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Madeira prega adiamento das eleições e prorrogação de mandatos

Candidato a prefeito de São Luís defende que os recursos do Fundo Eleitoral de 2020 seja usado pelo Ministério da Saúde para ajudar no combate ao coronavírus

 

Candidato diferenciado, Carlos Madeira propõe a suspensão das eleições e abre importante debate político nacional

O candidato a prefeito de São Luís pelo Solidariedade, Carlos Madeira, propôs nesta quarta-feira, 19, em suas redes sociais, a suspensão das eleições de 2020, diante da pandemia de Coronavírus.

– Acho prudente a completa reformulação do calendário eleitoral, com a suspensão das eleições deste ano. Esse assunto somente poderá ser tratado por norma constitucional, mas uma Emenda à Constituição pode ser encaminhada ao Congresso para modificar a Constituição Federal e prorrogar os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por 6 meses – propôs.

Pela proposta de Madeira, as eleições de 2020 poderiam ser realizadas no primeiro semestre de 2021.

Além do adiamento das eleições, Madeira propôs que os recursos do Fundo Eleitoral de 2020 sejam usados pelo Ministério da Saúde, no combate ao coronavírus.

– Sou favorável, também, à realocação dos recursos de fundo partidário para os órgãos de saúde do País. Neste momento dramático vivido pelo País, todos os esforços e recursos financeiros devem ser voltados para proteger a saúde das pessoas, sobretudo das pessoas mais pobres – defendeu o candidato.

Juiz federal aposentado, Carlos Madeira conhece os meandros do sistema eleitoral e sua proposta mostra o seu diferencial como candidato. Mas ele vai além, propondo a união de todos para o enfrentamento da pandemia mundial.

– Devemos todos nos unir, superando convicções políticas e ideológicas; a união pela saúde e pela paz social será decisiva para enfrentarmos esse momento tão terrível de nossa história – afirmou.

O debate está aberto…

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Candidatos têm até abril para definir partidos…

Em São Luís, quatro pré-candidatos ainda precisam encontrar uma legenda para concorrer às eleições de outubro; o ex-juiz Carlos Madeira tem negociações mais adiantadas e deve ser o candidato do Solidariedade

 

Carlos Madeira tem caminho aberto no Solidariedade, cujo presidente, Simplício Araújo, quer tê-lo como candidato

Quatro pré- candidatos a prefeito de São Luís – os deputados Duarte Júnior (PCdoB), Wellington do Curso (PSDB), Dr. Yglésio (sem partido) e o ex-juiz Carlos Madeira (sem partido) ainda precisam encontrar abrigo partidário que garanta suas candidaturas.

Eles têm até abril para se filiar e se habilitar às eleições de outubro.

Dos quatro, o que tem o projeto de filiação mais adiantado é Madeira, em adiantada negociação com o Solidariedade, do secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo.

Duarte Júnior também tem convites públicos – do PRB e do PSD – mas deve esticar a corda ao máximo no PCdoB, que insiste no projeto Rubens Pereira Júnior.

Dr. Yglésio ainda espera sinal verde de uma legenda; Wellington e Duarte Jr. são rejeitados nos próprios partidos

Wellington e Yglésio são os que enfrentam maiores dificuldades.

O tucano, que ficou em terceiro lugar nas eleições de 2016, com o apoio do PSDB – já sabe que não terá o partido em 2020, mas não consegue encontrar legenda para se viabilizar.

Dr. Yglésio conseguiu anuência do PDT para buscar novo rumo partidário; articulou com Solidariedade, com PRB, com PL e com PSD, mas até agora só recebeu promessas de novas conversas.

A virada do ano deve acelerar essas conversas.

Tanto para ele quanto para os outros…

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Rejeição impede projeto de reeleição de Edivaldo Júnior…

Antipatia popular à gestão do prefeito pedetista beira os 40%, o que torna quase impossível vencer os adversários em confronto direto

 

Rejeição inviabiliza sonho do prefeito

Rejeição inviabiliza sonho do prefeito

A pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 29,  pelo jornal O Imparcial, confirmou que a rejeição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) continua nas alturas, mesmo com toda a força que o candidato tem feito para se mostrar competitivo.

De acordo com os números do Instituto Ímpar, nada menos que 37,5% dos eleitores de São Luís declaram não votam de jeito nenhum em Edivaldo.

A rejeição à gestão de Holandinha é quase três vezes superior à da deputada Eliziane Gama (PPS), apesar de todo o bombardeio dos adversários contra ela.

Essa rejeição altíssima impede, por exemplo, que o prefeito possa sonhar com uma vitória em primeiro turno; e também o leva a perder para qualquer adversário que venha a enfrentá-lo em um segundo turno.

A rejeição do prefeito é quase três vezes maior que a da sua principal adversária

A rejeição do prefeito é quase três vezes maior que a da sua principal adversária

No final de semana, Edivaldo Júnior tentou criar um ambiente de otimismo com a pesquisa do Instituto DataM, que baixou artificialmente sua rejeição para pouco mais de 20% e elevou seus índices de intenção de votos à casa dos 34%.

Mas o DataM já foi denunciado por fraude em pesquisas, pelo histórico de irregularidades que registra em seus levantamentos.

O prefeito tem a maior estrutura de campanha, o maior tempo na propaganda eleitoral, o maior número de inserções, o maior número de partidos políticos e ainda conta com o fato de estar no comando na máquina administrativa.

Nem isso, porém, faz com que ele seja menos rejeitado pelo eleitor.

E é isso que inviabiliza seu projeto de reeleição…, São Luís,

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PSB reafirma projeto de candidatura própria a presidente em 2018…

Roberto Rocha acompanha da mesa dos trabalhos pronunciamento sobre o projeto do PSB

Roberto Rocha acompanha da mesa dos trabalhos pronunciamento sobre o projeto do PSB

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) participou, quinta-feira, 5, da mesa de abertura do seminário do PSB coordenado pela Fundação João Mangabeira (FJM), que prepara mais de 850 pré-candidatos a prefeito para as eleições municipais deste ano.

No evento, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, reafirmou que o partido tem projeto de candidatura própria à Presidência da República.

– O partido se prepara para ser alternativa em 2018. Nós queremos candidatura à Presidência. Os maus costumes políticos pioraram. E, portanto, a população está esperando o surgimento de novas lideranças – afirmou. 

A lideranças do partido coordenando os trabalhos de debate

A lideranças do partido coordenando os trabalhos de debate

A mesa de abertura do evento foi composta pelo presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, o senador Roberto Rocha (PSB-MA), o vice-presidente de Relações Governamentais, Beto Albuquerque, o presidente da FJM, Renato Casagrande, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, o prefeito de Belo Horizonte e presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Márcio Lacerda, o líder do PSB na Câmara, Fernando Coelho Filho (PE) e a senadora Lídice da Mata (BA).

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Eleições entram na reta final a partir de hoje…

A partir de hoje, são exatamente seis meses até as eleições de outubro.

Começa o período vedado para candidatos assumirem cargos no Poder Executivo – estadual e municipal – sob pena de ficarem inelegíveis.

É também o último dia para aqueles que pretendem disputar as eleições de vereador deixar os eventuais cargos que ocupem na administração pública.

Quem vai concorrer a prefeito e a vice-prefeito pode ficar no cargo até 7 de junho, quatro meses antes do pleito.

A data de 7 de abril é a principal do calendário eleitoral antes do prazo de convenções partidárias, entre os dias 10 e 30 de junho.

É neste período que se definem os candidatos majoritários e proporcionais.

A campanha de rua começa em julho e a do rádio e TV em agosto…