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Flávio Dino teve caixa extra de R$ 2,1 bi em empréstimos e repatriação…

Recursos chegaram ao caixa do Maranhão – extra-orçamento – a partir de 2016; mesmo assim, comunista quebrou o estado a tal ponto de querer, novamente, aumentar impostos em vários setores da economia

 

Após movimentar fortuna bilionária e extra-orçamento em quatro anos, Flávio Dino chega ao final do mandato com o estado sem um tostão em caixa

Este blog já apontou que o governador Flávio Dino (PCdoB) iniciou o seu mandato, em 2015, com recursos garantidos da ordem de R$ 3 bilhões.

Foram cerca de R$ 2 bilhões em créditos do BNDES, deixados em caixa pelo governo Roseana Sarney (MDB), e mais R$ 1 bilhão no Fundo de Pensão e Aposentadoria do Estado (Fepa).

Mesmo assim, o comunista chegou ao final do mandato com o estado em absoluto caos financeiro. (Saiba mais aqui)

Este blog mostra, agora, que, além dos recursos em caixa, Flávio Dino movimentou em quatro anos nada menos que outros R$ 2,1 bilhões em dinheiro extra-orçamento, alguns liberados sem necessidade de prestação de contas.

Apenas na repatriação de recursos de brasileiros que estavam no exterior, o comunista maranhense foi agraciado com nada menos que R$ 666 milhões a fundo perdido.

Entrou no caixa do Maranhão, em novembro de 2016, R$ 380 milhões da repatriação. (Relembre aqui)

Mas Flávio Dino não se contentou e foi cobrar no Supremo Tribunal Federal outra parte destes recursos – o das multas e juros – e recebeu em dezembro daquele ano outros R$ 286 milhões. (Entenda aqui)

Mesmo com toda fortuna extra que Flávio Dino recebeu em quatro anos, o Maranhão chega falido ao final do seu primeiro mandato

Empréstimos

Não bastassem os recursos a fundo perdido da repatriação, Flávio Dino pegou outros R$ 1,4 bilhão em empréstimos a partir de 2016, segundo ano do seu mandato.

Relembrando: ele já tinha em caixa, fora o orçamento, R$ 3 bilhões deixados pelo governo anterior.

Só em 2016, foram quatro empréstimos, no valor total de R$ 954,2 milhões:

– R$ 55,2 milhões em abril daquele ano;

– R$ 400 milhões em julho de 2016;

– R$ 444 milhões em novembro do mesmo ano;

– e R$ 55 milhões em dezembro de 2016.

Já agora no mês de abril de 2018, outros R$ 500 milhões foram aprovados pela Assembleia Legislativa, em duas operações de crédito em moeda estrangeira.

Mesmo com toda esta fortuna circulando nos cofres públicos maranhenses – fora o dinheiro do orçamento anual – Flávio Dino chega ao final do primeiro mandato em absoluto desespero para arrecadar recursos.

E vai punir o contribuinte maranhense com mais um aumento de impostos.

Mas, afinal, para onde foram os R$ 2,1 bilhões extra?!?

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Flávio Dino admite oficialmente risco de colapso financeiro no Maranhão…

Em Decreto que deve ser editado nesta sexta-feira, 23, governador tenta sanar as contas do estado com corte de uma série de vantagens dos servidores, após torrar R$ 6 bilhões

 

FRACASSO VERMELHO. Números do Maranhão após quatro anos de mandato de Flávio Dino mostram a falência do estado

O governador Flávio Dino (PCdoB) deve editar, por Decreto, nesta sexta-feira, 23, uma série de medidas para tentar impedir os riscos de atraso no pagamento do salário dos servidores públicos.

A informação foi dada pela própria mídia alinhada ao Palácio dos Leões.

O Decreto é, praticamente, uma confissão de que o Maranhão está à beira do colapso financeiro, após quatro anos de gestão comunista.

Flávio Dino pretende cortar gastos com diárias, veículos, passagens aéreas, telefones; e quer renegociar contratos com fornecedores.

Dino justifica os cortes de despesas com a suposta perda de R$ 1,5 bilhão em repasses federais que o Maranhão sofreu em virtude da recessão.

A verdade, porém, é outra.

