A situação de Brandão; a situação de Camarão…

Semana santa mais bizarra da história política do Maranhão pode definir o futuro não apenas do governador e do vice, mas de outros personagens da guerra entre dinistas e brandonistas

 

CAMINHOS IGUAIS, DESTINOS DIFERENTES. Brandão e Camarão vivem situação jurídica parecida, mas com efeitos práticos distintos

Pensata

Após quatro anos de uma guerra que só vem aumentando – do início de 2023 até agora – o governador Carlos Brandão (Sem partido) e o vice-governador Felipe Camarão (PT) vivem hoje situações praticamente iguais.

  • Brandão vive a ameaça de ser afastado do mandato “a qualquer momento” pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes;
  • mas agora Camarão também enfrenta situação parecida, com pedido de seu afastamento nas mãos do desembargador Sebastião Bonfim.

Na condição de vice-governador, o petista não precisa se desincompatibilizar ou renunciar ao mandato para concorrer a nenhum cargo nas eleições de outubro; e isso não muda, mesmo se ele for afastado pela Justiça.

  • Carlos Brandão tem até a próxima sexta-feira, 3, para decidir se vai ou não disputar algum mandato em outubro;
  • se permanecer no governo mesmo depois do dia 4 de abril, terá que ficar até o final no cargo, sem concorrer a nada;
  • Se um eventual afastamento pelo STF ocorrer depois da sexta-feira santa, ele estará sem mandato e sem candidatura.

Nesta equação, inclui-se ainda a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (MDB).

Se um eventual afastamento de Brandão e de Camarão ocorrer ao mesmo tempo, quem assume é ela, que passa a ser a governadora interina. Mas se ficar no cargo depois do dia 4 de abril, estará inelegível para qualquer outro mandato nas eleições de outubro.

Terá que concorrer, portanto, à própria reeleição de governadora.

  • se, no meio do caminho, a Justiça revogar o afastamento de Camarão, Iracema perde o mandato e a candidatura;
  • se, por outro lado, for Brandão quem voltar, a presidente da Assembleia também estará inelegível em outubro;
  • se a volta for do governador e do vice, as mexidas judiciais terão afetado apenas o projeto eleitoral de Iracema.

O jogo de xadrez entre dinistas e brandonistas mostra-se, portanto, capaz de transformar drasticamente toda a realidade político-eleitoral do Maranhão.

E pode deixar peças importantes fora do pleito…

Aliado de Braide defende união de toda a oposição por vitória em 1º turno…

Suplente de deputado federal Henrique Júnior entende que aliança do prefeito de São Luís deve incluir Felipe Camarão, Lahésio Bonfim e o PL

 

HENRIQUE JÚNIOR TEM SIDO INTERLOCUTOR DE EDUARDO BRAIDE, que já lidera reuniões diárias para formação das chapas partidárias

O suplente de deputado federal Henrique Júnior (PL) deixou reunião com Eduardo Braide (PSD), na última quarta-feira, 18, em São Luís, convicto da candidatura do prefeito de São Luís ao Governo do Estado; e prevê que a união de toda a oposição garante a vitória em primeiro turno. 

“A avaliação é de que o caminho mais seguro para uma vitória passa pela convergência entre diferentes lideranças, incluindo o vice-governador Felipe Camarão (PT), o ex-prefeito Lahesio Bonfim (Novo) e a força do PL no Maranhão, partido que possui uma das maiores estruturas políticas no interior do estado”, defendeu Henrique Júnior.

  • para o ex-deputado, a unidade do PL, controlado por Josimar Maranhãozinho, garante nominata e assegura estrutura no interior do estado;
  • com forte liderança em Timon, Henrique entende que o alinhamento das peças vai fortalecer o sentimento de mudança espalhado no MA.

Mesmo sem dizer se vai disputar a eleição de governador, Eduardo Braide tem se reunido pessoalmente com pré-candidatos a deputado federal e estadual, cuidando diretamente da formação da nominata do PSD; já tirou, inclusive, nomes da base governista para compor as chapas alinhadas ao seu projeto.

