0

Sampaio X Santo André: é só não subestimar o adversário…

Alguns torcedores já dão como certa uma vitória do Sampaio Corrêa, hoje, contra o Santo André.

Mas é preciso evitar o salto alto.

É certo que o time paulista tenta sair da rebeira do campeonato do seu estado, mas também é certo que o nível do futebol de São Paulo é bem mais alto que o do Maranhão.

Por isso, para chegar a uma vitória consistente hoje, e garantir as chances de se classificar em São Paulo, no mês de abril, a Bolívia Querida precisa ser humilde, respeitar o adversário e jogar como se se fosse a decisão mais importante da história.

Se depender da torcida maranhense, a força estará ao seu lado…

19

O que querem os professores; o que oferece o governo…

Segue a sequência numérica abaixo, o debate entre o Sindicato dos Professores e o governo Roseana Sarney (PMDB) – agora intermediada pela Comissão de Educação da Assembléia – sobre o que quer a categoria e o que está sendo oferecido:

1 – Os professores querem 40% de reajuste até 2013, sendo 25% já a partir de março deste ano, e a diferença em 2012 e 2013.

2 – O governo oferece 10% a partir de outubro e a diferença, para completar os 40%, entre 2012 e 2015.

3 – O Sindicato não aceita a exensão até 2015 porque alega que, na época, Roseana não será mais governadora, o que desobrigaria outro governador de cumprir o acordo.

4 – O governo pondera que o orçamento de 2015 é feito em 2014; a garantia para o pagamento, portanto, estaria no orçamento.

E a greve continua…

4

Roseana cancela almoço com deputados…

Foi cancelado o almoço que a governadora Roseana Sarney (PMDB) daria hoje aos deputados membros de sua bancada na Assembléia Legislativa.

Motivo: a morte da mãe do chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva.

Dóris Moura Silva, de 94 anos, faleceu nesta madrugada. O velório ocorre na Pax União, na Rua da Paz – e o sepultamento será nesta quinta-feira.

De acordo com o secretário de Articulação Política, Hildo Rocha, a reunião com os deputados deve ocorrer amanhã.

Alterado às 15h para acréscimo e correção de informações
1

Célio Codó, sobre o Santo André: “a saudade é grande, mas a vontade de vencer na vida é maior ainda”

Que o maranhense Codó não repita este gesto hoje à noite

O maranhense Célio Codó é uma das armas do Santo André para o jogo de logo mais à noite, contra o Sampaio Corrêa, pela segunda fase da Copa do Brasil.

Nascido em Santa Luzia e revelado pelo próprio Sampaio Corrêa, o atacante, de 23 anos sente saudades do Maranhão

– Mas a vontade de vencer na vida é maior ainda – afirmoui Codó, que é um dos destaques da equipe do ABC paulista (Leia aqui).

Para garantir a classificação, os paulistas apostam em Célio Codó para superar a bolívia querida sem a necessidade de um segundo jogo, em São Paulo.

Vai conseguir???

2

Secretaria de Juventude também participará dos 400 anos de São Luís

Roberto vai atuar em São Luís, pela Secretaria de Juventude

Um único – e forte – argumento da governadora Roseana Sarney (PMDB) convenceu ontem o deputado Roberto Costa (PMDB) a retornar à Secretaria de Juventude.

Independente de continuar com status de extraordinária ou ganhar força, como secretaria ordinária, a Sejuv terá participação efetiva nas ações do governo para os 400 anos de São Luís, em 2012.

– A pasta terá programas específicos para envolver o jovem no aniversário da capital maranhense. Sou ludovicense e me encantei com o projeto – declarou Roberto Costa.

Para ele, apesar da importante atuação que vem tendo como parlamentar, o fato de estar envolvido diretamente com o aniversário da cidade onde nasceu o fez repensar seu projeto.

Sua posse foi confirmada para a próxima terça-feira…

16

Ricardo Murad explica débitos levantados por Gardeninha e diz tratar-se de “contrapartidas do estado”

O secretário de Saúde, Ricardo Murad (PMDB), quetionou os valores dos débitos apresentados hoje pela deputada Gardeninha Castelo, referentes aos programas “Farmácia Básica” e “Samu”, e explicou tratar-se apenas das contrapartidas do estado, referentes a 2009 e 2010.