Apesar de ter recebido o governo com caixa de R$ 3 bilhões em 2015 – R$ 2 bilhões de financiamentos do BNDES e outro R$ 1 bilhão no caixa do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos servidores (Fepa) – Dino conseguiu produzir um rombo de R$ 6 bilhões no Maranhão com gastos descontrolados ao longo de quatro anos.

Esse rombo foi produzido, sobretudo, com aumento desenfreado da folha de pagamento e gastos descontrolados com aliados.

LARGADO AO LÉU. Placa de obra do BNDES abandonada no interior é o símbolo do fracasso do governo comunista

Para tentar organizar as contas estaduais, o comunista aumentou impostos e chegou a usar, ilegalmente, dinheiro da Emap, empresa que administra o Porto do Itaqui, e do Fundo de Pensão e Aposentadoria dos próprios servidores públicos. (Releia aqui, aqui, aqui e aqui).

Já no desespero, o governador tentou uma espécie de pedalada fiscal, tentando cobrir o rombo do Fepa com recursos sem origem por intermédio de processo em tramitação na Assembleia. (Saiba mais aqui)

Como nenhuma das medidas deram resultado, diante do fracasso fiscal do governo comunista, Dino agora tenta retirar benefícios dos servidores.

O que reforça o risco de colapso financeiro do Maranhão…

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O que Flávio Dino fez com R$ 6 bilhões dos cofres maranhenses?!?

Apesar de ter recebido o estado com R$ 3 bilhões em caixa, comunista gastou todo este dinheiro e foi atrás de mais recurso, usando até o fundo de aposentadoria; quatro anos depois não tem mais como financiar a máquina pública

 

Obra que deveria ter sido concluída com recursos do BNDES está abandonada no meio do Maranhão

Acompanhe as contas.

Em 2015, quando assumiu o estado, o comunista Flávio Dino (PCdoB) tinha R$ 2 bilhões em caixa, fruto de financiamento do BNDES, garantido no governo Roseana, e mais R$ 1 bilhão no Fundo de Pensão e Aposentados e Pensionistas, o já famoso Fepa.

Além disso, não precisava se preocupar com a folha de pagamentos, que consumia apenas 38% da Receita Corrente Líquida, um dos mais baixos índices do país.

Aposentados maranhenses correm risco de ficar sem seus proventos a partir de 2019

Quatro anos depois, Flávio Dino recebe de si mesmo um estado falido.

Além de gastar todo o dinheiro do BNDES, apossou-se de quase R$ 1 bilhão do Fepa; não satisfeito, pegou mais de R$ 1 bilhão em empréstimos e ainda gerou outros R$ 1 bilhão em déficit primário, ao não conseguir pagar todas as contas.

O Maranhão não tem sequer uma obra estruturante contratada, iniciada e concluída no governo Flávio Dino; também já corre o risco de não ter dinheiro para pagar aposentados.

Diante de tudo isto, há de se perguntar: o que Flávio Dino fez com cerca de R$ 6 bilhões do Maranhão?!?

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Hildo Rocha defende linha de crédito especial para mototaxistas…

Hildo com o ministro e os representantes das categorias de motociclistas

O deputado federal Hildo Rocha (MDB) defendeu ontem, em reunião com o Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, a liberação de linha de crédito especial, no BNDES, para que os mototaxistas e motoboys possam adquirir financiamento para a compra de motos.

– A proposta, defendida pelos profissionais do setor, que nós também defendemos, é que o BNDES faça financiamentos com recursos do Fundo de Investimentos da Amazônia (FINAM) – explicou Hildo Rocha.

O deputado disse que caso o governo federal venha a acatar a proposta, milhares de trabalhadores e trabalhadoras que sobrevivem da atividade terão mais condições de realizar a aquisição de novos veículos fato que lhes dará mais segurança e contribuirá para a melhoria das condições de trabalho, inclusive melhorando a renda já que terão que desembolsar mensalidades menores.

O presidente da Federação Nacional dos Mototaxistas (Fenamoto) motoboys, Nonato Alves e o presidente da Associação dos Mototaxistas de Açailândia, Marco Silva, também participaram do encontro que teve ainda a participação do deputado federal Darcísio Perondi (MDB/RS).