Nestes preparativos, Henrique Júnior tem papel significativo, como liderança política na região de Timon e com força partidária no PL e no grupo de Josimar Maranhãozinho.

“Em Timon, a expectativa é de crescimento expressivo do nome de Braide após o anúncio oficial de sua pré-candidatura. A estratégia passa por fortalecer lideranças locais, ampliar o diálogo com a população e estruturar um palanque competitivo na região leste”, disse o suplente de deputado.

  • para o parlamentar, essas reuniões de bastidores visam consolidar o projeto Braide;
  • o trabalho tem sido o de reorganizar a oposição para construir uma candidatura sólida.

Nem Braide, nem Henrique Júnior – muito menos os demais aliados partidários – falam de candidatura ao Governo, mas todos já tratam o prefeito de São Luís como “candidatíssimo”.

E definem entre o dia 1º e 2 de abril – dois dias antes do fim do prazo de desincompatibilização – como datas para o anúncio formal da candidatura…

Ameaças de dinistas a Brandão atingem também Eduardo Braide…

Insistência no afastamento do governador pode inviabilizar aliança com o prefeito de São Luís, que depende de garantias para renunciar ao mandato em abril

 

DINISTAS APOSTAM EM UMA ALIANÇA COM BRAIDE, mas o que fazer se Brandão for afastado depois que o prefeito renunciar?!?

Pensata

A insistência com que os aliados do ex-governador Flávio Dino agem contra o governador Carlos Brnadão (sem partido) para afastá-lo do mandato, pode ter um efeito colateral, atingindo diretamente o projeto de aliança com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

  • há dois pedidos de afastamento do governador, ambos em tramitação no Supremo Tribunal Federal;
  • a ação do PCdoB tramita, desde 2024, em mãos do próprio ministro maranhense Flávio Dino;
  • a outra é do partido Solidariedade, e está sob a responsabilidade de Alexandre de Moraes.

Ocorre que os dinistas apostavam na retirada de Brandão do cargo antes do carnaval, o que não ocorreu.

O tempo passou e agora eles se veem em uma espécie de sinuca de bico; é que tanto Brandão quanto Braide têm a mesma data-base para renunciar – em 4 de abril – o que complica o cenário para os aliados de Flávio Dino.

  • Eduardo Braide só deve renunciar ao mandato com a certeza de que não concorrerá com alguém sentado na cadeira de governador;
  • mas se Brandão for mesmo afastado depois do dia 4, o vice Felipe Camarão (PT) assume o governo, com Braide já fora da prefeitura.

“São dois “Se” muito grandes aí nesta hipótese”, desconversou o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), quando perguntado sobre a hipótese de enfrentar o próprio neo-aliado Eduardo Braide.

A mesma pergunta foi feita a todos os demais dinistas, e também aos aliados do próprio Braide; e nenhum deles teve resposta clara para o questionamento deste blog Marco Aurélio d’Eça.

Sinal de que os dinistas – que tanto lutaram por assumir o governo – agora se veem em uma encurralada.

Ou deixam Brandão de mão e seguem a vida ao lado de Braide ou insistem em afastar Brandão e complicam o projeto do próprio Braide.

A escolha é somente deles…

Zé Inácio vê desdém em fala de Márcio Jerry sobre Zé Dirceu…

Liderança do PT maranhense, ex-deputado estadual diz que o presidente do PCdoB não tem autoridade para impor o que o PT deve decidir sobre a sucessão do governador Carlos Brandão

 

ZÉ INÁCIO CONFIRMA VINDA DE ZÉ DIRCEU AO MARANHÃO e critica fala de Márcio Jerry sobre o assunto

O ex-deputado estadual Zé Inácio (PT) criticou nesta segunda-feira, 2, a postura do presidente do PCdoB, Márcio Jerry, em relação à suposta vinda do ex-ministro José Dirceu ao Maranhão, para definir os rumos da aliança com o governador Carlos Brandão (Sem partido). 

