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Em 2017 Flávio Dino anunciou R$ 730 milhões no ferry; para onde foi o dinheiro?

Em divulgação nas suas redes sociais, logo no início daquele ano, então governador disse que os recursos seriam investidos na área do Porto do Itaqui e no serviço de transporte  São Luís/Cujupe; ao que tudo indica, o dinheiro afundou em algum canal da Baía de São Marcos

O anúncio de Flávio Dino nas redes sociais; cinco anos depois, nem sinal de investimentos e postagens apagadas das páginas do ex-governador

Principal responsável pelo caos no serviço de ferry boat entre São Luís e Cujupe, o ex-governador Flávio Dino (PSB) anunciou, ainda em 2017, investimento de R$ 730 milhões no setor portuário.

Era janeiro daquele ano; navegando na popularidade após eleições municipais, Dino saiu-se com essa de investimento no Porto do Itaqui e no serviço de ferry boat.

Passados cinco anos, não há qualquer sinal de nenhum tipo de investimento do governo na área das balsas; pelo contrário, o ex-governador é o responsável pelo caos em que se encontra o serviço.

Foi Dino quem decidiu intervir na área dos ferry boat’s; tomou os serviços das empresas e deu para uma outra, do Pará, que nem embarcações tinha. Desde então, o governo vem tentando sufocar as empresas que prestam serviços para repassá-lo à nova empresa.

O serviço de ferry boats – um dos setores estruturais do transporte no estado – é o símbolo do sucateamento do Maranhão no período de governo comunista.

Que agora segue o mesmo padrão no governo-tampão de Carlos Brandão (PSB).

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Brandão faz de conta que não existe problema no ferry boat e população sofre com travessia

Governador-tampão ignora completamente o caos provocado pela fala de embarcações na viagem de ida e volta para a Baixada Maranhense ; e a única manifestação dos eu governo foi ado chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, para quem a população pode esperar um pouco mais

 

Usuários desembarcam de ferry boat totalmente sucateado na estação da Ponta da Espera, em São Luís

Um dos problemas mais representativos da pobreza e da falta de investimentos em estrutura no Maranhão, o serviço de ferry boat’s na travessia entre São Luís e a Baixada Maranhense é ignorado pelo governador-tampão Carlos Brandão (PSB).

Funcionando há mais de uma semana com apenas três embarcações – quando o ideal seriam pelo menos dez – o serviço já gerou reclamações e cobranças da classe política; mas Brandão desdenha dos que sofrem com o problema, e o seu governo chegou a dizer que a população pode esperar um pouco mais.

O problema no serviço de ferry boat foi causado pelo próprio governo Flávio Dino (PSB).

No ano passado, o então governador decidiu cassar a licença das empresas que prestavam serviços e contratou uma outra, do Pará, sabe-se lá com que critério; a empresa paraense nunca chegou a operar por que simplesmente não tem embarcações em sua frota.

Nesta segunda-feira, 16, a ServiPorto – uma das empresas destituídas por Flávio Dino, mas que continua a operar – anunciou que estava suspendendo, para manutenção, a operação de uma de suas balsas, diminuindo ainda mais a frota que atende às dezenas de milhares de usuários.

Mas para o governo-tampão, o sofrimento da população pode esperar…

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Até bem – no início – Flávio Dino se perdeu no meio da pandemia…

Sem planejamento, sem auxílio de corpo técnico preparado e sem apoio de prefeitos, governador protagoniza confusão generalizada no lockdown, com rodízio de carros sem regras, números divergentes, circulação de pessoas a esmo e até punição de policial cumprindo o que ele deveria ter definido em documento

 

A desorganização foi tão grande no lockdown que até supermercados abriu nova loja em pleno bloqueio, gerando mais um foco de contaminação, com a enorme aglomeração

Editorial

O lockdown judicial decretado na Grande São Luís criou, em uma semana, confusão generalizada atingindo, inclusive, dados técnicos do próprio Governo do Estado, que deveria ter o controle de todos os aspectos da pandemia.

A punição a um policial militar, na manhã desta sexta-feira, 8 – depois de abordar passageiros em um ônibus – foi o epicentro de uma série de desencontros gerados pelas próprias ações do governo e das prefeituras.