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Hildo Rocha denuncia irregularidades em obras financiadas pelo BNDES…

Hildo Rocha, deputado federal

O deputado Hildo Rocha utilizou a tribuna da Câmara Federal para denunciar a morosidade de obras do governo do estado financiadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O parlamentar citou a pavimentação da MA-331 que liga a cidade de  Governador Luis Rocha à BR-135.

O empreendimento, de acordo com o parlamentar, está em execução há cinco anos. Para o deputado a demora na conclusão dos serviços tem a finalidade de encarecer a obra e a facilitar o pagamento de propinas.  

“A obra, com extensão de apenas 39 km, foi iniciada pela então governadora Roseana Sarney em 2013 que fez mais da metade da rodovia. Ficou faltando pavimentar pouco mais de 10 km e fazer duas pontes. Mas, ficou paralisada, mesmo tendo os recursos em conta para sua conclusão. Entretanto, durante os dois primeiros anos do governo de Flávio Dino nada foi feito. Essa paralisação é apenas para aumentar o custo do empreendimento, por meio de aditivos que depois são desviados para pagamento de propinas”, declarou Hildo Rocha.

O deputado disse que a população de Governador Luís Rocha já perdeu a esperança de que a obra seja concluída pelo governo comunista.

“O sentimento que predomina é que a estrada deverá ser concluída pela sua idealizadora que é a Roseana Sarney, quando ela voltar a administrar o estado em 2019”, frisou o parlamentar.

“Recentemente o governador entregou duas escolas em Barra do Corda. Uma foi construída por Roseana Sarney, que deixou a obra em estado bem avançado e com dinheiro em caixa para sua conclusão. A outra escola é um empreendimento do Governo Federal, financiado com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), construída pela prefeitura. Dino apresentou-se como o realizador, como se tivesse feito as duas escolas”, comentou Rocha.

O deputado ressaltou que internautas de Barra do Corda, indignados com a atitude do governador desafiaram Flávio Dino a provar que tenha contribuído com pelo menos um saco de cimento.

“Mas, como sempre faz, ao ser confrontado com a realidade o comunista fugiu do debate”, disse Hildo Rocha.

Governador Xexéu

O deputado afirmou que a soberba do governador impede que ele reconheça que Roseana Sarney é a idealizadora das obras que Dino conclui e inaugura como se fosse ele o responsável pelas realizações.

Segundo o deputado, a apropriação de obras do governo anterior e até mesmo de obras municipais, construídas com recursos do governo federal comprovam, o que diz o blogueiro Gildásio Brito que rebatizou o governador com o codinome de Xexéu numa alusão à ave que tem o hábito de se apossar de ninhos feitos por outras espécies.

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Flávio Dino recebeu presídios quase prontos no Maranhão…

Além de deixar em caixa mais de R$ 85 milhões – em recursos do BNDES – ex-governadora Roseana Sarney repassou para o sucessor pelo menos cinco presídios em construção e outros três com reformas em andamento; comunista preferiu manter o gaiolão de Barra do Corda

 

A GAIOLA HUMANA. Presos são expostos em delegacia de Barra do Corda, o que resultou na morte de um empresário detido por infração de trânsito

O governador Flávio Dino (PCdoB) recebeu, em caixa, da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), nada menos que R$ 62,8 milhões para construir cinco novos presídios no Maranhão, em Pinheiro, Santa Inês, Timon, São Luís e Coroatá.

Os de São Luís e de Coroatá, Dino recebeu com mais de 60% das obras concluídas. O de Timon com mais de 20%. O comunista só precisaria se preocupar com os de Pinheiro e Santa Inês que enfrentavam, à época – 2015 – questionamentos da população em relação ao local.

As informações estão todas em relatório da própria Secretaria da Justiça e Administração Penitenciária, cujos prints ilustram este post.

EM CONSTRUÇÃO. As novas unidades iriam garantir novas vagas nos presídios maranhenses

Roseana também entregou a Dino outros R$ 22,9 milhões para reforma e ampliação dos presídios de Balsas, Pedreiras, Açailândia,  Codó e a unidade São Luís III, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Neste caso apenas o de Codó foi entregue com pendência judicial por causa da licitação. Os demais, todos, tinham processos em andamento.