– a contrapartida estadual do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do programa Farmácia Básica para São Luís, referentes aos anos de 2009 e 2010, está empenhada ou em vias de pagamento – afirmou o secretário, por meio de nota.

O secretário afirmou ainda não haver justificativas para o atraso no pagamento, pela prefeitura, de pagamentos de serviços prestados por hospitais do estado.

– nada justifica o fato de a Prefeitura de São Luís não estar repassando, desde setembro de 2010, os valores devidos – de recursos do Sistema Único de Saúde – por serviços ambulatoriais e hospitalares prestados pela rede estadual de saúde – disse Murad, referindo-se ao discurso de Gardeninha, hoje, na Assembléia Legislativa.

5

Encontro de contas…

Na semana passada, o secretário de Saúde Ricardo Murad (PMDB) acusou a prefeitura de dever R$ 8 milhões do Sistema Único de Sáude ao Governo do Estado.

Veja aqui o detalhamento dos débitos, segundo levantamento da Secretaria de Saúde.

Hoje, na Assembléia, a deputada Gardeninha Castelo (PSDB) rebateu as críticas de Murad e disse que é o estado quem deve R$ 8,5 milhões à prefeitura.

E detalhou assim a dívida: “R$ 4,5 milhões para a Farmácia Básica e, aproximadamente, R$ 4 milhões para o serviço de emergência Samu”.

Ricardo diz haver dívidas da prefeitura também com a Caema. Gardeninha diz que é a Caema quem tem dívidas, inclusive em nível de execução fiscal, com a prefeitura.

Mas há uma solução para o disse-me-disse, levada em conta pela própria deputada.

– É preciso sentar, ver quem deve a quem e fazer um encontro de contas.

Simples assim…

17

Luz no meio da selva…

Por Nonato Reis*

Imagine-se o seguinte cenário. Zona rural, vilarejo encravado no cerne de uma região inóspita. Não mais que 70 casas, a maioria de taipa ou de palha. Longe de rodovias asfaltadas. Apenas uma estrada de chão batido, que submerge no inverno, liga o povoado à sede do município, distante dali cerca de 30 quilômetros. Água, só de cacimba ou de poções – aquelas lagoas que se formam na estação chuvosa. Luz elétrica é novidade recente, e ainda assim acessível a poucos. Serviços de saúde não existem. Telefone, idem. Esgoto sanitário, impensável. Os moradores vivem da pesca artesanal e do cultivo rudimentar de raízes e grãos, à semelhança de uma aldeia indígena.

Agora, acompanhe a cena a seguir. Oito horas da manhã. Um carro de passeio estaciona em frente da única escola do lugar, construída em alvenaria e telha de barro. À entrada do prédio, um grupo de alunos, na faixa de sete a 10 anos, denominado Comissão de Publicidade, aguarda com ar de expectativa a aproximação do visitante ilustre, um jornalista da capital, que vai fazer uma reportagem para um grande jornal. Perfilados, eles dão as boas-vindas ao repórter, dizem que a escola se sente honrada com a sua presença e o convidam a entrar.

Na sala de aula, os demais alunos, dispostos em mesas circulares, cumprimentam-no um a um. Curiosos, querem saber detalhes do seu trabalho. Alguns manifestam-se fascinados pela profissão, outros revelam que, quando crescerem, desejam também se tornar jornalistas. Crivam-no de perguntas. Boquiaberto, o repórter se dar conta de que fora arrastado para o outro lado da mesa. Naturalmente, chegara ali para inquirir, observar, fazer anotações, cumprir o seu ofício. Acabara virando presa fácil. Ele agora era entrevistado, vasculhado…investigado. “Foi a experiência mais inusitada e feliz da minha vida”, revelaria ao chegar à redação do jornal.

Mero deleite? Um roteiro de filme? Uma tomada de novela? Ou viagem imaginária? Nada. Crível ou não, a descrição é real. Ocorreu alguns anos atrás no interior do Maranhão. Resgato essa história para jogar por terra alguns mitos. O mais importante deles, o de que educação é um investimento de longo prazo. Não é bem assim. A menos que a analisemos sob o enfoque do mercado de trabalho. Nesse caso confunde-se o todo com a parte. O lado mais interessante, o do crescimento pessoal, é quase atemporal, tal a velocidade com que as mudanças se processam.