“Márcio Jerry não fala pelo PT nacional nem local. Afirmar que o PT já decidiu ou o que vai decidir não lhe cabe!”, disse o ex-parlamentar, em resposta à posição do deputado federal comunista, exposta na postagem deste blog Marco Aurélio d’Eça, intitulada “‘Não sei se o Zé Dirceu virá, quando virá e para quê virá’, diz Márcio Jerry…”.

  • para Zé Inácio, a posição de Jerry foi de desdém em relação a José Dirceu;
  • segundo a liderança petista, unidade não pode ser construída com desapreço.

“Ademais, tratar com desdém o companheiro Zé Dirceu é desconhecer a história e fazer proselitismo político”, afirmou Inácio.

A suposta visita de Dirceu ao Maranhão foi anunciada pelo portal imirante.com, ainda na semana passada

Nesta segunda-feira, 2, em nova postagem, o imirante afirmou já haver propostas dos remanescentes do governo Flávio Dino para garantir a renúncia do governador Carlos Brandão no sábado de Aleluia, em 4 de abril.

Na postagem deste blog Marco Aurélio d’Eça, Jerry disse não ter informações sobre a suposta vinda de Dirceu e afirmou desconhecer qualquer proposta para Brandão.

A questão envolvendo o ex-ministro do governo Lula transformou-se em uma nova crise entre dinistas e brandonistas…

Vice-prefeita de São Luís mantém agenda própria nas redes sociais…

Faltando 40 dias para o prefeito Eduardo Braide decidir se deixa ou não o comando de São Luís, Esmenia Miranda – que pode assumir o mandato – faz divulgação própria da gestão

 

PÁGINA DE ESMENIA MIRANDA NO ISNTAGRAM MOSTRA FORTE ATIVIDADE, mas pouca relação com o prefeito Eduardo Braide

Faltando exatos 40 dias de prazo para que o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) renuncie ao mandato, se quiser concorrer ao Governo do Estado,  a vice-prefeita Esmenia Miranda (PSD) mantém uma agenda proativa nas redes sociais, mas com divulgação própria das ações da prefeitura.

  • este blog Marco Aurélio d’Eça analisou as últimas 15 postagens da vice-prefeita e em nenhuma há vídeos ou fotos ao lado do prefeito;
  • a última postagem com destaque dos dois juntos se deu na divulgação da entrega da creche de tempo integral da UEB Darcy Ribeiro.

Adversários especulam que Braide teria dificuldade de relacionamento com Esmenia, o que pode ser um empecilho na sua decisão de deixar a prefeitura para concorrer ao Governo do Estado, embora lidere todas as pesquisas de intenção de votos.

“A relação de Eduardo Braide com Esmenia é de absoluta lealdade. A presença dela na chapa foi uma escolha pessoal; e foi pensada do ponto de vista estratégico”, afirmou o deputado estadual Fernando Braide (PSB), irmão do prefeito, em conversa com o titular deste blog Marco Aurélio d’Eça, na Assembleia Legislativa, bem antes do carnaval.

Nas últimas duas semanas, Esmenia Miranda divulgou suas ações próprias no pré-carnaval, no carnaval e na divulgação de obras e serviços da prefeitura, mas sempre sozinha, sem imagens ao lado de Eduardo Braide.

Não há nenhuma movimentação por parte de Braide – muito menos por parte de Esmenia – que indique providências para uma eventual troca de comando na prefeitura. Nem ele, nem ela falam do assunto.

