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Edilázio apresentará ao Congresso plano de trabalho sobre Amazônia

Deputado federal maranhense foi escolhido relator da Comissão Especial que debate a crise na floresta; e disse que quer ver deputados e senadores mais atuantes nesta questão

 

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) atuará como relator da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, instalada na tarde de hoje em Brasília.

O colegiado formado por até 12 titulares e 12 suplentes de cada Casa [Câmara Federal e Senado da República] terá como principal atenção de trabalho, no momento, o problema das queimadas na região da Amazônia.

Na condição de relator, Edilázio será o responsável por elaborar um relatório sobre todas as atividades da comissão – que dizem respeito ao monitoramento e fiscalização das ações referentes às mudanças climáticas no Brasil.

“Já vou apresentar um plano de trabalho na próxima reunião e intensificar na comissão o debate sobre a Amazônia. O objetivo é fazer com que o Congresso Nacional não seja negligente sobre a situação da Amazônia”, explicou.

A comissão, que terá como presidente o senador Zequinha Marinho (PSC-PA), vai acompanhar e fiscalizar os trabalhos desenvolvidos no combate às queimadas em todos os estados que integram a região da Amazônia Legal.

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O não-embate Flávio Dino X Bolsonaro no encontro de governadores…

Embora crítico, governador maranhense usou tom moderado e de conciliação, diante de um Bolsonaro sem reação diante da repercussão negativa de suas declarações sobre a crise da Amazônia

 

O que poderia ser um momento de crise entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) – num encontro de governadores da Amazônia Legal – acabou se transformando em uma espécie de armistício.

Dino até fez contraponto às declarações de Bolsonaro sobre as Organizações Não-Governamentais (ONG), mas usou tom mais ameno do que costuma usar nas redes sociais.

– É preciso respeitar as ONGs. Há ONGs com excelente trabalho em todo o mundo; não é tocando fogo nas ONGs que irá se resolver o problema da Amazônia. É preciso moderação – disse o governador maranhense.

Bolsonaro manteve-se em silêncio, sem confronto.

E o embate ficou para outra ocasião…

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São Luís fará protesto contra descaso de Bolsonaro na Amazônia…

Manifestantes se reunirão na Praça Deodoro, a partir das 15h deste sábado; declarações sobre a floresta repercutiram no mundo inteiro e desgastou a imagem mundial do presidente

 

MANIFESTANTES TÊM SAÍDO ÁS RUAS DESDE A TARDE DESTA SEXTA-FEIRA, em protestos contra Bolsonaro e a favor da Amazônia

Manifestantes irão se reunir na tarde deste sábado, na Praça Deodoro, em um protesto contra a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação ao aumento das queimadas na Floresta Amazônica.

Bolsonaro tem sido crítico das informações que mostram o aumento do desmatamento, desdenha do aquecimento global e acusa Organizações Não-Governamentais de provocar queimadas.

AS QUEIMADAS SE MULTIPLICARAM NOS ÚLTIMOS DIAS EM TODAS AS ÁREAS DA AMAZÔNIA; e os líderes mundiais acusam Bolsonaro de falta de ação

As manifestações, convocadas em grande parte pela Internet – e que já vêm ocorrendo desde a tarde de sexta-feira, 23 – cobram uma postura mais efetiva de Bolsonaro para conter as queimadas e o avanço do desmatamento.

Ambientalistas, pesquisadores, estudantes e representantes de ONGs foram convocados para os protestos…

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Vídeo do dia: panelaços contra Bolsonaro começam a eclodir no país

Presidente começa a receber contra si os mesmos movimentos que resultaram no embrião e sua eleição; críticas à postura em relação à Amazônia desgastou o governo brasileiro no mundo

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) começou a sentir nesta terça-feira, 23, um pouco do veneno que resultou em sua eleição presidencial, em 2018.

No momento em que Bolsonaro fazia pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV – numa espécie de acusação de golpe da crise sobre a Amazônia – panelaços foram ouvidos em várias regiões do país.