No caso da cena descrita aqui, a escola tinha apenas um ano de existência e já produzia resultados fantásticos, fazendo com que crianças indefesas, medrosas e tímidas rompessem as amarras da ignorância e se tornassem pessoas bem-falantes, desinibidas, perspicazes … Cidadãs no sentido político do vocábulo. Alguém pode estar se perguntando. Mas como foi isso possível? A resposta está na fórmula pedagógica. A escola em foco difere em tudo do modelo tradicional. Em vez de carteiras, mesas. No lugar da abordagem individual, a sistemática de grupo. O professor deixa de ser transmissor e passa a ser mediador. Nada de impor conhecimento. E muito menos discutir realidades estranhas. O foco da aprendizagem está centrado na própria comunidade.

 É de se perguntar, então. Se o método é tão eficiente, por que não disseminá-lo pelo País? Em todo o Brasil há experiências isoladas desse tipo e com resultados igualmente promissores. Acontece que existem entraves históricos pelo caminho. Há uma relação direta entre poder político e educação. Como no Brasil as minorias dominantes foram construídas e se mantêm à custa do atraso e da ignorância das maiorias dominadas, chega a ser irracional imaginar-se que elas se interessem por uma educação de qualidade. Seria como criar-se uma raposa dentro do galinheiro.

Não admira portanto que até hoje o País sustente taxa de analfabetismo absurda. Um em cada cinco cidadãos é analfabeto funcional, aquele que, apesar de saber ler e escrever, não consegue interpretar um texto, por mais simples que se apresente. Representa quase 40 milhões de brasileiros à margem do saber, condenado à ignorância. A escola que forma cidadão e abre janelas para a vida está muito longe do cenário nacional. Pode-se encontrar em raríssimos lugares, alguns até inusitados. Como no coração de uma mata virgem, por exemplo. É que de lá os ecos de mudança não incomodam os ouvidos de Brasília.

Nonato Reis é Jornalista
7

Obra do Coroado está parada…

Do blog de André Martins

Obra iniciada, com pompa pelo prefeito Castelo, na vala do Coroado está parada.

Na campanha ele havia prometido aos moradores que esse problema seria resolvido, mas até agora a situação só piorou.

As fortes chuvas que caíram no último fim de semana deixaram um lastro de prejuízo para os moradores do bairro: casas alagadas; móveis e eletrodomésticos danificados; e como sempre, a possibilidade de contrair doenças.

A população não sabe a quem reclamar os seus prejuízos.

A vala que passa pelo João Paulo e por dentro do Coroado está praticamente sem condições de escoar. A obra iniciada, ainda no ano passado, já parou várias vezes; empreiteiros e funcionários reclamam a falta de pagamento.

O que se vê no local da obra é apenas uma máquina parada, e o pior, o canal entupido; e sempre que há possibilidade de chuva é um Deus nos acuda entre os moradores.

Como se pode ver nas fotos, aí está um verdadeiro caso de abandono e despreocupação do poder público para com o cidadão.

E a pergunta que se faz ao senhor prefeito Castelo é: quando ele vai cumprir com o que prometeu na campanha? Só às vésperas da próxima?

O povo quer saber…

1

Sampaio Corrêa tem irmão gêmeo no Rio de Janeiro…

Este é o escudo do Sampaio carioca

Na onda da boa campanha que faz o Sampaio Corrêa do Maranhão na Copa do Brasil, este blog foi atrás de um time homônimo, na Segunda Divisão do futebol carioca.

O Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, fundado em 2006, venceu a série C do Carioca em 2009 e, desde então tenta chegar à Primeira Divisão do Rio de Janeiro.

Elenco que venceu a Série C do Cariocão pelo Sampaio Corrêa-RJ

Usa as cores azul, amarelo e branco e tem este nome em referência ao Distrito de Sampaio Corrêa, o terceiro maior do município de Saquarema.

Diferente do irmão maranhense, o Sampaio Corrêa de Saquarema é um time-empresa. Está construindo um Centro de Treinamento em seu município, com estádio para dez mil pessoas.

O objetivo é chegar ao Cariocão já em 2012…

Conheça aqui a história do Sampaio Corrêa carioca e aqui a campanha na Segundona do RJ