O Presídio São Luís III, por exemplo – orçado em mais de R$ 10 milhões – foi repassado por Roseana a Dino com mais de 70% das obras concluídas.

NOVAS VAGAS. Com as reformas encaminhadas por Roseana, Flávio Dino não precisaria usar a gaiola de Barra do Corda

Todos os recursos estavam disponíveis em caixa, com garantia da operação de crédito do governo maranhense com o BNDES.

Com a construção e as reformas, o governo comunista teria mais de duas mil novas vagas no sistema penitenciário, e não precisaria usar a gaiola humana de Barra do Corda.

Mas Flávio Dino desfigurou completamente este projeto do BNDES.

E preferiu manter a gaiola, que matou um empresário semana passada.

É essa a lógica do governo Flávio Dino.

Simples assim…

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O povo paga?!?

Governo Flávio Dino quer aumentar impostos em R$ 500 milhões em 2018 e quer passar o ano eleitoral sem pagar a dívida do BNDES, empurrando para 2020 os custos de seu mandato ao maranhense

 

Está em curso nos gabinetes principais do Palácio dos Leões uma trama do governo comunista que pode levar o povo maranhense a arcar com um rombo bilionários nas contas do estado a partir de 2020. Além de tentar arrancar R$ 8,1 bilhões em impostos dos maranhenses, Dino tenta esticar a dívida com o BNDES em mais seis anos, jogando a dívida para os próximos ocupantes do palácio.

A jogada comunista consiste no seguinte: o Maranhão precisa arcar com parcelas mensais de um empréstimo de R$ 2 bilhões que Flávio Dino deveria ter usado em obras estruturantes, sobretudo em São Luís, mas usa apenas em pequenos projetos em favor de aliados. Ocorre que ele quer, agora, alongar a dívida para mais seis anos, com quatro anos de carência para começar a pagar, já a partir de 2018, quando pretende disputar a reeleição.

Em outras palavras, Flávio Dino quer usar os bilhões do BNDES sem ônus, em plena campanha pela reeleição, deixando a conta para o maranhense pagar a partir de 2020.

Além do dinheiro do BNDES, Dino tem outro projeto em tramitação na Assembleia, que força o maranhense a pagar uma conta de R$ 8,1 bilhões em impostos, exatamente no ano eleitoral.São R$ 500 milhões a mais que em 2017.

Totalizando, são R$ 2 bilhões do BNDES mais R$ 500 milhões em impostos, o que dá R$ 2,5 bilhões para o comunista usar como quiser em plena campanha eleitoral. É uma espécie de fundo eleitoral próprio, que Dino terá à sua disposição.

E o maranhense pagará essa conta sozinho, depois, como herança do comunismo.

Uma conta amarga demais…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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A São Luís que Roseana projetou e Flávio Dino inviabilizou…

Comunista retirou da lista de financiamentos do BNDES – com recursos já deixados pela ex-governadora – projetos que garantira,m a mobilidade urbana na capital maranhense, como pontes, avenidas, viadutos e até sistema de segurança

 

OBRAS E OBRAS. Roseana em 2014, ao entregar uma de suas últimas obras, a urbanização do Parque Itapiracó

Ao buscar os recursos de mais de R$ 2 bilhões no BNDES, em 2014 – deixado integralmente em caixa para o governador Flávio Dino (PCdoB) – a então governadora Roseana Sarney (PMDB) projetou uma São Luís com obras estruturantes que garantiriam mobilidade urbana, segurança e bem-estar para a capital maranhense nos próximos 50 anos.

Os projetos de Roseana foram detalhados neste blog ainda em 8 de agosto de 2013, no post São Luís receberá maior projeto de mobilidade urbana desde Haroldo Tavares)

Agora, sabe-se que Flávio Dino desprezou todos esses projetos, preferindo utilizar o dinheiro do BNDES em programas de asfalto “tapa buraco” e financiamento de obras para aliados no interior maranhense.

Tudo isso foi revelado pela própria secretária de Planejamento, Cynthia Mota, em documento encaminhado aos deputados Max Barros e Eduardo Braide, na Assembleia Legislativa. (Releia aqui)

Roseana projetou, por exemplo, uma ligação das avenidas Quarto Centenário e Via Expressa – construídas por ela – com a avenida Getúlio Vargas, garantindo melhor fluidez no trânsito da capital.