Mas as especulações devem continuar até o dia 4 de abril…

Eduardo Braide: 60 dias para decisões importantes…

Se for mesmo disputar o Governo do Estado, prefeito de São Luís tem até o dia 4 de abril para organizar entregas da gestão, deixar o mandato e acertar os ponteiros coma  vice, Esmênia Miranda

 

O PREEITO E SUA COMPANHEIRA DE CHAPA. Não há sinais de afastamento entre os dois, mas os adversários apostam que Braide não terá Esmênia no palanque

Absolutamente Blasé em relação à sua entrada na disputa pelo Governo do Estado, o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) entra nesta quarta-feira, 4, em uma espécie de contagem regressiva para tomar a decisão que pode mudar sua história política.

  • ele tem até o dia 4 de abril para deixar a prefeitura, e quiser ser candidato nas eleições de outubro;
  • nesse caso, são exatos 60 dias para definir últimas obras e se acertar com a vice, Esmênia Miranda.

Embora não fale publicamente sobre sua decisão, Braide tem tomado as providências para a campanha; já tem, por exemplo, marqueteiro atuando em São Luís, monitorando números e montando programas para as redes sociais e TV. E já tem uma equipe de gerenciamento da pré-campanha com coordenadores nos principais municípios.

Seu principal adversário, o grupo do governador Carlos Brandão (sem partido), ainda trabalha com a hipótese de que o prefeito não deixará o cargo; para isso, apresentam dois argumentos principais:

  • 1 – alegam que a relação de Braide com a vice não é boa, o que pode inviabilizar o apoio em São Luís, sua principal base eleitoral;
  • 2 – acham que o fato de o prefeito ter que ficar seis anos fora das disputas eleitorais, caso perca a eleição, é um peso a mais na decisão.

Não há sinais na prefeitura de má relação entre Braide e Esmênia e muito menos de que ele se preocupe em ficar sem mandato.

De qualquer forma, no entanto, o silêncio em relação à disputa é, de fato, um sinal de que ele estuda todos os aspectos da decisão.

Que começa agora a ficar mais claramente em seu radar… 

Opinião!!! Reaproximação de Brandão e Camarão pode inibir projeto eleitoral de Braide…

Prefeito de São Luís depende do racha entre governador e vice para renunciar ao mandato, mas a possibilidade de mudança no governo pode levá-lo a repensar a saída

 

MEIO-AMARGO, MAS AINDA PALATÁVEL. A retomada do diálogo entre Camarão e Brandão é um sinal de que tudo pode acontecer até abril

Opinião

A retomada das conversas entre o governador Carlos Brandão (sem partido) e o vice-governador Felipe Camarão (PT) – mesmo que em termos ainda ressentidos – tem forte influência política nesta etapa da campanha eleitoral de outubro; uma reaproximação entre os dois pode, inclusive, forçar mudanças de planos em outros candidatos.

  • um exemplo é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que depende de um racha no governo para decidir se deixa ou não a prefeitura em abril;
  • a simples perspectiva de Felipe Camarão assumir o governo em abril no lugar de Brandão pode pesar na decisão do prefeito de sair da prefeitura.

As conversas entre Brandão e Camarão foram retomadas na virada de ano, após meses e meses de silêncio entre os dois. 

“Voltamos a ter pelo menos contato institucional, muito sereno”, confirmou Felipe Camarão a este blog Marco Aurélio d’Eça, o que foi noticiado na postagem “Brandão refaz proposta a Camarão, que rejeita…”.

  • líder nas pesquisas de intenção de votos, Braide vem crescendo exatamente no vácuo deixado pelo racha entre brandonistas e dinistas;
  • mas enfrentar um candidato a governador sentado na cadeira principal do Palácio dos Leões é diferente de encarar uma disputa entre iguais.

Este blog Marco Aurélio d’Eça conversou com jornalistas e diversas lideranças políticas brandonistas e dinistas no início da manhã da quarta-feira, 7 – muito antes de vazar a conversa entre governador e vice – quando expôs opinião sobre a disputa de outubro.