Os panelaços em momentos de pronunciamentos ou matérias sobre a crise política marcaram o fim do governo Dilma Roussef (PT), a partir de 2013 – e resultaram no impeachment da ex-presidente.

Foi a primeira vez que se viu manifestações espontâneas, não-convocadas, da população contra Bolsonaro.

Também houve manifestações em várias cidades do país contra as declarações de Bolsonaro sobre a Amazônia.

Para muitos, a crise está apenas no começo…

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Eliziane critica Bolsonaro e cobra investigação da PF na Amazônia

Para a senadora maranhense, ao invés de o presidente se esconder atrás de sandices e fakes, deveria agir com firmeza para combater as queimadas na floresta, sejam elas criminosas ou não

 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), diante de sua postura em relação ao aumento das queimadas na região da Floresta Amazônica.

– A Amazônia está sob ataque, poluidores se sentem à vontade para desmatar e queimar a floresta. É inconcebível que a presidência da República ao invés de agir com firmeza contra as queimadas se esconda atrás de sandices e fakes. A Amazônia é vital para o Brasil e vital pra o mundo – destacou.

Eliziane já havia crit5icado Bolsonaro em entrevista ao Jornal Nacional.

– Encaminhei ofício à Polícia Federal para que abra inquérito sobre denúncia feita por Bolsonaro de que ONGs internacionais em conluio com governadores, estariam por trás de queimadas na Amazônia. Essa grave acusação precisa de uma resposta oficial das instituições – afirmou.

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Bolsonaro e sua horda, ao invés de reagir, tentam justificar o caos…

Despreparado, presidente mostra total falta de conhecimento sobre o meio ambiente e sobre a Amazônia; e acaba levando milhares de outros imbecis a repetir suas mesmas baboseiras

 

ABSOLUTAMENTE DESPREPARADO PARA O EXERCÍCIO DA PRESIDÊNCIA, Jair Bolsonaro vai colecionando sandices ao longo dos seus oito meses de mandato

Editorial

O esforço desesperado para se encontrar comparações que possam minimizar as barbáries do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mostra o nível de boçalidade a que o Brasil chegou.

Se o presidente destrói a Educação, aparece uma horda de seguidores para dizer que tudo começou lá atrás; Se o cara demite quem aponta números que ele não goste, a horda começa a correr desesperadamente atrás de matérias para justificar a boçalidade do mito.

Se há um risco para a Amazônia – quando se mostra que as ações de Bolsonaro influenciaram o aumento dessa destruição – lá vem a horda apontar dados que mostrem que ele “só fez o que todos fazem”.

Bolsonaro é o típico cidadão-senso-comum, que ficava em casa coçando o saco – já que não tinha nada pra fazer na Câmara – pensando: “se um dia eu fosse presidente, faria assim e assim”.

E dizia sem base em nada, apenas pelos seus achismos, como qualquer cidadão limitado.

OS FOCOS DE INCÊNDIO NA AMAZÔNIA AUMENTARAM NA MEDIDA DAS DECLARAÇÕES DESMIOLADAS DE BOLSONARO; e têm, alarmado o mundo inteiro

O problema é que tudo deu errado e esse doido virou presidente.

Mas o pior é que uma horda de gente igualmente inculta – alguns até com certo grau de entendimento – passou a seguir essas asneiras ditas por ele.

E o Brasil afunda numa escuridão sócio-cultural, num retrocesso histórico difícil de recuperar lá na frente.

Triste fim para um país primitivo que dava apenas os primeiros passos para o avanço cultural…

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Eliziane critica represália de Bolsonaro a diretor do INPE…

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) criticou a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), de exonerar o diretor do INPE, Ricardo Galvão, após este alertá-lo pelo crescimento do desmatamento na Amazônia.

– Lamentável a decisão do governo de exonerar o diretor do INPE, Ricardo Galvão. Bolsonaro prefere demitir o subordinado a admitir que o desmatamento tem crescido assustadoramente na Amazônia. Os números não mentem – disparou a senadora.