Flávio Dino simplesmente engavetou este projeto.

Roseana também viabilizou o projeto executivo de uma Ponte da Avenida Quarto Centenário, outro projeto vetado por Flávio Dino.

Leia também:

Os quatro mandatos de Roseana e os avanços em São Luís…

A incompetência de Flávio Dino na gestão dos recursos do BNDES…

A São Luís que Roseana construiu…

 

PROJETO PRONTO. Duas novas pontes garantiriam mais mobilidade; Flávio Dino acha isso desnecessário

Ainda no setor de mobilidade urbana, Roseana Sarney deixou para Flávio Dino fazer – com recursos liberados e projeto já aprovado – duas pontes anexas à ponte José Sarney, no São Francisco, com seus respectivos acessos e rotatórias.

Estes projetos também foram retirados da lista de investimentos do BNDES, segundo a própria Cynthia Mota.

A ex-governadora Roseana Sarney deixou recursos em caixa e projetos aprovados no BNDES para construção de novas alças viárias nos viadutos da Cohab e da Cohama

Flávio Dino também achou desnecessárias essas alças.

TAPA-BURACOS. Comunista abre mão de modernizar São Luís para investir apenas em recapeamento asfáltico

Roseana projetou uma São Luís com estrutura urbanística para, no mínimo, 20 anos, mesmo em uma cidade comandada por um aliado de Flávio Dino, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Flávio Dino preferiu inviabilizar esta São Luís, preferindo fazer tapa -buracos. (Releia aqui)

É simples assim…

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Flávio Dino quis mesmo vender a Caema…

BNDES desmoraliza governador e revela em documento que partiu dele o pedido para que a companhia maranhense fosse incluída no Programa de Parcerias para Investimentos

 

O BNDES  revelou em documento emitido no dia 5 de setembro que partiu do governador o pedido para que a Caema fosse posta a venda no programa de Parcerias para Investimentos (PPI).

De acordo com comunicado do banco, revelado nesta terça-feira, 12, no blog de Gilberto Léda, o governo maranhense encaminhou o Ofício 137/2017-GG, para que o pedido anterior, “de desestatização dos serviços de água e esgotamento sanitário no Estado do Maranhão e da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA” fosse desconsiderado. (Leia aqui)

Flávio Dino sempre negou que tivesse interesse de vencer a Caema, mesmo agindo nos bastidores com tal objetivo.

A revelação do BNDES é mais uma prova de que o comunista age com duas palavras…

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Governistas impedem explicação sobre finanças do Estado, diz Andrea…

Deputada teve requerimento de convocação da secretária de Planejamento rejeitado pela maioria do plenário da Assembleia Legislativa

 

Andrea quer discutir questões levantadas pelo próprio governador

A maioria dos deputados negou a convocação da secretária de Planejamento e Orçamento do Estado, Cynthia Celina, para explicar as declarações do governador Flávio Dino em Caxias de que “não tem um centavo em conta”.

O requerimento de autoria da deputada líder da oposição, Andrea Murad, pretendia justamente ouvir os esclarecimentos da secretária sobre a “falência” dita pelo governador.

“Defendo que a secretária deva sim ser convocada para prestar esclarecimentos perante esta Assembleia, porque não estamos tratando de ações rotineiras da secretaria. Precisamos de respostas concretas para apurar a falência do Estado, o caixa sem um tostão e que estamos nas mão de Deus, conforme as palavras do próprio governador”, disse Andrea antes da votação do seu requerimento.

Irônico, o vice-líder do governo, deputado Marco Aurélio, apresentou uma defesa infeliz, contra a convocação da secretária de planejamento, tentando justificar as declarações do governador Flávio Dino.

“Quando o governador diz que a gente tá nas mãos de Deus, é muito importante que estejamos, ruim se estivéssemos nas mãos do cão”, foram as palavras do deputado demonstrando não ter um argumento plausível para justificar as declarações do governador sobre a crise financeira do estado. 

Foram favoráveis ao requerimento da deputada Andrea Murad os deputados Eduardo Braide, Max Barros, Wellington do Curso, Edilázio, Adriano Sarney, Sousa Neto, César Pires e Graça Paz.