O sargento PM foi punido pelo Comando Geral e afastado das ações por cobrar que cidadãos circulassem apenas em posse de declarações de que atuam em serviços essenciais. (Veja vídeo abaixo)

Mas não foi exatamente isto que o decreto do lockdown estabeleceu?

Embora sem regulamentação que deveria ser feita pelo próprio governo, policial militar tenta fazer cumprir a regra do lockdown determinado pela Justiça

Além da crise com o PM, o blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso a números do Sindicatos das Empresas e Transporte Coletivo que mostram circulação de pessoas nos ônibus – entre segunda e quinta-feira – muito, mas muito maior do que o divulgado pela Prefeitura de São Luís. (Veja print)

Números informados pelo Sindicato das Empresas – a que o blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso, mostram que a circulação nos ônibus da Grande São Luís é bem maior do que o divulgado

No mesmo dia, Flávio Dino vai à TV para anunciar um rodízio de carros a partir de segunda-feira, 11, mas não diz como se dará a fiscalização ou que tipo de punição terá o motorista que desrespeitar a determinação.

Para completar, as prefeituras começam a divulgar seus próprios boletins da coVID-19, preocupados com o avanço da doença no interior. E o resultado são números absolutamente divergentes daqueles já divulgados pela Secretaria de Saúde. (Compare aqui)

Não há dúvidas de que o governador Flávio Dino começou muito bem a gestão da pandemia de coronavírus, e o blog Marco Aurélio D’Eça reconheceu isto em seus posts, como se pode ler aqui.

Mas bastou que o colapso se avizinhasse e o caos no sistema se apresentasse – juntamente com pressão de hospitais, empresários e sindicatos de profissionais de saúde – para que o governador demonstrasse a perda total do controle da crise.

E em meio a tudo isso, a coVID-19 avança a passos largos no estado…

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Dr. Gutemberg alerta para a situação crítica da Maternidade Maria do Amparo

“Mais uma vez a Maternidade Maria do Amparo se encontra em situação crítica. Os médicos estão com salários atrasados desde junho e não têm mais condições de trabalhar. A maternidade corre o risco de fechar as portas de forma definitiva”. Esse foi o alerta do vereador Dr. Gutemberg Araújo em pronunciamento na manhã desta quarta – feira (30), na Câmara Municipal de São Luís. 

O vereador Dr. Gutemberg Araújo abraçou a luta da maternidade Maria do Amparo, desde o ano passado, quando a unidade de saúde anunciou a paralisação das atividades. Foi o parlamentar que trouxe o caso à Câmara Municipal de São Luís. 

Ainda no início deste ano, Dr. Gutemberg teve o apoio do presidente da Câmara, vereador Osmar Filho, e demais vereadores, para coordenar vários diálogos entre a diretoria do Centro Assistencial Elgita Brandão, entidade mantenedora da casa de saúde com os representantes do poder executivo Municipal. 

Foram realizadas várias reuniões em busca de uma solução para o problema. Em uma delas, foi firmado um convênio com a Prefeitura Municipal de São Luís para ajudar a custear o kit médico – grupo de profissionais formado por um ginecologista obstetra, um médico anestesista e um pediatra, além de acrescer o piso máximo de atendimento.

Em abril deste ano, a maternidade voltou a funcionar. Mas, novamente, os profissionais da unidade de saúde procuraram o vereador para relatar os salários atrasados e o risco de encerrar as atividades de forma definitiva.

“Preciso dividir essa angústia e agonia com vocês. Essa casa parlamentar foi essencial na reabertura dessa maternidade que é responsável por 11% dos partos registrados na capital maranhense. Se caso não sejam regularizados os salários, além da manutenção com os matérias médicos essenciais para a realização dos partos, a Maternidade Maria do Amparo vai encerrar as atividades, sem previsão de retorno. Peço o apoio de todos”, destaca Dr. Gutemberg 

Maternidade Maria do Amparo

A Maria do Amparo, localizada no bairro Anil, é responsável por 11% dos partos registrados na capital maranhense, sendo 100 mil contabilizados ao longo de 37 anos de existência. No final do ano passado, o vereador Dr. Gutemberg destinou R$ 1 milhão de emendas na Lei Orçamentária Anual – LOA 2019, além de emenda pessoal no valor de R$ 250 mil para a Maternidade Maria do Amparo.