Para Eliziane, a postura do presidente não condiz com a de um governante preocupado com a imagem do país…

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Júnior Verde avalia reunião do Parlamento Amazônico em Manaus…

Júnior Verde entre os seus colegas do Maranhão e de outros estados

Em mais uma reunião executiva com os integrantes do Parlamento Amazônico, na última sexta-feira, 26, em Manaus (AM), o deputado estadual Júnior Verde defendeu a necessidade de investimentos para Amazônia Legal.

O evento foi realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas, oportunidade em que foi deliberada a eleição que acontecerá em junho.

O Parlamento Amazônico trata das questões relacionadas à Amazônia e hoje é presidido pelo deputado do Amazonas, Sinésio Campos. Em junho, o Colegiado terá novo presidente de outro Estado.

– Independente de quem seja eleito, é importante que continuemos discutindo as questões que envolvem a problemática da região – ressaltou Júnior Verde.

Em junho, serão escolhidos os novos parlamentares do Norte que irão dirigir os trabalhos no biênio 2017/2018.

– A nova diretoria continuará defendendo a mesma bandeira, que é discutir os problemas que afetam a Amazônia como um todo, entre as quais as questões fundiárias, a mineração e principalmente a ampliação do Programa Luz para Todos, considerando que comunidades inteiras ainda estão no escuro. Não podemos pensar em desenvolvimento enquanto não solucionarmos um problema tão sério – completou.

O Parlamento Amazônico é formado por deputados estaduais dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

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Wellington no Parlamento Amazônico..

wellington

O deputado Wellington do Curso (PPS-MA), secretário de Direitos Humanos do Parlamento Amazônico, está participando deste essa quinta-feira (2) da primeira Reunião Ordinária do Parlamento Amazônico, em Manaus (AM), onde será definida a pauta da primeira assembleia do grupo, prevista para o dia 26 de agosto, em Boa Vista (RR).

O evento está acontecendo na Assembleia Legislativa do Amazonas e tem o objetivo de discutir o calendário de atividades para o biênio 2015/2016, além de discorrer sobre a exploração mineral e demarcação em terras indígenas e políticas públicas para o desenvolvimento da Região Amazônica.

Também estão participando o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Josué Neto (PSD/AM); o presidente do Parlamento Amazônico, deputado estadual Sinésio Campos (PT/AM), deputados estaduais Cel Chagas (PRTB/RR), Antônio Furlan (PTB/AP), Olynto Neto (PSDB/TO), Jory Oeira (PRB/AP), Edna Auzier (PROS/AP), Heitor Junior (PDT/AC), Aurelina Medeiros (PSDB/RR), Lenir Rodrigues (PPS/RR), Junior Verde (PRB/MA), Gabriel Figueira (PRB/RR), além de membros da mesa diretora e conselho fiscal do Parlamento Amazônico.

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Wellington vai coordenar Direitos humanos no Parlamento Amazônico…

Wellington, com Júnior Verde e colegas da coordenação

Wellington, com Júnior Verde e colegas da coordenação

Durante a 19ª Conferência da Unale, realizada nos dias 11 e 12, em Vitória (ES), o deputado Wellington do Curso (PPS) foi eleito coordenador de Direitos Humanos do Parlamento Amazônico, entidade que congrega parlamentares dos nove estados da Amazônia Legal e delibera questões importantes da região Amazônica como meio ambiente, sustentabilidade, conservação, educação ambiental e práticas de uso racional dos recursos ambientais da Amazônia.

A escolha dos novos membros reuniu deputados e diretores do Legislativo de todo o país. Os nove estados que compõem a Amazônia Legal são: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e parte do Estado do Maranhão.

O tema da XIX Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais deste ano foi “Mudanças Globais e os Novos Rumos” e o encontro, promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE), permitiu a troca de experiências e o debate entre parlamentares de todos os estados e do Distrito Federal.

Dentre os assuntos, foram discutidas a aprovação do Pacto Federativo, infraestrutura e logística de portos, aeroportos e estradas brasileiras, além do atual cenário econômico do país.

A presidência do Parlamento já havia sido definida com a eleição do deputado Sinésio Campos (PT/AM).