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Curso Wellington alaga pela enésima vez e deputado tenta salvar o que pode…

Parlamentar praticamente mergulhou no oceano que se formou na região do Renascença após as chuvas da noite desta quarta-feira, em mais um alagamento como os de 2016, 2015, 2014, 2013, 2012…

 

A foto mostra o deputado, de calção, quase nadando para chegar ao curso de sua propriedade….

O deputado Carlos Wellington (PP) viveu na noite desta quarta-feira, 1º, horas de agonia em meio a mais um alagamento da área em que funciona uma das unidades do seu curso preparatório, no Renascença.

É a enésima vez que a área alaga, causando prejuízos ao empresário, sem que a Prefeitura de São Luís consiga resolver o problema.

Foi assim nos períodos chuvosos de 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016.

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Imagem do dia: Três anos seguidos…

 

O deputado tenta movimentar um carro arrastado pela correnteza que já virou crônica no local

No ano passado, durante a campanha, aliados do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) tentaram jogar a responsabilidade pelas enchentes ao próprio Wellington, alegando que ele não pagava o IPTU.

O deputado não só pagou como cobrou a recuperação da área. (Releia aqui)

Que, como se vê, mais uma vez não foi feita…

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Mais um custo da reeleição de Holandinha: Socorrão II vira piscina após chuvas..

Hospital alagou completamente depois do temporal que caiu na manhã desta segunda-feira. A água invadiu praticamente todos os setores da unidade de Saúde, que demonstra falta de estrutura, mesmo após quatro anos de denúncias contra a gestão do prefeito

 

Na área de estabilização, pacientes e acompanhantes ficaram no meio do alagado

Bastaram as primeiras chuvas desta segunda-feira, 9, para que a população tivesse mais um exemplo do custo que foi para São Luís a reeleição – na marra – do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na região da Maiobinha – alvo de diversas denúncias ao longo dos quatro anos de gestão do prefeito – simplesmente inundou com as chuvas desta manhã.

A estrada entregue por Flávio Dino e Edivaldo, para ajudar na reeleição, não durou um ano

A água alagou todos o setores do hospital, dando provas de que, mesmo diante das denúncias de médicos, pacientes e visitantes, Edivaldo não tomou nenhuma providência para evitar que o período de chuvas viesse prejudicar novamente a unidade de Saúde.

Muitas imagens foram feitas pelos próprios médicos, aterrorizados pela situação.

Junto com a água, cestos de lixo dividem espaço com pacientes

Assim como na Saúde, em vários exemplos mostrados neste blog, São Luís sofre com a reeleição de Holandinha em vários outros setores.

Mas, agora, é ter que esperar mais quatro anos…

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Vereadores cobram responsabilidade da Prefeitura no Hospital da Criança…

Os vereadores Fábio Câmara (PMDB), Rose Sales (PCdoB) e Manoel Rego (PTdoB), visitaram na manhã desta quarta-feira (22), o promotor de Justiça de Defesa da Saúde de São Luís, Dr. Herberth Costa Figueiredo, com o intuito de obter mais informações a cerca da desativação de vários setores do Hospital Odorico Amaral de Matos, o ‘Hospital da Criança’.

Durante o encontro, os parlamentares convidaram o promotor, juntamente com a Vigilância Sanitária Estadual, para realizar uma visita na próxima sexta-feira (24), na unidade de saúde.

No último domingo (19), a forte chuva que atingiu a capital maranhense, provocou alagamento nas dependências do Hospital. A enxurrada atingiu a Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e alarmou pacientes, acompanhantes e funcionários. Por causa do incidente, pacientes foram transferidos para outros hospitais.

Para o vereador Manoel Rego, a situação provocou prejuízos à assistência prestada aos pacientes.

Fiquei estarrecido com a declaração da secretária Helena Duailibe afirmando que todos os anos o hospital era alagado. Isso comprova que a secretária já tinha conhecimento do problema, mas não tomou medidas definitivas para resolver a questão – declarou Manoel Rego.

A vereadora Rose Sales lamentou a notícia da desativação do hospital da criança até que os problemas de inundação sejam resolvidos e a reforma da unidade seja concluída. Ela afirmou que a situação vai provocar prejuízos para a população de vários municípios que possuem os serviços da saúde pactuados com a capital do estado.

O hospital da criança é uma unidade de referência no serviço. O hospital tem porta aberta para atendimentos de emergência e se o hospital for desativado vai provocar prejuízos para a população de vários municípios que possuem os serviços da saúde pactuados com a capital do estado – informou a vereadora.

Durante a visita, o vereador Fábio Câmara cobrou do prefeito Edivaldo Júnior, as responsabilidades pela situação envolvendo a unidade de saúde. O peemedebista levantou questionamentos que precisam ser esclarecidos pela Prefeitura.

A Central de Material de Esterilização (CME) é um setor considerado o coração de um hospital, pois fornece material limpo para toda  a unidade. Precisamos saber se já foram avaliados os danos da Central de Material de Esterilização (CME) e seus equipamentos como autoclaves e estufas?  Por isso a minha preocupação com relação ao setor que é responsável no controle de infecção hospitalar – questionou o parlamentar.

No encontro entre os vereadores e o promotor de saúde, foram debatidos temas relacionados às transferências de pacientes, funcionamento da unidade com seus respectivos setores e o atendimento à população.

Na reunião de trabalho, Fábio Câmara sugeriu que a Prefeitura aproveite a parceria com o governo do Estado para a instalação de um hospital de campanha, nas proximidades do Hospital da Criança.

A informação que recebi é que a Secretaria Municipal de Saúde ainda não transferiu as crianças da UTI e semi-intensiva. Também não decidiram onde vai funcionar o setor de urgência, nem outros setores como farmácia, nutrição, laboratório, que foram afetados com a enxurrada. A minha sugestão é que a Prefeitura de São Luís aproveite a parceria com o Governo do Estado para a instalação de um hospital de campanha nas proximidades do Hospital da Criança. Com a instalação do hospital de campanha tanto a população quanto os funcionários, não iriam precisar ficar rodando de um lado pra outro – sugeriu.