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Silêncio do governo sobre falta d’água é desrespeito à população…

Informações tímidas da Caema nada dizem sobre o problema, não apontam solução a vista e deixam população à mercê de carros-pipa e comerciantes de água, sobretudo na periferia de São Luís

 

OPERÁRIOS TRABALHAM NA TENTATIVA DE RECUPERAÇÃO DA ADUTORA ROMPIDA, mas Caema sonega informações mais precisas sobre o problema…

O governo Flávio Dino tem cometido um violento desrespeito à população maranhense desde a última quinta-feira, 13, quando começou a falta d’água em São Luís.

As notas da Caema sobre o caos que se abateu desde o início de sexta-feira nada explica; a companhia mentiu à população ao afirmar que a água já havia retornado desde a manhã de domingo, 16.

Não voltou.

…SEM RESPOSTA DA CAEMA, FAMÍLIAS SÃO OBRIGADAS A CARREGAR ÁGUA EM BALDES durante todo o dia

E até agora, a maioria dos bairros de São Luís carece de água; e a demanda diminuiu a oferta de carros pipa, além  de encarecer o produto.

Muitas famílias estão usando galões de água mineral não apenas para beber, mas para usar nas atividades domésticas.

O silêncio das autoridades humilha e agride o cidadão…

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Os imprestáveis serviços da Caema e da Cemar…

Companhia de água desabastece São Luís e sequer explica os motivos; central energética prejudica população com constantes oscilações e falta de luz

 

É imprestável o serviço oferecido em São Luís pela Cemar e pela Caema.

Nem os milionários investimentoss do governo anterior no sistema Italuis fizeram com que a companhia melhorasse seu serviço.

E agora, nem satisfação a empresa dá pela sua incompetência.

Desde quinta-feira, 13, São Luís está sem água, sem que a empresa ou seus controladores dessem qualquer justificativa à população.

Vom a Cemar, a coisa já nâo é mais tão diferente.

Constantes oscilações de energia em áreas de São Luis tem prejudicado moradores, atrapalhado a prestação de serviço e tornado a cidade num caos.

Pior, nem o governo, nem as cpmpanhias demonstram qualquer interesse em resolver a situação.

Procon e Ministério Publico fazem de conta que não veem…

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Andrea Murad denuncia caos em Paço do Lumiar…

Andrea Murad denuncia caos em Paço do Lumiar

A deputada Andrea Murad (PMDB) atendeu apelo dos moradores de Paço do Lumiar e repercutiu na tribuna o caos pelo qual o município vem passando com a nova gestão municipal comandada pelo prefeito Domingos Dutra, que foi eleito sob o apoio do governo Flávio Dino (ambos do PCdoB).

– O que vocês [moradores] denunciam para que essa Assembleia tome alguma providência junto ao prefeito Dutra e o Governo do Estado é compreensível, Paço do Lumiar está um caos. Não tem nada funcionando devidamente nesse município. Prometeram títulos de terras e o que permanece é uma ação de despejo de mais de 500 famílias; a creche da Avenida 13 está parada, escolas precárias, sem estrutura, sem material didático, sem merenda, sem professores, sem transporte, sem combustível para ambulância que não consegue atender a nenhuma ocorrência. Unidades básicas de saúde sem funcionar por não ter médico nem remédios, buraco nas estradas. Isso ainda é um resumo da carta que me foi dada pelos moradores e sinceramente, prefeito Dutra, está na hora de começar a trabalhar – disse Andrea.

A parlamentar chamou a atenção para a situação de centenas de famílias que a qualquer momento poderão deixar suas casas e que confiaram na promessa de receberem o título de suas terras.

– Espero que o governo também se sensibilize com essa questão do despejo que o Prefeito Dutra tinha assegurado que não ia acontecer, o Governo do Estado também se comprometeu, mas não adiantou de nada, vão ser despejados se não tomar uma providência. Então, eu espero que o Prefeito Dutra busque uma solução junto ao governo e cumpra com sua palavra, além de precisar cumprir o seu papel de prefeito e começar a trabalhar pelo município – disse.

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Edivaldo culpa a população pela má drenagem em São Luís…

Prefeito vai às redes sociais para dizer que o volume de lixo encontrado nas galerias é muito alto, o que impede a vazão das águas nas chuvas. Mas cabe à prefeitura, no entanto, a limpeza regular das galerias, a coleta regular do lixo e, sobretudo, a punição a quem descarta lixo de forma errada

 

O print acima é uma espécie de exortação à população.

