…