“Braide só não vira governador do Maranhão em uma situação: Felipe Camarão assumindo o governo. Mas a narrativa brandonista falha nesse ponto! Era preciso estimular a ideia de que Camarão vai assumir em abril e manter denúncias contra Braide. O desgaste na imagem e a possibilidade de Camarão assumir o governo podem levar Braide a repensar deixar a prefeitura. E não deixando a prefeitura, ele não vira governador, é simples”, foi a tônica da conversa deste blog com dinistas e brandonistas.

Ao longo do dia, alguns contrapontos surgiram a este pensamento, de lado a lado.

Até que veio a revelação da conversa entre Bandão e Camarão…

Secretários-candidatos terão que deixar o governo no início de março…

Governador Carlos Brandão estabeleceu este prazo durante a primeira reunião do secretariado, na segunda-feira, 5; data oficial é 4 de abril

 

BRANDÃO COM PARTE DA EQUIPE NA REUNIÃO DA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA, 5; quem for disputar eleição tem que sair em março

O governador Carlos Brandão (sem partido) decidiu antecipar em pelo menos um mês o prazo para que os secretários que pretendam disputar as eleições de outubro deixem o governo.

  • o prazo dado pelo governador termina na primeira quinzena de março;
  • a data oficial estabelecida pela Justiça Eleitoral vai até o dia 4 de abril.

Brandão pretende conversar com cada um dos auxiliares-candidatos até o início de março; quer saber das pretensões eleitorais, os cargos que pretendem disputar e os partidos pelos quais disputarão.

Todo esse cronograma foi estabelecido durante a reunião do secretariado, na última segunda-feira, 5.

  • pelo menos dez auxiliares do governo devem deixar os cargos para a disputa;
  • entre eles o titular da Articulação Municipal Orleans Brandão, candidato ao governo.

O próprio Brandão tem até 4 de abril para decidir se fica ou se deixa o governo para disputar as eleições.

Camarão faz espécie de contagem regressiva para renúncia de Brandão e Braide…

Petista lembra em suas redes sociais que faltam três meses para o governador e o prefeito de São Luís decidirem se deixam ou não os mandatos; e ressalta que, como vice, não precisa renunciar

 

VICE-GOVERNADOR ESTÁ PRONTO PARA 2026, já que não precisa deixar o mandato para disputar

O vice-governador Felipe Camarão iniciou neste domingo, 4, uma espécie de contagem regressiva para o prazo de desincompatibilização do governador Carlos Brandão (Sem partido) e do prefeito de São luís, Eduardo Braide (PSD).

Isso se ambos quiserem disputar as eleições de outubro.

“Hoje é dia 4/1/2026. Faltam exatos três meses para a data final de desincompatibilização. O que é isso? 4/4/2026: data final para que ocupantes de cargos públicos que pretendem concorrer renunciem ou peçam exoneração”, destacou ele, lembrando que a regra atinge ministros de estado, secretários, dirigentes de estatais, governadores e prefeitos.

  • no Maranhão, a regra vale para Brandão e para Braide;
  • Brandão pode concorrer a senador; Braide ao governo.

A renúncia dos dois gestores influencia diretamente no processo eleitoral maranhense, como este blog Marco Aurélio d’Eça já mostrou, ainda no ano passado, no post “Brandão e Braide têm a mesma data chave em abril de 2026…”.

“Tanto o governador quanto o prefeito de São Luís precisam decidir até a meia-noite do dia 4 de abril do ano que vem se deixam ou não o cargo para disputar as eleições”, lembrou o texto, publicado exatamente há um ano, em 7 de abril de 2025.

  • caso Brandão renuncie, Felipe Camarão assume automaticamente o governo;
  • com a posse de Felipe Camarão, Braide pode até repensar a candidatura.

“Só para lembrar: vice não precisa renunciar para disputar cargo algum”, destacou Felipe Camarão.

Sem precisar se afastar, o vice-governador pode disputar qualquer outro cargo, inclusive o de governador. 

Os próximos três meses serão, portanto, de fortes debates sobre desincompatibilização…