Nele, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) culpa o cidadão pelas enchentes no período de chuvas. Ele sugere que o volume de lixo nas galerias – e não a falta de drenagem adequada – é o responsável pelas inundações.

O prefeito pode até querer eximir-se das responsabilidades, mas há três ponderações a fazer em relação ao seu apelo:

1 – Se o volume de lixo é tanto, a falha está no serviço de coleta de lixo e de limpeza urbana mantido pela própria prefeitura.

2 – Se o cidadão descarta lixo mesmo tendo a coleta regular em seu bairro, a responsabilidade também é da prefeitura, a quem cabe as campanhas de conscientização e, sobretudo, fiscalização, advertência e sanção a quem comete tais irregularidades.

3 – Se as galerias acumulam tanto lixo – mesmo com a má educação da população – significa que elas passam praticamente o ano inteiro sem limpeza.

E se a prefeitura não cumpre nenhuma dessas obrigações – como não cumpriu em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 – não adianta culpar o cidadão pela própria desgraça.

De uma forma ou de outra, portanto, a prefeitura tem responsabilidade no caos causado pelas chuvas.

Como teve em  2013, 2014, 2015, 2016 e 2017…

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Mais um custo da reeleição de Holandinha: Socorrão II vira piscina após chuvas..

Hospital alagou completamente depois do temporal que caiu na manhã desta segunda-feira. A água invadiu praticamente todos os setores da unidade de Saúde, que demonstra falta de estrutura, mesmo após quatro anos de denúncias contra a gestão do prefeito

 

Na área de estabilização, pacientes e acompanhantes ficaram no meio do alagado

Bastaram as primeiras chuvas desta segunda-feira, 9, para que a população tivesse mais um exemplo do custo que foi para São Luís a reeleição – na marra – do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na região da Maiobinha – alvo de diversas denúncias ao longo dos quatro anos de gestão do prefeito – simplesmente inundou com as chuvas desta manhã.

A estrada entregue por Flávio Dino e Edivaldo, para ajudar na reeleição, não durou um ano

A água alagou todos o setores do hospital, dando provas de que, mesmo diante das denúncias de médicos, pacientes e visitantes, Edivaldo não tomou nenhuma providência para evitar que o período de chuvas viesse prejudicar novamente a unidade de Saúde.

Muitas imagens foram feitas pelos próprios médicos, aterrorizados pela situação.

Junto com a água, cestos de lixo dividem espaço com pacientes

Assim como na Saúde, em vários exemplos mostrados neste blog, São Luís sofre com a reeleição de Holandinha em vários outros setores.

Mas, agora, é ter que esperar mais quatro anos…

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Moradores reclamam de transtornos da Secretaria de Saúde em via do Calhau…

Instalada desde o início do governo Flávio Dino na rua Taguatinga, a secretaria adjunta da pasta abusa dos estacionamentos duplos e geraram um caos no trânsito em uma área considerada a mais tranquila da região

 

A rua onde fica o prédio alugado é estreita, mas os servidores da pasta não respeitam e estacionam dos dois lados

A rua onde fica o prédio alugado é estreita, mas os servidores da pasta não respeitam e estacionam dos dois lados

Moradores da Rua Taguatinga, no Calhau, estão sofrendo transtornos constantes por causa da implantação da Secretaria Adjunta da Política da Atenção primária e Vigilância em Saúde na área, desde o início do governo Flávio Dino (PCdoB).

A via, paralela à Avenida dos Holandeses e no limite da Reserva do Rangedor, era uma das mais tranquilas até a implantação do órgão, que levou o caos para a via.

Curiosamente, a frente do prédio, onde há vagas, fica vazia

Curiosamente a frente do prédio, onde há vagas, fica vazia

Os transtornos foram até denunciados por alguns dos moradores em suas páginas no Facebook.

Os funcionários não respeitam as normas de trânsito na área, estacionam em frente às garagens das casas, dos dois lados da rua e não respeitam limites de velocidade, de preferência e de ultrapassagem.

E nenhum órgão da prefeitura ou do governo – apesar de alertados – passa pelo local durante o horário de expediente…